Sérgio Frota, o Eurico Miranda do Sampaio Corrêa…

Ex-deputado estadual foi responsável pelos tempos de maior glória do time maranhense; mas também o afundou no fracasso, tal qual o lendário presidente vascaíno

 

CAPI DE TUTTI CAPO. A la Eurico Miranda, Sérgio Frota levou o Sampaio Correa às glórias… mas também à decadência

Análise da Notícia

O Sampaio Corrêa corre sério risco de ficar sem classificação para as quatro séries do futebol brasileiro nos campeonatos de 2026; a desclassificação para as finais do Maranhense impôs ao clube forte pressão para chegar às finais da Série D de 2025, única chance de manter o calendário anual.

  • a decadência do Sampaio Corrêa vem desde 2022, quando o time “abriu mão” de uma classificação para a Série A;
  • de lá para cá é só ladeira abaixo, caindo da Série B para a Série C e da Série C para a Série D em apenas três anos. 

O fracasso e a decadência da Bolívia Querida têm nome: Sério Frota. (Leia aqui, aqui, aqui e aqui)

O ex-deputado estadual foi responsável pelas principais glórias do Sampaio, elevando o clube maranhense à condição de elite da Série B do Brasileirão, com chances reais de chegar à Série A em diversas ocasiões.

Mas o ex-empresário – que voltou a sê-lo no comando do Sampaio – percebeu, em algum momento, que poderia tirar proveito pessoal dessa ascensão do clube.

E tirou.

  • Sérgio Frota é uma espécie de Eurico Miranda do Sampaio Corrêa;
  • o lendário presidente deu ao Vasco da Gama os seus maiores título;
  • mas deixou o clube carioca sob risco de até desaparecer do futebol.

Atualmente o Sampaio está na zona de classificação da Quarta Divisão, mas em quarto lugar em seu grupo, correndo riscos de perder posições nas próximas rodadas.

No Vasco da Gama, Eurico Miranda foi arrancado da presidência por uma articulação que se mostrou pior que ele, responsável pelo ciclo de rebaixamentos que destruiu a imagem do clube. Mas ele teve a coragem de brigar para tentar reacender uma das maiores torcidas do país.

Resta saber se Frota terá a mesma coragem ou se fará como muitos outros que passaram pelo Sampaio Corrêa.

Entregando um clube em pedaços ao seu sucessor…

Em época de campanha, até para-raio vale para atacar adversários…

Decisão técnica da Federação Maranhense de Futebol determinou a realização do jogo entre Sampaio e Imperatriz de portões fechados no Estádio Nhozinho Santos, por falta do equipamento de proteção nas tempestades, o que levou aliados do governo Brandão a apontar culpa de Braide na decisão

 

No entendimento científico dos técnicos da FMF, os raios que possam atingir o Nhoz9nho Santos só chegarão ás arquibancadas, não ao campo de jogo

Em São Luís, os raios que podem atingir torcedores nas arquibancadas em eventual tempestade no Estádio Nhozinho Santos não atingem – sabe-se lá por que – quem estiver no campo jogando futebol. 

Pelo menos é esta a conclusão que se tira do laudo técnico da Federação maranhense de Futebol, que proibiu a presença da torcida, mas manteve o jogo entre o Sampaio Correa e o Imperatriz pelo Campeonato Maranhense.

– Se a preocupação é com os raios, nesse caso, todos estão em risco, não só o torcedor. Estarão em campo dois times, além dos suplentes, arbitragem e demais profissionais que trabalharão no jogo – questionou o presidente do Sampaio Corrêa, Sérgio Frota.

A mídia alinhada ao Palácio dos Leões tem usado o episódio para cutucar o prefeito Eduardo Braide (PSD) como culpado, por que, segundo a versão, a ausência de para-raios – ou de para-raios sem funcionamento adequado – é responsabilidade do prefeito.

O curioso é que esse mesmo estádio serviu para outros jogos até semana passada, sem qualquer decisão referente à qualidade dos equipamentos de segurança.

E campanha eleitoral só está começando…