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Uma década para lembrar ou para esquecer?

A chegada de 2011 representa também o fim da primeira década do terceiro milênio. Hora de refletir e avaliar o que se fez e o que não se fez entre 2000 e 2010.

O que se é hoje sempre será resultado do que se quis ser há dez anos atrás. É estabelecendo metas que se alcança resultados.

O que se fazia no início da década? O que se faz hoje? Onde se estava – profissional, pessoal, social e economicamente – e onde se está agora?

Este balanço é fundamental para traçar os próximos dez anos.

Reconhecer erros e acertos – e sobretudo os responsáveis por se estar ou não onde se queria estar.

O resultado positivo de toda esta análise é o que se denomina sucesso.

E garantirá as bases para um feliz 2011, 2012, 2013….

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. Bom texto, meu caro Marco, no entanto, a década passada, começou a rigor em 2001 e não em 2000 como afirma. O década de 1990 finaliza em 2000, assim como o século XX . A década de 10 do século XXI só se inicia em 2001 e finda em 2010. Rsrs. Detalhes cronológicos, apenas, mas gostei sobejamente do texto.

    Um Feliz 2011 para todos

  2. EIS UMA MENSAGEM À GOVERNADORA ROSEANA E SEUS SECRETÁRIOS

    OS SONS DA FLORESTA

    No século III d.C., o rei Ts’ao mandou seu filho, o príncipe T’ai, estudar no templo com o grande mestre Pan KU. O objetivo era preparar o príncipe que iria suceder ao pai no trono, para ser um grande administrador. Quando o príncipe chegou ao templo, o mestre logo o mandou, sozinho, à floresta de Ming-Li. Ele deveria voltar um ano depois, com a tarefa de descrever os sons da floresta.Passado o prazo, T’ai retornou e o mestre lhe pediu para descrever os sons de tudo aquilo que tinha conseguido ouvir.
    “Mestre”, disse o príncipe, “pude ouvir o canto dos cucos, o roçar das folhas, o alvoroço dos beija-flores, a brisa batendo suavemente na grama, o zumbido das abelhas e o barulho do vento cortando os céus”. Quando T’ai terminou, o mestre mandou-o de volta à floresta para ouvir tudo o mais que fosse possível. T’ai ficou intrigado com a ordem do mestre. Ele já não tinha distinguido cada som da floresta?
    Por longos dias e noites, o príncipe sentou-se sozinho na floresta, ouvindo, ouvindo. Mas não conseguiu distinguir nada de novo além daqueles sons já mencionados ao mestre. Então, certa manhã, sentado entre as árvores da floresta, começou a distinguir sons vagos, diferentes de tudo o que ouvira antes. Quanto mais atenção prestava, mais claros os sons se tornavam. Uma sensação de encantamento tomou conta do rapaz. “Esses devem ser os sons que o mestre queria que eu ouvisse”, pensou. Sem pressa, o príncipe passou horas ali, ouvindo e ouvindo, pacientemente. Queria ter a certeza de que estava no caminho certo.
    Quando T’ai retornou ao templo, o mestre lhe perguntou o que mais ele tinha conseguido ouvir. “Mestre”, respondeu reverentemente o príncipe, “quando prestei mais atenção pude ouvir o inaudível – o som das flores se abrindo, do sol aquecendo a terra, e da grama bebendo o orvalho da manhã”. O mestre acenou com a cabeça em sinal de aprovação. “Ouvir o inaudível é ter a disciplina necessária para se tornar um grande administrador”, observou Pan Ku. “Apenas quando aprende a ouvir o coração das pessoas, seus sentimentos mudos, os medos não confessados e as queixas silenciosas, um administrador pode inspirar confiança a seu povo, entender o que está errado e atender às reais necessidades dos cidadãos. A morte de um país começa quando os líderes ouvem apenas as palavras pronunciadas pela boca, sem mergulhar a fundo na alma das pessoas para ouvir seus sentimentos, desejos e opiniões reais”.

    Chan Kin e Renée Mauborgne do European Institute Of Business Adminstration ADAPTAÇÕES DO PROF.TÉCIO LEITE

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