Projeto de Pedro Lucas fortalece financiamento para grandes obras estruturantes no país…

Proposta do parlamentar maranhense reduz riscos para operações de crédito pelos fundos de desenvolvimento do Brasil, abrindo oportunidades de investimentos globais no país

 

PEDRO LUCAS TEM MAIS UM PROJETO QUE APROVEITA A DINÂMICA DOS INVESTIMENTOS GLOBAIS em infraestrutura, tecnologia e mineração

O líder do União Brasil na Câmara, deputado Pedro Lucas Fernandes, apresentou o Projeto de Lei 2427/2026, que moderniza os mecanismos de garantia para operações de crédito voltadas a projetos estruturantes no país. A proposta autoriza fundos constitucionais de desenvolvimento e o Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) a atuarem também como garantidores de financiamentos.

Na prática, o projeto busca ampliar a segurança jurídica e financeira para viabilizar investimentos em áreas estratégicas, como infraestrutura, logística, energia renovável e desenvolvimento regional. A medida pretende reduzir riscos para operações de crédito e facilitar a atração de capital privado para grandes empreendimentos.

  • segundo Pedro Lucas, o Brasil precisa atualizar seus instrumentos de financiamento;
  • há oportunidades ligadas à nova dinâmica global de investimentos e infraestrutura.

“Não dá mais para o Brasil perder investimentos por falta de instrumentos modernos de financiamento. Nossa proposta cria mais segurança para tirar projetos estratégicos do papel, atrair capital, movimentar a economia e gerar empregos onde o desenvolvimento mais precisa chegar”, afirmou o parlamentar.

O texto também destaca o potencial do Nordeste para receber novos investimentos, especialmente em setores ligados à infraestrutura sustentável, transição energética e logística. A expectativa é que a proposta contribua para acelerar obras estruturantes, fortalecer a competitividade regional e impulsionar a geração de empregos.

O PL 2427/2026 será analisado pelas comissões da Câmara dos Deputados.

Inteligência Artificial e Trabalho: quem ganha e quem perde com a nova automação?

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante. Ela já está presente em escritórios, escolas, empresas, serviços públicos, plataformas digitais e sistemas de comunicação. Em poucos anos, ferramentas de IA passaram a escrever textos, resumir documentos, produzir imagens, programar códigos, atender clientes e apoiar decisões empresariais.

  • mas, por trás do entusiasmo, existe uma pergunta urgente: quem será beneficiado por essa transformação e quem será deixado para trás?
  • a IA não é apenas uma ferramenta. Durante muito tempo, tratamos a tecnologia como um instrumento criado para auxiliar o trabalho humano.

No caso da Inteligência Artificial, essa visão já não é suficiente.

Os sistemas atuais não são programados passo a passo como os softwares tradicionais. Eles são treinados com enormes quantidades de dados: textos, imagens, sons, códigos, comportamentos e interações humanas. A partir disso, desenvolvem capacidades que nem sempre são totalmente compreendidas por seus próprios criadores. Esse funcionamento transforma a IA em uma espécie de “caixa preta”.

Sabemos o que entra e o que sai, mas nem sempre sabemos exatamente como determinada resposta ou decisão foi produzida.

Quando essa tecnologia é usada em áreas sensíveis, como contratação de trabalhadores, concessão de crédito, vigilância, saúde, educação ou gestão pública, a falta de transparência deixa de ser um problema técnico. Torna-se um problema social e democrático.

A quebra da escada de carreira

Durante décadas, a sociedade sustentou uma promessa: estudar, qualificar-se, entrar no mercado de trabalho por funções iniciais e crescer profissionalmente. Essa era a chamada escada de carreira.

A Inteligência Artificial ameaça justamente os primeiros degraus dessa escada. Atividades antes realizadas por estagiários, assistentes, analistas júnior, redatores, tradutores, revisores, atendentes e programadores iniciantes já podem ser parcialmente automatizadas. Isso significa que muitos jovens podem encontrar menos oportunidades de entrada no mercado.

