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Com Brandão e Flávio Dino, Duarte Jr. visita Eliziane em retiro…

Pré-candidato do Republicanos em São Luís esteve com a senadora em um dos ventos que marcam a “Semana Maranhense de Retiros Culturais”, que terá sua culminância na Praça Maria Aragão, na quarta-feira de cinzas

 

Flávio Dino chama a atenção de Eliziane Gama, observado por Duarte Júnior, em descontraído encontro em evento evangélico

O pre-candidato do republicanos a prefeito de São Luís, deputado estadual Duarte Júnior, marcou presença, domingo, em um evento simbólico para seu projeto eleitoral.

Ele esteve com a senadora Eliziane Gama (Cidadania) em uma das reuniões da “Semana Maranhense de Retiros Culturais”, programação que envolve as igrejas evangélicas em São Luís.

Autoridades seguem a oração., comandada por pastores que coordenam a Semana Maranhense de Retiros Culturais

O encontro torna-se ainda mais emblemático deste período de pré-campanha porque junto com Duarte estavam o vice-governador Carlos Brandão, patrono de sua candidatura, e o governador Flávio Dino (PCdoB).

Numa das imagens que ilustram este post é possível perceber, inclusive, uma fala clara de Dino para Eliziane, provavelmente sobre o candidato do Republicanos.

Carlos Brandão observa o caloroso abraço de Duarte Júnior na senadora Eliziane Gama; conversas entre Republicanos e Cidadania

A “Semana Maranhense de Retiros Culturais” é organizada pela senadora desde 2006, quando ainda era deputada estadual.

A culminância da programação se dá na quarta-eira de cinzas, com um mega-show na Praça Maria Aragão…

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Os riscos eleitorais do PCdoB em 2020…

Além da cada vez mais clara inviabilidade eleitoral do secretário Rubens Pereira Júnior em São Luís, e da derrota anunciada do deputado Adelmo Soares em Caxias, comunistas correm riscos também em Imperatriz

 

Mesmo mudando cor e identidade visual do PCdoB, Flávio Dino corre o risco de amargar derrotas nos principais colégios eleitorais

É uma jogada de risco por todos os aspectos políticos analisados o jogo feito pelo PCdoB, do governador Flávio Dino, nos principais colégios leitorais do Maranhão nestas eleições.

Os comunistas lançaram candidaturas próprias em São Luís, Imperatriz e Caxias, mas apenas em Imperatriz mostra-se, a princípio, competitivo.

Em São Luís, a candidatura do secretário Rubens Júnior não decola por absoluta falta de identidade com a população e a coisas da capital maranhense.

Em Caxias, a invenção de última hora do deputado Adelmo Soares é um fracasso anunciado, com chances de recorde de votos do prefeito Fábio Gentil (PRB).

Em Imperatriz, o deputado Professor Marco Aurélio desponta bem nas pesquisas.

Mas pode enfrentar uma característica em ebulição nas grandes cidades: a rejeição crescente do eleitor a candidatos ligados ao petismo e ao comunismo.

Tanto que o próprio PCdoB já tirou o vermelho da identidade visual e tenta mudar sutilmente o nome para Movimento 65.

Esta, porém, é uma outra história…

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Josimar tenta fazer em São Luís o que faz no interior…

Acostumado a usar sua estrutura econômica para pressionar por apoios aos seus projetos de poder, deputado federal tenta fazer leilão do seu PL, ora se oferecendo a Eduardo Braide, ora flertando com a base de Flávio Dino

 

Após flertar com Eduardo Braide e negociar com Flávio Dino, Josimar decidiu inventar a candidatura da mulher, Detinha

O deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) transformou-se, com a força econômica, em uma das principais lideranças da região cortada pela BR-316, a partir do município que ele incluiu em seu sobrenome político.

Na região da BR, o “Moral” como é conhecido, dominou diversos outros municípios, elegendo e reelegendo prefeitos e vereadores como investimento de poder.

Desde 2018, Josimar tenta fazer no Maranhão, a partir das eleições de São Luís, o mesmo que fez em sua região: impor alianças e tornar candidatos reféns de seus interesses eleitorais.

