0

Batista Matos promove jornada de conscientização da saúde da população negra

Palestras e entrega de material de conscientização também estão sendo feitas em escolas públicas e particulares de todo o estado

 

Batista Matos leva a conscientização à população negra sobre os direitos à saúde

O jornalista João Batista Matos promove durante o mês de maio a Jornada de Conscientização da Saúde da População Negra. Segundo o Ministério da saúde, pesquisadores internacionais e demais entidades representativas da área de saúde, negros e negras são mais vulneráveis a algumas enfermidades.

A ação tem o apoio do GDAM, presidido pelo professor Cláudio Adão.

“Existe um mito equivocado de que o negro é mais forte. A realidade não é bem assim e três fatores determinam isso. O racismo, que, por exemplo, gera depressão, em segundo alguns determinantes sociais como o ambiente precário em que a maioria da população negra vive e também o genético, que geram algumas enfermidades que afetam mais a negros do que brancos e índios. Nosso propósito é conscientizar a população negra quanto a essas doenças e a importância de se assumir uma postura mais preventiva com a saúde”, explicou Batista, que tem promovido palestras e entrega de material de conscientização em escolas e bairros de São Luís.

As palestras são levadas também às escolas públicas do Maranhão

Enfermidades
De acordo com o ministério da saúde, enfermidades como anemia falciforme, hipertensão, AVC, glaucoma e diabetes tipo 2, são mais comuns entre pessoas da etnia negra.

“De todas essas, a hipertensão é uma das mais graves, porque a partir dela se desencadeiam outras enfermidades, como infarto e o AVC. 80% dos casos de AVC e 40% dos de infarto são decorrentes da Hipertensão”, observa Batista Matos.

“Esse é um trabalho louvável que o Batista tem feito e nós estamos dando nossa contribuição também”, disse o Dr Xavier de Melo Filho, cardiologista que junto com Batista Matos, ministraram palestra sobre o tema na Vila Natal.

Poder Público

Batista Matos também deve dialogar com os secretários de saúde do estado e município sobre a atenção maior que se deve dar ao tema.

“Vamos provocar o poder público pra que os profissionais de saúde tenham uma postura mais cuidadosa com esse paciente e suas especificidades, da mesma forma que se tem com o paciente branco que apresenta um caso de câncer de pele”, compara.

Marco Aurélio D'Eça

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *