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Segmentos culturais ficam em desagrado com o presidente da Func

Mesmo com o apoio e a parceria da secretaria estadual de Cultura, a prefeitura já sinalizou que este ano os grupos carnavalescos, entre blocos tradicionais de rua e outros, não irão receber verba.

A declaração do fato foi feita pelo atual presidente da Func, Francisco Gonçalves, ao afirmar que além de não haver dinheiro, o carnaval é feito no improviso.

Em entrevista ao Jornal O Estado Maranhão na última sexta-feira (11), Francisco Gonçalves declarou:

“Com certeza. Nós temos um problema crônico em São Luís, uma vez que todos os anos enfrentamos esse debate sobre se haverá ou não dinheiro para montar a infraestrutura do Carnaval e arcar com os custos de apoio aos blocos e escolas. Esse problema faz parte de um círculo vicioso que precisa ser rompido. A forma de romper é não improvisar o Carnaval. Ao contrário, precisamos que todos os envolvidos no processo trabalhem com planejamento. Não podemos esquecer que Carnaval é também um negócio e as coisas não podem ser resolvidas com improviso”, declarou.

Vários segmentos ligados à cultura popular de São Luís reagiram zangados às declarações. O desagrado foi geral, provocando até xingamentos ao presidente da Func.

Marco Aurélio D'Eça

17 Comments

  1. ESQUEÇAM ESSA BESTEIRA DE CARNAVAL DE PASSARELA. AQUI NÃO É RIO.
    NOSSO CARNAVAL É DE RUA.
    A PREFEITURA RECLAMA QUE TEM UM ROMBO ECONÔMICO. PEGUEM ESSES MILHÕES E COMECEM A PAGAR AS DÍVIDAS!

  2. CARNAVAL É FESTA POPULAR, NAS RUAS, NOS CLUBES, NAS CASAS. ESSE VAI TER, SIM.

    E HAVERÁ OS CIRCUITOS DO GOVERNO DO ESTADO, NOS BAIRROS. AGORA, CORTARAM O SGASTOS DE TUDO PELA METADE.

    NÃO VAI HAVER É O DESFILE COMPETITIVO DE PASSARELA.
    TALVEZ, NÃO HAJA NEM PASSARELA.

  3. DESSES API, SÓ O BOI DE MARACANÃ POSSUI PROJETOS SOCIAIS. E O BLOCO E O BOI ALTERNATVO QUERIDINHOS DA SECMA SÃO OS QUE MAIS MAMAM. ELES NÃO SÃO SOLICITADOS. O GOPVERNO QUE EXIGE A PRESENÇA DELES. A TIA ROSE OS AMA.

    SEM PAGAMENTO, OS BLOCOS E ESCOLAS NÃO VÃO DESFILAR. A FUNC VAI GASTAR COM PASSARELA, COM BANDAS E CANTORES, MAS NÃO PODE PAGAR OS ARTISTAS POPULARES?

    PEGUEM ESSE DINHEIRO E INVISTAM EM ALGO MASI ÚTIL. NÃO VAI TER DEFILE DE PASSARELA.

  4. DESSES API, SÓ O BOI DE MARACANÃ POSSUI PROJETOS SOCIAIS. E O BLOCO E O BOI ALTERNATVO QUERIDINHOS DA SECMA SÃO OS QUE MAIS MAMAM. ELES NÃO SÃO SOLICITADOS. O GOPVERNO QUE EXIGE A PRESENÇA DELES. A TIA ROSE OS AMA.

    SEM PAGAMENTO, OS BLOCOS E ESCOLAS NÃO VÃO DESFILAR. A FUNC VAI GASTAR COM PASSARELA, COM BANDAS E CANTORES, MAS NÃO PODE PAGAR OS ARTISTAS POPUALRES?

    PEGUEM ESSE DINHEIRO E INVISTAM EM ALGO MASI ÚTIL. NÃO VAI TER DEFILE DE PASSARELA.