Assim, vem tentando impor, há mais de um ano, ao também deputado federal Eduardo Braide (Podemos) o seu sobrinho vereador Aldir Júnior (PL) como vice.

Como teria enfrentado resistências, tentou vender o mesmo projeto à base do governador Flávio Dino (PCdoB).

De ontem para hoje, Josimar decidiu plantar na imprensa a candidatura de sua mulher, a deputada estadual Detinha, candidata a prefeita de São Luís.

Josimar de Maranhãozinho sonha em ser governador do Maranhão – e tenta usar sua estrutura econômica para estar em alguma chapa majoritária já em 2022.

Mas seus métodos pouco ortodoxos têm gerado mais desconfiança do que segurança em quem ele cerca.

O que pode transformá-lo em um pária da política…

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Veja mostra o Maranhão que Flávio Dino quer esconder do Brasil

Em ampla reportagem, revista analisa o governo comunista e revela concentração da riqueza, ampliação do desemprego e aumento da miséria no estado; e Dino já admite concorrer ao Senado não à presidência

 

Flávio Dino teve sua gestão maranhense exposta ao Brasil; e já admite concorrer mesmo ao Senado

O governador Flávio Dino (PCdoB) foi definido em reportagem da revista Veja, que já está nas bancas, como “a grande novidade da esquerda para a eleição de 2022”.

Mas a reportagem encontrou, cinco anos depois da eleição do comunista, um estado pior do que era até 2014, quase cinco décadas depois de governos ligados ao grupo do ex-presidente José Sarney.  

De acordo com Veja, estado viu ampliar-se a concentração de renda e o desemprego nos anos de Dino.

– Como se não bastasse, ele conseguiu uma “façanha” às avessas: em sua gestão, a miséria aumentou ainda mais no mais miserável de todos os estados brasileiros. Como “remédio”, o governador vem abrindo de forma temerária os cofres. Nesse aspecto, provou ser um comunista. Os últimos três anos do Maranhão foram no vermelho, com déficits consecutivos – ironizou a reportagem.

Flávio Dino, claro, culpa a crise econômica dos primeiros anos á frente do governo maranhense e o governo Bolsonaro, que acaba de completar apenas o seu primeiro ano.

O perfil de Veja revela dados ainda mais alarmantes em relação ao governo Flávio Dino, informações que não circulam com facilidade nos meios de comunicação maranhenses:

– O estado perdeu a linha de crédito com a União ao cair para a nota C, de mau pagador. Isso porque contraiu um déficit primário de 700 milhões de reais em 2018, com projeção de encerrar 2019 também no vermelho (o número ainda está sendo fechado). Dino foi obrigado a aumentar impostos sobre combustíveis, bens de consumo e prestação de serviços – a arrecadação continua irrisória – revela a revista.

Em sua reportagem, Veja insiste que Dino é uma das estrelas da esquerda na atual conjuntura nacional.

Mas talvez, até pela fragilidade dos resultados do seu governo, o próprio Dino já fala em outras alternativas nas eleições de 2022.

– Uma candidatura à Presidência poderá se colocar se houver um conjunto de forças me apoiando. Se não houver, serei candidato ao Senado – admitiu o governador, pela primeira vez.

A revista Veja com a reportagem sore Flávio Dino começou a circula nesta sexta-feira, 14…

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César Pires denuncia atraso na distribuição de sementes a pequenos agricultores

O deputado César Pires (PV) cobrou do governo estadual mais responsabilidade e planejamento no trato com os agricultores do Maranhão, ao afirmar que o atraso na distribuição de sementes pela Secretaria de Estado da Agricultura está causando graves prejuízos aos pequenos produtores.

Citando o livro de Eclesiastes, César Pires lembrou que há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu, inclusive para plantar e para colher.

“Mas o governador que tanto cita a Bíblia, se esquece de planejar e fazer a correta distribuição das sementes, pois agora é que estão começando a distribuir, quando a terra está alagada e não há mais condições de plantar. Muitos estão até devolvendo as sementes de arroz”, informou ele, após receber relatos de lideranças do interior que visitaram seu gabinete esta semana.

