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“Fizemos tudo dentro das normas”, diz Lula Fylho…

Secretário municipal de Saúde de São Luís nega que tenha feito compras com todas as empresas quer estão sendo acusadas de superfaturamento pela Polícia Federal e diz que vai pedir vistas do processo para entender que documentos pretende a PF e a Controladoria-Geral da União

 

Lula Fylho teve a sede da sua pasta ocupada nesta terça-feria pela Polícia Federal, por suspeita de superfaturamento de mais de R$ 2 milhões

O secretário municipal de Saúde de São Luís, Lula Fylho, declarou ao blog “O Informante”, na manhã desta terça-feira, que ainda não tem conhecimento do inteiro teor do processo que apura fraude e superfaturamento na compra de máscaras em São Luís.

– Fizemos tudo dentro das normas – disse Lula Fylho.

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão na sede da Semus na manhã desta terça-feira, por suspeita de superfaturamento de mais de R$ 2,3 milhões na compra de máscaras descart´[aveis para uso contra a coVID-19.

De acordo com relatório da Controladoria-Geral da União, as máscaras que deveriam custar cerca de R$ 3,00 foram compradas pela Secretaria Municipal de Saúde por quase R$ 10.

Lula Fylho confirma a compra, mas diz que fez as compras, “mas não todas que estão sendo reveladas”.

De acordo com “O Informante”, o secretário pretende convocar coletiva para tratar do assunto…

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Superfaturamento de máscaras em São Luís chegou a R$ 2 milhões…

Polícia Federal está desde o início desta terça-feira, 9, na Secretaria Municipal de Saúde investigando o envolvimento de servidores públicos em crimes relacionados à aquisição de equipamentos para o combate ao coronavírus; tem prisão contra três empresários

 

No total, a Polícia Federal cumpre 14 mandados de busca e apreensão na Secretara Municipal de Saúde e outros três mandados de prisão (imagem: blog do Antonio Martins)

A Polícia Federal cumpre nesta terça-feira, 9, mandados de busca e apreensão na sede da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís, suspeita de comprar material e equipamentos de combate à COVID-19 com preços superfaturados.

A PF também cumpre mandados de prisão contra os empresários Alexandre Chuairy Cunha, Sormane Silva Santana e João de Deus Souza Lima Júnior, responsáveis pela venda dos equipamentos.

Segundo as primeiras apurações do blog Marco Aurélio D’Eça, uma das empresas ligadas aos presos chegou a superfaturar em R$ 2 milhões o valor de máscaras de proteção.

As máscaras, que deveriam custar algo em torno de R$ 3,00, foram  compradas pela Secretaria Municipal de Saúde por R$ 10,00 junto à Precision Soluções.

Só este contrato tem valor de R$ 2.673.000,00…

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De como Flávio Dino fechou leitos que poderiam ser usados contra a coVId-19

Quando assumiu, governador tinha à sua disposição hospitais em funcionamento ou em fase final de construção em vários municípios que agora sofrem a ameaça da pandemia de coronavírus; boa parte destas unidades está fechada, com obras paradas ou foram descontinuadas ao longo destes cinco anos

 

Hospitais como este, em Barra do Corda, ainda estavam assim em 2018, quatro anos depois de Flávio Dino assumir o governo do Maranhão

 

Editorial

Flávio Dino (PCdoB) assumiu o mandato de governador em 1º de janeiro de 2015.

Na época, o Maranhão tinha disponíveis nada menos que 332 leitos de UTI em todo o estado, segundo dados oficiais da própria Secretaria de Saúde da época. (Entenda aqui)

Foram 96 recuperados e outros 236 criados na gestão Roseana Sarney (MDB).

Além disso, Flávio Dino recebeu recebeu mais 86 leitos com equipamentos já comprados e prontos para serem instalados nos então novos hospitais macrorregionais.

Em 2012, o então ministro da Saúde, Alexandre Padilha, constatou a excelência do atendimento nas UPAs maranhenses

Para se ter ideia, até as UPAs dispunham de “UTI de curta duração em suas salas vermelhas”, num total de 55 leitos, comprovando a excelência do sistema público de saúde maranhense até 2014. (Relembre aqui, aqui, aqui e também aqui)

Flávio Dino fechou ou simplesmente descontinuou todo esse sistema no interior. (Entenda aqui)

Para começar, foram fechados em quatro anos 15 hospitais de 20 leitos – que se espalhavam por municípios de todo o estado. 

Os chamados macrorregionais estão sucateados, sem estrutura para atender demandas como a da coVID-19, que já é difícil até mesmo na Grande São Luís.

