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Eduardo Braide entrega unidades exclusivas para Covid-19

Prefeito disponibilizou o Hospital da Mulher, na área Itaqui-Bacanga, e o Centro de Saúde Carlos Macieira, na avenida dos Africanos, para atendimento a pacientes vítimas do coronavírus

 

O Hospital da Mulher será referência no atendimento a pacientes de CoVID-19 na rede municipal de saúde

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, entregou nesta segunda-feira, 15, duas unidades exclusivas para atendimento de pacientes Covid: o Centro de Saúde Carlos Macieira e o Hospital da Mulher.

Às 15h foi aberto o Centro de Saúde Carlos Macieira, localizado na Avenida dos Africanos.

Às 16h, o Hospital da Mulher, localizado na Avenida dos Portugueses, também foi aberto para oferecer os serviços exclusivos para a Covid.

As unidades integram as ações do Plano Municipal de Enfrentamento à Covid, com a oferta de leitos e serviços exclusivos para o tratamento de pacientes com a doença, anunciado pelo prefeito na semana passada.

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Vereadores fazem vistoria surpresa em hospitais de SLZ

Membros do bloco “Unidos por São Luís” queriam encontrar nas unidades de saúde a realidade vivida pelos pacientes; foram detectadas superlotação e falta de equipamentos fundamentais para o atendimento

 

Vereadores vistoriaram cada uma das instalações dos dois hospitais de São Luís

Nove vereadores de São Luís vistoriaram na manhã da terça-feira, 9, duas unidades de saúde da capital: o Hospital da Criança e o Socorrão II. Os parlamentares fazem parte do bloco Unidos por São Luís que é composto por 11 vereadores.

A vistoria não teve agendamento. Segundo explicou o vereador Marquinhos Silva (DEM), a intenção foi encontrar a realidade vivida por pacientes. “Não informamos nada para que a realidade não fosse modificada”, disse.

Na vistoria do hospital da Criança foi constatado que a unidade de saúde está superlotada, não há ar condicionado funcionando e os banheiros estão com problemas como, por exemplo, falta d’água, torneiras quebradas, portas com defeitos. Além disso, o hospital permanece em obra há mais de dois anos.

Observado por Beto Castro Castro, Marquinhos e Marlon Botão, Paulo Victor conversa com profissionais do Socorrão II

No Socorrão II, os vereadores constataram que a situação é ainda mais delicada. Por lá, o tomógrafo não funciona há um mês e o aparelho de ressonância magnética parado há dois anos e falta de macas.

Um relatório detalhado com as demandas e cada unidade de saúde será elaborado para que seja encaminhado ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide (Podemos) para que sejam sanados os problemas encontrados na vistoria.

“O fato é que a situação no Hospital da Criança e no Socorrão II é desumana. Demanda grande demais, deficiência no atendimento por vários fatores desde físicos a falta de material. Vamos fazer um relatório minucioso mostrando cada problema encontrado e solicitar ao prefeito Braide providências urgentes”, afirmou Marquinhos Silva.

Marlon Botão conversa com paciente do Hospital da Criança, que está acompanhado da mãe

Dos 11 vereadores do Bloco Unidos por São Luís, nove foram a vistoria. Os que participaram a visita às unidades de saúde foram Marquinhos Silva, Beto Castro (Avante), Paulo Victor (PCdoB), Marlon Botão (PSB), Umbelino Júnior (PRTB), Andrey Monteiro (Republicanos), Johnatan do Coletivo Nós (PT), Antônio Garcez (PTC).

Somente Astro de Ogum (PCdoB), Concita Pinto (PCdoB) e Fátima Araújo (PCdoB), que também são do bloco Unidos por São Luís, não puderam comparecer à vistoria.

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Emenda de Rafael Leitoa ajudou a reestruturar Hospital Municipal de Coelho Neto

A população do município ganha muito com a reinauguração do Hospital Municipal, principalmente neste período de pandemia, afirma o deputado estadual

 

Na última sexta-feira, 3, a cidade de Coelho Neto, leste do estado, recebeu de volta seu hospital municipal, reestruturado e ampliado pela administração do prefeito Américo de Sousa. O deputado estadual, Rafael Leitoa, encaminhou 300 mil reais em Emenda Parlamentar, que foram utilizados na compra de equipamentos e reestruturação do hospital.

