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Aposta de Wellington no Aliança pode tirá-lo do pleito de 2020

Deputado estadual acenou para o partido de Jair Bolsonaro, mas a legenda não tem qualquer perspectiva de estar pronta a tempo para disputar as eleições municipais

 

Wellington acenou com o Cidadania, mas o partido não tem garantias de aptidão para as eleições municipais

Praticamente desautorizado no PSDB e ainda sonhando com a candidatura a prefeito de São Luís, o deputado Wellington do Curso recebeu um balde de águia fria em sua tentativa de ingressar na Aliança Pelo Brasil.

Os dirigentes nacionais do partido criado pelo presidente Jair Bolsonaro admitem a quase impossibilidade de a legenda está apta para a disputa municipal.

– Vou ser honesta: 100% de certeza não posso garantir. Se a gente tivesse grana para investir no projeto, seria rápido. Mas essa não é realidade – disse a advogada Karina Kufa, tesoureira nacional da legenda, segundo o blog do jornalista John Cutrim.

Além da dificuldade de legalização do Aliança, Wellington ainda terá que enfrentar um processo de anuência para deixar o PSDB sem correr riscos de ter o mandato cassado.

E essa carta de anuência precisa ser aprovada em partido e encaminhada à Justiça Eleitoral para autorização, processo que demanda tempo, o que o parlamentar não tem neste momento. 

Bem posicionado nas pesquisas de intenção de votos, Wellington vê cada vez mais as chances de ser novamente candidato irem pelo ralo.

E sua ausência da disputa muda todo o cenário da eleição…

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Carta de anuência dificulta troca de partido de Duarte Jr. e Wellington

Deputados precisam deixar suas legendas se quiserem disputar as eleições de São Luís, mas só podem tomar esta decisão se tiverem a liberação oficial de PCdoB e PSDB, respectivamente, além da homologação na Justiça Eleitoral

 

Wellington do Curso e Duarte Jr. são igualmente rejeitados como candidatos em seus partidos, mas sofrem a mesma dificuldade de liberação para outras legendas

Os deputados estaduais Duarte Jr. (PCdoB) e Wellington do Curso (PSDB) têm uma barreira de dificuldades para conseguir trocar de partido e entrar na disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Essa barreira chama-se “Carta de Anuência”, a declaração oficial de seus partidos dando autorização para que eles se filiem em outra legenda.

E tanto o PCdoB quanto o PSDB não demonstram muita satisfação na liberação desta Carta de Anuência.

E quanto mais dificultam, menos tempo sobra para os dois deputados conseguirem garantir espaço nas eleições municipais.

Além de a Carta de Anuência precisar ser aprovada pela direção partidária, o documento ainda tem que ser homologado no Tribunal Regional Eleitoral, com votação do Pleno.

Mas o tempo hábil para que todas estas etapas estejam concluídas vai até o dia 4 de abril, seis meses antes do pleito – quando termina o prazo para filiação partidária de candidatos.

Ou seja, Duarte Júnior e Wellington do Curso têm apenas pouco mais de dois meses para convencer seus partidos, reunir a direção, aprovar a carta, dar entrada no pedido ao TRE e ver o pleno homologar a autorização de desfiliação.

E nesse meio tempo ainda precisam já ter garantido uma nova legenda.

Em outras palavras, tanto Duarte quanto Wellington estão praticamente fora da disputa em São Luís.

A menos que tenham uma espécie de articulação a jato…

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“O segredo é a alma do negócio”, diz Wellington, sobre partido

Deputado que teve a candidatura a prefeito descartada pelo PSDB diz que está conversando com outras legendas – sem dizer quais – estratégia usada também por outros sem-partido interessados na disputa em São Luís

 

Wellington foi descartado pelo próprio partido, o PSDB, e agora busca nova legenda para manter sonho de disputar prefeitura

O deputado estadual Wellington do Curso (ainda no PSDB), usou a estratégia típica dos que perderam a força em sua própria legenda para justificar sua permanência como pré-candidato a prefeito de São Luís.

– O segredo é a alma do negócio – disse o deputado ao jornal O EstadoMaranhão, quando perguntado que partidos já o sondaram.