Pelo menos 15 hospitais de 20 leitos, como este, foram encerrados por Flávio Dino ao longo dos seus quatro anos de mandato

Outras unidades, como as de Viana e Pedreiras, por exemplo, estão prontas, mas sem funcionamento por que nunca foram inauguradas. (Reveja aqui) 

Em dezembro de 2016, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou o post “A falência das UPAs no governo comunista de Flávio Dino…”, linkando dois outros posts que mostravam a realidade daquelas unidades dois anos depois da posse do governador. 

Já recentemente, em setembro de 2019 – poucos meses antes do início da pandemia – o deputado César Pires (PV) denunciava na Assembleia o “desmonte do sistema de saúde no Maranhão”.  

Diante desta realidade, é de se esperar um colapso no interior do estado com o alastramento do coronavírus, que já atingiu 85% dos municípios, alguns sem a mínima estrutura para atendimento em massa.

É cada vez maior o risco de uma procissão de ambulâncias do interior maranhense em direção a São Luís por atendimento à coVID-19

O blog Marco Aurélio D’Eça tem repetido há alguns dias a expressão “Procissão de Ambulâncias”  – lembrando um chavão do ex-governador Jackson Lago (PDT) – para alertar sobre o risco de descontrole da pandemia.

E qual o risco?

Cidades desestruturadas encaminhando pacientes em massa para São Luís, já em colapso pelo atendimento sistêmico de infectados pela coVID-19.

E tudo isso poderia ser evitado por Flávio Dino…

Leia também:

O desmonte da Saúde no Maranhão…

Sobre macas e procissão e ambulâncias…

Procissão de ambulâncias voltou com força no governo Flávio Dino… 

Cortes festejados por Flávio Dino resultaram na má qualidade da Saúde…

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Pesquisadores previram colapso em hospitais de São Luís…

Desde a semana passada estudiosos da Universidade Federal de Minas Gerais apontam que as unidades de saúde, tanto públicas quanto privadas, podem ficar sem leitos por até 21 dias, o que obrigará à prorrogação do lockdown na região metropolitana

 

Com hospitais lotados, a projeção é que o colapso na rede de saúde chegue ao Maranhão já na próxima sexta-feira, 8 conforme estudo da UFMG (imagem meramente ilustrativa)

Os hospitais públicos e privados de São Luís deveriam chegar ao limite da capacidade de atendimento apenas na sexta-feira, 8.

É o que apontou, desde a semana passada, estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, que acompanham o desenvolvimento da pandemia de coronavírus e fazem projeções em todos os estados.

Mas o colapso se deu nesta segunda-feira, 4, e não há mais vagas para pacientes da coVID-19  nos hospitais maranhenses, segundo informações do Jornal da Globo.

Segundo o estudo da UFMG, em São Luís, a tendência é que os hospitais fiquem sem leitos pelo período de até um mês, o que forçará a prorrogação do lockdown na ilha.

A UFMG também projeta que os números de casos por dia no Maranhão bata os 700 já a partir desta terça-feira, 5, chegando ao pico de 1,5 mil casos por dia em 5 de junho.

O Lockdown pode servir para contrariar essas estimativas.

Mas apenas se o bloqueio funcionar de fato…

Com informações do blog de Diego Emir

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César Pires defende uso de recursos de Fundo na assistência a pacientes com câncer

O repasse de recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer para o Hospital Aldenora Bello voltou a ser cobrado pelo deputado César Pires, em discurso na tribuna da Assembleia Legislativa nesta segunda-feira (14).

“Enquanto o governo fica inventando justificativas para não liberar os recursos do Fundo, tem pessoas morrendo por falta de tratamento, por falta de ação, por falta de humanidade do Governo do Estado. O único projeto que a eles interessa agora é eleger o governador presidente da República, mesmo que seja com a dor de tantos maranhenses”, enfatizou Pires.

Ao tratar novamente da situação do Hospital Aldenora Bello, que suspendeu parte do atendimento aos pacientes com câncer por falta de recursos, César Pires mostrou da tribuna artigo publicado no Jornal Pequeno, em abril de 2018, em que o secretário estadual de Saúde anunciava que iria apresentar a experiência exitosa do Fundo Estadual de Combate ao Câncer, ao mesmo tempo em que revelava que havia participado da elaboração da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que criou o fundo.

No artigo, Carlos Lula declarou que “foi aprovada, em agosto de 2017, a Lei Complementar 191, corrigindo as imprecisões da lei anterior. Isso permitiu que a partir de 2018 o Fundo efetivamente tivesse receitas para executar no combate ao câncer”. E ele acrescentou: “Esperamos que, ao compartilhar soluções criativas, como Fundo Estadual de Combate ao Câncer – que agora vigora em nosso estado – possamos servir de inspiração para novas fontes de financiamento dos sistemas de saúde em outras localidades do mundo”.

