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Imperatriz: com pregões, prefeitura reduz gastos em quase R$ 30 milhões…

Comissão de Licitação analisando documentos dos pregões; economia

Em seis meses de gestão, a Prefeitura de Imperatriz já fechou 54 certames de licitação, 53 na modalidade de pregão presencial e um de concorrência pública.

As disputas acirradas e dentro do que determina a Lei, já possibilitaram ao município uma diferença favorável de R$ 29.339.565,09 entre os valores inicialmente estimados e os que, ao final, foram sacramentados com os licitantes vencedores.

Um processo de licitação começa com a fixação de um valor de referência para o produto a ser comprado ou para o serviço a ser contratado. Essa estimativa de valor é oficialmente estabelecida no chamado “termo de referência”, com base no que se pratica no mercado.

Quando os licitantes se confrontam, por exemplo, no pregão presencial, estabelece-se uma espécie de leilão de preços disputado entre os que se habilitaram com documentos e comprovações da capacidade técnica de atendimento. No processo rígido, sem dar chance às combinações, o poder público sai ganhando.

Todos os contratos estabelecidos, depois de licitados, têm duração de um ano. Os valores finais são diluídos em 12 meses, o que significa dizer que muitos desses contratos vão abastecer a prefeitura até a metade do ano que vem.

Na maioria dos casos nem se esgotam os totais licitados, porque a demanda acaba sendo menor do que foi estimado inicialmente.

O Presidente da Comissão Permanente de Licitação, advogado Luís Gomes Lima Júnior, tem sido implacável na aplicação dos parâmetros legais, tanto é que a “poupança” até aqui verificada, entre os valores de referência no mercado e que, os que de fato acabaram prevalecendo, está favorecendo a prefeitura em níveis bem acima até da média nacional.

Há casos, como no da compra de material odontológico, que a princípio seria de R$ 3.722.147,06 e que acabou sendo fechado em R$ 1.173.211,94 – menos da metade do valor de referência.

– A ampla divulgação, a eficiência do nosso Portal e do nosso sistema de transparência democratizam os certames e ampliam a concorrência. Isso nos favorece, porque, quanto mais ampla participação, mais chance de preços menores chegarem à nossa mesa – diz Luís Júnior.

Explica o chefe da CPL que “essa gestão chegou à prefeitura porque foi convincente, quando propôs ao povo fazer o dinheiro público valer muito mais. A fidelidade à palavra empenhada está surtindo efeito e, com isso, o município está conseguindo administrar todas as dificuldades iniciais, pagando contas do passado e as de hoje”.

Marco Aurélio D'Eça

One Comment

  1. Ah, se em São Luís e no Estado fosse assim… Aqui os concorrentes se reúnem e acertam preços e quem vai ganhar a licitação. Em todos os setores acontece isso. Tem empresário presidente de Sindicato e que o primo é presidente da associação que janta-se de já levar o edital pronto pra CCL. Teve caso recente que ele “articulou” até a inclusão de uma licença de manejo ambiental, só pra tirar concorrentes da jogada.
    E ainda diz por aí que o alto escalão da prefeitura e do governo fazem isso para pagar a conta de fornecimento de material usado na Campanha Eleitoral. E o prefeito e o governado achando que estão com esse CARTAZ todo e se fazendo de SANTINHO.
    Na verdade são verdadeiro SETE CAPAS e uns tremendos camaleões com SETE CORES.
    Kkkkkk

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