César Pires enfatizou que o governo deve fazer seu planejamento levando em consideração as condições climáticas do Maranhão, para ter condições de fazer chegar, em tempo hábil e na quantidade necessária, as sementes aos agricultores menos favorecidos.

“Não houve observância ao texto bíblico de Eclesiastes, sobre o tempo de plantar e de colher. A semente vai ser estragada, a produção diminuída e os sonhos dos agricultores do Maranhão destruídos por ausência de capacidade organizacional e de planejamento do governo, que não atendeu aquilo que está no seu slogan: ‘Mais semente, mais muda’”, acrescentou.

O deputado concluiu seu pronunciamento pedindo ao governo que tenha mais compreensão com os agricultores, que seus agrônomos da Sagrima levem em consideração o período chuvoso quando forem fazer o planejamento de suas ações.

“Pois não basta ocupar espaço na mídia para ressaltar o bom desempenho do setor. É preciso tratar com responsabilidade, principalmente os pequenos agricultores”, finalizou.

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Flávio Dino atua para isolar Weverton Rocha já em 2020…

Governador tem atuado fortemente para afastar o prefeito Edivaldo Júnior do senador-presidente do PDT, num movimento que visa forçá-lo a abrir mão do projeto de se eleger governador já em 2022

 

Flávio Dino decidiu chamar Edivaldo a estar com Rubens Júnior, mesmo contra o projeto do seu próprio parido, o PDT, presidido por Weverton Rocha

No Maranhão, até os ratos do Centro Histórico sabem que o senador Weverton Rocha (PDT) jamais estaria onde está se dependesse do governador Flávio Dino (PCdoB).

Rocha elegeu-se senador por que criou as próprias condições para que isso ocorresse, forçando Dino a ter que apoiá-lo, diante de uma situação construída a fórceps pelo pedetista.

Flávio Dino também não quer que Weverton seja governador em 2022; aliás, o comunista não cogita, sequer, a candidatura do pedetista à sua sucessão.

Por isso Dino tem trabalhado para que o senador fique isolado nas eleições municipais de São Luís, sem opção de alianças e candidatos; e fora do segundo turno.

Em 21 de janeiro último, o blog Marco Aurélio D’Eça escreveu o post  Edivaldo Júnior entre Weverton Rocha e Flávio Dino.

Mas é preciso analisar também que Flávio Dino não quis, na última década, nenhum projeto encabeçado por Weverton Rocha, inclusive a eleição e reeleição do próprio Edivaldo Júnior (PDT). 

Foi Weverton – e não Dino – quem fez de Edivaldo prefeito eleito e reeleito na capital maranhense.

Em 2012, quando o atual prefeito de São Luís era um deputado federal sem maiores destaques em Brasília, Flávio Dino apostava no ex-prefeito Tadeu Palácio como opção do grupo para disputar a Prefeitura de São Luís.

Foi o atual senador do PDT quem construiu, bancou e segurou a candidatura de Edivaldo, que acabou se elegendo prefeito contra o então favorito João Castelo (PSDB).

Em 2016, Weverton Rocha chegou a vivenciar propostas de Flávio Dino para que Edivaldo Júnior fosse substituído, já que sua rejeição era quase intransponível; resistindo à proposta comunista, o senador vestiu a camisa do prefeito, exortou os aliados e deu a ele uma vitória histórica contra o surpreendente Eduardo Braide (hoje no Podemos). (Relembre aqui, aqui e aqui)

Nem a própria eleição ao Senado, Weverton Rocha deve a Flávio Dino.

O governador comunista tinha outros planos e apostava, até o início de 2018, que o pedetista se contentaria com a reeleição à Câmara. Mas teve que engolir uma candidatura consolidada na base, com centenas de prefeitos, deputado estaduais, prefeitos e vereadores.

O resultado é que Weverton teve quase 2 milhões e votos, mais do que o governador conseguiu na própria reeleição.

Flávio Dino já tem o seu plano eleitoral para 2022, em que Weverton Rocha não está incluído.

Caberá ao próprio senador, agora, saber se construiu um grupo – com aliados incondicionais – ou apenas pensou no próprio umbigo.

E se não fizer essa análise, ficará a ver navios em 2022.

Já a partir de 2020…

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Números de Flávio Dino são excelentes na corrida presidencial…

Minimizar o fato de que o governador maranhense chega até 13% das intenções de votos para presidente é ignorar o peso da disputa em que o presidente Jair Bolsonaro surfa na onda conservadora que tomou conta do país

 

Flávio Dino e Luciano Huck somam juntos 27% das intenções de votos para presidente, hoje, no país, o que representa 1/4 do eleitorado

Qualquer analista lúcido deve ver com olhos pragmáticos o resultado da pesquisa da Consultoria Atlas Político – divulgada nesta quarta-feira, 12 – que aponta o governador Flávio Dino (PCdoB) com até 13% das intenções de votos, dependendo do cenário.

Divulgada pelo jornal El País, a pesquisa tem dois cenários principais.

No primeiro, com a presença do ex-presidente Lula e do ministro Sérgio Moro, o presidente Jair Bolsonaro lidera com 32% das intenções de voto, no limite do empate técnico com Lula. Moro segue atrás, com 20%, à frente do apresentador Luciano Huck (6%), Flávio Dino (3%) e o governador de São Paulo, João Dória (0,6%).

Quando Lula e Moro saem do cenário, Bolsonaro vai a 41%, Huck sobe para 14% e Dino fia logo atrás dele, com 13%. João Dória fica com apensas 2,5%.

Mas o que querem dizer esses números?

A esta altura da disputa, os dados da Consultoria Atlas significam que Lula ainda é o principal adversário de Bolsonaro. Mas é preciso levar em conta que o ex-presidente está inelegível e dificilmente terá a garantia dos direitos políticos em 2022.

Por outro lado, é pouco provável que Sérgio Moro rompa com Bolsonaro para concorrer sozinho; é mais provável que haja uma composição entre eles.

Neste caso, os dados mostram que os índices de Lula e Moro se espalham em três candidaturas principais: Bolsonaro, Luciano Huck e Flávio Dino.

Levando em conta que há a discussão sobre uma composição entre Huck e Dino, os dois somam, juntos, nada menos que 27% no cenário mais provável.

Esse total significa mais que 1/4 do eleitorado brasileiro, um cacife de milhões de brasileiros.

São, portanto, extremamente competitivos.

E análise sem levar em conta esses cenários não é analise.

É mera expressão de desejo…

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Edivaldo e Eliziane: a terceira força no grupo de Flávio Dino…

O prefeito de São Luís e a senadora maranhense têm condições de polarizar a hegemonia política na base governista, desde que assumam papel de protagonistas, evitando estar a reboque de outras forças

 

Eliziane tem estado cada vez mais próxima do prefeito Edivaldo Júnior, que também se faz presente de maneira mais intensa em São Luís

Por qualquer ótica que se veja, a senadora Eliziane Gama (Cidadania) e o prefeito de São Luís Edivaldo Júnior (PDT) têm condições de assumir papel de destaque no grupo do governador Flávio Dino (PCdoB), tanto no cenário municipal quanto no estadual.

Eliziane aparece como melhor posicionada entre os membros da base dinista em qualquer pesquisa relacionada às eleições estaduais. Edivaldo, por sua vez, é quase unanimidade na base, por seu carisma – e ampliará seu cacife se deixar um legado ao término do mandato em São Luís.

Mas é preciso que ambos assumam papel de protagonista já agora nas eleições municipais, ao menos como apoiadores de candidaturas de fato competitivas, e não aventuras de últimas hora.

Tanto Eliziane quanto Edivaldo passaram 2019 distante do cenário, razão pela qual acabaram por ficar alheios ao debate sobre a sucessão.

Mas têm ainda cacife para influenciar as eleições.

Para isso, precisam sair das sombras de outras lideranças e assumir postura independente, capazes de demarcar o próprio território.

Hoje, o grupo Flávio Dino está dividido em dois subgrupos principais, liderado, de um lado, pelo senador Weverton Rocha (PDT) e, de outro, pelo vice-governador Carlos Brandão (PRB).

E os dois já polarizam a disputa pelo Governo do Estado.

Ao lado de Weverton estão o presidente da Assembleia Legislativa, Othelino Neto (PCdoB); o presidente da Famem, Erlânio Xavier (PDT); ao menos cinco deputados, vários deputados estaduais e vários prefeitos no interior.

Com Brandão devem seguir os secretários de Articulação Política, Marcelo Tavares, da Casa Civil Rodrigo Lago, de Projetos Especiais, Luís Fernando Silva, além de deputados e prefeitos – alguns oriundos de grupos formados pelo ex-governador José Reinaldo e por remanescentes do grupo Sarney.

As duas lideranças têm recebido forte estímulo do deputado federal Márcio Jerry, ele também em busca de protagonismo para se preparar para os anos vindouros

De qualquer lado que se posicionarem, tanto Edivaldo quanto Eliziane irão a reboque dessas forças, como meros coadjuvantes.

É de se respeitar, portanto, o movimento que os dois estão fazendo, desde último fim de semana, em busca do próprio protagonismo no debate interno do dinismo.

E não admira que o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) – ele próprio com risco de ser alijado do processo sucessório – esteja estimulando essa interlocução do prefeito e da senadora.

Os movimentos de hoje significam a busca pela própria sobrevivência política amanhã.

É simples assim…

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Flávio Dino fracassa e miséria no Maranhão só aumenta…

Cinco anos depois de assumir o seu primeiro mandato, governador comunista vê o estado atingir o índice de 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145,00 por mês, liderando o ranking da pobreza extrema

 

Flávio Dino em 2015, durante a posse para o primeiro mandato; cinco anos depois, o índice de miséria no Maranhão só aumentou, chegando a 20% da população

O governador Flávio Dino (PCdoB) elegeu-se em 2014 com o discurso de que, em 50 anos, a família Sarney tinha levado a população maranhense à pobreza extrema.

Na época, o índice de maranhenses vivendo com renda mensal de menos de R$ 145,00 estava na casa dos 13%.

Entre 2016 e 2018, já com o M,aranhão sob o comando de Dino, este índice subiu nada menos que 17,75%. Mesmo, assim, o comunista conseguiu se reeleger, mantendo o discurso do antisarneysismo.

Hoje, o Maranhão lidera o ranking de miséria do IBGE com praticamente 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145 por mês, índice mais de três vezes maior que a média da população brasileira nesta situação.

E é com este passivo que Flávio Dino tenta construir sua candidatura a presidente do Brasil.

Vai conseguir?!?

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Encontro de Josimar com Flávio Dino gera especulações…

Deputado federal cujo sobrinho é cotado como provável vice de Eduardo Braide em São Luís foi ao Palácio dos Leões na quinta-feira, dando a entender que estaria se reaproximando da base do governo

 

Para a reunião com Flávio Dino e Rodrigo Lago, Josimar levou também a mulher, deputada Detinha, mas não o vereador Aldir Júnior

Foi classificada como estranha até para os próprios aliados a reaproximação do deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) e o governador Flávio Dino (PCdoB).

Até semana passada, Maranhãozinho era tido como um dos principais aliados do também deputado federal Eduardo Braide (Podemos), a quem indicaria, inclusive, o sobrinho, vereador Alçdir Júnior (PL), como vice em São Luís.

A presença de Josimar em Palácio foi amplamente divulgadas em blogs alinhados a Flávio Dino, que deram a entender um afastamento de Braide.

– O Josimar sabe o que está fazendo. Mas que é estranho, é. Estou aqui para seguir as diretrizes – ponderou o vereador Beto Castro, aliado a Josimar e filiado ao Avante, partido ligado ao deputado no Maranhão.

O blog Marco Aurélio D’Eça perguntou a Braide: “essa ida de Josimar a Flávio Dino significa o quê?”.

[significa] que ele é da base de Flávio Dino – respondeu o deputados, entre sorrisos.

O blog quis saber se, mesmo assim, a aliança continua, mas não obteve mais respostas.

Josimar de Maranhãozinho também nada comentou sobre o assunto…