A resposta de Wellington – além de despropositada, uma vez que ele sequer tem janela para trocar de partido em 2020 (entenda aqui) – é padrão daqueles que estão em dificuldades para viabilizar candidatura, tendo ou não legendas, como é o caso dos também deputados estaduais Duarte Júnior (PCdoB) e Dr. Yglésio (sem partido).

O blog Marco Aurélio D’Eça, aliás, já tratou da situação dos três parlamentares, ainda no ano passado, no post “Os três quase ex-pré-candidatos na sucessão de São Luís”.

Duarte Júnior e Dr. Yglésio – que vivem relação de amor e ódio na Assembleia – também enfrentam dificuldades de viabilização partidária

Sem partido desde que deixou o PDT, Yglésio usa resposta parecida com a de Wellington do Curso quando perguntado por qual legenda pretende concorrer a prefeito.

Duarte Júnior, por sua vez, até tem partido interessado em seu passe – o PRB, do vice-governador Carlos Brandao – mas parece receoso em deixar o PCdoB e se inviabilizar com o governador Flávio Dino.

 O certo é que 2020 chega para estes pré-candidatos com a certeza do afunilamento na disputa pela Prefeitura de São Luís.

E só aqueles que tiverem credibilidade para convencer, primeiramente, os partidos políticos, responsáveis por viabilizar as candidaturas, chegarão à próxima fase.

Caso contrário, ficarão apenas na vontade…

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Pressionado, Rocha recua e desdiz o que disse sobre apoio a Braide

Repercussão negativa do descarte da candidatura de Wellington do Curso pelo PSDB levou o senador a fazer uma análise semântica da sua própria declaração, segundo a qual é fundamental evitar o segundo turno “contra duas máquinas em São Luís”

A nota do senador tucano: Roberto Rocha sendo exatamente Roberto Rocha

O senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a ser o senador Roberto Rocha após repercussão negativa  de sua declaração, em que admite o descarte da candidatura de Wellington do Curso, no PSDB, para ampliar as chances de Eduardo Braide (Podemos) vencer em primeiro turno.

Numa nota divulgada nesta terça-feira, 21 Rocha usou uma semântica toda sua para desdizer o que disse na entrevista de domingo, ao jornal O EstadoMaranhão.

– Nem estou dizendo em que momento estaremos juntos, se no primeiro ou no segundo turno, mas que estaremos, estaremos – disse Rocha, em uma nota divulgada nesta terça-feria, 21.

Na entrevista, no entanto, o senador apresentou a seguinte análise:

– É perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno. E segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado. Dessa forma, o olhar político pode transcender as necessidades partidárias.

Ora, é, de fato, uma questão puramente de semântica.

Quando o senador reconhece, ele próprio, que Flávio Dino trabalha para ter várias candidaturas com o objetivo único de levar a disputa para um segundo turno; e o próprio Rocha admite que “Segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado”, o que ele está querendo dizer?

Obviamente está querendo dizer – e disse claramente, quando estabeleceu: “o olhar político pode transcender as necessidades partidárias” – é que a melhor opção para o PSDB é mesmo fechar com Braide logo em primeiro turno. 

O recuo de Roberto Rocha pode ter ocorrido pela interpretação que a mídia alinhada ao Palácio dos Leões deu à sua entrevista, como mais uma traição, desta vez a Wellington do Curso, do seu próprio partido.

Mas o que ele defendeu na entrevista a O Estado foi, pura e simplesmente, uma aliança ampla em torno de Braide, para garantir sua vitória logo em primeiro turno, evitando assim, o “complicado” segundo turno “contra duas máquinas”.

É simples assim…

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Roberto Rocha mira vaga de vice de Eduardo Braide…

Senador presidente do PSDB no Maranhão descartou a candidatura do deputado Wellington do Curso alegando a necessidade de vitória em primeiro turno; composição de chapa com Podemos também está na mira de Josimar de Maranhãozinho

 

Ao tirar Wellington do Curso do páreo da sucessão, Roberto Rocha mira a composição de chapa com Eduardo Braide, que tem outros pretendentes na ala conservadora da política maranhense

 

O senador Roberto Rocha tem um objetivo ao defender a composição em torno do deputado federal Eduardo Braide (Podemos): a vaga de vice para o PSDB.