“Nesse artigo, o próprio secretário disse que, como consultor da Assembleia, ajudou a redigir a PEC e depois a corrigir o que elas chamam de incorreções, para que, a partir de 2018, o Fundo efetivamente tivesse receita para executar o combate a câncer. Como é que agora eles alegam que não podem repassar recursos ao Aldenora Bello? Onde estão os recursos do Fundo Estadual de Combate ao Câncer, que só no primeiro mês recebeu R$ 650 mil, segundo informou o próprio Carlos Lula?”, questionou César Pires.

Para o deputado, é desumano  apontarem ilegalidades no Fundo que, ano passado, o secretário apresentou na Dinamarca como uma grande iniciativa.

“O deputado Eduardo Braide, autor do Fundo, é de oposição, mas a necessidade é do povo do Maranhão, é dos que necessitam, que não têm condições de fazer tratamento de câncer. O governo não pode agir com ódio de seus opositores e deixar de repassar os recursos ao Fundo Estadual de Combate ao Câncer. É preciso deixar as divergências políticas de lado e cuidar das pessoas”, finalizou ele.

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Os doadores do Aldenora Belo..

Hospital recebe recursos de diversos setores da economia, além das emendas parlamentares e dos recursos do SUS repassados por Governo do Estado e Prefeitura de São Luís; cobrança agora é por prestação de contas da Fundação Jorge Dino

 

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou nesta terça-feira, 8, uma série de posts que apontam para a distribuição de recursos públicos por vários deputados – federais e estaduais – ao Hospital Aldenora Belo. (Relembre aqui)

Mas, além destes recursos públicos – e das doações de equipamentos e serviços articulados pela classe política – há doações de empresas privadas ao hospital.

A Fundação Antonio Jorge Dino recebe recursos da McDonalds, dos Supermercados Mateus e da Maracap, empresas de porte no Maranhão.

Além disso, mantém uma campanha permanecente de ligações com pedidos de doações via telefone, que gera receitas permanentes – ainda que baixas – para manutenção do hospital.

A Fundação Jorge Dino reclama nos bastidores que o governo não repasa os recursos que deveria repasar, inclusive do SUS.

O problema: não há prestação de contas do que entra e do que sai na Fundação – inclusive salários e pagamentos a diretores e funcionários.

E o mais prejudicado é o paciente de câncer no Maranhão…

 

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Edivan Brandão e Roberto Costa entregam 10 ambulâncias em Bacabal…

Na manhã desta sexta-feira (6) o deputado estadual Roberto Costa (MDB) acompanhou o prefeito Edvan Brandão (PSC) na entrega das 10 ambulâncias novinhas para atender toda a população bacabalense. Os veículos modernos e equipados foram comprados com recursos do município.

Na oportunidade, o deputado Roberto Costa destacou a revolução que o prefeito Edvan Brandão tem feito em Bacabal.

“De fato, é uma revolução que o prefeito tem feito na cidade de Bacabal. Antes de assumir a gestão, não tinha asfalto na cidade, nem medicamentos, nem merenda escolar em dias, nem salário em dias, agora tem. Então, de fato, o prefeito Edvan Brandão tem revolucionado Bacabal, e isso é apenas o começo. Nunca na história dessa cidade um prefeito deu tanta prioridade para a saúde da população como agora. Temos medicamentos em todos os hospitais e Unidades Básicas de saúde, temos médicos qualificados e especialistas que nunca a cidade teve. Temos 19 especialidades em babacabal. Agora, o prefeito compra 10 ambulâncias novinhas para entregar para a população. Além de anunciar a reforma do Hospital Geral, onde será o novo Socorrão de Bacabal, esse sim tem  compromisso com o povo. Por isso, prefeito Edvan Brandao, conte sempre comigo, o deputado João Marcelo e João Alberto, juntos, faremos muito mais por Bacabal”, disse Roberto Costa.

O prefeito Edvan Brandão enfatizou que, a sua luta é apenas uma, defender e conquistar melhorias para todo o município de Bacabal como sempre prometeu.

“Quanto mais agimos em prol do povo bacabalense, mais a oposição nos ataca. A única forma que irei rebater a oposição, é com ações, com mais asfalto na cidade, mais qualidade de vida, mais ambulâncias, isso sim iremos continuar fazendo. Eu tenho um compromisso com o povo, agora, continuarei cumprindo com a minha palavra. Junto com os deputados Roberto Costa, João Marcelo e João Alberto, os nossos secretários e vereadores, faremos uma Bacabal de referência para todo o Maranhão”, disse Edvan Brandão. 

