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César Pires pede à SES informações sobre água mineral consumida no MA

O deputado César Pires solicitou ao secretário estadual de Saúde, Carlos Lula, informações sobre o trabalho de fiscalização do órgão sobre a extração, armazenamento e comercialização de água mineral no Maranhão. Para o parlamentar, o consumo do produto aumentou consideravelmente no estado e é necessário haver maior controle sobre a sua qualidade.

“Os galões de 20 litros, principalmente, estão sendo muito mais consumidos pela famílias maranhenses. E nos chama a atenção o fato de que muitas vezes tais recipientes se encontram à venda em calçadas, expostos ao sol e chuva. São transportados de diversas formas, têm cores de invólucro diferentes e, apesar de indicar as fontes de onde derivam a água vendida, por vezes não trazem informações claras quanto ao seu conteúdo”, justificou o deputado.

Considerando que, em meio a uma pandemia, os cuidados sanitários com os produtos consumidos devem ser redobrados, César Pires solicitou, por meio de ofício, que o secretário de Saúde informe como se dá a fiscalização exercida pelo Estado quanto a regularidade e adequação da extração, conservação e venda de água mineral das variadas fontes oferecidas por todas as empresas que atuam no Maranhão.

“Acreditamos que deve ser essencial fiscalizar os parâmetros físico-químicos da água mineral, os cuidados de higiene no manuseio do produto – desde a retirada da fonte até a venda – e garantir que as informações sejam claras para o consumidor”, enfatizou César Pires. Ele espera obter nos próximos dias esses esclarecimentos, solicitados no ofício protocolado nesta terça-feira na Secretaria de Estado da Saúde (SES).

 

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Governo maquia números da coVID-19, acusa César Pires

Deputado cruzou o dados oficiais da Secretaria de Saúde com os relatórios das prefeituras e constatou que a contaminação por coronavírus é pelo menos duas vezes maior no estado, o que colocaria o Maranhão à frente do Ceará

 

Alguns dos relatórios oficiais da coVID-19 divulgados pelos municípios; números não batem com os dados divulgados pelo Governo do Estado

O deputado estadual César Pires (PV) acusou o governo Flávio Dino (PCdoB), neste sábado, 9, de manipular, para baixo, os números da contaminação por coVID-19 no Maranhão.

Pires passou a semana fazendo o levantamento dos dados encaminhados oficialmente por diversas prefeituras e constatou que, em muitos casos, os números informados nos municípios chegam a ser até três vezes maior do que o divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde.

– Em Codó, por exemplo, já eram 89 casos quando o governo informava ter ali apenas 35 contaminados. Pedreiras já registrava 78 casos e no boletim da SES apareciam 26. Em Presidente Dutra já eram 48 pessoas doentes; o governo mostrava 20 em seu boletim. O mesmo acontece com Tuntum, que tinha 11 casos e a SES registrava apenas 2 – citou César Pires.

Além de citar outros municípios – como Santa Inês, com 53 e apenas 46 casos no boletim da SES -Pires ressaltou que há municípios que sequer aparecem nos relatórios anunciados por Flávio Dino.

– São Bernardo, que já confirmou 14 casos, sequer aparece no boletim da SES – acusa Pires.

Para o deputado, esses números de contaminados praticamente dobram o total oficial e põem o Maranhão à frente do Ceará em termos de doentes de coVID-19

Por meio da rede social Twitter, o blog Marco Aurélio D’Eça questionou o Governo do Maranhão sobre a alta diferença entre os dados oficiais da SES e os relatórios das prefeituras.

Recebeu a seguinte resposta do secretário Carlos Lula:

Informamos os números lançados num sistema do Ministério da Saúde, chamado esus-ve. Quem o alimenta são os próprios municípios. Por vezes, os dados ali lançados possuem um delay para o próprio boletim do município. Isso pode acontecer em razão de lentidão do sistema ou em razão do horário de fechamento do boletim. Pela mesma razão o número que o Ministério da Saúde lança sempre possui um atraso em relação aos números divulgados pelos estados.

 

César Pires entende que o governo maquia os números da coVID-19 para vender uma imagem nacional de gestor eficiente que não existe

Mas para César Pires, há outra razão para a maquiagem nos números do governo Flávio Dino. 

– Como não têm sabido orientar a população e controlar a contaminação, o governador maquia os números oficiais para passar ao Brasil a imagem de gestor acima da média que ele não é – enfatiza o parlametar.

Para o deputado, a realidade precisa ser repassada, de fato, à população.

E o governo deve tomar medidas realmente eficazes para o combate à coVID-19…

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Flávio Dino quer expor lista de fantasmas da Saúde para se blindar…

Ao pressionar Polícia Federal pela divulgação, comunista quer constranger gente do próprio governo, da Assembleia e até membros do Judiciário e do Ministério Público, o que forçaria a inibição das investigações

 

Flávio Dino quer expor lista que tem Curado como chefe para se autoproteger

O governador comunista Flávio Dino (PCdoB) tem feito uma pressão pública à Polícia Federal para que apresente a lista de funcionários fantasmas da Secretaria de Saúde.

De acordo com a PF, cera de 400 pessoas – entre parentes, amigos, namoradas e amantes de auxiliares do governo e  de diretores das empresas que prestam serviços a SES – recebiam sem trabalhar, desde 2015.

