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Justiça barra licitações em Coroatá já nos primeiros dias da nova gestão..

Titular da 2ª Vara, respondendo pela 1ª Vara, juiz Francisco Ferreira de Lima suspendeu tanto os pregões quanto as tomadas de preços determinados pelo prefeito Luiz Filho, em apenas 15 dias de mandato

 

Luiz Filho com o pai, Luiz da Amovelar: 15 dias de gestão e problemas coma Justiça

O juiz da 2ª Vara, respondendo pela 1ª Vara, Francisco Ferreira de Lima, determinou na última terça-feira, 17, a suspensão de todas as licitações da Prefeitura de Coroatá, na gestão do prefeito Luiz Filho (PCdoB), que acaba de completar os primeiros 15 dias.

O juiz atendeu a petição do escritório Amorim, Galdino & Moura, que alegaram falta de acesso de empresários locais aos editais de concorrência.

Na decisão, o juiz suspendeu tanto os pregões quanto as tomadas de preços determinadas por Luiz Filho.

Os advogados tentaram ter acesso aos editais de forma administrativa, tentando garantir a igualdade dos participante. Não tiveram sucesso.  Ajuizaram Mandado de Segurança, pedindo a suspensão de todas as licitações.

O juiz Ferreira Lima determinou ainda que a Prefeitura de Coroatá disponibilize imediatamente os editais das licitações.

E que todo o processo seja reiniciado…

Veja abaixo a decisão do juiz:

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As estripulias do DataM com as pesquisas em São Luís…

Com histórico de”erros técnicos” em suas pesquisas, instituto – que já chegou a ser proibido de divulgar seus números – apronta mais uma na sucessão em São Luís, é descoberto e obrigado a abortar levantamento suspeito

 

Machadinho DataM e Evilson, marqueteiro do prefeito; parceria

Machadinho DataM e Evilson, marqueteiro do prefeito; parceria

Não é de hoje que o Instituto DataM, comandado no Maranhão pelo jornalista José Machado, apresenta estranhos “erros técnicos” em suas em pesquisas eleitorais.

Desta vez, chegou ao absurdo de fazer levantamento sem o nome do candidato do PP, Wellington do Curso; e só abortou a missão por que foi descoberto pelo jornalista Ronaldo Rocha. (Leia aqui)

O disco do DataM: porque esconder Wellington?

O disco do DataM: porque esconder Wellington?

É a segunda vez somente nesta campanha que o DataM é obrigado a refazer números com “erros técnicos”.

Em junho, o instituto, que tem vínculo com a Prefeitura de São Luís, adiou por duas vezes a divulgação de pesquisas que já estavam prontas havia pelo menos duas semanas antes da coleta dos dados. (Releia aqui)

Em 2014, vinculado à campanha do governador Flávio Dino (PCdoB) – principal patrono do prefeito Edivaldo Júnior – o instituto de Machadinho chegou a ser proibido de divulgar pesquisas no Maranhão. (Relembre aqui)

Desta vez, pode ser banido de vez das campanhas.

O candidato Wellington do Curso pretende representar o instituto na Justiça Eleitoral

Para o bem da democracia e em respeito à vontade popular…

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Magno Bacelar responsabiliza Marcelo Tavares por suspeita em licitação na Secretaria Municipal de Educação…

Magno: mais uma denúncia contra o partido de Marcelo Tavares

O vice-líder do governo na Assembléia Legislativa, deputado Magno Bacelar (PV) voltou hoje a desconstruir o discurso do líder oposicionista, Marcelo Tavares (PSB), na Assembléia Legislativa.

Ao rebater acusações de Tavares contra o governo, Bacelar revelou uma licitação suspeita e milionária na Secretaria Municipal de Educação, chefiada pelo socialista Othon Bastos.

– Essa secretaria é indicação do deputado Marcelo Tavares e do ex-governador José Reinaldo Tavares. O PSB que indicou o atual secretário de Educação do Município de São Luis – lembrou Bacelar.

De acordo com a denúncia, Othon Bastos lançou edital de licitação de R$ 10 milhões, em uma sexta-feira, às vésperas do carnaval, com suspeitas de direcionamento para favorecer determinada empresa.

A denúncia foi feita pelo Sindicato das Empresas de Asseio e Conservação.

Othon Bastos: indicação dos Tavares

No apagar das luzes, em uma sexta-feira, abre-se um processo licitatório. E a empresa, que não tinha credibilidade, de uma hora para outra transforma um patrimônio, de R$ 25 mil para R$ 1,2 milhão – questionou o vice-líder governista.

Marcelo Tavares, mais uma vez, preferiu continuar os ataques a explicar as suspeitas sobre um secretário do seu partido.