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Para Andrea Murad, diretores das UPAs reconhecem caos…

Deputada recebeu prints de conversas que apontam para a tentativa de proibição de sua presenças nas unidades de saúde e diz que vai continuar a exercer seu trabalho

 

O print recebido pela deputada. Alerta geral!!!

A deputada Andrea Murad comentou nesta terça-feira, 16, o suposto medo do governo em relação as visitas que ela realiza nas Unidades de Pronto Atendimento e nos hospitais sob a responsabilidade do governo Flávio Dino (PCdoB).

A parlamentar tece acesso a uma mensagem de WhatsApp de uma assessora da Secretaria de Saúde identificada por Carmem, que faz orientações, entre elas a de “proibir que entre nos leitos”.

– Fiscalizar, visitar e cobrar providências sobre os problemas que estão se perpetuando no governo Flávio Dino é o meu trabalho e vou fazê-lo. Nas mensagens que trocaram, eles mesmos reconhecem a situação que as Upas e Hospitais do estado se encontram. Vergonhoso! Não adianta esconder de mim se a população, que é o mais importante, está vendo a maldade e o crime que estão cometendo – afirmou a parlamentar, em suas redes sociais.

Ela garantiu que vai continuar sua vistorias nas unidades.

– Fiquem logo avisados que não visitarei somente as Upas, mas várias unidades de saúde do estado de onde recebo denúncias diariamente. Portanto continuarei fiscalizando e denunciando, sempre que o povo me exigir que faça – afirmou.

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Flávio Dino deixa funcionários das UPAs sem 13º, denuncia Andrea

Centenas de profissionais da saúde pública, que atuam em UPA’s e hospitais estaduais do Maranhão, não receberam a segunda parcela do 13º salário.

O assunto foi denunciado pela deputada Andrea Murad nas redes sociais.

– Governo Flávio Dino descumpre a lei e deixa funcionários da saúde sem a segunda parcela do 13º salário. Como previsto, os profissionais da saúde que trabalham, por exemplo, na UPA da Vila  Luizão não receberam 1 centavo sequer. O mesmo está acontecendo com funcionários de outras unidades que tenho conversado. Um total desrespeito com os trabalhadores que estão prestes a passarem as festas de fim de ano sem um dos direitos básicos trabalhistas – escreveu Andrea Murad.

Outra reclamação dos funcionários terceirizados da saúde, repercutido pela deputada Andrea, é referente ao FGTS.

– E as ilegalidades não param por aqui, funcionários estão descobrindo que apesar do FGTS ser descontado do salário, a empresa não está efetuando o depósito do benefício, causando assim mais uma grave infração. Como esperado, a quarteirização na saúde pública do Maranhão está provocando uma piora na gestão da rede pelo desvirtuamento dos objetivos da EMSERH, empresa pública criada pelo ex-secretário Ricardo para dar qualidade no atendimento, economia de escala e garantia para os profissionais da saúde. Contra essa ilegalidade, estarei pedindo providências imediatas ao Ministério Público para que os direitos dos trabalhadores sejam cumpridos – finalizou a parlamentar.

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UPA: se Flávio Dino não faz, Hildo Rocha faz…

Deputado federal viabilizou no Ministério da Saúde a liberação de R$ 600 mil para a unidade de Buriticupu, pronta desde o ano passado, mas fechada por falta de equipamentos

 

O deputado federal Hildo Rocha (PMDB) pediu, insistiu e o Ministro da Saúde, confirmou a liberação de R$ 600 mil para a compra de equipamentos que serão utilizados na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Buriticupu.

– O prédio está pronto desde o ano passado, mas, por falta de equipamentos a unidade ainda não entrou em funcionamento. Agora, com essa considerável ajuda do governo federal, finalmente o prefeito Zé Gomes irá fazer a compra dos equipamentos – destacou Hildo Rocha.

