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Flávio Dino usa eleições para empoderar amigos…

Governador tem usado as estruturas do Palácio dos Leões para fazer de seus sócios, ex-sócios e parentes de sócios, homens de forte poder no Maranhão

 

Flávio Dino e Amilcar, o ex-juiz e tio de Antonio Nunes: candidato empurrado em Barreirinhas

Flávio Dino e Amilcar, o ex-juiz e tio de Antonio Nunes: candidato empurrado em Barreirinhas

 

Mário Macieira, Dr. Amilcar Rocha, Davi Telles, Antonio Nunes…

São apenas nomes de gente ligada ao setor advocatício no Maranhão. E muitos deles dispostos a encarar as urnas em 2016, nestas eleições municipais. Outros exercendo funções públicas de poder no estado.

Todos têm a mesma origem: são sócios, foram sócios ou são parentes de sócios de ninguém menos que o governador comunista Flávio Dino.

E Flávio Dino tem usado o mandato de governador para tentar empoderar os amigos.

É Flávio Dino quem está por trás da candidatura do ex-juiz Amilcar Rocha em Barreirinhas, que resultou, inclusive, na retirada da candidatura à reeleição do próprio prefeito Léo Costa (PDT).

Amilcar é tio de ninguém menos que Antonio Nunes, o notório ex-diretor do Detran, hoje na Secretaria de Governo do comunista.

Macieira também seria empoderado por Dino, não fosse a resistência de Edivaldo Júnior

Macieira também seria empoderado por Dino, não fosse a resistência de Edivaldo Júnior

Flávio Dino tentou fazer o mesmo aqui em São Luís, forçando para emplacar o advogado e ex-presidente da OAB-MA, Mário macieira, como vice do prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) – e só não conseguiu diante da resistência do próprio Edivaldo e de seus aliados no PDT.

Antonio Nunes e Davi Telles cumprem missões mais burocráticas na estrutura de poder do comunista.

O primeiro foi diretor do Detran – em uma não muito respeitável gestão relâmpago – e hoje está na Secretaria de Governo. Telles está no comando da Caema, onde tentou terminar de inviabilizar o próprio Holandinha, a serviço de Bira do Pindaré (PSB). 

Flávio Dino é um home do Direito, do setor Judiciário, desde sua origem.

E é comesses que ele pretende estabelecer o poder no Maranhão…

Marco Aurélio D'Eça

4 Comments

  1. Tá bom, ele vai convocar e empoderar: Ricardo Murad, Andrea Murad, Edilásio, Hilton Rocha, fernando fialho, João Alberto … Fala sério !

  2. Marco reproduza esse texto do pronunciamento do Senador Roberto Requião, feito ontem no plenário do Senado, devidamente reproduzido no blog do Conersa fiada, sobre o Presidente Sarney
    Requião compara Sarney e Temer: duas gestões radicalmente opostas do PMDB que revelam muito

    Os ‘donos do poder’ trabalham duro para apagar a verdadeira história e criar a falsa história. A falsa história iguala os diferentes e separa os iguais. Cria o vilão perfeito e o herói perfeito. Querem que o cidadão comum – acostumado com a superficialidade do roteiro maniqueísta criado pelos grupos de comunicação – perca a capacidade de enxergar as pessoas e interesses reais que existem na política. Massacrado pela propaganda maniqueísta, o cidadão fica horrorizado com o poder emancipatório do espelho tão humanamente imperfeito da sociabilidade política. Porém, Deus criou a política como jogo para o homem exercitar sua inteligência e sua coragem; como espelho para ensinar o homem que julgar os erros dos outros é apenas uma forma de revelar os próprios erros; como instrumento da ação coletiva para mostrar ao homem que ele só pode criar, transcender, construir o belo com a comunhão de seus iguais tão diferentes; como espaço de sociabilidade imperativa para mostrar que ele é um ser social e só pode se realizar quando se vê obrigado a se relacionar também com aqueles que não fazem parte de seu círculo mais íntimo e que só pode ser feliz quando sua imperfeita parcialidade seja útil para a dinâmica perfeita do todo.

    O PMDB não é nem o vilão como querem os moralistas da esquerda e nem o herói temporário que pode destruir outro suposto vilão como quer a direita. O PMDB é fruto do processo histórico brasileiro. Pelas linhas tortas traçadas pelo destino, seus militantes fizeram, fazem e farão parte nos acertos e erros úteis ao processo de construção da consciência do povo brasileiro sobre sua capacidade de tomar as rédeas de seu belo destino.

