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Primeira pesquisa de 2020 em São Luís prevista para segunda-feira…

Contratado pelo jornalista Clodoaldo Corrêa, para divulgação em seu blog, o levantamento do Instituto DataIlha está em campo, colhendo informações sobre os nomes já postos à disputa

 

Deve ser divulgada na próxima segunda-feira, 3, a primeira pesquisa de 2020 sobre a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

O levantamento, contratado pelo blog de Clodoaldo Corrêa e já registrado no TRE, será feito pelo Instituto Data Ilha.

E deverá dar o norte das eleições faltando exatos oito meses para o pleito.

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Seis partidos ainda são alvos de candidatos em São Luís…

Legendas estão disponíveis para interessados em disputar a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior, mas podem também compor com outras agremiações; prazo de filiação termina em 4 de abril

 

PL, PP, Cidadania, PRB, PSL e PSD são os principais partidos políticos em São Luís ainda disponíveis para interessados em concorrer à Prefeitura de São Luís.

Essas legendas são alvos de pelo menos três pré-candidatos – Wellington do Curso (PSDB), Duarte Júnior (PCdoB) e Dr. Yglésio (sem partido) – que ainda não conseguiram garantir espaço para se consolidar como opção ao eleitor.

Esses pré-candidatos têm até o dia 4 de abril para estar oficialmente filiados. Caso contrário, ficarão de fora da disputa.

Até agora, já garantiram partido os pré-candidatos Eduardo Braide (Podemos), Neto Evangelista (DEM), Bira do Pindaré (PSB), Carlos Madeira (Solidariedade), Adriano Sarney (PV), Rubens Pereira Jr. (PCdoB) e Jeisael Marx (Rede).

Há outros partidos ainda na mesa de negociações, a exemplo de PDT, MDB e PT; mas estes já têm caminho  aberto em coligações com candidatos já estabelecidos.

As convenções que vão definir os candidatos ás eleições de outubro serão realizadas entre o meses de julho e agosto…

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“Braide é um nome de consenso”, diz pastor da Assembleia de Deus

Ex-coordenador político e pré-candidato oficial a vereador representando a denominação religiosa, Fábio Leite diz que a liderança não tem interesse de apoiar nome para contrapor o deputado, considerado “simpático à denominação”

Fábio Leite é, ao lado do pastor Coutinho, uma das lideranças da Assembleia de Deus em São Luís; e descarta candidato para contrapor Eduardo Braide

O pastor Fábio Leite, ex-coordenador político – e indicado oficialmente pela Assembleia de Deus como pré-candidato a vereador – descartou apoio da igreja a um candidato que venha ser lançado de última hora apenas para contrapor a força do deputado Eduardo Braide (Podemos) entre os evangélicos.

– Hoje o Braide é um nome simpático à liderança e à denominação. É um nome praticamente de consenso na Igreja, e isso vem crescendo de forma natural entre a membresia. Principalmente a juventude tem se identificado muito com o pré-candidato do Podemos à Prefeitura de São Luís – afirmou Leite, que já foi candidato a vice-prefeito de São Luís, nas eleições de 2008.

A posição do pastor assembleiano – hoje capelão da Polícia Militar – foi uma resposta à tentativa do Cidadania, partido da senadora Eliziane Gama, de lançar um candidato que possa tirar votos de Braide entre os evangélicos.

Este assunto foi tratado no blog Marco Aurélio D’Eça, no post “Partido de Eliziane Gama quer ter candidato próprio em São Luís…”

Dr. Yglésio, em foto recente com Eliziane Gama, seria, segundo a mídia, o nome usado para contrapor Braide no segmento evangélico

De acordo com a mídia, este candidato seria o d24eputado estadual Dr. Yglésio, que busca legenda para concorrer à prefeitura. (Veja aqui)

– Posso lhe assegurar que a denominação Assembleia de Deus não tem interesse de apresentar nenhum nome para candidatura majoritária. Será uma tarefa hercúlea extrair um nome e torná-lo competitivo, ainda por que a própria liderança, ratifico, não tem no momento projeto para o majoritário – afirmou pastor Fábio Leite.

