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Enfim, uma coerência na voz de Malafaia…

Malafaia, em uma de suas cruzadas, como a de hoje, em São Luís

Depois de tanta insensatez e truculência, o pastor evangélico Silas Malafaia finalmente conseguiu expressar uma posição de coerência em suas declarações públicas.

Está lá embaixo, quase na última linha da matéria feita por Diego Torres, em O Estado do Maranhão:

A Constituição me assegura que o local de culto é inviolável. Se eles estiverem pensando em fazer isso, devem se presos, assim como qualquer evangélico que petubar evento de outra religião disse Malafaia.

Ele tem razão.

Ninguém tem o direito de tentar tumultuar a cruzada evangélica promovida pelo pastor no Aterro do Bacanga.

Trata-se  de provocação criminosa a presença de grupos GLBT ou de outras manifestações religiosas tentando desvirtuar o conceito do culto, como foi especulado nos últimos dias.

Da mesma forma que pode ser considerada crime a presença de evangélicos fazendo proselitismo em eventos como a Parada Gay ou manifestações católicas, por exemplo.

Silas Malafaia – e os evangélicos de todas as denominações – têm todo o direito de realizar seu evento dentro da mais absoluta paz.

E com a  garantia de Segurança dada pelo Estado, que aprovou e liberou as instalações.

Simples assim…

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Pereirinha garante: “Não haverá título a Malafaia”…

O presidente da Câmara Municipal , Isaias Pereirinha (PSL), afirmou hoje pela manhã, que o pastor Silas Malafaia não receberá título de cidadão ludovicense.

–  Ele [Silas Malafaia] não terá mais título nenhum. Eu não me meto nessa confusão, mas garanto que ele não receberá título de cidadão – respondeu Pereirinha, ao ser perguntado hoje, sobre a expressão “poleiros de bocós”, usada pelo pastor para se referir à Câmara Municipal.

As informações são do blog de Gilberto Léda….

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Ivaldo colhe assinaturas para título de “persona non grata” a Malafaia…

Malafaia tanto fez que já não é bem-vindo a São Luís

O que este blog havia previsto desde ontem começa a ser articulado na Câmara Municipal de São Luís: o pastor Silas Malafaia pode virar persona non grata na capital maranhense.

Entenda aqui o que significa persona non grata.

Autor do pedido, o vereador Ivaldo Rodrigues (PDT) já começou a colher as assinaturas – tem seis. Para ser aprovado, necessita de 14 assinaturas.

A bancada evangélica da Câmara começa a se mobilizar em favor de Malafaia, para evitar que a Câmara o declare persona non grata.

A qualificação oficial dada ao pastor, na opinião de Rodrigues, é uma resposta às agressões à Câmara, a ele e até à vereadora Rose Sales (PCdoB), autora da proposta de concessão de título de cidadão ao líder religioso.

Malafaia chamou a Câmara Municipal de “poleiro”, disse que Ivaldo Rodrigues era uma “bandido, vagabundo” e chamou de “frouxa” até sua própria homeageante, Rose Sales.

O título de Persona non Grata não impede que o cidadão entre na cidade, por exemplo.

Mas a presença de um sujeito com este perfil em um local que o tem como “não agradável” ou “não bem-vindo”, se dá por conta e risco.

Ou seja, caso seja declarado “não bem-vindo”, Malafaia será o único responsável pelo que possa ocorrer com ele em terras ludovicenses.

E não poderá reclamar…

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Câmara arquiva título de cidadão de Malafaia…

Malafaia causa confusão em São Luís

A Mesa Diretora da Câmara Municipal decidiu retirar de pauta o projeto de Lei, de autoria da vereadora Rose Sales (PCdoB), que concede título de cidadão de São Luís ao pastor Silas Malafaia.

A Casa entendeu que a Resolução que estabelece as regras para concessão da honraria não prevê títulos a quem não more em São Luís por, pelo menos, cinco anos.

A estratégia de Rose Sales era agraciar Malafaia durante sua passagem por São Luís, prevista para este fim-de-semana, no Aterro do Bacanga.

Por isso ela apresentou o projeto ainda no mês passado.

O arquivamento é uma vitória do vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), chamado de “vagabundo” e “bandido” pelo pastor, segundo comentários das redes sociais, ontem.

Durante a discussão do título, mês passado, Rodrigues acusou Malafaia de ser homofóbico ao atacar violentamente os homossexuais em suas pregações.

E decidiu pedir vistas do projeto, que até hoje não retornou à pauta.