Rocha descartou ontem a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso para defender aliança em torno de Braide, sob argumento de que é preciso o deputado federal vencer em primeiro turno as eleições de outubro.

Desde 2014 – quando se elegeu senador na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB) – o tucano usa a força de propagada do partido para buscar espaços na composição de chapas, tanto nas eleições municipais quanto nas estaduais.

O problema de Rocha é que a vaga de vice de Eduardo Braide está sendo disputada também pelos deputados feder30ais Aluisio Mendes (PTN) e Josimar de Maranhãozinho, representantes da política conservadora no estado.

O assunto foi tratado, inclusive, no blog Marco Aurélio D’Eça, no post intitulado “Velha política ronda candidatura de Braide…

A articulação dos três representantes da bancada maranhense tem deixado, inclusive, o próprio Braide constrangido ao falar de alianças para outubro. O parlamentar, favorito na disputa em São Luís, evita tratar do assunto na imprensa.

Braide tem até julho para definir sua composição partidária para as eleições de outubro.

E até lá, Aluisio Mendes, Josimar de Maranhãzinho e, agora, Roberto Rocha, vão brigar pela hegemonia na chapa do favorito em São Luís…

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Agiotas fazem chantagem a Wellington do Curso…

Supostos cobradores espalham na mídia cópias de cheques sem fundos que teriam sido dados por ele em pagamento de dívidas; e ameaçam aumentar as revelações à medida que a eleição para prefeito se aproximar

 

Cheque de R$ 420 mil, assinado por Wellington do Curso, teria sido usado para pagamento de dívida a agiota e devolvido pelo banco

Agiotas de todos os níveis estão em uma espécie de campanha de pressão contra o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) supostamente devedor de fortunas relacionadas às campanhas passadas.

O blog Marco Aurélio D’Eça já revelou, inclusive, que estas cobranças tendem a tirar o parlamentar a disputa pela Prefeitura de São Luís, em outubro.

Empresário do ramo de cursos preparatórios, Wellington do Curso vem comprometendo o seu patrimônio desde as eleições de 2016, quando candidatou-se a prefeito.

De lá para cá, dá cada vez mais sinais de problemas financeiros; não são poucas as notícias de ameaças de agiotas e outros tipo de credores.

A tendência é que esta pressão aumente à medida que se aproxime o pleito.

Foi a partir do sucesso como dono de cursinho que Wellington chegou a deputado; mas estaria comprometendo seu patrimônio com as sucessivas campanhas eleitorais

Na semana passada, por exemplo, este blog teve acesso a um cheque de R$ 400 mil, assinado pelo deputado – e supostamente devolvido pelo banco – pago a um desses agiotas que cobram dívidas altíssimas.

Esses agiotas apontam dívidas de Wellington na casa dos R$ 4 milhões.

O blog tentou confirmar a autenticidade do documento e a destinação do valor, mas não localizou o parlamentar.

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Roberto Rocha descarta candidatura de Wellington no PSDB…

Em entrevista ao jornal O EstadoMaranhão, senador diz que a necessidade de vitória do deputado Eduardo Braide em primeiro turno deve suplantar o interesse do partido em ter candidatura própria

 

Aliança de Roberto Rocha e Wellington do Curso, iniciada em 2016, não conseguiu chegar a 2020; senador descartou candidatura do deputado no PSDB

Já capengando desde o fim das eleições de 2018, a eventual candidatura do deputado estadual Wellington do Curso a prefeito de São luís foi definitivamente descartada no fim de semana pelo seu partido, o PSDB.

Em entrevista ao jornal O EstadoMaranhão, o senador Roberto Rocha, que preside a legenda no estado, deixou claro que o interesse é apoiar o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) para garantir a vitória em primeiro turno.

– É perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno. E segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado. Dessa forma, o olhar político pode transcender as necessidades partidárias – declarou Rocha.

O caminho do PSDB, portanto, será coligar com Eduardo Braide já no primeiro tuno.

Descartado pelo partido, Wellington do Curso tem a opção de buscar nova legenda até abril; mas ele vem dando sinais de que pode mesmo ficar fora da eleição, sobretudo diante da ameaça de agiotas de expor suas dívidas durante a campanha.