A discussão sobre a candidatura a prefeito está sendo tratada ainda internamente no Cidadania, mas não há consenso entre as próprias lideranças da legenda – algumas da quais chama o projeto de “laranja”.

Ainda se recuperando de uma recente cirurgia, Eliziane Gama não se manifestou oficialmente sobre o assunto…

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Márcio Jerry: “Vamos ver como escalamos melhor quem vai ganhar”…

Presidente regional do PCdoB, deputado federal reforça o projeto de protagonismo dos comunistas, mas admite dialogar para discutir melhor as candidaturas na base do governo Flávio Dino

 

Rubens Pereira Júnior, o candidato do PCdoB; para Jerry, a prioridade é ele, mas… é preciso ter outras opções na base

O deputado federal Márcio Jerry admitiu hoje, em entrevista ao Portal Vermelho – que agora não é mais vermelho – a possibilidade de uma composição do PCdoB nas eleições em São Luís.

Segundo Jerry, o objetivo do partido é ser protagonista em São Luís e outras cidades; mas ele próprio abre uma brecha para a composição.

– Estamos naquele momento de botar o time no aquecimento. Vamos entrar em campo e ver como escalamos melhor aquele que vai ganhar eleição dia 4 de outubro – disse o deputado.

Ainda que meramente retórica, a possibilidade aberta por Jerry é significativa do ponto de vista da unidade do grupo comandado pelo governador Flávio Dino.

O candidato já definido pelo PCdoB na capital maranhense, embora não-anunciado oficialmente, é o secretário de Cidades, Rubens Pereira Júnior. Ocorre que o comunista não consegue deslanchar nas pesquisas de intenção de votos.

Outros nomes da base governista – que Jerry chama de “Partido do Maranhão” – como os deputados Neto Evangelista (DEM) e Duarte Júnior (PCdoB) têm posição muito mais confortável que Pereira Júnior.

– Vamos, uma vez mais, disputar da melhor forma possível, debatendo, dialogando, apresentando propostas reais que possam se transformar em ações concretas nas cidades do Maranhão, para ampliar o número de prefeitos, de vice-prefeitos e também de vereadores – admitiu Jerry.

Leia aqui a íntegra da entrevista

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Flávio Dino e Edivaldo terão apenas dois candidatos em São Luís

Com diversos aliados apresentados para a disputa até agora, governistas devem ter apenas Rubens Pereira Júnior e Neto Evangelista como opções oficiais contra o favoritismo do deputado Eduardo Braide

 

A profusão de candidatos que vinha endo apresentada até agora na base governista se resumirá a Neto Evangelista e Rubens Pereira Júnior

O secretário de Cidades Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e o deputado estadual Neto Evangelista (DEM) deverão ser os únicos representantes oficiais da base do governo Flávio Dino (PCdoB) e da Gestão de Edivaldo Júnior (PDT) nas eleições de São Luís.

Pereira Júnior terá o apoio oficial do Palácio dos Leões – podendo, inclusive, receber apoio de parte do PDT, se Edivaldo coordenar mesmo a campanha, como quer Dino.

Evangelista, por sua vez, deve receber o apoio do PDT e estímulos do Palácio dos Leões.

Todos os demais candidatos ligados ao governo – Bira do Pindaré (PSB), Duarte Júnior (ainda no PCdoB) e Dr. Yglésio (sem partido), se entrarem na disputa o farão por sua conta e risco.

A disputa em São Luís terá ainda como representante da oposição o deputado Adriano Sarney (PV), diante da provável recusa da ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

O juiz aposentado Carlos Madeira (Solidariedade) e o jornalista Jeisael Marx (Rede) serão candidatos de forma independente, sem vínculo com o governo ou com a oposição.

