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Em Nota, Seap diz que adjunta estava de férias quando passou pelos EUA…

Camila Neves, subsecretária da pasta, passou o mês de abril em Massachusetts, segundo a secretaria em atividades relacionadas à sua formação acadêmica

 

Camila Neves em atividade na pasta da Seap

A Secretaria de Administração Penitenciária encaminhou Nota em que explica o fato de a secretária-adjunta Camila Neves estar em massachusetts no mesmo período em que recebia da pasta.

De acordo com a nota, a adjunta estava de férias neste período.

– Admitida ao cargo em 4 de fevereiro de 2015, a então subsecretária, no entanto, optou por não usufruir de seu direito de férias em março de 2016; e requereu a postergação, ou seja, o adiamento de suas férias. Respaldada pelo Art. 112, da Lei nº 6.107/1994, que assegura esse direito ao servidor público, a ex-servidora teve férias no período de 30 de março a 18 de abril de 2016, restando-lhe saldo de 10 dias para data oportuna – diz a nota.

O documento da Seap ressalta que Camila aproveitou o período para tratar de suas atividades acadêmicas, “dentro da mai absoluta legalidade”.

A Nota só não comenta o fato de Camila Neves ter sido citada em relatório da Polícia Federal, “em conluio” com o também ex-auxiliar da pasta, Danilo dos Santos, preso na Operação Turing.

Mas esta é uma outra história…

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Seap na berlinda…

Além da prisão de um ex-adjunto envolvido em esquemas de corrupção, pasta está sendo denunciada à Justiça por irregularidades em um concurso para agente penitenciário

 

Processo para escolha de agentes está sob suspeita

Não bastasse a denúncia contra o ex-secretário adjunto de Inovação da Secretaria de Administração Penitenciária, Danilo dos Santos Silva- e sua prisão pela Polícia Federal na última terça-feira, 21 – esta pasta do governo Flávio Dino encontra-se na berlinda por motivo tão complicado quanto: a denúncia de fraude em um seletivo para agente penitenciário que já chegou às barras da Justiça.

Mais de 100 agentes questionaram o concurso, que quis reprová-los por causa de uma redação sem tema, o que não estava previsto no edital. Alguns ganharam o direito individual de fazer a etapa física. O governo comunista, no entanto, tem-se recusado a cumprir determinação judicial que manda reenquadrar a maioria dos reprovados nas etapas seguintes do certame, mesmo diante de multa diária de R$ 1,5 mil.

O concurso foi realizado em dezembro.

Dos inscritos, mais de 100 foram reprovados por causa da tal redação. Ao ser denunciada, a empresa responsável pelo concurso informou que já havia recorrigido as provas, induzindo a Justiça a erro. Ocorre que os candidatos apresentaram documento da própria empresa, recusando-se a recorrigir a prova.

Foi o bastante para que o Tribunal de Justiça determinasse a inclusão dos candidatos no TAF.

A partir daí, no entanto, foi a própria Secretaria de Administração Penitenciária quem resolveu bater o pé e recusar-se a fazer os exames.

O resultado é a multa diária de R$ 1,5 mil.

Os candidatos, que foram à Assembleia pedir ajuda dos parlamentares, denunciam que a Seap tem-se recusado a incluí-los nas etapas porque está usando o concurso para enxertar parentes e indicados dos diretores da pasta.

E esta nova denúncia deve ser apurada pela Comissão de Segurança Pública da Assembleia…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

 

 

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Empresas investigadas pela Polícia Federal receberam mais de R$ 20 milhões da Seap em 2016…

De acordo com a investigação da Operação Turing, empresas prestavam serviços na Secretaria de Administração Penitenciária, sob a coordenação do adjunto Danilo Santos Silva, tido como cabeça da organização criminosa

As empresas que foram alvo da Operação Turing, deflagrada nesta terça-feira, 21, pela Polícia Federal, já receberam mais de R$ 20 milhões do governo Flávio Dino (PCdoB) apenas em 2016.

O total dos contratos chega próximo aos R$ 40 milhões.

São contratos sob a ordenação do ex-secretário-adjunto da Secretaria de Administração Penitenciária, Danilo Santos Silva, preso durante a operação e apontado pela PF como chefe da “organização criminosa”.

O maior contrato – de mais de R$ 17 milhões – foi fechado com a VTI, que atua com trabalhado cooperativado.

Também já receberam dinheiro em 2016 – pagos pelo próprio Danilo, que era ordenador de despesas na Seap – as empresas:

– Vitral Construção e Incorporação Nossa Senhora de Fátima LTDA.

– Monte Líbano Construções LTDA.

– Brasfort/ Fort & Fort LTDA.

Todas as empresas – e seus sócios – foram alvo da Operação Turim da Polícia Federal…