O risco não está apenas na substituição imediata de empregos. Está também na perda de espaços de aprendizado. Se as tarefas iniciais forem feitas por máquinas, como os novos profissionais ganharão experiência? Como surgirão os futuros especialistas?

A automação pode criar uma geração altamente escolarizada, mas com poucas oportunidades reais de desenvolvimento profissional.

Produtividade sem distribuição

Defensores da IA afirmam que ela aumentará a produtividade. Isso pode ser verdade.

Mas a pergunta social mais importante é outra: quem ficará com os ganhos dessa produtividade? Se uma empresa produz mais com menos trabalhadores, seus lucros podem crescer. Mas isso não significa, automaticamente, melhores salários, redução da jornada ou melhoria da qualidade de vida da população.

  • sem regulação, os ganhos da IA tendem a se concentrar nas grandes empresas que controlam os modelos, os dados e a infraestrutura tecnológica;
  • enquanto isso, trabalhadores podem enfrentar desemprego, rebaixamento salarial, intensificação do trabalho e perda de autonomia.

A história mostra que inovação tecnológica não garante justiça social. A tecnologia pode libertar ou explorar. Pode distribuir riqueza ou concentrá-la. Tudo depende das escolhas políticas feitas pela sociedade.

Os novos impérios digitais

O desenvolvimento da IA exige três elementos fundamentais: dados, poder computacional e capital financeiro. Poucas empresas no mundo possuem esses recursos em grande escala. Isso cria uma concentração de poder preocupante. Grandes corporações passam a controlar não apenas ferramentas tecnológicas, mas também dados, infraestrutura, conhecimento e parte da própria narrativa sobre o futuro. Além disso, muitos sistemas de IA foram treinados com textos, imagens, músicas, códigos, pesquisas e obras culturais produzidas por milhões de pessoas.

Em muitos casos, esse material foi utilizado sem autorização clara, sem remuneração adequada e sem mecanismos transparentes de reparação.

A sociedade produz conhecimento. As empresas capturam esse conhecimento, treinam seus sistemas e vendem soluções altamente lucrativas. Esse modelo precisa ser debatido. O trabalho precisa estar no centro da regulação. A resposta à IA não pode ser apenas individual.

  • não basta dizer que cada trabalhador deve “se adaptar” ou “aprender novas habilidades”.
  • Essa narrativa transfere para o indivíduo uma responsabilidade que é coletiva.

É necessário construir políticas públicas capazes de proteger trabalhadores e distribuir os benefícios da automação. Isso inclui transparência no uso de IA pelas empresas, direito de contestação de decisões automatizadas, proteção contra demissões em massa, requalificação profissional financiada por quem lucra com a automação, tributação dos ganhos extraordinários e fortalecimento da seguridade social. 

Conclusão

A Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta poderosa. Mas, se for deixada apenas sob o comando do mercado, poderá ampliar desigualdades, precarizar profissões e concentrar ainda mais riqueza. O futuro do trabalho não será definido apenas pela capacidade das máquinas. Será definido pelas decisões políticas tomadas agora.

A pergunta central não é se a IA deve existir. A pergunta é: a serviço de quem ela será colocada?

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Inteligência Artificial e Democracia: estamos vivendo um experimento sem consentimento?!?

MEMBRO DA ABRASCI, WALDIR MARANHÃO debate os limites da Inteligência Artificial e seus impactos

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial costuma ser apresentada como uma das maiores promessas do século XXI. Ela poderá ajudar na medicina, acelerar descobertas científicas, melhorar serviços públicos, apoiar a educação e ampliar a produtividade. Mas existe outro lado dessa transformação. A mesma tecnologia que promete resolver grandes problemas também pode concentrar poder, ampliar a vigilância, manipular informações, enfraquecer democracias e tornar sociedades inteiras dependentes de sistemas que não compreendem.

  • por isso, a grande questão não é apenas o que a IA pode fazer;
  • a questão decisiva é: quem controla a Inteligência Artificial?