Eduardo Braide é o favorito na disputa, e lidera todas as pesquisas de intenção de votos.

Com amplas chances de vencer ainda em primeiro turno…

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Pressionado, Rocha recua e desdiz o que disse sobre apoio a Braide

Repercussão negativa do descarte da candidatura de Wellington do Curso pelo PSDB levou o senador a fazer uma análise semântica da sua própria declaração, segundo a qual é fundamental evitar o segundo turno “contra duas máquinas em São Luís”

A nota do senador tucano: Roberto Rocha sendo exatamente Roberto Rocha

O senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a ser o senador Roberto Rocha após repercussão negativa  de sua declaração, em que admite o descarte da candidatura de Wellington do Curso, no PSDB, para ampliar as chances de Eduardo Braide (Podemos) vencer em primeiro turno.

Numa nota divulgada nesta terça-feira, 21 Rocha usou uma semântica toda sua para desdizer o que disse na entrevista de domingo, ao jornal O EstadoMaranhão.

– Nem estou dizendo em que momento estaremos juntos, se no primeiro ou no segundo turno, mas que estaremos, estaremos – disse Rocha, em uma nota divulgada nesta terça-feria, 21.

Na entrevista, no entanto, o senador apresentou a seguinte análise:

– É perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno. E segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado. Dessa forma, o olhar político pode transcender as necessidades partidárias.

Ora, é, de fato, uma questão puramente de semântica.

Quando o senador reconhece, ele próprio, que Flávio Dino trabalha para ter várias candidaturas com o objetivo único de levar a disputa para um segundo turno; e o próprio Rocha admite que “Segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado”, o que ele está querendo dizer?

Obviamente está querendo dizer – e disse claramente, quando estabeleceu: “o olhar político pode transcender as necessidades partidárias” – é que a melhor opção para o PSDB é mesmo fechar com Braide logo em primeiro turno. 

O recuo de Roberto Rocha pode ter ocorrido pela interpretação que a mídia alinhada ao Palácio dos Leões deu à sua entrevista, como mais uma traição, desta vez a Wellington do Curso, do seu próprio partido.

Mas o que ele defendeu na entrevista a O Estado foi, pura e simplesmente, uma aliança ampla em torno de Braide, para garantir sua vitória logo em primeiro turno, evitando assim, o “complicado” segundo turno “contra duas máquinas”.

É simples assim…

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Roberto Rocha mira vaga de vice de Eduardo Braide…

Senador presidente do PSDB no Maranhão descartou a candidatura do deputado Wellington do Curso alegando a necessidade de vitória em primeiro turno; composição de chapa com Podemos também está na mira de Josimar de Maranhãozinho

 

Ao tirar Wellington do Curso do páreo da sucessão, Roberto Rocha mira a composição de chapa com Eduardo Braide, que tem outros pretendentes na ala conservadora da política maranhense

 

O senador Roberto Rocha tem um objetivo ao defender a composição em torno do deputado federal Eduardo Braide (Podemos): a vaga de vice para o PSDB.

Rocha descartou ontem a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso para defender aliança em torno de Braide, sob argumento de que é preciso o deputado federal vencer em primeiro turno as eleições de outubro.

Desde 2014 – quando se elegeu senador na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB) – o tucano usa a força de propagada do partido para buscar espaços na composição de chapas, tanto nas eleições municipais quanto nas estaduais.

O problema de Rocha é que a vaga de vice de Eduardo Braide está sendo disputada também pelos deputados feder30ais Aluisio Mendes (PTN) e Josimar de Maranhãozinho, representantes da política conservadora no estado.

O assunto foi tratado, inclusive, no blog Marco Aurélio D’Eça, no post intitulado “Velha política ronda candidatura de Braide…

A articulação dos três representantes da bancada maranhense tem deixado, inclusive, o próprio Braide constrangido ao falar de alianças para outubro. O parlamentar, favorito na disputa em São Luís, evita tratar do assunto na imprensa.