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Gutemberg Araújo pede providências para manutenção dos serviços do Aldenora Bello

Preocupado com os problemas do Hospital Aldenora Bello (HCAB), o vereador Dr. Gutemberg Araújo subiu à tribuna da Câmara Municipal de São Luís para pedir aos parlamentares que fiquem vigilantes sobre a manutenção dos serviços do hospital oncológico.

Recentemente, a direção do Hospital anunciou  um drama financeiro que resultaria na suspensão dos serviços de Pronto Atendimento (SPA), Atendimento Domiciliar.

Dr. Gutemberg que já trouxe outro problema parecido à Câmara, no caso o da Maternidade Maria do Amparo, lembrou que a Casa Legislativa Municipal teve participação decisiva para o retorno dos serviços integrais da maternidade.

O parlamentar pontuou as dívidas financeiras do Hospital Aldenora Bello, e que os serviços não possuem cobertura total do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O valor do SUS paga apenas 10% do valor total dos custos. Uma consulta no SPA Oncológico é paga pelo Ministério da Saúde por R$ 11,00 e lá custa aproximadamente R$ 400,00. É uma conta que não bate, que não tem como se sustentar. O Hospital Aldenora Bello tem um déficit mensal de, aproximadamente, setecentos mil reais. E acumula nesses últimos anos, uma dívida de mais de cinco milhões de  reais. A Unidade de Saúde chegou a uma situação que não consegue nem conseguir mais recursos dos bancos, pois precisa oferecer algo de garantia e não tem mais nada. Outro grande problema é que o Hospital Aldenora Bello pode perder o status de único CACON do Maranhão (Centro de Assistência em Alta Complexidade em Oncologia), por não cumprir as exigências do Ministério da Saúde”, destaca o vereador.  

Na semana em que se comemorou o Dia Mundial de Combate ao Câncer – 8 de abril, Dr. Gutemberg lembrou ainda que a doença afeta toda a família, sendo de fundamental importância o auxílio do Hospital Aldenora Bello, referência no país no tratamento de  câncer.

“O câncer mexe com toda a estrutura familiar. Eu pergunto a vocês, caso esses pacientes não consigam o atendimento do Hospital Aldenora Bello, para onde eles vão? Essas pessoas vão para os Socorrões, para UPAs, locais que estão superlotados e não tem as especialidades necessárias para tratar o paciente oncológico. Juntos somamos forças para reabrir a maternidade Maria do Amparo. Agora, peço a todos vocês que fiquem vigilantes e para que juntos encontremos soluções para a manutenção do Hospital Aldenora Bello, fundamental para o Maranhão”, disse o parlamentar.

Da assessoria

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Na Câmara, Edilázio denuncia caos na Saúde do Maranhão…

Deputado destaca em discurso o que chamou de “situação caótica” do setor no Maranhão, e criticou a decisão do governador Flávio Dino de fechar o hospital de Matões do Norte

 

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD), em discurso na Câmara, chamou atenção dos colegas para a “situação caótica que vem enfrentando a Saúde no Maranhão”.

O deputado lembrou das ações da Polícia Federal na pasta e criticou a decisão do governador Flávio Dino (PCdoB), de fechar o hospital de Matões do Norte.

– Hospital este que atendia 14 municípios, que agora têm que se deslocar quase 200 quilômetros para ter um atendimento de urgência – revelou Edilázio.

O parlamentar fez um apelo direto a Flávio Dino, para que reabra o hospital.

Veja o vídeo acima

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Dr. Gutemberg mostra otimismo com reabertura da Maria do Amparo…

Responsável por levar à Câmara Municipal o problema enfrentado pela maternidade, vereador tem mobilizado os colegas em busca de solução para o problema

 

O vereador Gutemberg Araújo (PRTB) mostrou nesta segunda-feira, 11, forte otimismo com a solução do problema da Maternidade Maria do Amparo.

Gutemberg foi o responsável por levar para a Câmara o problema enfrentado pelo hospital.

– As expectativas são as melhores possíveis. O Parlamento Municipal, inclusive, vem exercendo um papel muito importante no que diz respeito a intermediar uma solução para problemática – afirmou.

Nesta segunda-feira, a Câmara voltou a debater a situação da maternidade, em busca de uma solução.

– Tivemos um encontro de reavaliação hoje e amanhã [terça-feira], às 14h, haverá uma reunião na Secretaria de Saúde do município, com o secretário Lula Filho. O que percebemos é que há uma boa intenção por parte das autoridades públicas em contribuir para reabertura da Maternidade. Tenho convicção que iremos conseguir o desfecho esperado pela população da cidade – afirmou o presidente da Casa, Osmar Filho (PDT).