Uma tecnologia poderosa demais para ficar nas mãos de poucos

A IA avançada está concentrada em poucas empresas globais. Essas corporações controlam os dados, os modelos, os servidores, os investimentos e boa parte da infraestrutura necessária para desenvolver sistemas cada vez mais poderosos. Essa concentração cria uma nova forma de desigualdade.

De um lado, empresas capazes de capturar dados, conhecimento e recursos naturais. De outro, populações inteiras usando sistemas que não controlam, não auditam e muitas vezes nem compreendem. Quando uma tecnologia passa a influenciar o trabalho, a educação, a informação, a segurança e a economia, ela deixa de ser apenas uma inovação privada. Torna-se uma questão pública.

O mito de “desligar a máquina”

Muitas pessoas acreditam que, se a IA se tornar perigosa, bastaria desligá-la. Mas essa imagem é simplista. A IA já está sendo integrada a plataformas digitais, sistemas financeiros, serviços públicos, empresas, redes de comunicação e processos de decisão. Quanto mais esses sistemas se espalham, mais difícil se torna interrompê-los sem causar impactos sociais e econômicos. Além disso, a dependência tecnológica reduz a capacidade de controle democrático.

Uma sociedade que transfere funções importantes para sistemas opacos passa a depender de decisões que não consegue explicar nem contestar plenamente.

  • o problema não é apenas a possibilidade de uma IA “sair do controle”, como em filmes de ficção científica;
  • o problema mais imediato é uma sociedade perder o controle sobre tecnologias que já afetam sua vida cotidiana.

O experimento social sem consentimento

A IA é treinada com dados produzidos por pessoas. Textos, imagens, vozes, comportamentos, pesquisas, códigos e interações humanas alimentam sistemas comerciais de grande valor econômico. A maioria das pessoas, porém, nunca foi consultada de forma clara sobre esse uso. Não recebeu remuneração. Não conhece as regras do processo. Não sabe como seus dados foram utilizados nem como poderão afetar sua vida no futuro.

Nesse sentido, a expansão da IA se parece com um experimento social em larga escala. Em pesquisas científicas éticas, experimentos com seres humanos exigem consentimento, transparência, avaliação de riscos e supervisão independente. No caso da IA, bilhões de pessoas estão sendo afetadas por sistemas construídos sem um debate público suficiente. Isso deveria preocupar qualquer sociedade democrática.

Informação, manipulação e risco democrático

A democracia depende de informação confiável. A IA pode ameaçar esse princípio ao permitir a produção de textos, imagens, áudios e vídeos falsos em grande escala. Com essas ferramentas, torna-se mais fácil espalhar desinformação, manipular debates públicos, criar perfis falsos, simular apoio popular e atacar reputações.

Em períodos eleitorais, esse risco é ainda maior. A fronteira entre conteúdo humano, conteúdo automatizado e conteúdo falso pode se tornar cada vez mais difícil de identificar.

  • regular a IA, portanto, não significa censurar a inovação;
  • significa proteger a integridade do debate público.

O custo ambiental da IA

Embora pareça uma tecnologia imaterial, a Inteligência Artificial depende de uma infraestrutura pesada: data centers, energia elétrica, água para resfriamento, chips, redes e equipamentos.

Grandes centros de processamento podem consumir muita energia e água, pressionando comunidades locais e agravando desigualdades territoriais. Muitas vezes, os custos ambientais ficam com a população, enquanto os lucros se concentram nas empresas. Por isso, a IA também deve ser discutida como questão ambiental. Não basta perguntar se um sistema é eficiente. É preciso perguntar quanto ele custa ao planeta e se seu uso atende a uma finalidade social legítima.

Menos foguetes, mais bicicletas

A sociedade não precisa abandonar a Inteligência Artificial. Mas precisa mudar sua direção. Em vez de uma corrida por sistemas gigantescos, generalistas, caros e opacos, poderíamos priorizar tecnologias menores, específicas, auditáveis e socialmente úteis. A metáfora é simples: menos foguetes e mais bicicletas.