Braide tem até julho para definir sua composição partidária para as eleições de outubro.

E até lá, Aluisio Mendes, Josimar de Maranhãzinho e, agora, Roberto Rocha, vão brigar pela hegemonia na chapa do favorito em São Luís…

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Eleitores criticam visita de Carlos Madeira a Flávio Dino…

Manifestações de leitores do blog viram atrelamento do pré-candidato do Solidariedade ao deixar a coletiva de anúncio da filiação diretamente para o Palácio dos Leões, onde foi recebido pelo governador

 

Carlos Madeira na visita a Flávio Dino, acompanhado de Simplício Araújo; declaração de independência e repercussão ruim na internet

Repercutiu mal entre leitores e eleitores a visita do pré-candidato do Solidariedade, carlos Madeira, ao governador Flávio Dino, logo após sua coletiva de anúncio da filiação partidária.

Durante o encontro com jornalistas, Madeira foi questionado se sua candidatura estaria ou não vinculada a base de Flávio Dino, pelo fato de o comando do Solidariedade pertencer ao secretário Simplício Araújo.

Na resposta, o juiz aposentado se declarou independente.

Manifestações em comentários no blog Marco Aurélio D’Eça, no entanto, viram atrelamento na visita automática ao governador.

No post “Carlos Madeira tem visão equilibrada sobre a gestão de Edivaldo”, dois comentarias se manifestaram criticamente.

– Começou mal, indo tomar bênção para Flavio Dino e elogiado esse governo pivio (sic) de Holandinha, que trabalhou só 10 meses em 8 anos – afirmou o leitor, identificado por Júnior.

Outro comentarista, de nome Cláudio Costa, classificou de “decepção” a atitude do candidato do Solidariedade.

– Na primeira oportunidade foi parar nos braços do governador. Mais um do consórcio comunista, era pra ser o candidato do NOVO. Esse ta longe de independente – disse Costa

Há críticas também no post “Carlos Maderia; surge, de fato, um candidato em São Luís”.

– Candidato independente indo tomar benção pra Flavio Dino, ah Fala serio!!!! – criticou Antonio Vidal.

Após a visita a Flávio Dino, o release encaminhado pelo Solidariedade citou fala do próprio Madeira sobre independência e sua relação com Flávio Dino.

– Eu estou acreditando, firmemente, que ele [Simplício Araújo], independentemente de ser secretário de Estado, tenha o comando do partido para não permitir que o partido, eventualmente, deixe de entregar a legenda para que nós possamos ser candidatos. (…) O governador Flávio Dino, pelo que eu tenho lido nos jornais, tem um candidato que é do seu partido, o PCdoB – disse o pré-candidato, segundo o release.

Carlos Madeira tem retórica e tem discurso para desconstruir eventuais críticas à sua postura como candidato.

Mas é bom ficar de olho no que diz a voz rouca das ruas…

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Carlos Madeira: surge, de fato, um candidato em São Luís…

Em sua primeira aparição já como filiado ao Solidariedade, juiz federal aposentado impressiona pelo carisma, pela postura de independência, simplicidade, e pelo preparo intelectual e experiência para comandar a capital maranhense

 

Carlos Madeira com Simplício Araújo: postura firme, respostas simples e respeito às diferenças com independência; São Luís ganha um candidato


Nenhum outro pré-candidato a prefeito conseguiu reunir, a um só tempo, todos os predicados capazes de fazer um debate em alto nível em São Luís quanto o juiz federal aposentado Carlos Madeira.

Já como filiado ao Solidariedade, Madeira reuniu a imprensa nesta quarta-feria, 15.

E impressionou.