  5. Na realidade é que a realidade sempre teima a aparecer nas vésperas de carnavais e são joão. Agremiações, Associações esperam o ano todo para receber o tão sonhado repasse de verbas para essas festas. Poucos, diria quase nenhuma dessas instituições possuem um trabalho ao longo dos anos ou pelo menos durante o ano para que o Estado e Municipio ficassem com vergonha de não repassar verbas como pagamento das mesmas pelas suas apresentações nos circuitos de ruas e periodos juninos; Vamos aos barracões das escolas de samba no decorrer do ano! Verão o “Grande Trabalho Social” que elas fazem nas comunidades, ou seja, nenhum! Salvo, algumas exceções, poucos se arriscam a fazer uma feijoada, para a venda de cervejas e angariar algum dinheiro para despesas básicas, que, se não forem para as instituições, serão para os bolsos dos diretores e presidentes. E mais uma vez, serei obrigado, se for a passarela do samba, a prestigiar EVA’s e TNT’s. No São João não é diferente, bem como no carnaval, pode até ser que mude, mas sempre os privilegiados são os mais solicitados: Bicho Terra, Bailes de Colunistas, Bandas indicadas e no São João: Barrica, Maioba, Maracanã e Nina. Agora perguntem? Desses que foram citados, tem algum que aparece fora dos períodos festivos, ou executam projetos sociais em suas comunidades?

  6. Venho falar aos amigos leitores que emprenham pelo ouvido, que o o Estado e o Municipio, não dão dinheiro para as brincadeiras e sim compram suas apresentações. Tudo bem que a nossa cidade está em uma situação triste e lamentavel, mas vale lembrar que o carnaval de São Luís, é um dos melhores do Brasil e já se encontram na cidade vários turistas que vieram exclusivamente para curtir nosso carnaval.

  7. Corretíssimo… dinheiro público não é para financiar blocos. é preciso proporcionar estrutura, planejamento e oportunidades para os grupos se organizarem e irem em busca dos seus próprios recursos. São Luís precisa neste momento e durante muito tempo de mais PRODUÇÃO e menos festa.. Mais trabalho e menos lazer… A não ser que o lazer seja entendido dentro de um planejamento para a produção da cidade. PARABÉNS

  8. É lamentável a atitude da Fundação de Cultura do Município, que há muito tempo renega nossas tradições e nossos grupos culturais. Sejam eles do carnaval ou dos festejos juninos. É muito triste essa situação, os blocos de carnaval e as manifestações juninas, além de serem atrativos culturais e turísticos, movimento o comércio, contribuem para a geração de renda, oportunizam a crianças e jovens, uma convívio social e cultural. Onde são incentivadas a continuar nos estudos e buscar uma profissão.
    O poder público também possui a obrigação de apoiar essas manifestações. Desse cachê que todos os anos é mendigado pelos Blocos. É que se compra os materiais para a confecção das indumentárias, se paga os músicos, as costureiras, os sapateiros, os artesãos e o transporte. E por fora ainda ganham os vendedores ambulantes, que mantém o sustento de suas famílias com essa atividade.
    Achou estranho. É, isso mesmo! O comercio não doa materiais, os grupos pagam esses profissionais para prestar serviços, ou talvez o Poder Público imagina, que eles trabalham de graça e não aguardam esse período para ganhar um extra.
    Os grupos folclóricos, possuem um papel na sociedade maior do que muitos imaginam. Ou simples fingem que veem. Quanto a recursos para Educação, Saúde e outras pastas, cada uma tem seu repasse de verba. E essas verbas são especificas. Se não estão funcionando, há algo de errado com suas gestões.
    Esse desabafo, não serve apenas para a Fundação Municipal, mas também para a Secretária de Cultura do Estado, que deveria valorizar melhor nossos grupos.

  9. A verba repassada as agremiações carnavalescas é uma forma de pagamento pelas apresentações realizadas nos circuitos e eventos promovidos pela prefeitura e governo do estado. Existem custos com transporte, indumentária e outros gastos que pequenos grupos da cultura popular precisam arcar. Certamente eles vão se apresentar no carnaval como sempre fazem, independente de dinheiro, nas comunidades. Eles não são empresários mas, em sua maioria formado por pessoas simples.

  10. Vamos lembrar uma coisa galera da cultura : blocos tradicionais os participantes pagam suas roupas eu mesmo vou pagar 950 reais para sair em um grupo da cidade, só para lebra-los vou por que gosto e não por que vivo disso as escolas cobram pela fantasia ano passado paguei 70 reais para sair na favela e 40 para sair na flor e eles vem me dizer que tão chatiados pois aquele dinheiro que eles colocam no bolso deles não vem mais da prefeitura por favor né.Quando os meus pais me levaram pela primeira vez no bloco os Brasinhas no desterro próximo a casa desse diretor do detran o municipio e o estado não entregavam o dinheiro do povo a esses assaltantes da cultura saiamos assim mesmo pelas ruas da cidade que era o 3 melhor do Brasil depois que esse assaltantes da cultura começaram a assumire a secretária viram que poderiam roubar o dinheiro do povo.Se estiver falando besteira que venha alguns deles agora e escrevam para esse blog do mesmo jeito que tô fazendo para concordar com a nova politica esse secretário que ver a cultura e não só as manifestação culturais,prova disso é a nossa biblioteca fechada,centro historico destruido,museus fechados nos finais de semana,artitas da terra sem produzir seu cds e outras ações da cultura que vem sendo esquecidas no maranhão como o todo.Vamos fazer um abraço pela cultura e não pelos que vivem da secretaria da cultura estadual ou minicipal.

