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“É só uma maneira de ver”…

A frase acima foi proferida na sessão de hoje pelo líder da oposição na Assembléia Legislativa, Marcelo Tavares (PSB).

Ele questionava na tribuna a nota do secretário de Saúde, Ricardo Murad, contestando as informações da revista “IstoÉ” sobre os hospitais que estão sendo construídos no interior do estado.

A revista disse que apenas 12% das obras estão prontas. Murad garante que são 70%.

Marcelo justificou a diferença explicando que o secretário considera prontos os hospitais já construídos, embora ainda não em funcionamento. E admitiu: “é uma maneira de ver”.

E é mesmo.

Como também são apenas questão de “maneira de ver” todos os pontos abordados pela “IstoÉ”.

O que é uma denúncia da revista pode ser também um desmentido do secretário. A revista diz que houve pagamento dobrado e Ricardo Murad diz que não houve.

Há, mas o secretário precisa provar o que disse? E a revista, também não precisaria provar o que disse?

A revista diz que houve fraude. O secretário diz que não houve.

Neste caso, por enquanto, está todo mundo apenas dizendo coisas.

Retórica, apenas retórica…

Marco Aurélio D'Eça

10 Comments

  1. Vc respondeu que o relatório faz acusações? Um relatório do MPC é feito após auditoria, checagem de documentos. Somente então ele é produzido.
    Se esta constatação não é real, então os documentos apresentados pela Secretaria de Saúde são falsos, “produzidos”.
    Se foi pedida uma multa ao secretário é porque houve constatação de dano ao erário público, comprovados em documentos.

  2. O relatório do TCE é incontestável. É uma vergonha e um lamaçal de corrupção. Se Roseana não demitir o Ricardo mostra que estar conivente com esta roubalheira do nosso dinheiro. Desafio o Ricardo a mostrar todo o processo, inclusive pagamentos, a sociedade.

  3. UMA COISA E´CERTA ALGUEM TA MENTINDO…..E ISSO NO É NENHUMA NOVIDADE SE TRATANDO DOS 2 EM QUESTÃO

  4. DEIXA DE SER BESTA RAPAZ, ATÉ AS CRIANCINHAS DESTE PAUPERRIMO ESTADO SABE DAS FALCATRUAS DESSE RICARDO MENTIROSO E DESSA TUA PATROA QUE QUEBROU O ESTADO PRA GANHAR A ELEIÇÃO. COMPROU VOTO ATÉ DE MORTO E TEMOS PROVAS!! DEIXA DE SER BABACA E BABÃO!!

  5. “Os hospitais de Roseana na UTI
    Fraudes em licitações colocam sob suspeita programa de construção de unidades de saúde da governadora do Maranhão, em um negócio de quase meio bilhão de reais”

    Caro jornalista a acusações publicadas na revista Istoé, foram montadas, compradas? se tiver evidencias que a matéria foi infundada comente e mostre provas. se você é jornalista imparcial e competente comente o caso… com fundamentos e provas que até agora você diz que esse secretario é “inocente” e não provou nada.

  6. As vezes tenho a imprensão que algumas pessoas torcem contra o desenvolvimento do Maranhão. O que a revista diz não é uma comprovação e sim uma denuncia que deverá ser investigada MPU,algumas pessoas deveriam deixar a demagogia de lado e torcer para que os nossos municipios tenham seu proprio hospital e que as filas de ambulancias em direção à capital acabem. Não vejo a hora da Upa Vila Luizão e Parque vitoria serem inauguradas e neutralizarem e facilitarem a vida das pessoas dequela região,na qual eu faço parte.

  7. meu caro, a revista mostrou documentos do próprio TCE apontando as fraudes, enquanto o Murad apenas publicou uma nota…cheia de retórica

    Roseana, certa vez, disse em referência aos hospitais: “Ricardo, você está acabando comigo, acabando com o meu governo!”

    Pelo visto até a prórpia governadora corrobora com a denúncia da revista…Por favor, faça o mesmo em nome da ética e da responsabilidade profissional, pois, ao contrário, é atacar a inteligência dos maranhenses

    Resp.: Os documentos não provam faude alguma. Os docuentos pedem investigação, o que é muito diferente. Não tenho voc~e na conta de canalhas, capazes de inventar leviandades como frases como esta. Você é um?

    Se São Luís sofre para manter os seus hospitais, imaginemos um município tipo Maracaçume, que mal tem escolas em perfeito funcionamento!

  8. Acabei de compra uma revista!!! Por mais incrível que pareça. Acho que para responder ao seu questionamento [está no primeiro parágrafo], a matéria foi feita em cima de um relatório da procuradoria de contas. Veja o trecho “Relatório da Procuradoria de Contas maranhense, obtido com exclusividade por ISTOÉ, acusa o governo de fraudar o processo licitatório, pede a devolução de parte dos repasses e a aplicação de multa ao secretário de Saúde, Ricardo Murad, cunhado da governadora”.
    Então aí está a prova. A revista está provando, através de documento oficial da procuradoria de contas.
    Acho que o secretário deveria fazer o mesmo. Mostrar através de documentos que está com a verdade e não apenas adotar retórica, apenas retórica… e dizer que não houve fraude.
    Aí, sim, seria um cala-boca na revista. Concorda?

    resp.: Não, não concordo! O relatório do MPCOM faz apenas uma acusação, que pode ou não ser real. Os pedidos, como o póprio nome diz, são apenas pedidos, que podem ou não se atendidos. O que isso prova? Aqui mesmo, neste blog, há outros pedidos do Ministério Pùblico ( à FMF), que não foram atendidos. Ministério Público não julga. Ministério Público dá parecer e pede. Só isso. Portanto, meu caro, a revista não provou nada. A revista apenas divulgou um documento que será furto de análise no TCE e na Justiça. Só isso.

  9. Sim, Deça, o secretário, que gerencia recursos da população e não próprios, tem o dever de comprovar que os recursos foram aplicados fielmente nas obras. A revista não, pois cabe aos seus editorialistas apenas noticiar o que todos nós já sabemos: esses hospitais são uma grande enganação.

    Resp.: É mesmo, menino bom? Onde você apredenu isso? Na certa lá pelas bandas do Bacanga, não?! Com Franklin Doulgas e coisas do gênero? Mas vou lembrar disso aqui no blog.

  10. Ai, ai… essa indepnedência é comovente … kkkk

    resp.: Só valeria se eu criticasse o Ricardo? A independência que vocês pregam é pensa pra um lado? Quando eu encontrar razões para criticar o secretário e o governo – como já fiz várias vezes – eu o farei sem nenhujm constrangimento. Mas não faço para agradecer nem a você nem ninguém.

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