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Cassação de Flávio Dino: TRE começa a ouvir prefeitos…

Relator das ações, desembargador Tyrone José Silva, determinou aos juízes eleitorais que ouçam, inclusive, o prefeito de São Luís, Edivaldo Júnior, além dos de Caxias, Fábio Gentil, e de Timon, Luciano Leitoa

 

FLÁVIO DINO É RÉU NA AÇÃO DE CASSAÇÃO DE MANDATO QUE TERÁ EDIVALDO JÚNIOR COMO TESTEMUNHA, e que implica também o secretário Clayton Noleto

Os juízes das zonas eleitorais de São Luís, Caxias, Timon, Brejo, Estreito e Grajaú terão 30 dias para colher o depoimento dos prefeitos Edivaldo Júnior (São Luís), Fábio Gentil (Caixas), Luciano Leitoa (Timon), Zé Farias (Brejo), Lahesio Rodrigues (São Pedro dos Crentes) e Mercial Arruda (Grajaú).

Todos eles são testemunhas na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), que pede a cassação do governador Flávio Dino (PCdoB) e do seu vice, Carlos Brandão (PRB), por supostos crimes eleitorais em 2018.

A determinação das oitivas é do relator do processo no Tribunal Regional Eleitoral, desembargador Tyrone José Silva.

São três AIJEs movidas pela coligação “Maranhão Quer Mais”, que tinha como candidata a ex-governadora Roseana Sarney (MDB).

De acordo com o processo, Flávio Dino usou a estrutura administrativa do governo, bem como se utilizou de convênios e obras durante o período eleitoral para se beneficiar dos votos nesses municípios.

Em todas as ações, a coligação pede a cassação do diploma de Flávio Dino, do vice, Carlos Brandão, e a consequente anulação dos seus votos.

Nas oitivas de São Luís, além de Edivaldo Júnior, serão ouvidos o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Lula e mais Renato Souza Leal, Erik Augusto Costa e Silva, Lídia Cunha Schramm e Maria Raimunda de Fátima Santos Oliveira.

Os juízes eleitorais têm até meados de maio para encaminhar os relatórios das das audiências.

A partir daí, Tyrone Silva marcará as novas etapas do processo…

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Partido de Bolsonaro todo enrolado no Maranhão….

Chapa completa de candidatos a deputados estaduais do PSL – incluindo o eleito, Pará Figueiredo – teve o registro denunciado pelo Ministério Público, que pede a cassação de todos após fraude cometida pela direção estadual

 

PARÁ FIGUEIREDO TEVE O PEDIDO DE CASSAÇÃO DO MANDATO protocolado pelo Ministério Público Eleitoral

É bem mai grave do que se imagina o enrosco judicial em que está metido o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, no Maranhão.

A fraude cometida pelo presidente estadual do partido, vereador Chico Carvalho – e confessado por seus parentes em depoimento na Justiça Eleitoral pode levar, inclusive, à cassação do deputado estadual Pará Figueiredo.

Toda a chapa proporcional do PSL foi denunciada pelo Ministério Público Eleitoral, que pediu a cassação do registro de todos eles.

Além de Pará Figueiredo, podem ser cassados os suplentes Fábio Câmara e Tácila Mariana Silva.

De acordo com investigação da Procuradoria Regional Eleitoral, o presidente estadual da legenda, vereador Chico Carvalho, fraudou a lista de candidatos proporcionais nas eleições de 2018.

A fraude comprovada pelo MPE visava garantir o cumprimento – artificial – dos 30% de cota para mulheres, exigido pela Justiça Eleitoral.

Há quem aponte a influência judicial de Pará Figueiredo – que é filho do presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Joaquim Figueiredo dos Anjos – como atenuante da gravidade do caso.

Mas é preciso levar em conta, também, que o processo vai chegar, fatalmente, ao Tribunal Superior Eleitoral, onde as coisa não funcionam necessariamente como no Maranhão.

Caso seja confirmada a cassação de Figueiredo, a composição da Assembleia deverá sofrer modificações, uma vez que o cálculo das vagas deverá ser refeito.

 

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Flávio Dino começa a enfrentar ações de cassação…

Governador é acusado de vários crimes eleitorais em quatro ações que começam a tramitar no Tribunal Regional Eleitoral; duas delas pedem a perda do seu mandato

 

APÓS A FOLIA DE CARNAVAL, Flávio Dino vai começar a enfrentar ações que pedem a perda do seu mandato

O Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão via, finalmente, iniciar o julgamento de quatro ações eleitorais contra o governador Flávio Dino (PCdoB).

São todas elas baseadas em acusações relacionadas às eleições de 2018, impetradas pela coligação da ex-candidata a governadora Roseana Sarney ou pelo seu partido, o MDB.

Duas delas pedem a cassação do mandato de Dino.

O comunista é acusado de usar programas do governo para se beneficiar eleitoralmente. A peça elenca fatos na cidades de Pinheiro, Imperatriz, São Luís, Barão de Grajaú, São João Batista, Lago da Pedra, Anajatuba, Brejo, Santa Helena, Açailândia, São Pedro dos Crentes, Carutapera, Santa Rita, Esperantinópolis, São Félix de Balsas e Parnarama.

Todos os processos tendem a chegar ao Tribunal Superior Eleitoral.

Flávio Dino já tem uma condenação em primeira instância na Justiça Eleitoral: foi declarado inelegível – incluindo na perda do mandato –  pela juíza da  Zona Eleitoral de Coroatá.

Este processo está em fase de recurso ao TRE, mas também deve chegar ao TSE.

E certamente darão dores de cabeça a Flávio Dino em sua corrida presidencial nos próximos anos…

Com informações de O EstadoMaranhão

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Ministério Público vai investigar Cléber Verde…

Deputado é suspeito de usar candidata-laranja nas eleições de 2018 para desviar dinheiro do Fundo Eleitoral do PRB; caso veio à tona com revelação sobre o PSL

 

Cléber Verde corre o risco de perder o mandato na Câmara Federal

A Procuradoria-regional da República no Maranhão deve receber em breve os dados sobre a liberação de recursos do Fundo Eleitoral para partidos políticos nas eleições de 2018.

O objetivo é instruir o inquérito contra o deputado federal Cléber Verde (PRB), suspeito de usar uma candidata-laranja para desviar, ao menos, R$ 600 mil do Fundo Eleitoral nas eleições de 2018.

De acordo com denúncia do Jornal Nacional, da Rede Globo, o PRB, presidido por Verde no Maranhão, foi um dos partidos que tiveram candidatas mulheres agraciadas com grandes somas de recursos sem a contrapartida em votos.

Marisa Rosas, que disputou vaga de deputada estadual no Maranhão, gastou R$ 460 mil apenas com uma gráfica, mas só obteve pouco mais de 150 votos.

A investigação em torno de Cléber Verde deve envolver também a gráfica responsável pelos santinhos de Marisa Rosas.

Post alterado às 8h do dia 22/02/2019 para correção de informações

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O risco de Cléber Verde perder o mandato…

Oposição no Congresso Nacional quer que a Justiça Eleitoral abra investigação contra o uso de laranjas na campanha eleitoral de 2018, o que pode atingir o deputado federal maranhense

 

Cléber Verde na mira da Justiça Eleitoral

Já se sabe que o PRB, partido do deputado federal Cléber Verde, usou R$ 460 mil com a candidata Maria Rosas, que teve pouco mais de 160 votos.

Também já se sabe que o PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, repassou R$ 400 mil para uma candidata-laranja em Minas Gerais.

O caso resultou na queda do ministro Gustavo Bebiano e na maior crise do governo Bolsonaro.

Agora, Cléber Verde pode ter o mandato cassado por crime eleitoral.

Partidos de oposição, como PT e PSOL pretendem acionar a Justiça Eleitoral para que abra Ações de Investigação Judicial Eleitoral contra os partidos e dirigentes suspeitos de usar laranjas na campanha de 2018.

Até agora, Cléber Verde tem apenas acusado a Rede Globo de mentir no seu caso específico, sem explicar claramente onde está a mentira da emissora.

Mas vai ter que dar detalhes do uso do dinheiro de campanha ao Tribunal Superior Eleitoral.

Tanto ele quanto sua suposta candidata laranja…

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Dinheiro público de campanha com sinais de desvio…

Fundo eleitoral criado para financiar candidatos a cargos eletivos pode ter sido desviado por dirigentes partidários, segundo sugere o escândalo envolvendo ministro de Bolsonaro; e há suspeitas também no Maranhão

 

Na campanha do PSL de Bolsonaro, Bebiano pode ter inaugurado uma nova forma de desviar dinheiro público

O escândalo envolvendo o ministro Gustavo Bebiano, da Secretaria Geral da Presidência no governo Jair Bolsonaro (PSL), pode ser a chave para se descobri um novo esquema de desvio de dinheiro público no país.

O dinheiro do Fundo Eleitoral, criado para as eleições de 2018, pode ter sido desviado por dirigentes partidários em todo o país.

No Maranhão, por exemplo, pelo menos um caso já levanta suspeitas.