  • os “foguetes” da IA são sistemas enormes, voltados à competição corporativa e geopolítica, com alto consumo e pouca transparência.
  • as “bicicletas” da IA seriam ferramentas desenhadas para apoiar pessoas em tarefas específicas, sem substituir a deliberação humana.

Na saúde, a IA pode auxiliar diagnósticos, sempre com supervisão médica. Na educação, pode apoiar professores, sem substituí-los. No meio ambiente, pode monitorar desmatamento e emissões. Na administração pública, pode organizar dados, mas nunca eliminar o direito de revisão humana.

Uma agenda democrática para a IA

A Inteligência Artificial precisa ser regulada com base no interesse público. Isso exige transparência, auditorias independentes, proteção de dados, responsabilização por danos, avaliação ambiental, proteção de direitos autorais e participação social. Também é necessário fortalecer universidades, centros públicos de pesquisa e organizações independentes capazes de fiscalizar os impactos da tecnologia.

Não podemos depender apenas da autorregulação das empresas que lucram com a IA.

Conclusão 

A Inteligência Artificial não é apenas uma questão técnica. É uma questão de poder. Quem controla os dados controla parte da economia. Quem controla os modelos controla parte da comunicação. Quem controla os sistemas de decisão pode influenciar direitos, oportunidades e riscos sociais.

  • a sociedade não deve ser tratada como cobaia de um experimento conduzido por poucos;
  • a tecnologia deve estar a serviço da vida coletiva, da justiça social e da democracia.

O futuro da IA ainda está em disputa. E essa disputa precisa envolver todos nós.

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Deputado Juscelino Filho apresenta projeto de lei contra fraudes digitais

Um dos mecanismos obriga a biometria fácil para ativação de celulares pré-pagos. Outro determina que números desativados sejam imediatamente desvinculados de contas de plataformas como WhatsApp e Telegram. Proposta fortalece segurança de usuários de telefonia móvel

 

Milhões de brasileiros são vítimas todos os dias de fraudes relacionadas à telefonia móvel e ao uso de plataformas digitais vinculadas ao número do celular, a exemplo do WhatsApp e do Telegram. Preocupado com essa situação, o deputado federal Juscelino Filho (União Brasil) apresentou o Projeto de Lei 4217/2025, que estabelece dois importantes mecanismos para conferir mais segurança aos usuários dos serviços de telecomunicações.

A primeira medida institui a obrigatoriedade da verificação por biometria facial ou tecnologia equivalente para ativação de novas linhas telefônicas pré-pagas. “Embora existam algumas ações por parte das operadoras para validar os cadastros, o que vemos hoje é que muitos chips têm sido ativados com identidades falsas ou de terceiros, bastando que um golpista tenha acesso a dados de outras pessoas”, destaca Juscelino Filho.

“Esse problema é um ponto de partida para as fraudes, visto que ele dificulta a identificação do verdadeiro usuário daquele celular pré-pago. A Anatel, agência reguladora do setor, tem debatido há anos a necessidade de uma política pública nesse sentido, e é isso que o nosso projeto de lei visa implementar. A biometria facial tem se mostrado eficaz em diversas aplicações”, acrescenta o deputado.

O PL 4217/2025 também enfrenta outra vulnerabilidade digital crítica: a manutenção de contas em plataformas digitais, mesmo após a desativação do número telefônico pela operadora. Atualmente, cerca de 6 milhões de linhas móveis são inativadas por mês, mas muitas delas seguem sendo utilizadas no WhatsApp, Telegram e X (antigo Twitter), entre outros. A proposta visa obrigar que haja essa desvinculação imediata.

“A informação que temos é de que as operadoras têm informado o cancelamento dos números, mas as plataformas não fazem a desvinculação, nem mesmo quando a desativação é feita por ordem judicial. Isso é muito grave, pois permite que pessoas desautorizadas acessem indevidamente informações, conversas, grupos privados do usuário anterior e até mesmo códigos de verificação para acessar contas bancárias e outras questões sigilosas”, explica Juscelino Filho.