A própria Polícia Federal já declarou que a lista já está em poder do governo – ou pelo menos deveria estar – desde setembro de 2015, segundo revelou o blog Atual 7

Mas a pressão midiática de Flávio Dino tem razão política.

Ele quer expor publicamente esses fantasmas e suas relações com figurões do próprio governo, da Assembleia, da Câmara e até do Judiciário e do Ministério Público.

Neste caso, entende o comunistas, os próprios padrinhos tratariam de impor limitações às investigações.

E é isso o que quer o governador do Maranhão…

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Sousa Neto denuncia funcionária-fantasma na SES…

Parlamentar mostrou documentos de Alana Coelho, que desde janeiro não comparece ao trabalho, mas continua recebendo como auxiliar do secretário Carlos Lula

 

Sousa Neto denunciou ao Ministério Público o caso de Alana Coelho, que recebe da SES e atua como empresária

O deputado Sousa Neto (Pros) denunciou ao Ministério Público nesta terça-feira, 29, mais um caso envolvendo a Secretaria de Saúde do governo Flávio Dino (PCdoB).

Segundo ele, a pasta chefiada pelo advogado Carlos Lula paga, desde janeiro, salário de R$ 9 mil a Alana Valéria Lopes Coelho, sem que ela dê expediente.

– De janeiro para cá – e nós estamos em agosto – Alana Coelho nunca mais pisou na Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão e recebe R$ 9.627,73 – denunciou Sousa Neto em discurso na Assembleia Legislativa.

Segundo ele, a servidora sempre esteve assessorando o secretário Carlos Lula – desde sua posse como assessor especial da Casa Civil, em 2015 – mas foi afastada compulsoriamente para tratamento de saúde, em dezembro do ano passado, após desentendimentos com o atual titular da SES.

Ainda de acordo com a denúncia, depois disso ela não mais foi vista trabalhando na SES e, agora, dedica-se a um negócio próprio no ramo de buffet para festas, a Cozinha Prati.

– Em resumo, a representada Alana Valéria encontra-se atualmente nomeada no cargo em comissão de Assessor Especial ISOLADO, recebendo normalmente seus vencimentos de quase dez mil reais mensais, porém sem a devida contraprestação de seus efetivos serviços, sem sequer comparecer na Secretaria de Estado da Saúde, mesmo que eventualmente, tudo com a conivência do Representado Carlos Lula o de governador Flávio Dino – ressalta Sousa Neto na representação.

 

Em nota, a Secretaria da Saúde informou apenas que a servidora está regularmente afastada das funções laborais para tratamento médico.

Alana Coelho ainda não se manifestou sobre o caso…

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Andrea denuncia golpe de R$ 100 milhões em trabalhadores da SES…

Deputada diz que Emserh contratou empregados de antigos institutos e os mantém em regime de quase escravidão, sem nenhum direito trabalhista

 

A deputada Andrea Murad (PMDB) denunciou na Assembleia Legislativa uma manobra do governador Flávio Dino para não pagar cerca de R$ 100 Milhões em encargos e direitos trabalhistas de empregados da saúde do Maranhão.

São mais de 7 mil pessoas que foram prejudicadas por uma sequência de omissão do Estado e até contratos irregulares como a quarteirização da gestão de mão de obra, neste caso entre a EMSERH e o Instituto Biosaúde. 

– Quando a EMSERH assumiu a folha de pagamento, tinha o dever de formalizar os trabalhadores que estavam em contratos precários com a secretaria de saúde. E o que a EMSERH fez? Continuou com todos os cerca de 7 mil requisitados em situação análoga à escravidão. E durante todo esse período usurpou mais de R$ 100 Milhões em direitos trabalhistas. Para piorar toda a situação, a EMSERH fez um concurso de projetos para contratar uma empresa para gestão de mão de obra, no intuito de regularizar a situação precária desses milhares de empregados, o que é ilegal segundo lei de criação da EMSERH. Ou seja, contratou uma OS para fazer o serviço que a EMSERH mesma deveria fazer. E o instituto contratado, o BIOSAÚDE, assumiu esses empregados a partir de 1º de abril de 2017 – discursou.

Andrea Murad falou ainda sobre o Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta de 23 de dezembro de 2016, firmado entre o MPT, SES e PGE, chamando a atenção para os 18 meses que os empregados requisitados passaram sem amparo às leis trabalhistas e questionando a ausência de assinatura no TAC da principal envolvida no problema, no caso a EMSERH.

– Se a diretoria da EMSERH tivesse assinado este TAC, ela estaria toda presa, a sorte é que não foi ela, então nada vale. O Secretário de Saúde não pode responder por uma empresa que responde por ela mesma, que é autônoma, que é privada, não pode. Existe uma grande diferença entre você ser um funcionário da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares e você ser funcionário do Instituto Biosaúde. O instituto pode botar você para a rua, a qualquer momento, a qualquer hora, e pela EMSERH, não, onde tem todo um procedimento administrativo. Eu realmente vou lutar com os trabalhadores para que eles sejam reconhecidos como funcionários da Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares e não como funcionários da Biosaúde. E quem deve assinar a carteira dos funcionários é a EMSERH até porque no decreto do próprio Governo diz que a EMSERH vai ficar responsável tanto pelo gerenciamento como pelo pagamento dos médicos e funcionários da rede. E agora comete um crime de quarteirizar, porque isso é um crime. É contra a lei da própria EMSERH que impede a quarteirização de mão de obra – explicou.