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Para Weverton, atuação no Congresso Nacional também pode definir futuro prefeito…

Senador eleito, que já troca informações com pré-candidatos do seu grupo político, monitora, ao lado do prefeito Edivaldo Júnior, a movimentação de aliados e adversários em torno da sucessão em São Luís

 

Ao lado do prefeito Edivaldo Júnior, Weverton já tem as primeiras impressões sobre a sucessão de 2020

O senador eleito Weverton Rocha (PDT) tem acompanhado a movimentação de todos os interessados do seu grupo político na sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT); e para ele, a atuação da bancada maranhense no Congresso também pode definir o futuro prefeito.

– É preciso esperar o desempenho dos nossos parlamentares em Brasília, tanto aliados quanto adversários; essa performance, dependendo também da postura em relação ao futuro governo Bolsonaro, pode ajudar ou complicar para alguns – avaliou, Rocha.

Mesmo sem citar nomes, o pedetista disse entender que o desempenho do próprio deputado federal Eduardo Braide (PMN) – hoje tido como favorito na disputa pela prefeitura – pode ser influenciado por sua relação com o governo Bolsonaro.

– Há uma expectativa muito grande em relação ao governo Bolsonaro; o desempenho deste governo, se bom ou ruim, pode atingir diretamente seus aliados no estado; e quem tiver uma performance de protagonista no debate, contra ou a favor do presidente, será reconhecido de acordo com o que ocorrer no país – avaliou o senador eleito.

Pedro Lucas, Eliziane Gama e Pedro Fernandes são alguns dos cotados para prefeito com atuação em Brasilia

Entre os aliados de Weverton Rocha e do prefeito Edivaldo Júnior na Câmara Federal cotados para a sucessão em São Luís estão a senadora eleita Eliziane Gama (PPS) e os deputados federais eleitos André Fufuca (PP) e Pedro Lucas Fernandes (PTB).

Nenhum deles se posicionou oficialmente, ainda, sobre a relação com o governo Jair Bolsonaro. Outros nomes do grupo compõem a bancada de deputado estadual e de vereador em São Luís.

Eduardo Braide também não se manifestou se cerrará fileiras ou ficará neutro em relação ao presidente.

Por enquanto, diz Weverton Rocha, as conversas se dão apenas em torno dos objetivos de cada interessado na disputa, o que deve perdurar por todo o ano de 2019.

– Certamente, ao final de 2019, já se tem mais claramente um quadro de pré-candidatos que possa se consolidar para a disputa de 2020 – concluiu o senador…

Marco Aurélio D'Eça

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