Para o deptuado federal maranhense da direita conservadora, grupos de traficantes de drogas – como PCC e CV – são organizações terroristas “que ameaçam a liberdade do povo brasileiro”

ALLAN GARCÊS DEFENDE POSTURA DOS EUA SOBRE O BRASIL, mesmo com críticas de especialistas em política internacional
O deputado federal Allan Garcês (PP) foi o primeiro membro da bancada maranhense a comentar a decisão do governo Donald Trump, dos Estados Unidos, de tornar os grupos criminosos Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho como organizações terroristas globais.
- a decisão, em tese, dá aos EUA possibildiade de conduzir ações militares dentro do Brasil;
- o movimento de Trump visa retomar a influência político-militar perdida na América Latina.
“O Crime organizado deixou de ser apenas um problema de segurança pública. Virou ameaça ao Estado, às famílias e a liberdade do cidadão. O PCC e o CV precisam ser tratados com a gravidade que representam, não apenas no Brasil, mas em todo o cenário internacional. Organização terrorista é inimiga da paz. da liberdade, do povo brasileiro e do Estado”, afirmou Garcês, em vídeo nas redes sociais.
Na avaliação de especialistas em política internacional, a decisão de Trump não tem nada a ver com os dois grupos criminosos, mas afeta diretamente a soberania do Brasil.
- o Fórum Nacional de Segurança Pública vê a decisão de Trump como uma tentativa de influenciar a eleição do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL);
- para o geógrafo e pesquisador internacional Elias Jabour, trata-se de um pretexto dos EUA para se apossar de recursos naturais estratégicos do Brasil.
Mas, para Allan Garcês, a medida deve ser comemorada pelas “famílias de bem”.
“Parabéns Presidente Trump pela postura e que sirva de exemplo ao Lula, que nos faz passar vergonha internacional”, afirmou o parlamentar maranhense.
Nenhum dos demais 20 memros da bancada se manifestou até o momento…

