Entre Davos e o carrinho: Lula zera “taxa das blusinhas” para ligar diplomacia ao bolso

Por Waldir Maranhão

O Brasil de 2026 tenta provar que multilateralismo também se mede no aplicativo de compras. Na noite de 12 de maio, o governo Lula publicou medida provisória que zera o Imposto de Importação federal para compras internacionais de até US$ 50, enterrando a chamada “taxa das blusinhas” criada em 2024.

A decisão vem na esteira de um reposicionamento externo. Sob a bandeira do “não alinhamento ativo”, o país presidiu o BRICS em 2025, lançou no G20 a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e se prepara para sediar a COP30 em Belém, defendendo financiamento e tecnologia para a transição ecológica dos países em desenvolvimento.

O discurso rendeu capital. Até 15 de abril, investidores estrangeiros alocaram R$ 67,7 bilhões na B3, recorde de participação acima de 60% dos negócios, enquanto o dólar voltou a operar abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos.

Mas o prestígio internacional esbarrava no carrinho doméstico. Com a Lei 14.902/2024, compras de até US$ 50 em Shein, AliExpress e Shopee passaram a pagar 20% de II, além do ICMS estadual. A MP altera o Decreto-Lei 1.804/1980 e autoriza a Fazenda a reduzir a alíquota a zero para remessas de pessoas físicas.

No Planalto, o secretário-executivo da Fazenda, Rogério Ceron, justificou: “É um avanço importante que só foi possível depois de outro avanço muito significativo no combate ao contrabando, que era uma marca presente neste setor. E esse contrabando foi praticamente eliminado”.

O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, reforçou o recorte social: “Os números mostram que a maior parte das compras é de pequeno valor. Então, o que o senhor está fazendo, presidente, é retirar impostos federais do consumo popular, das pessoas mais pobres”. A ministra Miriam Belchior lembrou que, “apesar do apelido ‘taxa das blusinhas’, as compras abrangem não apenas roupas, mas diversos produtos de baixo valor adquiridos pela população”.

A isenção federal não é total. O ICMS continua sendo cobrado pelos estados – dez deles já elevaram a alíquota para 20% – e o varejo nacional reclama de concorrência desigual. O governo, que arrecadou cerca de R$ 5 bilhões com a taxa em 2025, abre mão de receita em ano de meta fiscal apertada.

Entre Davos e o boleto, Lula aposta que soberania em 2026 se mede também pelo preço final na porta de casa. Se a diplomacia atraiu o dinheiro, agora precisa provar que ele chega ao bolso – sem desmontar a indústria que o mesmo governo promete reindustrializar.

Texto inspirado no estudo técnico Entre o Mundo_e_o_Bolso: Multilateralismo_e_Consumo_Popular

Waldir Maranhão é ex-presidente da Caãrma Federal, ex-reitor da Uema e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Pedro Lucas vê oportunidade rara no Brasil com minerais críticos…

Deputado federal maranhense entende que o país precisa deixar de ser apenas fornecedor de minério para virar potência energética mundial

 

BRASIL COMO PLAYER MUNDIAL NO MERCADO ENERGÉTICO. Pedro Lucas quer o país agregando valor ao seus minerais raros

O deputado federal maranhense Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) voltou a defender nesta terça-feira, 5, a mudança de patamar do Brasil no mercado mundial de terras raras; para ele, o país precisa deixar de ser mero exportador de matéria prima e entrar no jogo doas potências energéticas.

“O Brasil tem uma oportunidade rara nas mãos. O caminho mais inteligente para o projeto de lei dos minerais críticos não é estatizar nem repetir o velho modelo de exportar matéria-prima barata. É criar cadeia produtiva, tecnologia, processamento e conhecimento aqui dentro”, defendeu o parlamentar.

  • para virar potência econômica, o Brasil tem os pré-requisitos básicos: reservas estratégicas, demanda crescente e geopolítica privilegiada;
  • na opinião do deputado, é preciso investir no setor com metas claras, garantindo a transferência tecnologia e nacionalização da indústria.

“O país pode deixar de ser apenas fornecedor de minério para virar potência da nova economia energética. Extrair e exportar é o século passado. Agregar valor no Brasil é o futuro”, defendeu o deptuado maranhense.

O projeto que estabelece o marco histórico do setor de minerais críticos entrou em pauta no Congresso Nacional.

E o debate já está dominando a cena no Senado e na  Câmara Federal…

Hildo Rocha exalta desempenho da economia do Maranhão…

Estado inicia 2026 com o melhor desempenho da série histórica iniciada em 2013; parlamentar atribui os avanços nos indicadores de emprego às ações do governador Carlos Brandão

 

HILDO ROCHA VÊ A MÃO DE CARLOS BRANDÃO NO DESENVOVLIMENTO DA ECONOMIA DO MARANHÃO, gerando emprego e renda aos maranhenses

O Maranhão inicia o ano de 2026 com mais de 2,7 milhões de trabalhadores empregados, melhor resultado da série histórica, iniciada em 2013. Para o deputado federal Hildo Rocha (MDB), não há dúvidas de que o desempenho é resultado direto das ações do governador Carlos Brandão (sem partido).

“Isso se deve ao trabalho muito forte e competente do Governador do Estado do Maranhão, o Governador Carlos Brandão, e de sua equipe. O governador tem trabalhado fortemente para atrair novas empresas para o Maranhão, empresas que tenham uma cadeia longa e que gerem muito emprego, a exemplo da Inpasa, uma grande indústria de etanol de milho. Ao produzir o etanol de milho, ela gera vários subprodutos e cria uma grande quantidade de empregos”, pontuou Hildo Rocha.

  • o Maranhão já havia encerrado o ano de 2025 com a menor taxa de desemprego já registrada;
  • no Nordeste, perde apenas para o Ceará ficou com taxa de desemprego de 5%, ante os 5,6% do MA.

O parlamentar também mencionou investimentos do governo do estado em infraestrutura. Segundo Rocha, isso gera oportunidades de trabalho e reduz a migração de trabalhadores para outros estados.

  • Entre as obras destacadas, está a estrada estadual ligando a BR-010 ao polo de curtumes de Ribeirãozinho;
  • Trata-se de um dos maiores polos do setor nas regiões Norte e Nordeste, indústrias modernas e informatizadas.

“Com essa estrada agora asfaltada ligando aos curtumes, vão ser geradas muitas oportunidades de emprego. Isso também vai atrair mais indústrias que produzem produtos que têm como matéria-prima principal o couro, como as de sapatos, bolsas, cintos, chaveiros”, acredita o deptuado emedebista.

Para atender a essas indústrias, o governo Brandão já atua na qualificação profissional na região…

Com informações da Assessoria

De como o imperialismo age para tomar as riquezas dos países…

Documento dos Estados Unidos inventa uma ameaça que só existe na cabeça de Donald Trump para justificar que pode usar sua força militar contra o Brasil

 

DE OLHO NAS RIQUEZAS. As garras da águia Ianque tentam cravar no Brasil a imposição cultural e militar dos Estados

Há uma ameaça militar claríssima no documento assinado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para impor o tarifaço ao Brasil – que, no final das contas, virou apenas tarifinho.

  • um trecho deixa muito claro que Trump está disposto a usar a força para garantir que o Brasil reflita “os valores e o modo de vida americanos”;
  • para isso, o presidente dos Estados Unidos inventa uma fantasiosa ameaça partindo do Brasil ao seu país, sabe-se lá em que aspecto da vida americana.

“O presidente Trump também tomou outras medidas para alcançar a paz por meio da força e garantir que a política externa reflita os valores, a soberania e a segurança dos EUA”, diz o trecho claramente ameaçador do documento assinado por Trump. (Entenda aqui)

Mas é assim que o imperialismo age.

Primeiro inventa para o mundo que tal país representa uma ameaça ao modus vivendis que eles, os EUA, acham o certo. Foi assim com o Vietnã, com Cuba e com a Venezuela.

Depois, usa sanções para impor dificuldades a essas nações, em nome da paz mundial; a reação das nações passa a ser vista como mais ameaça, e as sanções viram medidas de força.

  • até que o país é sufocado totalmente, passa a viver como um pária;
  • e os EUA sugam dele tudo o que precisam para manter seu estilo de vida.

“Vamos impor tarifas pesadas contra vocês e vamos esmagar as suas economias, porque o que vocês estão fazendo é dinheiro manchado de sangue”, reforça o senador  republicano Lindsey Graham, ao criticar a aliança do Brasil com os Brics. (Saiba mais aqui)

O documento assinado por Donald Trump começa a dar os passos do imperialismo no Brasil. O Brasil tem riquezas minerais como em poucas partes do mundo.

E essa ameaça nada tem a ver com tarifas comerciais ou preocupação com direitos humanos…

Hilton Gonçalo propõe debate sobre beneficiamento do gás maranhense

Ex-prefeito – que é pré-candidato a senador – entende que a atuação da indústria neste setor vai impulsionar a economia e reduzir custo do botijão

 

O pré-candidato ao Senado Federal, Dr. Hilton Gonçalo, lançou um importante debate sobre o aproveitamento das riquezas naturais do Maranhão, com foco especial no gás natural extraído no município de Santo Antônio dos Lopes, na Bacia do Parnaíba. Segundo ele, é hora do Maranhão deixar de ser apenas fornecedor de matéria-prima e passar a transformar essas riquezas em desenvolvimento direto para sua população.

“Temos uma das maiores reservas terrestres de gás natural do país e não sentimos sequer o cheiro do que produzimos. Enquanto isso, o povo segue pagando caro no botijão e queimando casca de coco babaçu ou lenha para cozinhar”, alertou Hilton.

De acordo com dados recentes, a empresa Eneva — maior operadora privada de gás natural do Brasil — extrai diariamente 8,4 milhões de metros cúbicos de Santo Antônio dos Lopes.

Apesar da grandiosidade da produção, Hilton Gonçalo chama a atenção para o fato de que o envasamento do gás — transformando-o em GLP (gás de cozinha) — não é feito no Maranhão. “Estamos perdendo bilhões de reais por ano que poderiam estar sendo injetados na nossa economia, gerando empregos, renda e mais justiça social. Isso precisa mudar”, defendeu.

A proposta do pré-candidato é clara: viabilizar o envasamento do gás extraído em solo maranhense dentro do próprio estado, criando inclusive opções de encher parcialmente o botijão como ocorre nos Estados Unidos, Canadá, Paraguai, Uruguai e outros países.

Hilton Gonçalo cita como exemplo a “Dona Maria Joana”, que tem R$ 60 no bolso e não consegue comprar um botijão de 13 kg, cujo valor médio no Maranhão hoje é de R$ 110 em média.

“E quando a Dona Maria Joana puder comprar determinada quantidade de gás e continuar cozinhando com dignidade? Para isso acontecer, precisamos de um senador que pense com o povo, que enxergue com os olhos da nossa gente”, enfatizou.

A proposta de Hilton Gonçalo é discutir no Congresso Nacional a possibilidade das pessoas comprarem o botijão e abastecer de acordo com a quantidade de gás a ser desejada, o que pode tornar o mercado mais acessível.

Em 2025, o Maranhão consumirá cerca de 255 milhões de quilos de gás de cozinha, o que representa um mercado de aproximadamente R$ 2,16 bilhões por ano. Esse valor, hoje transferido quase integralmente para fora do estado por conta do envasamento externo, poderia ser revertido em postos de trabalho, arrecadação tributária e investimentos em infraestrutura local.

Além disso, o envasamento interno facilitaria o acesso da população a opções mais baratas e fracionadas de gás, combatendo a pobreza energética e promovendo mais dignidade às famílias maranhenses.

Weverton participa de encontro com Haddad e Alcolumbre para debater pauta econômica

Senador maranhense discutiu com as lideranças do Congresso e com a equipe do governo as pautas econômicas de interesse do presidente Lula

 

DEBATE ECONÔMICO. Weverton participou da reunião de lideranças com a equipe do governo Lula, na casa do presidente do Senado

O senador Weverton Rocha (PDT) participou, nesta terça-feira, 11, de uma reunião com os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, e do Planejamento, Simone Tebet, e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para debater a agenda econômica do Governo Federal e a atuação do Congresso na tramitação de medidas prioritárias. O encontro ocorreu na residência oficial da Presidência do Senado, em Brasília.

“O governo trouxe as principais pautas econômicas para este ano. Aqui, discutimos 11 delas e, tenho certeza, que elas estão andando. O Brasil tem muito a ganhar e, obviamente, todos os nossos trabalhadores. Eu estarei aqui ao lado do presidente Lula ajudando na condução dessa agenda. Uma agenda propositiva, uma agenda de crescimento, uma agenda desenvolvimentista”, afirmou Weverton.

Após o encontro, Alcolumbre defendeu uma atuação conjunta do Legislativo para impulsionar o crescimento do país e pediu que os parlamentares deixem as diferenças políticas de lado.

“Vamos deixar as divergências de lado e, com esse espírito, estamos aqui para fazer a diferença”, afirmou o senador, ressaltando a importância da cooperação entre o Senado, a Câmara e o governo federal.

Weverton reforçou a declaração de Alcolumbre.

“Temos que pensar no país. Nada é mais importante. Aqui, não pode ter partido, esquerda ou direita. A pauta tem que ser em defesa dos trabalhadores e trabalhadoras. Isso é o mais importante”, declarou o parlamentar.

Da Assessoria

Fernando Braide vota mais uma vez contra aumento de impostos

Parlamentar atendeu ao descontentamento da classe produtiva e econômica maranhense, apontando impactos socioeconômicos da nova alíquota, que passa de 22% para 23% no Maranhão

 

Aprovado com nove votos contrários, entre eles do deputado Fernando Braide (PSD), o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) passa a valer a partir de fevereiro. Enviado pelo Governo do Estado, a proposta, que eleva de 22% para 23% a alíquota modal do imposto, foi alvo de críticas e recebeu ampla rejeição por parte de representantes de entidades como a Fecomércio, Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Luís (CDL) e o Conselho de Contabilidade.

“Não há como aceitar que o Maranhão, o estado mais pobre do país, continue liderando o ranking das tarifas de ICMS. Este novo aumento só vai penalizar ainda mais as famílias, os comerciantes e os pequenos empreendedores que já sofrem com uma carga tributária extremamente elevada. Meu compromisso é com os maranhenses, e não com medidas que sobrecarregam a população e fazem o nosso estado andar na contramão da economia global”, declarou Braide.

  • a nova alíquota passará a valer em 90 dias;
  • falta informações sobre impactos do ICMS;
  • a medida ignora impactos socioeconômicos.

“A população maranhense, especialmente a mais vulnerável, não pode continuar pagando pela falta de alternativas eficientes na gestão pública. Precisamos buscar soluções que respeitem o cidadão e promovam o desenvolvimento econômico do estado”, acrescentou Braide.

Além de Fernando Braide, os deputados Carlos Lula (PSB), Francisco Nagib (PSB), Júlio Mendonça (PCdoB), Leandro Bello (Podemos), Othelino Neto (Solidariedade), Rodrigo Lago (PCdoB), Ricardo Rios (PCdoB) e Wellington do Curso (Novo) também votaram contra a medida, marcando uma postura de oposição ao aumento e reforçando o descontentamento exposto por representantes das instituições e entidades maranhenses.

Justiça vê acusações infundadas e arquiva denúncia contra Marcus Feitosa

Poder Judiciário do Ceará analisou o processo e decidiu dar um ponto final nas acusações contra o empresário, que tem forte atuação econômica e social naquele estado e também no Maranhão, onde desenvolve atividades em comunidades carentes de São Luís

 

A Justiça do Ceará arquivou as acusações contra o empresário Marcus Feitosa, consideradas infundadas

O Poder Judiciário do Ceará decidiu pelo arquivamento de um processo contra o empresário Marcus Vinicius Feitosa de Castro, que atua no Maranhão e também naquele estado; a decisão judicial põe um ponto final nas infundadas acusações imputadas ao empresário.

  • conhecido há mais de 20 anos, Marcus Feitosa tem forte atuação no Maranhão;
  • em São Luís desenvolve atividades sociais em comunidades carentes;
  • Também oportuniza a geração de emprego e renda no estado.

A decisão da justiça cearense reforça e mostra o equívoco impetrado contra o empresário que possui uma conduta ilibada e um histórico de trabalho nos dois estados.

Marcus Feitosa desenvolve ações sociais nas localidades de maior vulnerabilidade, com distribuição de cestas básicas, entre outras atividades, demonstrando o apreço e carinho que tem pela cidade de São Luís. O seu pragmatismo é tão vibrante que, junto com sua esposa, uma eficiente odontóloga, vive há duas décadas na capital maranhense.

Com esse desprendimento e dedicação, Marcus Feitosa é admirado e querido não só por seus funcionários, como mas também por todos aqueles que o rodeiam.

Portanto, a decisão da justiça foi correta e digna de aplausos da sociedade, ainda mais para quem conhece a trajetória e o trabalho do empresário.

Em São Luís, Juscelino Filho abre reunião de Economia Digital do G20

Ministro das Comunicações participou nesta segunda-feira, 10, de seminário que fala de segurança na economia digital, antecipando o encontro dos representantes das nações mais ricas do mundo

 

O ministro das Comunicações, Juscelino Filho, abre na terça-feira, 11, às 9h, a 3ª reunião do Grupo de Trabalho de Economia Digital do G20. O evento, que contará com delegações das 19 maiores economias do mundo e da União Europeia, será realizado no Blue Tree Towers, em São Luís (MA). Nesta segunda-feira, 10, o ministro participou de um seminário com o tema “Segurança na Economia Digital”, em parceria com o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.

“Por determinação do presidente Lula, dada assim que o Brasil passou a presidir o G20, nossa agenda está voltada ao desenvolvimento e à superação das desigualdades. O Grupo de Trabalho de Economia Digital é um ambiente único para tratarmos da transformação digital das sociedades e como isso pode e precisa ser um grande aliado nesse desafio, em especial nos países emergentes”, afirmou Juscelino Filho.

Como nas duas primeiras reuniões do grupo de trabalho coordenado pelo ministro das Comunicações, a de São Luís seguirá tratando dos seguintes eixos temáticos: Inclusão Digital, Conectividade Universal e Significativa; Governo Digital; Integridade da Informação e Confiança no Ambiente Digital; e Inteligência Artificial para o Desenvolvimento Sustentável.

A próxima reunião será realizada em Maceió (AL), de 9 a 13 de setembro.

O ministro Juscelino Filho também destacou o fato de a cidade receber o evento do G20.

“Além de provar a capacidade da nossa capital de receber eventos internacionais dessa proporção, vamos movimentar a economia e divulgar São Luís e o nosso Maranhão. Preparamos experiências gastronômicas e culinárias incríveis, e tenho certeza que os delegados terminarão a reunião planejando retornar em breve ao estado”, disse.

