Está aberta a janela partidária…

A partir desta quinta-feira, 5, e até o dia 3 de abril, deputados federais e estaduais estão liberados para trocar de partido sem riscos de perder o mandato

 

IRACEMA VALE TROCOU O P´SB PELO MDB, mas tem convite para concorre ao Senado pelo PT

Está aberta a partir desta quinta-feira, 5, a janela partidária, dispositivo da Lei Eleitoral que permite a deputados federais e estaduais trocar de partido sem a necessidade de autorização da legenda – e sem correr o risco de perder o mandato; o prazo vai até o dia 3 de abril.

No Maranhão, a principal expectativa envolve a presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, que em fevereiro trocou o PSB pelo MDB, mas tem convite do PT para disputar o Senado pela legenda.

Na mesma condição está Fernando Braide: em fevereiro ele deixou o PSD e se filiou ao PSB, mas deve voltar ao partido original para concorrer à Câmara Federal.

Além de Iracema Vale e Fernando Braide, o troca-troca partidário deve envolver outros 16 parlamentares na Assembleia.

  • Já têm destino quase certo: Abigail Cunha (PL/MDB), Ana do Gás (PCdoB/Republicanos), Dr. Yglésio (PRTB/PRD), Janaina (Republicanos/Podemos), Júnior França (PP/PRD) e Ricardo Rios (PCdoB/PSB);
  • Ainda não definiram o destino partidário: Ariston (Mobiliza), Cláudia Coutinho (PDT), Helena Duailibe (PP), Vivianne (PDT), Eric Costa (PSD), Osmar Filho (PDT), Glalbert Cutrim (PDT) e Mical Damasceno (PSD)

Outros dois deputados têm destino incerto.

Envolvido no escândalo de corrupção do INSS e expulso do PSB, Edson Araújo enfrenta dificuldades para encontrar legenda; também expulso do Novo, Wellington do Curso busca uma legenda que garanta espaço para sua reeleição.

Na bancada federal nenhum deptuado demonstra que deixará sua atual legenda…

3

Petistas a caminho da porta da rua…

A saída do ex-vereador Haroldo Sabóia & Cia abriu a porteira. Outros petistas maranhenses estudam o mesmo caminho: deixar

O dutro-petistas: um já saiu; os outros pretendem...

a legenda no Maranhão, por falta de espaço político.

Embora não admitam publicamente, estudam esta possibilidade o vice-presidente regional, Augusto Lobato, e seus parceiros, Márcio Jardim e Sílvio Bembém.

Pretendem alegar na Justiça Eleitoral mudança de diretrizes ideológicas e programáticas do PT maranhense ou, siplesmente, perseguição interna.

Para dar legitimidade e repercussão ao ato, eles tentam convencer também o deputado federal Domingos Dutra e o estadual Bira do Pindaré.

Nenhum dos dois cogita esta possilidade pelos riscos que a Lei da Fidelidade Partidária impõe aos detentores de mandato.

Só não está claro ainda o caminho que o grupo pós-Haroldo Sabóia seguiria depois de deixar o PT.

O PSOL maranhense não aguentaria mais este ato de intervenção…