E utilizou a primeira sessão desta semana para comemorar a entrega do hospital e os trabalhos executados pela cidade de Coelho Neto e região dos Cocais.

Parabenizando o retorno da deputada Valéria Macedo, que assumiu como suplente de Ana do Gás, e a eleição do secretário Carlos Lula como presidente do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde (Conass), Rafael Leitoa destacou a reinauguração do Hospital Municipal de Coelho Neto, equipado com novo centro cirúrgico, 100 leitos e 5 unidades de parto normal.

“A Emenda que enviamos, possibilitou a aquisição de grande parte dos equipamentos, sendo nosso mandato fundamental para algumas aquisições no município. Esse recurso veio em bom momento”, lembrou o deputado, destacando o excelente trabalho do prefeito Américo de Sousa, com o apoio da Câmara, do presidente Marcos Tourinho e vereadores da base.

“Coelho Neto tem uma UPA que recebe 50 mil mensais de recursos federais, parabenizamos o prefeito Américo pela gestão desses recursos e pelas medidas de controle tomadas para combater o coronavírus, como transferência de pacientes para Caxias e Timon. Estamos atentos às necessidades, boa sorte aos coelhonetenses”, finalizou Rafael Leitoa.

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Taxa de infectados no interior dobrou em 15 dias, alerta Juscelino Filho

Deputado federal cobrou informações da Secretaria de Saúde sobre as ações do governo para os municípios fora da Grande São Luís, que tinham 17% de pacientes da coVID-19 no início de maio e hoje já representam 39% do total

 

Juscelino Filho alerta para os riscos de alastramento do coronavírus no interior maranhense, sem estrutura para tantos caos de coVID-19

O deputado federal Juscelino Filho (DEM) mostrou preocupação com o alastramento dos casos de coVID-19 no interior do Maranhão.

Segundo ele, os municípios fora da Grande São Luís representavam 17% do total de infectados no Maranhão; hoje, já são 39%, mais que o dobro do início do mês.

– Tenho acompanhado as fortes medidas do governo estadual para controlar o distanciamento social na Ilha de São Luís, para evitar a disseminação da doença, e também os esforços para ampliar a oferta de leitos clínicos e de UTI na capital. Mas preocupa o avanço da Covid-19 em todo o interior maranhense, onde os números de casos, internações e mortes aumentam rapidamente. Há municípios se preparando, comprando até respiradores, mas poucos têm condições para ter uma estrutura adequada para esse grave momento – alertou Juscelino Filho.

O blog Marco Aurélio D’Eça mostrou em dois posts ao longo desta semana, os riscos do alastramento da coVID-19 para o interior maranhense.

No primeiro post, intitulado “Flávio Dino é um Bolsonaro de sinal trocado…”, o advogado Abdon Marinho alerta para o risco de se ver na entrada de São Luís “‘procissão de ambulâncias’ de municípios sem estrutura para atender tantos pacientes”.

O segundo post, nesta quinta-feira, 14, com o título “Pico da pandemia ainda não chegou ao Maranhão…”, mostra a situação de hospitais que deveriam estar funcionando, mas que o governo Flávio Dino (PCdoB) nunca inaugurou. 

 

Boa parte dos hospitais no interior estão assim, mesmo cinco anos depois de Flávio Dino ter recebido quase todos em condições de funcionamento

Juscelino Filho encaminhou ao secretário Carlos Lula questionamentos quanto o número de unidades de saúde da rede estadual nos municípios, leitos clínicos e de UTI, se há previsão de outros hospitais de campanha e a quantidade de EPIs para profissionais de saúde, além dos testes para a coVID-19.

– São questões essenciais nesta árdua luta contra a Covid-19 – afirmou o parlamentar.

A preocupação do Governo do Estado, por enquanto, se dá mas efetivamente com a Grande São Luís.

Não há informações sobre a resposta do secretário ao deputado federal…

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Pesquisadores previram colapso em hospitais de São Luís…

Desde a semana passada estudiosos da Universidade Federal de Minas Gerais apontam que as unidades de saúde, tanto públicas quanto privadas, podem ficar sem leitos por até 21 dias, o que obrigará à prorrogação do lockdown na região metropolitana

 

Com hospitais lotados, a projeção é que o colapso na rede de saúde chegue ao Maranhão já na próxima sexta-feira, 8 conforme estudo da UFMG (imagem meramente ilustrativa)

Os hospitais públicos e privados de São Luís deveriam chegar ao limite da capacidade de atendimento apenas na sexta-feira, 8.