    Para que os brasileiros mais jovens não tomem essa desastrosa interinidade presidencial como expressão do PMDB, como se fosse manifestação pronta e acabada do que seja o nosso partido e do que pensam nossos militantes, vou relembrar hoje uma outra presidência do PMDB, igualmente circunstancial, herdada ao sabor dos acontecimentos, mas da qual, ao contrário da presente, podemos ter orgulho.

    Dois PMDBs

    E faço essa relembrança não apenas para cotejar a oposição aos princípios básicos do programa do PMDB pelo governo de hoje com a fidelidade a esses princípios pelo governo de José Sarney.

    Registro-o também para homenagear o ex-presidente, tão exposto ao desrespeito, como tem sido usual nestes tempos de pré-julgamento, da sentença antes do processo, de supressão do pressuposto de inocência. Nestes tempos em que a mídia transforma-se em tribunal popular, aos moldes dos regimes de exceção, sob a batuta de promotores e juízes que consideram “feio o que não é espelho”.

    Vamos ao cotejo entre a interinidade do PMDB de Temer, de Padilha, de Jucá, de Moreira Franco, de Eduardo Cunha, de Henrique Alves com o PMDB de Sarney, de Celso Furtado, de Dante de Oliveira, de Luís Henrique da Silveira, de Marcos Freire, de Paulo Brossard, de Pedro Simon, de Renato Archer, de Rafael de Almeida Magalhães, de Bresser Pereira, de Waldir Pires, de Fernando Lira, de Ulysses Guimarães.

    Política Exterior

    De saída, vamos comparar a política de relações exteriores de um e de outro.

    O Itamaraty de Sarney fundava-se no princípio da autodeterminação dos povos, recusava o alinhamento automático às grandes potências, defendia a multipolaridade, a integração e cooperação regional.

    Sarney, com o presidente argentino Raul Alfonsin, criou o Mercosul. Recusando-se submeter o Brasil aos interesses geopolíticos norte-americanos, Sarney normalizou nossas relações com Cuba e aproximou o nosso país dos países do leste europeu e com a China.

    Quando o Fundo Monetário Internacional quis impor seu receituário de recessão, de cortes de gastos públicos, de arrocho salarial, Sarney optou pela moratória, em nome de nossa soberania.

    E hoje, o que temos?

    Temos o Itamaraty retrocedendo às trevas, à política de linha auxiliar da agenda norte-americana. Voltamos a tirar os sapatos para o falido consenso de Washington. Há poucos meses, o Brasil está perfilando ao que existe de mais atrasado e obtuso na América Latina e conspira contra o Mercosul.

    Enquanto os dois candidatos à presidência dos Estados Unidos convergem na oposição firme a acordos comerciais que prejudiquem o país, Temer e Serra parecem querer ressuscitar a Alca e acorrentar o Brasil ao proveito da globalização neoliberal. O Itamaraty concede asilo ao um modelo de economia, e de relações internacionais, que está sendo escorraçado no mundo todo.

    Eis aí, opondo-se como a água ao óleo, o PMDB de Sarney e o PMDB de Temer.

    Direitos Trabalhistas e Sociais

    Em relação aos direitos dos trabalhadores e dos aposentados, aos direitos sociais, aos programas sociais, ao amparo aos mais pobres, à proteção dos excluídos como agiu o PMDB de Sarney e como age o PMDB de Temer?

    Hoje, a conta da crise cai pesadamente sobre o lombo já lanhado dos trabalhadores e dos aposentados. A reforma da Previdência pretende aumentar a idade para a aposentadoria a um patamar que supera a expectativa de vida de alguns estados brasileiros.

    É a chamada aposentadoria “pá, buf!”: aposentou, morreu.

    A reforma trabalhista quer revogar a CLT, porque, dizem, ela é muito antiga.

    Seguindo esse raciocínio, vão querer revogar também, a Lei Áurea, que é mais antiga ainda.

    Querem impor a prevalência do “negociado entre a raposa e a galinha” sobre o “legislado pelos representes políticos eleitos”.

    Em uma situação de crise como a de hoje, com o desemprego em alta, com os sindicatos enfraquecidos e com algumas centrais sindicais apelagadas e cúmplices do golpe, vão acabar impondo corte de salários, aumento das horas trabalhadas, fim do 13º, redução das férias e do descanso remunerado e assim por diante.

    Ora, já não houve um líder empresarial falando em aumento da jornada para 80 horas semanais? Daí para extinção da Lei Áurea é um “passinho”…

    Enquanto isso, o ministro interino da Saúde desanca o SUS, ofende os clientes do SUS e acena com a privatização da saúde pública. Ameaça ainda o cancelamento do programa “Mais Médicos” e profere sandices, como um arremedo de Donald Trump, contra os médicos estrangeiros.

    Estivesse vivo Stanislaw Ponte Preta, como toda a certeza Ricardo Barros seria o protagonista desse novo Festival de Besteiras que Assola o País.

    Na mesma toada, o ministro “responsável” pelos programas sociais, revela toda sorte de preconceitos contra os beneficiários das Bolsas compensatórias.

    E quer também cortar “abusos” dessa pobretada mal-acostumada que “depaupera” as finanças públicas. Finanças públicas, que, para eles, deveriam servir só aos bancos e rentistas.

    Repressão aos movimentos social

    A reforma agrária e os movimentos sociais que a empalma, criados na maioria no governo Sarney, voltam a frequentar o “index”, o alvo, dos serviços de informação e segurança.

    Os movimentos urbanos pela moradia são igualmente satanizados e colocados na mira dos guardiões da segurança nacional. Afinal, a nova lei contra o terrorismo abre imensas possibilidades para a repressão de qualquer manifestação de revolta e inconformismo ou meramente reivindicatória. Os serviços dos caçadores de comunistas são bem-vindos, novamente.

    A lista de retrocessos, em menos de 60 dias, de governo interino, sob a batuta da cúpula peemedebista, alonga-se.

    Os méritos pouco conhecidos do Sarney

    Relacionemos agora, algumas iniciativas nessas áreas do governo do PMDB de José Sarney.

    . Universalização da assistência médica, com a implantação do SUS.
    . Criação do Seguro Desemprego
    . Criação do Vale Transporte
    . Extensão da Previdência Social ao campo
    . Impenhorabilidade da casa própria
    . Programa Nacional do Leite, gênese das bolsas compensatórias.
    . Reconhecimento e respeito aos Direitos da Mulher
    . Iniciativas pioneiras de garantia aos Direitos dos Deficientes
    . Retomada da política de reforma agrária.
    . Direito de voto para os analfabetos
    . Garantias à organização sindical. Liberdade e respeito às manifestações sociais.
    . Respeito aos direitos trabalhistas elencados pela CLT.

    Depois de mais de duas décadas de ditadura militar, tempo em que os partidos e organizações de oposição, os sindicatos, os movimentos sociais e as expressões culturais populares foram perseguidos e criminalizados, Sarney trouxe de volta o povo brasileiro e suas demandas ao centro das atenções governamentais.

    Não, Sarney não presidiu uma transição lenta, gradual para a democracia, como alguns queriam, especialmente os setores mais conservadores de nossas elites. O PMDB de Sarney escancarou as portas para que a democracia e suas manifestações iluminassem cada canto escuro de nosso país.

    Mencione-se ainda que José Sarney convocou a Assembleia Nacional Constituinte, restabeleceu as eleições diretas para a Presidência da República e legalizou os partidos comunistas.

    Na área econômica, o governo peemedebista de Sarney enfrentou as pressões dos interesses financeiros globais, não se submeteu ao FMI e colocou em prática o primeiro grande ensaio para romper com os pressupostos ortodoxos da política econômica, o Plano Cruzado. Um ensaio bombardeado e sabotado por todos os lados porque não atendia prioritariamente, como hoje sob Temer e Meirelles atende, as demandas da banca, dos especuladores do capital financeiro global. Coisa diversa aconteceu com o Plano Real, tão acolhido pelos rentistas e pela mídia monopolista e, porque não arranhava os privilégios de classe, não foi sabotado.

    Ao mesmo tempo, quando os organismos financeiros internacionais pressionaram para que o país adotasse um amplo programa de privatizações e concessões, Sarney resistiu. Mais de uma vez defendeu a intocabilidade da Petrobrás, entendendo-a como um dos pilares da soberania nacional, do desenvolvimento nacional.

    Temer

    E hoje, o que o PMDB apresenta ao país na área econômica?

    A capitulação em regra ao mercado, aos interesses financeiros globais, à geopolítica imperial. As privatizações, as concessões, a entrega desavergonhada do petróleo voltaram à ordem do dia.

    Fazem de tudo, com a colaboração sempre prestimosa e atenta da mídia monopolista, para abater a autoestima nacional.

    Quando imaginávamos fosse coisa do passado as manifestações explícitas de entreguismo, as reverências sabujas, servis, adulatórias aos interesses imperiais, eis que este governo surpreende-nos, retrocedendo aos tempos dos governadores gerais a serviço da metrópole, não mais sediada em Lisboa, claro.

    Parece que o ideal, hoje, é transformar o Brasil em um Estado associado do império, uma espécie de Porto Rico gigante.

