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O caminho do lixo na ilha…

 

Tratamento adequado nos aterros sanitários

Terminado o prazo para que os municípios definam o seu Plano de Destinação de Resíduos Sólidos, as prefeituras entram agora na fase da implantação de um modelo que substitua os chamados lixões.

As prefeituras têm algumas opções aos lixões, mas nem todas tem as condições necessárias para implantação desta alternativa.

A solução para elas é dada pelas próprias autoridades que lidam com o Meio Ambiente no estado.

Existe nos arredores de São Luís um aterro sanitário privado, com valas, usina de compostagem e posto de reciclagem que pode atender, pelo menos, os municípios mais próximos da capital maranhense.

Exemplo de reciclagem após coleta, em Curitiba (PR)

Uma das saídas é a formação de consórcios entre as cidades.

São Luís, Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar, por exemplo, podem formar uma parceria que garanta a coleta conjunta e destinação de todo o resíduo produzido nos quatro municípios.

Mas o aterro pode atender também aos municípios de Rosário, Bacabeira, Santa Rita e até Itapecuru e Miranda do Norte.

Nas menores cidades do interior há ainda a opção dos fornos, também aceito pela Lei Geral dos Resíduos Sólidos.

O fato é que, até 2014, não poderá mais haver lixões no país.

E o Meio Ambiente agradecerá…

Marco Aurélio D'Eça

4 Comments

  1. O problema é que São Luís, Raposa, Paço e Ribamar não falam a mesma língua. A metropolização da ilha iria resolver isso. A mesma lei valeria para o 4.

  2. Marcos! Em Curitiba, são os catadores de materiais recicláveis os responsáveis pela maior parte da coleta do lixo colocado nas portas das residências. “Cerca de 92% do que é separado são eles que coletam. O programa municipal foi novidade quando lançado em 1989, hoje é deficitário”, afirmou. O instituto é responsável por 53 arranjos coletivos em Curitiba, na região metropolitana e em municípios da área pode Foz do Iguaçu.
    Atualmente,e em Curitiba e região metropolitana há cerca de 15 mil catadores. “Eles conseguem uma renda média de R$ 450,00. Mas a crise financeira está reduzindo bastante este ganho. Caiu o preço pago pelo metal; o papelão, que no ano passado era vendido por R$ 0,23, atualmente os catadores que não estão organizados em associações ou cooperativas chegam a receber apenas R$ 0,1% de atravessadores. A garrafa PET caiu de R$ 0,90 para R$ 0,50”.
    Quando será que esses gestores maranhenses vao deixar de desviar os recursos da limpeza publica? Quem se lembra que o PDT de Jackson faliu a COLISEU. Cade o promotor vedete do meio ambiente?b

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