É o que apontou, desde a semana passada, estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, que acompanham o desenvolvimento da pandemia de coronavírus e fazem projeções em todos os estados.

Mas o colapso se deu nesta segunda-feira, 4, e não há mais vagas para pacientes da coVID-19  nos hospitais maranhenses, segundo informações do Jornal da Globo.

Segundo o estudo da UFMG, em São Luís, a tendência é que os hospitais fiquem sem leitos pelo período de até um mês, o que forçará a prorrogação do lockdown na ilha.

A UFMG também projeta que os números de casos por dia no Maranhão bata os 700 já a partir desta terça-feira, 5, chegando ao pico de 1,5 mil casos por dia em 5 de junho.

O Lockdown pode servir para contrariar essas estimativas.

Mas apenas se o bloqueio funcionar de fato…

Com informações do blog de Diego Emir

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Hospitais e empresas travam batalha de bastidores por lockdown…

Unidades de Saúde privadas querem o bloqueio geral das atividades no Maranhão para evitar o colapso no atendimento das vítimas da CoVID-19, mas o fechamento do comércio é questionado por supermercados e empresas que se declaram essenciais

 

Flávio Dino ainda estuda como decretar o lockdown sem se desgastar com a população e, sobretudo, com empresários de diversos setores da sociedade

A decisão de decretar o fechamento total das atividades comerciais no Maranhão e a proibição da circulação de pessoas – conhecido internacionalmente por lockdown – virou uma guerra de bastidores no governo Flávio Dino (PCdoB).

A decisão do bloqueio geral cabe ao próprio Flávio Dino, mas empresas de saúde e do comércio fazem pressão contra e a favor da medida, apresentando argumentos de lado a lado a secretários e assessores afins do governo.

O maior hospital particular do Maranhão, o São Domingos, encaminhou nota à Secretaria de Saúde pedindo a decretação do lockdown.

Alegando estar no limite da ocupação dos leitos, o HSD justifica a medida extrema como forma de evitar mais contaminação.

– Em razão disso, esse nosocômio sugere ao Governo do Estado do Maranhão a adoção de protocolos de emergência mais restritivos, como por exemplo o ‘lockdown‘ (bloqueio total de circulação de pessoas) – diz documento do hospital protocolado na SES. 

O documento do Hospital São Domingos: lockdown para evitar colapso do atendimento de outros doentes na unidade particular de saúde

O blog Marco Aurélio D’Eça apurou que empresas do setor supermercadista – encabeçadas pelo Grupo Mateus – e segmentos da construção e da indústria, também já encaminharam ofícios e expedientes à Secretaria de Indústria e Comércio e à Secretaria de Fazenda, fazendo pressão contra o lockdown.

O argumento principal é a queda na arrecadação de impostos e a inviabilidade da vida familiar com a falta de alimentos nas casas.

– A população vende o almoço para tentar a janta e você quer que morram de fome?!? Os Ricos e funcionários públicos podem se abastecer por um mês! E os pobres que são maioria nesse estado do pior IDH do Brasil? – reclamou um dos empresários, em conversa dura com o titular deste blog, que apoia o lockdown.

As mesmas conversas, segundo apurou o blog, foram tidas com auxiliares de Flávio Dino e com o próprio governador.

 

O duro ataque do homem que se disse empresário ao titular do blog; revolta com ameaça de fechamento de todas as atividades

Para decretar o bloqueio geral, Flávio Dino analisa a eficácia da medida, diante da dificuldade de fiscalização do seu cumprimento. (Entenda aqui)

A decisão pode sair até o próximo final de semana, quando encerra a validade de alguns dos decretos governamentais…

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Abandonado, Coroado registra mortes suspeitas de CoVID-19…

Uma profusão de doentes com suspeita de contaminação pelo coronavírus foram registradas nos últimos dias, em meio a um crescente número de pessoas acamadas sem acesso a hospitais e sem poder fazer testes

 

Além das dificuldades de estruturam, moradores do Coroado agora têm que conviver, sozinhos, com os riscos do coronavírus

Uma das comunidades mais abandonadas pelo poder público maranhense, o Coroado – muitas vezes confundido com o Coroadinho – se transformou nos últimos dias em um foco de suspeitas de CoVID-19.