“Ao fortalecer a autenticação no início do ciclo de vida de uma linha telefônica móvel e corrigir uma falha crítica ao seu final, evitaremos uma grande quantidade de crimes que hoje assolam a população brasileira”, observa o deputado.

Após despacho da Mesa Diretora da Câmara, o PL 4217/2025 deve tramitar por comissões relacionadas ao tema. Uma delas deverá ser a Comissão de Comunicação, da qual Juscelino Filho é membro titular.

A TV 3.0 e o legado de Juscelino Filho…

Deputado participou da assinatura do decreto que regulamenta a nova tecnologia, parte da sua atuação quando no cargo de ministro das Comunicações do governo Lula

 

O deputado federal Juscelino Filho (União Brasil) participou, nesta quarta-feira, 27, do ato de assinatura do decreto que regulamentar a TV 3.0 no Brasil. Como ministro das Comunicações do governo Lula (PT), o deputado maranhense teve importante participação na elaboração do projeto.

“Hoje é um dia histórico e decisivo para o futuro da televisão e da comunicação no Brasil. Acompanhei a assinatura pelo presidente Lula do decreto que regulamenta a TV 3.0, e sinto orgulho de ter ajudado a construir, nos últimos anos, esse avanço que vai garantir a chegada da nova geração da TV aberta e gratuita para todos os brasileiros. À frente do Ministério das Comunicações trabalhamos nos estudos técnicos e nos primeiros testes dessa nova tecnologia que vai revolucionar a forma como assistimos televisão no país, com imagens em 4k e 8k, som imersivo, interatividade e acesso a novos serviços aos cidadãos”, declarou Juscelino Filho.

  • o novo sistema moderniza o setor e coloca o país na vanguarda da radiodifusão mundial;
  • a assinatura do decreto é resultado de anos de estudos e debates liderados pelo MCom. 

“A TV desempenha um papel fundamental na disseminação de informação de qualidade, cultura e entretenimento em todos os cantos do Brasil. Agora é hora de se modernizar e com esse novo modelo, a televisão brasileira vai promover uma verdadeira imersão ao telespectador. Saúdo o nosso deputado federal e ex-ministro das Comunicações, Juscelino Filho, que muito tem apoiado o governo na implementação dessa política em benefício da população”, disse o ministro das Comunicações, Fred Siqueira Filho.

A partir de agora, as emissoras brasileiras poderão iniciar o processo de implantação desse novo sistema de transmissão. A TV 3.0 é um novo padrão que revoluciona a TV aberta, promovendo a integração completa dos canais com a internet, de forma gratuita a todos os brasileiros, em todas as regiões do país.

Com o uso da internet, a TV 3.0 terá potencial de servir como ponto de acesso a serviços públicos digitais e como ferramenta de inclusão e participação social.

Da Assessoria, com edição do blog

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Iracema destaca programa “Tô Conectado”: “a educação dá um salto de qualidade…”

Presidente da Assembleia Legislativa acompanhou o governador Carlos Brandão no lançamento do programa, que vai distribuir mais de 250 mil tablets aos alunos da rede estadual de ensino

 

EDUCAÇÃO. Brandão e Iracema exibem a proposição que vai garantir aos alunos da rede estadual os tablets conectados à internet

A presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB), foi ativa participante do lançamento da nova etapa do programa “Educação de Verdade”, nesta sexta-feira, 22.

Nesta etapa do programa, o governador Carlos Brandão (PSB) apresentou o eixo “Tô Conectado”, que garante tablets com acesso à internet a mais de 250 mil alunos da rede estadual de ensino.

“Hoje, a educação do Maranhão dá um salto de qualidade ao garantir que cada aluno tenha em mãos uma ferramenta que facilita o aprendizado. O governador está proporcionando a todos os estudantes do ensino médio essa oportunidade, o que nos deixa felizes e confiantes de que a educação no nosso estado está avançando a passos largos”, afirmou a presidente.