O deputado ressaltou que o custo total dos equipamentos é de aproximadamente R$ 800 mil reais.

– O prefeito irá completar, terá que dar grande contrapartida – destacou o parlamentar.

A confirmação aconteceu durante audiência com o ministro Ricardo Barros. Além de Hildo Rocha também participaram do encontro o prefeito Zé Gomes; o secretário municipal de Saúde, Elias Rocha e a secretária de Educação Betel Gomes.

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Comunista desmente comunista no caso da demissão dos médicos das UPAs…

Bi-secretário Márcio Jerry chegou a classificar de “mentira” notícia sobre perseguição aos profissionais que denunciaram atraso de salários, mas o titular da Saúde, Carlos Lula, confirmou ao presidente do CRM que a represália se deu na empresa que administra as unidades

 

As UPAs estão sendo sucateadas gradativamente no governo Flávio Dino

O presidente do Conselho Regional de Medicina (CRM), Abdon Murad, confirmou nesta sexta-feira, 30, em um grupo de médicos, a represália do governo Flávio Dino (PCdoB) a profissionais da saúde que denunciaram atraso de salários nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA).

A denúncia dos médicos foi  divulgada em primeira mão no blog de Jorge Aragão e ganhou repercussão pela TV Mirante. (Releia aqui)

Para tentar desqualificar a denúncia, o bi-secretário Márcio Jerry chegou a desdenhar da existência dos três profissionais, chamando-os de “supostos médicos”.

A reação grosseira do bi-secretário Márcio Jerry; desrespeito

Mas o próprio secretário de Saúde, Carlos Lula, confirmou a Abdon Murad, ainda que de forma transversa – em conversa a qual este blog teve acesso – os nomes e a confusão envolvendo os três profissionais.

– Durante a conversa com o CRM, o secretário dr. Carlos Lula disse que não foi determinação dele, nem do governador, o afastamento dos colegas Igor Bonifácio, Eduardo Buna e Andrea Santos e sim da empresa que gere a UPA da Vila Luizão – afirmou o presidente do Conselho, que disse ter recebido garantias da reintegração dos três.

Como Lula não desmentiu a fala do presidente do CRM, ficou claro que houve apenas um mentiroso na história.

Trata-se do próprio bi-secretário Márcio Jerry.

Simples assim…

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A falência das UPAs no governo comunista de Flávio Dino…

Ameaça de greve de funcionários das unidades de saúde, por falta de pagamento, é só mais um aspecto da “venezuelização” do Maranhão desde que o governador tomou posse

 

No governo comunista de Dino, imagens servem apenas para propaganda

A ameaça de greve dos 8 mil funcionários das Unidades de Pronto Atendimento (UPA), em todo o Maranhão, no Natal e no Ano novo, é s[ó mais um aspecto do desmonte que o governador Flávio Dino (PCdoB) promove no estado em todos os seus aspectos.

As UPAs foram exemplo de excelência no atendimento de Saúde no estado até o fim de 2014, antes do comunista tomar posse.

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E as UPAs seguem ladeira abaixo…

As UPAs já não são mais as mesmas…

De lá para cá, este setor do estado – como todos os demais – vem sofrendo um processo de “venezuelização”, que considere, basicamente, no aparelhamento da máquina pública por camaradas comunistas, e altas taxações da população para bancar este inchaço.

A falência do estado pode ser vista também nos setores de Educação, de Infraestrutura e, sobretudo, na Economia.

E agora, sem Saúde, tende a virar, de fato, uma Venezuela nordestina…

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Queda da excelência na Saúde…

Conhecedores dos bastidores da política estadual são contumazes em afirmar, em rodas de conversa, que o governo Flávio Dino (PCdoB) move uma cruzada em várias frentes para tentar desqualificar o projeto “Saúde é Vida”, iniciado na gestão passada e que trouxe qualidade de excelência para ao atendimento ambulatorial e hospitalar no Maranhão.