Em meio a uma série de pessoas doentes, com sintomas da contaminação por coronavírus, pelo menos duas mortes foram registradas nesta quinta-feira, 23, sem que as famílias pudessem, ao menos, ter a certeza de que foram vítimas da pandemia.

O blog Marco Aurélio D’Eça denunciou ontem o descaso com pacientes oriundos do Coroado, que enfrentam dificuldades de atendimento e até para fazer testes de CoVID-19.

Exatamente um desses pacientes acabou perdendo a vida no final da tarde.

Praticamente não há nenhuma rua do bairro em que não haja pelo menos um morador acamado com os sintomas da contaminação por coronavírus.

Em algumas ruas são três ou quatro casos suspeitos, muitos dos quais foram diversas vezes aos postos de atendimento e foram mandados de volta pra casa.

A realidade das ruas no Coroado – provavelmente a mesma em diversas outras comunidades carentes – não condiz com a propaganda do poder público, que fala de aumento de leitos, de compra de respiradores e de testes, sem que isso alcance quem de fato necessita.

E as mortes começam a proliferar em meio ao abandono…

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Juscelino Filho viabiliza recursos para hospitais de Pinheiro e Santa Inês

Uma excelente notícia para a saúde pública das cidades de Pinheiro e de Santa Inês. A partir de agora, os hospitais macrorregionais desses municípios serão beneficiados com recursos do Ministério da Saúde para que haja a manutenção dos serviços de suas respectivas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Adulto. Essas habilitações fazem parte de um pleito antigo do deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA) e da Secretaria de Estado da Saúde (SES) junto ao governo federal, e foi justamente o parlamentar quem viabilizou essa importante portaria a favor da saúde maranhense.

Na portaria publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (22), o Ministério da Saúde assegura um total de R$ 2.795.724,80 em recursos que, serão divididos entre os dois hospitais macrorregionais. Assim, tanto o Hospital Regional da Baixada Maranhense Dr. Jackson Lago (Pinheiro) quanto o Hospital Regional Tomás Martins (Santa Inês) receberão R$ 1.397.862,40, cada um.

Defensor da bandeira da saúde desde o seu primeiro mandato como deputado federal, Juscelino Filho manteve diálogo direto com o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, para conseguir a publicação dessa portaria de habilitação das UTIs dos hospitais macrorregionais.

Ao tomar conhecimento da portaria, o parlamentar maranhense comemorou essa importante conquista para a saúde pública do Estado, em especial das regiões da Baixada Maranhense e do Vale do Pindaré.

“Fico muito feliz em dar boas notícias à população maranhense. Após nossos esforços junto ao Ministério da Saúde, conseguimos liberar as habilitações das UTIs dos hospitais macrorregionais das cidades de Pinheiro e Santa Inês. Essas habilitações fazem parte de um pleito antigo nosso e da Secretaria de Estado da Saúde e são fundamentais para que haja a manutenção dos serviços das UTIs desses hospitais importantes, que atendem toda a região da Baixada Maranhense e do Vale do Pindaré. Com essas habilitações que lutamos para conseguir, esses dois hospitais passam a receber recursos do Ministério da Saúde”, afirmou o deputado.

De acordo com a portaria do Ministério da Saúde, os recursos que serão destinados aos hospitais macrorregionais de Pinheiro e Santa Inês têm “como finalidade o custeio de quaisquer ações e serviços de Média e Alta Complexidade para Atenção à saúde da população”.

“Tenho certeza de que essa portaria será fundamental para conseguirmos um melhor atendimento às pessoas que necessitem dos serviços de UTI. Continuaremos trabalhando para conseguir ainda mais recursos para outros municípios maranhenses que também necessitam de investimentos em saúde”, concluiu o deputado Juscelino Filho.

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Edilázio lamenta encerramento de especialidades em hospitais do MA

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD), lamentou hoje na Câmara Federal, a situação da saúde pública do estado do Maranhão.

