Othelino busca ampliar transparência e controle social na rede pública de saúde

O deputado estadual Othelino Neto (PSB) anunciou, na sessão desta quinta-feira, 25, Projeto de Lei de sua autoria, que pretende ampliar a transparência na saúde pública maranhense por meio da divulgação das filas de espera do Sistema Único de Saúde (SUS). A proposta determina a publicação e atualização, na internet, das listas de pacientes que aguardam consultas especializadas, exames, cirurgias e outros procedimentos na rede pública estadual.

De acordo com o texto, os cidadãos poderão acompanhar informações como a data da solicitação do atendimento, a posição ocupada na fila, o tipo de procedimento solicitado e a estimativa de prazo para realização. A medida também alcança unidades conveniadas e demais prestadores de serviços que recebem recursos públicos.

O projeto estabelece que a divulgação dos dados deverá respeitar a privacidade dos pacientes, que serão identificados apenas pelo número do Cartão Nacional de Saúde (CNS) ou CPF.

Além disso, o gestor do SUS deverá observar a ordem de inscrição para os atendimentos, exceto nos casos de urgência e emergência.

Na justificativa da proposta, Othelino destaca que a falta de transparência nas filas gera insegurança para os usuários e pode favorecer irregularidades, como os chamados “fura-filas”. O parlamentar argumenta que a medida fortalece o controle social, amplia a fiscalização dos serviços públicos e contribui para uma gestão mais eficiente dos recursos da saúde.

A iniciativa tem como referência modelo já adotado em Santa Catarina, considerado exemplo de transparência na área da saúde, permitindo que pacientes consultem sua posição na fila de espera de forma simples e acessível. Se aprovado, o projeto entrará em vigor após 120 dias da publicação da lei.

Da Assessoria

Hildo Rocha defende aumento do teto para pequenas e microempresas…

Deptuado federal maranhense atuou forte em plenário pela aprovação do regime de urgência para tramitação do Projeto de Lei na Câmara

 

A atualização do teto de faturamento para micro e pequenas empresas voltou ao centro do debate político na Câmara dos Deputados com a aprovação do regime de urgência para o PLP 108/2021. A medida abre caminho para uma votação mais rápida em plenário e mobiliza parlamentares em torno de mudanças consideradas estratégicas para o setor produtivo.

“Nós orientamos ‘sim’ para esta urgência, tendo em vista que as pequenas empresas, os MEIs estão com um teto já ultrapassado há muito tempo”, afirmou o deputado, fervoroso defensor da proposta, que trabalhou em plenário pela aprovação do requerimento de urgência da matéria.

  • a atualização dos valores é fundamental para garantir fôlego financeiro aos pequenos negócios e evitar que empreendedores sejam penalizados pelo crescimento;
  • o texto em discussão prevê a ampliação dos limites de faturamento para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

A proposta também autoriza o MEI a contratar até dois empregados e inclui atividades rurais no regime, ampliando o alcance da política pública. Ainda assim, o conteúdo pode ser modificado durante a votação em plenário.

“Nós somos a favor da urgência, para que o mérito dessa matéria seja pautado o mais breve possível, se possível na próxima semana”, disse, sinalizando a expectativa de avanço rápido na tramitação.

Do ponto de vista legislativo, a aprovação da urgência não altera imediatamente as regras em vigor, mas encurta o caminho até a deliberação final.

O tema, no entanto, já se consolida como uma das pautas econômicas prioritárias no Congresso, com potencial impacto direto sobre milhões de pequenos empreendedores no país.

Da Assessoria, com edição do blog

Projeto de Ana Paula Lobato impõe medidas rígidas contra ligações abusivas de telemarketing

Proposta aprovada na Comissão de Constituição e Justiça do Senado estabelece uma série de medidas que devem ser seguidas pelas empresas

 

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal aprovou, nesta quarta-feira, 17, o Projeto de Lei 2616/25, de autoria da senadora Ana Paula Lobato (PSB), que estabelece medidas mais rígidas para combater ligações repetitivas e abusivas de telemarketing e telecobrança.

A proposta garante que, ao informar que não deseja mais receber ligações ou que não conhece a pessoa procurada, o cidadão tenha seu número excluído imediatamente das bases de dados das empresas, com registro eletrônico e protocolo. A exclusão também deverá ser comunicada automaticamente quando essas listas forem compartilhadas com terceiros.

  • o texto tipifica como prática abusiva estratégia para burlar o bloqueio de chamadas, como o uso de vários números;
  • também proíbe práticas de mascaramento da identificação de quem liga e as ligações automáticas e insistentes.

“Esse projeto nasce da escuta diária da sociedade. Milhões de brasileiros sofrem com ligações insistentes que violam a privacidade, geram constrangimento e tiram o direito à tranquilidade. O que estamos fazendo é colocar um limite nessas práticas abusivas”, afirmou a senadora.

O projeto também cria o Cadastro Único Telefônico, que permitirá ao consumidor decidir se aceita ou não contatos comerciais, sob fiscalização da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Outro ponto importante é o estabelecimento de regras mais rígidas para a ativação de chips, com verificação de identidade do usuário, medida que busca dificultar fraudes e o uso irregular de linhas telefônicas.

Com a aprovação na CCJ, o projeto segue agora para análise da Comissão de Fiscalização e Controle (CTFC).

Fábio Macedo quer punição maior para injúria racial em evento público

Projeto de Lei do deputado federal maranhense estabelece pena de 3 a 7 anos quando esses crimes ocorrerem em ambientes de práticas esportivas, religiosas artísticas e culturais

 

O deputado federal Fábio Macedo (Podemos) quer modificar a Lei Contra Injúria Racial, a Lei 7.716/1989, fazendo com que a pena para o crime em eventos públicos seja ampliado.

Macedo apresentou o Projeto de Lei 2739/2023, que prevê uma pena de reclusão de 3 a 7 anos para quem cometer o crime de injúria racial durante atividades esportivas, religiosas, artísticas ou culturais. Além disso, o autor estará proibido de frequentar o local do crime.

A ideia é diminuir a prática criminosa que, infelizmente, tem sido comum em alguns eventos públicos, como nos estádios de futebol ou shows no Brasil.

“A inclusão e o respeito devem ser valores fundamentais em eventos públicos. Com essa modificação no PL original, queremos garantir um ambiente público livre de injúria racial e punir com mais rigor os propagadores desse crime terrível. Vamos construir um futuro melhor”, afirmou Fábio Macedo, que é Líder do Podemos na Câmara Federal.

O PL tramita nas comissões técnicas e ainda não tem uma data para ser apreciada em Plenário.

Da assessoria