  • o programa ‘Tô Conectado’ integra o conjunto de ações do programa Educação de Verdade;
  • o projeto busca modernizar o ensino e oferecer melhores condições para alunos e professores.

“Todos os alunos da rede estadual vão ganhar o seu tablet para melhorar os resultados da nossa educação”, ressaltou o secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão (MDB).

O governador Carlos Brandão (PSB) reafirmou o compromisso com a Educação de qualidade; segundo ele, a ação dos eu governo terá impacto significativo no futuro dos jovens estudantes.

“Estamos investindo em tecnologia e inovação porque acreditamos que a educação transforma vidas. Com o ‘Tô Conectado’, damos aos nossos alunos condições para aprender mais, melhor e de forma mais conectada com o mundo”, disse o governador.

O evento reuniu lideranças políticas, parlamentares, educadores e populares…

Bombeiros de Imperatriz ganharão novo caminhão plataforma da Magirus…

Equipamento produzido na Alemanha – já adquirido pelo Governo do Estado – atuará em toda a região tocantina, em combate a incêndios e salvamentos em grandes alturas

 

BOMBEIROS DE IMPERATRIZ vão ganhar novo equipamento, dotado das mais modernas tecnologias de segurança

O comandante do Corpo de Bombeiros do Maranhão, coronel Célio Roberto Araújo, esteve há duas semanas em Ulm, na Alemanha, para a fase de vistoria e testes do caminhão Auto Plataforma e Salvamento, adquirido pelo governo Carlos Brnadão (PSB) para emprego em Imperatriz e região tocantina.

TECNOLOGIA DE SEGURANÇA. Coronel Célio Roberto inspeciona o novo caminhão do Corpo de Bombeiros
  • o equipamento está sendo produzido pela emrpesa Magirus, a mais antiga na produção de veículos para bombeiros;
  • o novo caminhão reforça a modernização da frota do CBMMA  e novas soluções de segurança e combate a incêndios.

“Com tecnologia de ponta, o veículo permitirá atendimento ainda mais eficiente às ocorrências em edificações de grande altura, ampliando a capacidade de êxito nas missões no plano vertical”, explica o coronel Célio Roberto. 

Célio Roberto viajou À Alemanha acompanhado do coronel Helton, responsável pela vistoria técnica.

A previsão é que o caminhão Auto Plataforma e Salvamento chegue Imperatriz num prazo de quatro meses…

 

Equipe Bacababots é campeã de robótica na etapa estadual do FIRA 2025, em São Luís

A sexta-feira, 30, foi de pura animação para os alunos da UEF Francisco Vieira Lins, na Vila Frei Solano. E não era para menos! Teve até banda de fanfarra para recepcionar, em grande estilo, a equipe Bacababots, que voltou para casa trazendo o troféu de campeões na categoria “Missão Impossível” do FIRA 2025 – Etapa Estadual, uma das maiores competições de robótica educacional do país, realizada em São Luís, nos dias 23 e 24 de maio.

O torneio reuniu mais de 800 participantes, com 169 equipes, e a equipe de Bacabal foi formada por estudantes da rede municipal de ensino das escolas UEF Francisco Vieira Lins, UEF Novo Bacabal e UEF Nadir Abreu. Agora, os alunos seguem rumo à etapa nacional da FIRA, que acontecerá em São Paulo, onde representarão o Maranhão e a cidade de Bacabal.

O estudante Riquelme Novais explicou como foi enfrentar o desafio da categoria: “Foi um trabalho meio difícil, porque a missão era dada lá na hora. Aí nós tínhamos que programar o robô pra fazer. Às vezes até mudavam a regra em cima da hora, mas mesmo assim nós conseguimos e trouxemos o troféu pra Bacabal.”

O professor Vinícius Andrade, que acompanha a equipe, destacou a importância do apoio da gestão municipal. “É muito importante o apoio do prefeito Roberto Costa, porque ele vem fechar essa parceria para continuidade desse trabalho. Nossos alunos se sentem apoiados e com mais recursos, para que possamos alcançar lugares maiores”.