O pré-candidato do secretário Simplício Araújo mostrou, ao mesmo tempo, todo o carisma de Neto Evangelista (DEM) e Duarte Júnior (PCdoB); a independência que Eduardo Braide (Podemos) e Wellington do Curso (PSDB) representam; o preparo intelectual de Adriano Sarney (PV) e a simplicidade de Jeisael Marx (Rede), para citar alguns exemplos.

E acrescentou a tudo isso um ingrediente adicional até agora inexistente nos postulantes ao posto do prefeito Edivaldo Júnior: a experiência acumulada em anos de sólida carreira na magistratura e a formação em gestão e empreendedorismo.

– Minha visão é de gestão, com posição e sentimento crítico. Não ficarei em cima do muro. Se para fazer gestão tiver que desconstituir ideias e posturas, não me furtarei e porei minha cara à avaliação. Me proponho a ser independente, sem achincalhe ou enxovalhamento a ninguém. Mas se essa independência contrariar alguém, ainda assim a exercerei – esta foi a síntese do pensamento apresentado pelo pré-candidato. 

É como se Carlos Madeira juntasse em uma única pessoa o que há de melhor nas características de todos os candidatos já apresentados.

Disposto a “construir pontes, não muros” – e mesmo mantendo a visão crítica de São Luís – o candidato teve, inclusive, a coragem de reconhecer pontos de destaque na atual gestão, como o projeto de Ecoponto, que ele pretende ampliar e modernizar, melhorando o entorno destes equipamentos urbanos implantados por Edivaldo Júnior (PDT).

Mesmo com tantos atributos pessoais, o ex-magistrado mostrou-se humilde em relação ao que o espera na campanha. 

– Estou no pelotão de trás desta disputa, que reúne gente com recall acumulado, vários mandatos na vida pública e exposição popular contínua; mas estou pronto a fazer o que os nigerianos aprenderam nas maratonas; uma corrida de recuperação – ponderou o escolhido do Solidariedade.

Para os jornalistas que participaram da coletiva de imprensa – e Madeira conseguiu levar alguns dos mais influentes para o evento, coisa que nenhum outro candidato havia conseguido – o debate pela Prefeitura de São Luís eleva o seu nível com a presença do candidato do Solidariedade.

Melhor para São Luís… 

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Com Duarte fora, Leões vão estimular Roseana, de olho em 2º turno

Grupo do governador Flávio Dino precisa de um nome que mantenha a possibilidade de a eleição de outubro ser decidida em duas rodadas; e acham que a ex-governadora consegue dividir os votos de Eduardo Braide sem ameaçar os palacianos

 

Flávio Dino quer ter Roseana como uma espécie de esteio para a garantia de um segundo turno nas eleições de São Luís

O núcleo de comando do grupo liderado pelo governador Flávio Dino (PCdoB) em São Luís conseguiu chegar a 2020 reduzindo o número de pré-candidatos de sua base interessados na sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Da profusão de nomes listados até meados de 2019, o Palácio tem neste início de 2020 apenas Rubens Pereira Júnior (PCdoB), como candidato principal, e Neto Evangelista (DEM), que seria a opção alternativa.

Os deputados Bira do Pindaré (PSB) e Dr Yglésio (sem partido), além do jornalista Jeisael Marx, não são levados em conta na listagem dos nomes mais alinhados ao governo.

E o deputado estadual Duarte Júnior é considerado fora da disputa pelo núcleo mais duro do comunismo.

E é exatamente para fechar o buraco deixado pela saída de Duarte – hoje em segundo lugar nas pesquisas – que o Palácio tenta estimular indiretamente a candidatura da ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

Para Flávio Dino e seus pensadores, Roseana largaria bem na disputa, com índices entre 10% E 15%, o que geraria a ideia imediata de segundo turno. Os dinistas apostam, no entanto, que ela não teria fôlego para se sustentar na segunda posição ao longo da campanha, garantindo a presença de um deles no segundo turno.

Por isso é que os Leões estimulam, discreta e indiretamente, a permanência de Roseana na disputa

Ressabiada, a ex-governadora perceberá?!?