Em apenas um mês mais de sete especialidades foram encerradas pelo Governo do Estado em hospitais de referência na capital e nos municípios do interior.

Ele citou como exemplo a suspensão de neurologia para atendimento de crianças com microcefalia no Hospita Juvêncio Matos, em São Luís; o encerramento de Ortopedia, Urologia e Tomografia em Pinheiro; o encerramento de neurocirurgia em Coroatá e o encerramento de atendimentos em Pediatria em Santa Inês.

“É com muita tristeza que venho externar o que está ocorrendo com a Saúde pública do estado do Maranhão que tem como governador, o senhor Flávio Dino. Só no mês de julho encerrou-se o atendimento e especialidade em todos esses hospitais. É lamentável”, disse, ao fazer referência às unidades dos municípios citados acima.

Ele cobrou a retomada dos atendimentos e disse que vai fiscalizar a Saúde Pública no estado.

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Prefeitura de Imperatriz entrega primeira unidade coronariana da região…

Unidade entregue pelo prefeito Assis Ramos vai funcionar e atender pacientes no Hospital Municipal

 

O Hospital Municipal de Imperatriz, HMI, popularmente chamado de “Socorrão”, oferece a partir desta terça-feira, 21, os serviços da Unidade Coronariana e Semi Intensiva Cardiovascular, a primeira no Estado, voltada para atender pacientes adultos com problemas cardíacos que necessitam de monitoramento 24 horas.

A entrega da unidade foi feita pelo prefeito Assis Ramos em companhia do secretário de saúde, Alair Firmiano em solenidade com a participação da equipe clínica e diretores do hospital.

A Unidade Coronariana é dotada de equipe de médicos e enfermeiros capacitados além de possuir equipamentos necessários para atendimento e diagnostico no menor tempo possível de doenças cardiovasculares.

Localizada no corredor principal de entrada do Hospital Municipal, a unidade está equipada com três leitos, monitores cardíacos, respirador, bombas de infusão, aspiradores e todo o material e medicamentos necessários para o atendimento do paciente.

“Esta é uma UTI avançada voltada para atender pacientes de doenças cardiovasculares”, anunciou o secretario Aliar Firmiano.

O atendimento vai seguir o protocolo para doença cardiovasculares, onde temos uma médica que é a doutora Mayara, dinamicista e vai conduzir este atendimento a começar pelos treinamentos feitos há seis meses e serão feitos esta semana com toda a equipe do hospital”, explicou a diretora do hospital, Marília Carvalho.

O prefeito Assis Ramos disse que a unidade é mais um esforço da gestão para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população na área da saúde.

“Temos que ter consciência de que nenhum prefeito vai transformar a saúde de Imperatriz numa saúde como a de Portugal, da Europa, mas aos poucos, com unidades como esta, Centros Cirúrgicos reformados, e várias ações dentro do Socorrão, da UPA e nossas Unidades Básicas de Saúde, que são nossas vitrines, é que vamos melhorar nossa saúde”, pontuou o prefeito Assis.

O gestor municipal se mostrou solidário aos funcionários do hospital que vem sendo alvo de críticas de alguns segmentos sociais, mesmo desenvolvendo um bom trabalho.

“Eu me solidarizo com todos que trabalham aqui, que fazem acontecer, não só aqui, mas em todas as unidades e são alvos de críticas, mas num momento deste aqui os críticos não veem, saber o que significa porque é muito fácil criticar, mas fazer a diferença são poucos”, desabafou o prefeito sem citar nomes. Ele disse que as críticas são recebidas com naturalidade, mas quem critica também deveria procurar saber sobre as evoluções do setor como as próprias ações, que são muitas, desenvolvidas no interior do “Socorrão”.

“Pessoal passa na frente, vê a fachada, ainda, dependendo de uma reforma e as vezes pensa que aqui dentro está da mesma forma da fachada. A gente escolheu que o ideal é que as pessoas tenham condições de serem atendidas e a fachada fica para depois”, finalizou o Assis que fez uma vistoria nas obras de reforma e recuperação do Hospital Municipal Infantil de Imperatriz, HMII.

“Queremos enfatizar que esta é a única Unidade Coronariana da região toda, nem em São Luís a gente conta com Unidade Coronariana dentro de um hospital público”, concluiu Alair Firmiano.

Do site O portal