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Desembargador reconhece matéria do blog sobre “deslizes” de magistrados…

O desembargador José Luiz de Almeida

O desembargador José Luís Oliveira de Almeida republicou em seu blog o post “Tremei, bandidos de toga!!!”, que aponta a responsabilidade do Judiciário com a corrupção envolvendo os outros poderes.

Para o magistrado, a matéria “retrata, fielmente e em poucas linhas, o que as pessoas pensam, com razão,  do Poder Judiciário, fruto dos nossos ‘erros’  e da má conduta de uns poucos”.

O texto, publicado em 2 de fevereiro, reflete que a corrupção nos demais poderes e no seio da sociedade só ocorre por que, nestes setores, conta-se sempre com a benevolência ou proteção de setores corruptos do Judiciário.

E conclui: a corrupção só existe na sociedade por que ela existe no Judiciário.

José Luiz de Almeida classifica a matéria de “indigesta”, mas admite não ter como refutá-la.

– A matéria é indigesta, mas não podemos contestá-la, pois ele traduz apenas a realidade que muitos não querem – ou fingem não querer –  ver – conclui o desembargador, antes de publicar a íntegra do texto.

O reconhecimento do desembargador José Luiz de Almeida reflete o objetivo perseguido por este blog: influenciar as instâncias de poder e fazer refletir sobre o papel de cada um na sociedade.

Muito mais do que número de acessos ou de publicar matérias em primeira-mão, este blog se propõe fazer pensar. Por isso atua com foco prioritário nos círculos de poder.

Com análises contundentes, mas precisas e incontestáveis, acredita contribuir para mudança de postura de autoridades e formadores de opinião em todos os setores.

E assim, também ajudar na melhoria da sociedade como um todo…

Leia aqui o blog do desembargador José Luiz de Almeida

Marco Aurélio D'Eça

3 Comments

  1. Lia todas as vezes que acesso a internet o blog do Décio, após seu cruel assassinato achei que seria difícil me acostumar com outro blog como mas já faço praticamente o mesmo que fazia com o Décio agora com o Deça, com uma diferença: pedindo a Deus que ele te proteja.

  2. I don’t do criminal law epecxt when I bump up against it in my other practice areas, like immigration or family law, but my cousin does criminal law as a public defender and he seems to love it. You gotta go with the practice area that suits your talents. Well, here’s my 2 cents.Pros There is not a lot of paperwork (aside from a few canned motions you use all the time). If you like strutting your stuff in court, then you can go to court a lot. If you truly believe your client’s innocent, then you get to feel righteous about defending the innocent. Aside I have a friend whose son was wrongly convicted and it took her years to get him out of jail and his name cleared. Sadly he was murdered a couple of years after he was released from prison. Wrong place, right time. A tragedy.More pros you can probably line up a fair amount of work if you get on the conflict panel (where the regular PD can’t take the case and they have to farm it out to the local lawyers). Also repeat business and referrals. Criminals tend to be repeat offenders and they’re thick as, well, thieves and tend to refer their cohorts to their attorney.Cons you’re working with cons! But you get over it. Yes, they tend to be stupid, but you don’t have to put them on at trial, just have them work on their innocent lamb face and put on a decent suit. You should also get paid up front, or at least before trial. Once they’re in jail good luck with getting paid. Getting paid is the hardest part of being a lawyer. That and having to deal with other lawyers, and I hear that district attorneys can be real snots. But I think the average civil lawyer is worse than the average district attorney because they’re being paid ever so much more to be jerks to the opposing counsel. DA is only seeking justice and the civil attorney is generally helping his client get away with murder (figuratively of course).

    Resp.: Um comentário sobre comportamento de advogados. O que tem a ver com o texto em tela?

  3. Prezado Maco Aurélio,se todos os desembargadores fossem como José Luís Almeida, um homem sério,competente e moralista, as coisas na justiça do maranhão andava como deveria ser.

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