A cruzada contra o projeto atingiu o âmbito policial quando foi denunciado pelo próprio governo, na tentativa de atingir adversários políticos. Mas trouxe um problema para a própria gestão da saúde.

upa1Ninguém questiona no Maranhão que o atendimento hospitalar era de excelência até 2014. A própria oposição ao governo do Estado sempre tem ressaltado que as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), tinham serviço nos níveis de clínica particular e serviam de alternativa aos Planos de Saúde. Mas isso começou a mudar nos últimos meses. As UPAs estão abandonadas, quase sem médicos, com atendimento que deixa a desejar.

Mesmo assim, o governo manteve sua cruzada. E os episódios de segunda e terça-feiras, com policiais federais conduzindo ex-servidores públicos, prendendo empresários e criminalizando as ações de saúde, levou a mais um passo na caminhada de aproximação do caos na Saúde.

Pilhado pela PF, e com os donos presos, o Instituto Cidadania e Natureza – que prestava serviços ao Estado desde o governo José Reinaldo, e ampliou sua presença no atual governo – foi obrigado a encerrar suas atividades.

O problema agora – como alertam setores oposicionistas – é o governo absorver todo o corpo de funcionários do ICN, recontratar médicos, enfermeiros, farmacêuticos e todos o demais trabalhadores da saúde, para evitar solução de continuidade e, sobretudo, garantir os direitos trabalhistas dessas  milhares de pessoas.

A queda na excelência é iminente, e em algumas unidades de saúde já começou. E tudo por uma cruzada política sem precedentes.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão, com ilustração do blog
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Ricardo Murad fala…

Ex-secretário de Saúde apresenta um argumento incontestável para justificar seu período à frente da pasta: o de que, em sua época, o sistema hospitalar, de fato, funcionava

 

ricardoQualquer um que tenha necessitado dos serviços médicos/hospitalares ou tenha trabalhado da rede estadual na época em que estive como Secretário pode atestar o que digo. Ampliamos e melhoramos muito a oferta de serviços médicos, a quantidade de hospitais, a qualidade do atendimento. Isso é público e notório!!!”, completou.

Para Murad, a investigação e a acusação da Polícia Federal é um absurdo.

Leia abaixo a íntegra da nota do ex-secretário:

MINHAS AMIGAS E MEUS AMIGOS

Peço um pouco da sua atenção.

Me dirijo a vocês neste momento para esclarecer a respeito da operação da Policia Federal e CGU.

Na Secretaria de Saúde não houve desvios bilionários como afirma o superintendente da Polícia Federal, mas sim muito trabalho, dedicação e seriedade com os recursos públicos que destinamos para atender aos maranhenses numa rede de hospitais, upas e centros especializados de medicina digna de povos avançados.

Um absurdo – completo absurdo, aliás – se imaginar que mais de um bilhão de reais tenha sido desviado de serviços médicos hospitalares da rede estadual. Isso levaria, com absoluta certeza, a que mais da metade dos hospitais do Estado não estivessem funcionando nos últimos cinco anos, porque representaria mais de 50% dos recursos aplicados no setor.

Justamente o contrário do que todos vivenciamos!!! Qualquer um que tenha necessitado dos serviços médicos/hospitalares ou tenha trabalhado da rede estadual na época em que estive como Secretário pode atestar o que digo. Ampliamos e melhoramos muito a oferta de serviços médicos, a quantidade de hospitais, a qualidade do atendimento. Isso é público e notório!!!

Meus amigos, por determinação da Justiça Federal, que prontamente atendi, prestei depoimento por mais de 15 horas, com trinta páginas de esclarecimentos.

Respondi a tudo o que me foi perguntado e deixei registrado que no período em que estive à frente como secretário, ao contrário do que se divulga, não houve superfaturamento, nem pagamentos de serviços, obras, medicamento e materiais médico/hospitalar que tenham sido pagos sem a devida prestação de serviço ou a correspondente entrega dos produtos e materiais e muito menos pagamentos de médicos e funcionários fantasmas.