 

Presente na recepção, o prefeito Roberto Costa afirmou que investir na robótica educacional é uma das prioridades da sua gestão, e revelou que já trabalha na criação de um Centro Regional de Robótica em Bacabal. “Nós temos o compromisso de fazer o Centro de Robótica Regional para garantir a presença dos nossos alunos, ampliando o acesso e fortalecendo essa educação dentro da tecnologia, que é tão importante para a cidade. E hoje eu fico feliz de participar dessa homenagem a essa equipe campeã lá em São Luís, representando a nossa cidade e sendo campeã na categoria ‘Missão Impossível’.”

O prefeito também anunciou que os estudantes de Bacabal classificados para a etapa mundial da FIRA RoboWorld Cup 2025, que será realizada em agosto, na Coreia do Sul, já têm os passaportes garantidos pela Prefeitura. “E eu já autorizei que a Prefeitura irá custear a ida dessa equipe de robótica para a Coreia do Sul, para que eles possam participar dessa competição mundial. E é assim que estamos trabalhando em nossa gestão: aplicando o recurso da educação dentro da educação e priorizando os nossos estudantes.”

O evento contou com a presença da presidente da Câmara Municipal, vereadora Natália Duda, da secretária de Educação, Rosilda Alves, do secretário adjunto Edson Sousa, além de equipes técnicas, pedagógicas da SEMED, professores, alunos e familiares dos campeões, que celebraram com orgulho mais essa conquista histórica para a educação de Bacabal.

Da Assessoria

Weverton vê “janela de oportunidades para o Brasil com a China”…

Senador que acompanhou o presidente Lula em missão oficial ao país asiático ressaltou a importância da cooperação comercial e tecnológica entre as duas nações
 

[caption id="attachment_149413" align="aligncenter" width="600"] AO LADO DO PRESIDENTE. Weverton e Lula

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Sistema Poliedro: Eudes Barros garante 100% de tecnologia embarcada ao Colégio Militar de Raposa

O Colégio Militar Tiradentes XII, em Raposa, integrará o Sistema de Ensino Poliedro a partir de 2026. O convênio foi firmado pelo prefeito Eudes Barros durante visita a São José dos Campos (SP), onde conheceu o modelo pedagógico adotado por instituições de alto desempenho acadêmico no país.

A assinatura da intenção de adesão ocorreu no âmbito do projeto Conexões Colégios Militares, que busca aprimorar o ensino em instituições públicas por meio de metodologias consolidadas no setor privado. O Sistema Poliedro é reconhecido nacionalmente por seus índices de aprovação em vestibulares e concursos, incluindo mais de 50% de aprovação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

O prefeito Eudes destacou a importância da iniciativa para a educação local.

“Parafraseando Neil Armstrong, este pode ser um pequeno passo no ensino, mas é um grande salto para a educação de Raposa e para o Maranhão”, afirmou.

A implementação do novo sistema ocorrerá em etapas. No segundo semestre de 2025, professores da instituição passarão por treinamentos e a adaptação curricular será iniciada. A previsão é que, até dezembro do mesmo ano, todo o material didático e a tecnologia estejam disponíveis para que, em 2026, o colégio opere plenamente dentro do novo modelo.

O diretor do colégio, tenente-coronel Everaldo, acredita que a adoção do Poliedro elevará significativamente o nível de ensino e aprendizagem na escola. A gestora pedagógica Bernarda Sousa ressaltou que as ferramentas disponibilizadas pelo sistema irão otimizar o desempenho de alunos e docentes. O secretário de governo, coronel Heron Santos, enfatizou que a mudança coloca o Colégio Militar Tiradentes XII em um novo patamar educacional no estado.

Com a adesão ao Poliedro, Raposa se destaca ao integrar uma metodologia de ensino reconhecida nacionalmente à educação pública, em um movimento que pode redefinir o futuro acadêmico dos estudantes da cidade.