Da Assessoria

Ex-secretário de Jackson critica planejamento de Brandão e cobra deputados do PDT…

Em artigo intitulado “Idiossincrasias”, Abdelaziz Santos desqualifica uso da empresa Macroplan na elaboração do do plano estratégico, reclama da falta de lembrança do governo pedetista na retomada do Plano Plurianual e diz que dirigentes de empresas como a Gasmar vivem de “palestras mirabolantes pelo mundo sem compromisso com a verdade” 

 

Aziz mostra tristeza com os números do governo Brandão e decepção com a postura dos deputados do PDT na Assembleia

O ex-secretário de Planejamento Abdelaziz Santos, voltou a criticar duramente o governo Carlos Brandão (PSB), sobretudo nos aspectos da economia e do desenvolvimento do estado neste primeiro período de mandato; para Aziz, que é economista, os auxiliares de Brandão “teimam em apostar nos projetos de bilhões de dólares que por aqui aportam”, sem qualquer resultado no dia dia da população.

– Nem mesmo a minha formação em economia consegue contar tanta fartura! Vale, Alumar, Suzano, polo de soja de Balsas e adjacências, Eneva, o gigantismo do Porto de Itaqui, nenhum deles quis saber até hoje da população, tanto assim que estamos mais pobres hoje do que antes deles – destaca Abelaziz, citando como exemplo a Empresa Maranhense de Gás (Gasmar), recentemente listada pelo Tesouro Nacional por dar prejuízo milionário aos cofres públicos maranhenses.

– A Gasmar criou a expectativa de que os proprietários de veículos em São Luís iriam dispor de gás veicular até o final de 2022. Estamos em 2024 e nada. Assim, talvez seja prudente o Governador proibir que os dirigentes da empresa andem falando tais bobagens, e fiquem mesmo apenas fazendo palestras mirabolantes sobre petróleo e gás pelo mundo afora, sem qualquer compromisso com a verdade. Isso nos aliviaria muito, além de liberar o Governo dessas piadas de mau gosto – provoca o ex-secretário.

Aziz Santos não é o primeiro especialista a fazer um balanço negativo do governo Brandão em 2023; este blog Marco Aurélio d’Eça já publicou o post “Brandão está perdido, sem rumo e sem projeto”, com crítica do presidente do Novo, Leonardo Arruda, e a análise do também ex-secretário Simplício Aráujo, intitulada “Simplício vê ‘um ano perdido para o Maranhão'”.

Apesar dos projetos de bilhões, Maranhão continua em, níveis miseráveis de IDH, nos padrões da Venezuela

Em seu artigo, intitulado “Idiossincrasias!” Aziz não poupa sequer os deputados do seu partido, o PDT, que acabaram votando no projeto do governo que atenta contra as comunidades tradicionais. 

– O que fazem mesmo esses deputados ainda nas nossas fileiras? A passagem do ano não seria uma boa hora de despedida? – cobra Aziz; compõem a bancada pedetista na Assembleia – todos alinhados ao governo Brandão – os deputados Osmar Filho, Glalbert Cutrim, Drª Viviane e Cláudia Coutinho.

Ao destacar as ações do governo Jackson Lago em planejamento de 10 anos para o Maranhão – em contraponto ao da Macroplan, que prevê resultados só em 50 anos – Aziz ensina que o desenvolvimento local deveria ser a tônica de qualquer política econômica. 

– Como se a população fosse comer minério de ferro, bauxita, alumínio, aço, papel e coisas que tais. Não conseguem entender que grandes projetos são intensivos de capital e visam essencialmente o lucro – comenta, ressaltando o resultado do Maranhão após o primeiro período de governo Brandão: 57% da população no índice da pobreza.

– Aos poucos, por esse e outros motivos, um ou outro deputado começa um tímido movimento de oposição ao atual governo maranhense, num estado em que oposição virou artigo de luxo desde o Governo Flávio Dino. Claro, competentes como são, primeiro se elegem no pacote governamental para depois se conscientizarem que tomaram o rumo equivocado. De qualquer forma, sejam bem vindos para o lado de cá! – conclui o ex-secretário.