O problema é que os crentes morderam a isca e partiram para agressão contra o vereador – a mesma agressão da qual o pastor é acusado.

O contra-ataque evangélico gerou ainda mais antipatia em relação a Silas Malafaia.

Que, ao invés de cidadão, pode agora, ser considerado persona non grata na capital maranhense…

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Ao invés de cidadão, Malafaia pode virar “persona non grata” em São Luís…

Malafaia: pregação e agressão

O pastor Silas Malafaia pode ter jogado fora, hoje, a última chance de se tornar cidadão honorário de São Luís.

As redes sociais Twitter e Fecebook foram inundadas hoje pr mensagens críticas ao pastor, acusando-o de ter agredido verbalmente o vereadr e vice-líder do governo municipal na Câmara, Ivaldo Rodrigues (PDT).

“Bandido” e “vagabundo” foram alguns dos adjetivos usados pelo mercador da fé contra o vereador, em entrevista à rádio 92,3 FM, de orientação evangélica, segundo se comenta nas redes.

A emissora ainda não se pronunciou oficialmente.

Mas já se cogita nos bastidores da Câmara Municipal um título de “persona non grata” ao pastor. Este tipo de rótulo impede, por exemplo,  que o “agraciado” tenha livre acesso à cidade.

Silas Malafaia programa para o final de semana uma de suas cruzadas que percorre o país “salvando almas” e arrecadando ofertas. A de São Luís é patrocinada pela rádio 92,3.

Foi para falar do evento na emissora, por telefone, que ele teria aproveitado para desancar o vereador pedetista.

O Título de Cidadão a Silas Malafaia foi proposto pela vereadora Rose Sales (PCdoB), mas fortemente criticado na Câmara. A idéia era aproveitar a passagem do negócio do pastor por São Luís para realizar a solenidade de entrega do título.

Ivaldo Rodrigues, no entanto, pediu vistas para analisar melhor a proposta, o que teria irritado o pastor.

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Pastor Malafaia vem a São Luís, mas título de cidadão ainda está pendente…

Malafaia em um de seus cultos no RJ

Marcada para o próximo final de semana em São Luís – dias 20 e 21 de agosto – uma  cruzada evangelística tendo como protagonista o pastor Silas Malafaia.

Malafaia foi pivô de recente polêmica na Câmara Municipal, quando a vereadora evangélico-comunista Rose Sales (PCdoB) apresentou Projeto de Lei concedendo a ele título de cidadão ludovicense.

O projeto está sob vistas do vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), que é abertamene contra a honraria.

A concessão do título ao pastor esbarra também no Regimento Interno da Câmara, que exige residência de cinco anos, no mínimo, para que uma personalidade seja agraciada com o título.

Provavelmente, Rose Sales apostava nas datas da cruzada para aprovar o título de cidadão a toque-de-caixa.

Mas, se ainda quiser aproveitar a cruzada malafaiana para fazer sua “boa ação”, ela só tem uma semana para votar, aprovar e definir a entrega do título de cidadão.

Em tempo: a estrutura usada pelo pastor na cruzada é de alta tecnologia.

E sua estada em São Luís é bancada pelos promotores do evento..

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Resolução impede título de cidadão ao pastor Malafaia…

Malafaia gera confusão por onde passa

Se aprovarem o projeto da evangelico-comunista Rose Sales (PCdoB), que concede Título de Cidadão de São Luís ao pastor Silas Malafaia, os vereadores de São Luís estarão atentando contra o próprio Regimento Interno da Câmara Municipal.

A Resolução Legisaltiva nº 027/2005, de autoria do então vereador Augusto Serra (PV), estabelece os critérios para concessão de Títulos de Cidadão na capital maranhense.

O Artigo 1º da Resolução já tira qualquer possibilidade de título a Malafaia, ainda que seja ele a maior sumidade na maior área do conhecimento no mundo.

Diz o texto: para ser agraciado com a honraria, o candidato proposto deverá preencher os seguintes requisitos: que tenha residido ou resida no município de São Luís, no mínimo 5 anos; ter se destacado nas diversas atividades tais como saúde, educação, cultura, ciências sociais e exatas; idade mínima de 18 anos e apresentação do Currículo Vitae.

Nem se discute se o pastor é ou não homofóbico; nem se discute sua folha-corrida como representante do grupo de mercadores da fé.

Ele apenas não atende aos requisitos exigidos para ser cidadão honorário de São Luís.

Simples assim…