Mas esta é uma outra história…

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Os três caminhos do PSDB em São Luís…

De acordo com se presidente municipal, ex-vereador Roberto Júnior, partido pode ter Wellington do Curso como candidato a prefeito, buscar outro nome que possa vir a se filiar na legenda ou apoiar um candidato de oposição ao grupo Flávio Dino/Edivaldo Júnior

 

Wellington insiste na candidatura a prefeito, mas tem Eduardo Braide em sua cola no PSDB, partido com o qual pode fechar coligação

Dois dias depois de o deputado estadual Wellington do Curso reafirmar, em congresso estadual do PSDB, sua decisão de concorrer à sucessão em São Luís, o presidente municipal Roberto Rocha Júnior aponta três caminhos possíveis para o partido.

Em conversa com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, Rocha Jr. disse que os tucanos podem tanto apoiar a candidatura de Wellington como também pode abrir  filiação para outro pré-candidato, ou mesmo apoiar um candidato da oposição em São Luís.

– Estamos estudando as três opções e vamos definir qual será a melhor para o processo – disse o ex-vereador.

A presença do deputado federal no congresso da legenda, no último sábado, é um sinal de que o PSDB tem mesmo interesse na aliança com o agora pré-candidato do Podemos.

E como a decisão tucana será tomada pela comissão municipal, tudo indica que, se quiser mesmo ser candidato, Wellington terá que buscar novo rumo partidário.

É simples assim…

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Dívidas de R$ 4 milhões devem tirar Wellington da disputa de 2020…

Parlamentar vem enfrentando insolvência financeira desde as eleições de 2016, quando perdeu a disputa pela Prefeitura de São Luís; credores – a maior parte agiota – agora começam a cobrar as faturas

 

Wellington chegou a figurar entre as principais lideranças de São Luís, mas sucumbiu a credores que podem tirá-lo da disputa de 2020

Segundo colocado em praticamente todas as pesquisas de intenção de votos na sucessão do prefeito Edivaldo júnior (PDT), o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) vive um drama que pode afastá-lo da disputa.

Ele deve cerca de R$ 4 milhões a empresários e agiotas, que ameaçam cobrar a fatura de forma mais dura, após inúmeras ações de protesto e de renegociações.

O blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso a uma série de cheques em nome do parlamentar e de pessoas ligadas a ele – todos nominais a supostos empresários que teriam emprestado dinheiro em suas campanhas – além de cópias de Registro de Protestos em valores altíssimos, que, superam os R$ 4 milhões.

O drama financeiro do deputado começou em 2016, quando ele disputou entre os favoritos a eleição para prefeito de São Luís – e acabou derrotado, em terceiro lugar.

De lá para cá, fechou unidades de sua rede de escolas preparatórias para concursos e foi acumulando dívidas, sobretudo pelo risco de não se reeleger em 2018.

Com as empresas em risco de insolvência, dívidas acumuladas na seara pessoal e sem perspectiva partidária para as eleições de 2020, o mais provável é que Wellington do Curso acabe desistindo da disputa em São Luís.

É aguardar e conferir…

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O esvaziamento político de Wellington do Curso

Sem futuro partidário e já ultrapassado por adversários na corrida pela Prefeitura de São Luís, deputado vê seu nome perder importância no debate e sofre revezes também nos negócios

 

WELLINGTON FOI ESVAZIADO PARTIDARIAMENTE, PERDEU IMPORTÂNCIA NO DEBATE POLÍTICO E VÊ SEUS NEGÓCIOS AMEAÇADOS PELA CRISE; e perde espaço também como candidato em São Luís

Um dos favorito nas eleições de 2016, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) chegou a ameaçar ir ao segundo turno naquelas eleições, mas acabou amargando um terceiro lugar após fraco desempenho nos debates.

De lá para cá, seu cacife eleitoral foi perdendo importância, sobretudo pelo fato de que o seu próprio partido, o PSDB, mostrar publicamente que não o que queria como candidato.

Esvaziado partidariamente, Wellington viu também sua segunda posição na corrida pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) ultrapassada pelos adversários Neto Evangelista (DEM) e Duarte Júnior (PCdoB).

Wellington é hoje apenas sombra do que foi na oposição até 2016; e começa a sofrer também revezes também na vida empresarial com a ameaça de insolvência das suas empresas.

Mas esta é uma outra história…