Sempre me coloquei antes mesmo da operação à disposição da Justiça, MPF e PF e continuo no mesmo propósito porque tenho o dever de defender a nossa obra que, pela primeira vez, deu a todos os maranhenses oportunidades de ter uma rede de assistência à saúde de primeiro mundo.

Ricardo Murad

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O desmonte da Saúde no Maranhão…

Além de se recusar a repassar R$ 100 mil por mês – meros R$ 100 mil – para que o Hospital de Bernardo do Mearim funcione como funcionava, governador Flávio Dino reduz serviços, demite profissionais e sucateia o atendimento hospitalar

 

Hospital de Bernardo do mearim, em pleno funcionamento, foi fechado por causa de R$ 100 mil - meros R$ 100 mil

Hospital de Bernardo do Mearim foi fechado por causa de R$ 100 mil – meros R$ 100 mil

Não apenas o Hospital de Bernardo do Mearim foi abandonado pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

O “governo da mudança” mudou para pior também as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), os hospitais de referência em São Luís e em outros diversos municípios.

No caso de Bernardo do Mearim, Flávio Dino põe em risco investimentos de milhões em estrutura e equipamentos de ponta por causa da implicância em repassar R$ 100 mil mensais – meros R$ 100 mil – para a reabertura da unidade hospitalar, que funcionava a contento desde 2013 e durante todo o governo Roseana Sarney (PMDB).

Leia também:

As UPAs já não são mais as mesmas…

Flávio Dino e o desmonte da Saúde no Maranhão…

Casos para a CPI da Saúde investigar…

Mas um governador que não consegue, sequer, cumprir as promessas de campanhas aos prefeitos, não tem como honrar compromissos como estes R$ 100 mil – meros R$ 100 mil.

Nas UPAs, a realidade é totalmente diferente do que existia durante a gestão de Ricardo Murad na Saúde.

Profissionais foram demitidos, serviços fechados e especialidades médicas simplesmente abandonadas sem qualquer explicação ao povo que acreditou na “mudança”.

É o desmonte claro do sistema de Saúde no Maranhão…

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Dentistas demitidos tinham contrato em UPAs até 2017…

Serviço odontológico está sendo reduzido nas UPAs

Serviço odontológico está sendo reduzido nas UPAs

Os 12 dentistas que foram demitidos pelo governo Flávio Dino (PCdoB) das UPAs da Cidade Operária e do Araçagy tinham contrato até 2017.

Estavam, portanto, em plena vigência de um plano de trabalho, que tinha cláusulas que impediriam o afastamento.

Mesmo assim, a Secretaria de Saúde decidiu demitir todos eles. Estão sendo substituídos por parentes do diretores das duas unidades.

Para garantir os direitos e as provas de que foram afastados irregularmente, os dentistas forçaram a assinatura de um documento  por parte da direção afirmando que eles não estão trabalhando por ordens superiores.

Assim, os dentistas pretendem entrar na Justiça contra a decisão do governo.

E será mais uma dor de cabeça para Flávio Dino…

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E as UPAs seguem ladeira abaixo…

andreaJá foram demitidos técnicos de enfermagem, enfermeiros, agora os dentistas. Ao invés de demitir equipes competentes, pq ele não amplia os serviços para oferecer mais vagas e assim colocar as pessoas do seu interesse? Porque não tem competência para manter, quanto mais para ampliar. Assim, prefere prejudicar pais e mães de família que não fazem mal a ninguém, que sequer participam de política para colocar os seus em uma clara demonstração de que o governo usa a rede pública de saúde de forma política.”

Deputada Andrea Murad ao tomar conhecimento da demissão de 12 odontólogos que foram treinados desde a gestão passada para os serviços de urgência nas UPA’s da Cidade Operária e Araçagy.