Em São José de Ribamar, na região metropolitana de São Luis, a candidata a deputada estadual Marisa Rosas, do PRB, mandou fazer 9 milhões de “santinhos”. De acordo com a prestação de contas à Justiça Eleitoral, ela gastou quase R$ 600 mil com campanha. Obteve somente 161 votos.

Além dos milhões de “santinhos”, ela confirmou que mandou fazer 1,25 mil bottons.

A candidata Marisa Rosas, que concorreu a uma vaga na Assembleia Legislativa pelo PRB, gastou, sozinha, nada menos que R$ 540 mil com gráficas.

Ou seja, Marisa gastou, só com “santinhos”, mais da metade do teto de gastos estabelecidos pela Justiça Eleitoral, que é de R$ 1 milhão.

O PRB maranhense é presidido pelo deputado federal Cléber Verde.

O Fundo Eleitoral foi criado a partir das eleições de 2018, com o valor de R$ 1,7 bilhão.

E ao que tudo indica, passou as er mais uma forma de ladrões se locupletarem do dinheiro público.

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Simplício Araújo assume o mandato e em seguida abre a vaga para Gastão

Apesar de ser o primeiro suplente da coligação – mesmo com mais votos que muitos deputados eleitos – presidente do Solidariedade foi confirmado no comando da Secretaria de Indústria e Comércio, e vai continuar no governo Flávio Dino

 

Mesmo podendo assumir na Câmara Federal, Simplício Araújo vai continuar no governo Flávio Dino

O governador Flávio Dino anunciou na manhã desta sexta-feira, 15, a recondução de Simplício Araújo para a Secretaria de Indústria, Comércio e Energia.

Simplício é primeiro suplente de sua coligação.

Mesmo com 74.058 votos obtidos, mais votos que Gil Cutrim (72mil), João Marcelo (65mil) e Pastor Gildenemir (47mil), o presidente do Solidariedade no Maranhão ficou sem a vaga em decorrência das atuais regras de coligações.

Agora deve assumir o mandato e a pedido do governador Flávio Dino, abrir a vaga na câmara federal para o ex-ministro do Turismo Gastão Vieira (Pros), que é o segundo suplente da coligação com 57 mil votos.

Simplício Araújo aguarda o chamado da câmara federal após o pedido de desligamento do deputado Rubens Jr. (PCdoB)

A câmara dos deputados tem até 48 horas para fazer a convocação…

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DEM mais perto do PDT e mais distante de Flávio Dino…

Articulação do partido visando a Prefeitura de São Luís em 2020 aproxima suas lideranças dos pedetistas e do prefeito Edivaldo Júnior, mas o afasta do governo comunista

 

A proximidade dos democratas, hoje, tem sido mais com os pedetistas e menos com os comunistas

Com dois secretários no governo Flávio Dino (PCdoB) – ambos, Felipe Camarão (Educação) e Rogério Cafeteira (Esportes), da cota pessoal do próprio governador – o Democratas maranhense parece estar fora do projeto comunista.

Curiosamente, a perda de espaço no governo se dá no mesmo momento em que o DEM se aproxima cada vez mais do PDT, que já admite, inclusive, apoiar um de seus quadros na sucessão do prefeito Edivaldo Júnior, em 2020.

Têm sido cada vez mais frequentes as conversas do deputado estadual Neto Evangelista – um dos prefeituráveis do DEM – com lideranças do PDT do peso de Edivaldo Júnior e do senador Weverton Rocha.

Juscelino Filho e Neto Evangelista, do DEM: partido ainda não se sente contemplado no governo comunista

Mas Flávio Dino quer ter o controle absoluto de sua própria sucessão; e sabe que isso dependerá de como sairão as urnas de 2020, sobretudo em São Luís.

E nesse jogo de gato e rato, qualquer espaço de poder pode significar a perda de espaços em 2022.

Isso, todos os jogadores entendem.

Ou deveriam entender…

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O importante papel de Carlos Brandão na transição maranhense…

Vice-governador ganha cada vez mais importância no contexto histórico da política como provável sucessor do governo comunista de Flávio Dino, responsável pelo fim do ciclo sarneysista no estado

 

Carlos Brandão está no lugar histórico onde todos queriam estar no Maranhão

Muitos não deram importância ao seu papel histórico no início de mandato do governador Flávio Dino (PCdoB) – inclusive este blog. (Relembre aqui e aqui)

À medida que os anos avançaram e o comunista consolidou sobre o ciclo sarneysista no Maranhão – mantendo-o como companheiro de chapa – o vice-governador Carlos Brandão (PRB) passou a ser visto como o perfil ideal para o pós-Sarney e o pós-Dino.