  11. Esta mais que correto, pois estamos passando por estado de emergência, tudo que entrar agora tem que ser destinado ao que é mais necessário para a população como: SAÚDE e EDUCAÇÃO!

  12. Não tarefa do estado dar dinheiro para empresários ganhem mais dinheiro com blocos, bandas ou afins.
    Isso é desperdício de dinheiro público.
    Talvez ao estado caiba somente a infra estrutura dos eventos. Nunca entregar dinheiro a terceiros sob a pretensão de estimular a cultura.

  13. COM A PALAVRA O DEPUTADO ARNALDO MELO
    O Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa de Santa Catarina(Sindalesc), entidade representativa dos servidores do Poder Legislativo Catarinense, esteve nesta segunda-feira, 10, junto ao subprocurador geral para Assuntos Jurídicos e Institucionais do Ministério Público de SC (MPSC) José Galvani Alberton. O assunto em pauta foi o excesso de cargos comissionados e de terceirizados no Poder Legislativo, fato que aponta irregularidades face ao descumprimento da legislação constitucional por parte do administrador público e que se contrapõe ao entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), que em suas decisões já manifestou que o administrador público deve resguardar a correlação entre cargos efetivos e em comissão.

    Atualmente, o Poder Legislativo de Santa Catarina não cumpre a decisão do STF e conforme levantamento realizado na administração da Casa foi possível constatar que servidores comissionados, terceirizados e Policiais Militares estão ocupando funções exclusivas de servidores efetivos.
    Nesse sentido, o Sindalesc, atento ao extraordinário trabalho desenvolvido pelo MPSC, e observando o tratamento desse órgão, a exemplo das recomendações às Casas Legislativas Municipais de Blumenau e Joinville, levou representante do MP documentos que apresentam o descompasso existente na ALESC em relação ao número excessivo de servidores não concursados, e solicitou a apuração de todas as informações.

    Prontamente, o subprocurador José Galvani Alberton aceitou os documentos fornecidos pelo sindicato que será incluído como fonte para estudos sobre o caso e disse estar acompanhando e buscando junto ao Poder Legislativo uma solução que seja rápida e harmoniosa, exigindo que cumpra-se a meta no qual diminui o excesso de servidores não efetivos e mantenha a correlação entre os cargos.

    Ao final da audiência, com a presença do presidente do Sindalesc Rubenvaldo da Silva, da Vice-Presidenta da FENALE e do Sindalesc Isabel Cristina Schaefer, do assessor jurídico do Sindalesc advogado Darci Manoel Gonçalves e do assessor sindical Carlos Eduardo de Souza, o subprocurador geral afirmou que o processo está em fase inicial dentro do cronograma de reuniões entre MPSC e Alesc para o estudo sobre o caso. Disse também que o Sindalesc ficará ciente de cada informação a partir do diálogo com o MPSC.

  14. Caro Jornalista,
    É cultural a exploração em nome da diversão, “pão e circo” é o método antigo e atualíssimo de todos os governos para atrair popularidade a exemplo vemos as farras que vem acontecendo na Lagoa. Ao Secretário da Func digo que não existe nada de improviso isso tudo é planejado e muito bem planejado para mamarem nas tetas dos governos. Todos fazem isso até as grandes agremiações carnavalescas do Rio e São Paulo dão exemplo até hoje não sabemos ao certo quantos milhões foram gastos com a Beija-Flor de Nilópolis, ah uma coisa sabemos que foram milhões, isso é cultural e estamos no começo, de ano, de mandato. passado o carnaval vem o São João e depois os vales da vida, para alegrias e insatisfações.

  15. rapaz eu gosto muito do carnaval ,mais uma cidade que ta enfrentando serios problemas na saude onde pessoas estão morrendo e dificudades imensas na educaçao é ate incoerente ele financiar um carnaval nesse momento.

  16. Finalmente aparece um corajoso para colocar as coisas no seu devido lugar, estes que dizem fazer “cultura” em São Luis, a maioria, não passam de achadores do dinheiro público. Valeu Chico!

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