    As preocupações e iniciativas de Sarney para a construção de um país soberano, defensivamente forte, forças armadas bem equipadas, que recusasse e rompesse a camisa de força imposta pelo bipolarismo, preocupações nem sempre reveladas, por óbvio, contrastam com a sofreguidão com que o atual governo do PMDB submete-se e enquadra-se à pauta da geopolítica das grandes potencias.

    Senhoras e senhores senadores, é o cotejo que faço entre um e outro governo do PMDB. É a homenagem que presto a José Sarney. É o desagravo que registro ao ex-presidente, diante da ligeireza irresponsável e suspeita dos que o acusam.

    Não estou canonizando Sarney e nem o condenando ao fogo do inferno. O mundo não é tão simples como querem os moralistas. As imperfeições são inerentes ao homem, mas úteis à evolução. Estou somente mostrando que esse homem deve ser julgado pela história como estadista, pois ao atrasar o processo de dominação do país pelo neoliberalismo, permitiu que fosse construída uma das mais belas constituições do mundo e também que a estrutura do Estado e bases sociais resistissem a um longo e intenso bombardeio neoliberal até florescerem novamente por 12 anos e ainda hoje estarem em condições de resistir. Isso foi mérito do Presidente Sarney e do PMDB que tinha à época 22 governadores dos 23 existentes e que hegemonizava o congresso nacional. O Brasil será eternamente grato por aquele corajoso mandato do Presidente Sarney.

  3. Ofício n.º. /2016 Raposa, 03 de agosto de 2016.

    Excelentíssimo Senhor. Governador,

    MUNICÍPIO DE RAPOSA, pessoa jurídica de direito público interno, CNPJ n° 01.612.325/0001-98, com sede administrativa situada na Rua Principal, S/N, Centro, Raposa, neste Estado, por meio de seu procurador, vem comunicar e requerer o que segue:

    01. Na data de 03 de agosto de 2016, por volta das 10:00 hs, o Município foi surpreendido com a chegada de dezenas de caçambas e maquinas pesadas que iniciaram obra de asfaltamento (terraplanagem com revestimento primário) na Rua São Sebastião, Bairro Vila Nova, no Município de Raposa;

    02. As caçambas e maquinas apresentavam a logomarca da Empresa EDECONCIL e quando seus operadores foram abordados por fiscais da Prefeitura, foram informados que estavam à serviço do Governo do Estado do Maranhão;

    03. Destarte o Estado do Maranhão não haver realizado qualquer comunicação à Prefeitura de Raposa, quanto a realização de tais obras em área do Município, o que se espera em obediência a legalidade e o respeito a independência dos entes, ainda sequer levou em consideração que o Município de Raposa possui o convênio n.º. 1006.681-53/2013, firmado com o Ministério das Cidades, com o objeto de pavimentação asfáltica em vias públicas (Rua 04 Evangelistas, Rua da Inveja, Rua Nossa Senhora da Saúde e Avenida São Sebastião);

    04. O Objeto do Convênio supra citado, já foi contratado e já encontrava-se em execução, tendo inclusive “Dispensa de Licenciamento Ambiental DLA n.º. 370/2015”, emitido em 20 de setembro de 2015, pelo Secretário de Estado de Meio Ambiente, Marcelo de Araújo Costa Coelho e “Autorização de inicio da obra”, emitida pela Caixa Econômica Federal, na data de 31 de dezembro de 2015;

    05. As obras sem qualquer alvará ou sequer conhecimento do Município, estão ocorrendo sem placa de informação da obra, pela empresa EDECONCIL, supostamente contratada pelo Estado do Maranhão, sobrepondo as obras já iniciadas pelo Município no Convênio n.º. 1006.681-53/2013;

    06. O Município não coloca-se de maneira nenhuma contra a realização de benfeitorias no seu território, muito pelo contrário, mas é inadmissível que as obras ocorram sem qualquer comunicado à Prefeitura Municipal de Raposa e ainda, sobrepondo obra já contratada e em andamento.

    Diante do exposto, vem requerer à Vossa Excelência, que determine a adoção das medidas necessárias ao cumprimento dos requisitos legais para a realização da obra em comento, principalmente para que não haja desperdício de recursos públicos, onde dois entes e duas empresas distintas estão executando obras em trechos coincidentes.

    Atenciosamente,

    Paulo Humberto Freire Castelo Branco
    Procurador do Município

  4. O Antônio Nunes é cunhado do Amílcar. A irmã do Antonio é casada com o Amílcar, a ex secretaria da Mulher no Governo Jackson, Lourdes Leitão Nunes Rocha. Como dizem, cunhado não é parente kkkkkkk

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