A guerra aberta desde 2010, com a disputa entre Dino e os Sarney, gerou um clima de radicalismo no Maranhão que perdurou por oito anos, perpassando as eleições de 2012, 2014, 2016 e 2018.

No ano passado, a reeleição do comunista teve o condão de encerrar historicamente o ciclo sarneysista, com a saída do ex-presidente, dos seus filhos Zequinha e Roseana e as famílias aliadas Murad e Lobão.

A partir daí, abriu-se novas perspectivas de poder – mas, com elas, também a tensão de uma nova guerra, desta vez dentro do próprio grupo agora encastelado no Palácio dos Leões.

E o vice-governador Carlos Brandão surge como opção de transição tranquila para o ciclo que se iniciará após a saída de Flávio Dino do governo – independentemente do destino do comunista.

Nenhum outro aliado de Flávio Dino reúne, hoje, as condições que Brandão apresenta – de conciliação, reunião de grupos e interlocução com todas as correntes políticas, de esquerda e de direita, governistas e oposicionistas.

E tem a vantagem adicional de estar no cargo exatamente no momento em que se definirá os competidores da eleição de 2022, quando Dino deixará o mandato para buscar seus novos caminhos.

Brandão passa a ser o perfil ideal para a história política do Maranhão pós-dicotomia Sarneysismo X Dinismo também porque ficará no posto de governador por um máximo de cinco anos, caso reeleito em 22.

Ainda que em 2026 comece uma nova guerra, com as novas lideranças políticas surgidas a partir de 2014 e 2018 – incluindo o próprio Flávio Dino – se digladiando pelo comando absoluto do poder no Maranhão.

Mas esta história se deixa para o momento adequado…

Leia também:

A gestão ativa e operacional de Carlos Brandão…

Sem imposições, Weverton Rocha consolida grupo político…

Roberto Rocha e Flávio Dino oito anos depois…

2020 começa agora…

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Hilton Gonçalo participa da diplomação de Dr Elizabeth Gonçalo no TRE

O prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, prestigiou na tarde desta terça-feira (12), a diplomação do suplente de deputado federal Dr Elizabeth Gonçalo (Avante).

Natural de Pastos Bons, onde foi prefeito por três oportunidades, Dr Elizabeth Gonçalo foi diplomado suplente de deputado federal pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão, Ricardo Duailibe. O médico disputou pela primeira vez, um cargo proporcional e obteve uma votação superior aos 56 mil votos, o que lhe deixou entre as principais lideranças políticas do Maranhão.

A votação expressiva lhe colocou a frente de nomes tradicionais da política maranhense como Paulo Marinho Júnior, Deoclides Macedo, Julião Amim e até do Pastor Gildenemyr que foi eleito através da proporcionalidade.

Dr Elizabeth Gonçalo trabalhou por anos como médico legista do Instituto Médico Legal, assim como atuou em diversos hospitais da rede pública nas cidades de Pastos Bons, Sucupira do Norte, Nova Iorque, Santa Rita e São Luís.

Com um histórico de defesa da população maranhense, especialmente da região do sertão, Dr Elizabeth Gonçalo vive a expectativa de assumir o mandato de deputado federal nos próximos meses.

Dr Elizabeth é considerado, um dos nomes que pode contribuir com o estado no Congresso Nacional. O médico mantém estreita relação com as entidades que compõem o Sistema S, isto é Sebrae, Sesc, Senai, Sesi, Senat, Senar, Sest e Sescoop. Inclusive, o suplente de deputado federal defende que é possível trazer uma série de benefícios para a população maranhense através de uma parceria com o Sistema S.

“Estou pronto para representar o Maranhão na Câmara Federal. É óbvio que dependemos de entendimento para assumir o mandato, mas caso eu chegue no exercício do mandato, o povo maranhense sabe que pode contar com um legítimo representante de suas demandas”, declarou.

Ainda participaram da cerimônia de diplomação, a prefeita de Bacabeira, Fernanda Gonçalo; o vice-presidente do Sebrae do Maranhão, Celso Gonçalo; o presidente da Fiema, Edílson Baldez.

Com a iminente ida de Rubens Pereira Júnior (PCdoB), para o secretariado de Flávio Dino, Dr Elizabeth Gonçalo passa a ser o primeiro suplente, uma vez que Simplício Araújo está ocupando a função de secretário de Indústria e Comércio e Gastão Vieira deve assumir o mandato.

Dr Elizabeth Gonçalo é irmão do prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, o qual foi responsável por coordenar a candidatura do ex-prefeito de Pastos Bons a deputado federal e de Ariston Sousa a deputado estadual, ambos obtiveram expressivas votações, demonstrando a força do grupo Gonçalo na disputa eleitoral.