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Júnior Verde conduz audiência para reforçar a segurança pública na região de Balsas…

Júnior Verde com os agentes de Segurança em Baalsas

Júnior Verde com os agentes de Segurança em Baalsas

Uma audiência pública realizada em Balsas e proposta pela Frente Parlamentar de Segurança Pública e Privada da Assembleia Legislativa reuniu diversos segmentos da sociedade em torno da problemática da segurança pública na região Sul do Maranhão.

A audiência foi conduzida pelo presidente da Frente, o deputado estadual Júnior Verde (PRB), com a participação do deputado Zé Inácio (PT), em parceria com a Câmara Municipal do município, na noite desta quinta (14).

O objetivo do encontro foi reunir sugestões e implementar ações que contribuam para o fortalecimento, a integração e o desenvolvimento dos órgãos policiais de segurança pública da região. “Reconhecemos o bom trabalho realizado pelas forças de segurança: polícia militar, polícia civil, corpo de bombeiros. Mas precisamos reforçar a estrutura desses órgãos”, afiançou o presidente da Câmara de Vereadores de Balsas, Sebastião Filho Saraiva.

O subcomandante do 4º BPM, major Gilberto Brito, apresentou um relatório das ações e das dificuldades do batalhão em 2016. O 4º BPM tem um efetivo de 295 homens para uma população de cerca de 250 mil habitantes. Em 10 municípios da região, as viaturas policias estão em operação desde 2010 e vivem mais tempo parada do que operando, segundo o major.

“O 4º BPM está implantando o pelotão Mirim. Com mais viaturas, acreditamos que vamos melhorar a produtividade e a população se sentirá mais segura”, sinalizou o major Gilberto.

O comandante do 4ª Batalhão de Bombeiros Militar (4º BBM), major Pablo Willys, pediu a construção da sede do Corpo de Bombeiros no município, e o delegado regional de Polícia Civil, Fagno Vieira, alertou que os atores da segurança pública precisam agir como um organismo sincronizado, “se um deles falhar, todo o sistema ficará comprometido”. E denunciou a falta de delegados em 9 municípios dos 13 que compõem a regional. “Preciso enfatizar a ausência da polícia técnica, do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal”, destacou.

“Precisamos agir para mudar essa realidade, mas a avaliação foi extremamente positiva. Esta comissão sai convicta do seu papel, através das informações aqui colhidas vão se transformar em indicações, projetos de leis e requerimentos ao Governo do Estado e assim, daremos nossa contribuição para o fortalecimento da segurança pública na região de Balsas. Fazemos uma política de resultados, nós temos que tirar do papel, tornar efetiva as propostas”, avaliou Júnior Verde. 

A audiência contou com a presença de autoridades locais e de cidades vizinhas, representantes das polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Promotoria Pública, além de segmentos religiosos e sindicatos de classe.

Júnior Verde defende projeto que reintegra aposentados da Segurança ao serviço público…

Júnior Vede com os colegas deputados na discussão da LOB

Júnior Vede com os colegas deputados na discussão da LOB

Presidente da Frente Parlamentar de Segurança Pública e Privada, o deputado estadual Júnior Verde (PRB) tem se reunido com militares para discutir o projeto da nova Lei de Ordem Básica (LOB) dos Policiais Militares, que trata do reingresso ao serviço público de aposentados oriundos da segurança pública, além da ascensão profissional do Soldado ao posto de Coronel, que hoje, limita a possibilidade de o Cabo chegar somente ao cargo de Capitão.

Uma audiência pública proposta pelo deputado Cabo Campos foi realizada no último dia 06, na Assembleia Legislativa, e reuniu representantes da corporação para discutir os principais pontos do projeto, que impactará administrativamente e, principalmente, operacionalmente na categoria militar. Com a iniciativa, ex-militares experientes como auxiliares, peritos e escrivães poderão reingressar no serviço público e reforçar os quadros da Segurança Pública.

“Demos início a uma discussão que vai além das questões técnicas, pois envolve toda a estrutura da Segurança Pública, que será reforçada com esse projeto. Fiquei também muito satisfeito com os militares, que se mostraram unidos e articulados. São medidas que vão de encontro aos anseios de toda a sociedade, e temos que dar as condições legais para que esse projeto logre êxito”, ressaltou Júnior Verde.

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Júnior Verde destaca Dia das Polícias Civis e Militares…

verdeDurante pronunciamento na Assembleia Legislativa, o deputado Júnior Verde (PRB) parabenizou a todos os policiais civis e militares do Maranhão, pela passagem do dia 21 de abril, dia das polícias Civis e Militares, criado por meio do decreto 9208/1946.

Na oportunidade, o parlamentar destacou a necessidade da continuidade não só da valorização da categoria, mas do aumento do contingente policial com urgência.

Atualmente, o Maranhão tem um dos menores índices de policiais por habitante, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas um policial para cada 881 habitantes.

Durante seu pronunciamento, Júnior Verde também homenageou o policial civil Cristiano Azevedo da Mota, vitimado pela violência, atuando em defesa da instituição.

“A todos aqueles que, em defesa da sociedade, dedicam a vida protegendo a todos nós, prestamos as nossas sinceras homenagens”, finalizou.

Governo foge de reunião com policiais na AL…

Sousa Neto e Júnior Verde ouvem oficiais da PM; governistas ignoraram o encontro

Nenhum dos representantes do governo Flávio Dino (PCdoB) compareceu hoje à reunião da Frente Parlamentar da Segurança Pública que discutiu o reajuste salarial dado aos policiais civis e militares.

Esses membros do Governo não vieram para que pudéssemos iniciar as discussões, mas foram convidados. Vamos esgotar as discussões para que possamos chegar a uma solução em torno dessa solicitação – Sousa Neto, deputado estadual.

De acordo com o deputado Sousa Neto (PTN), tanto o secretário de Segurança, Jeferson Portela, quanto o chefe da Casa Civil, Marcelo Tavares, foram convidados para a reunião.

Nem mesmo o deputado Cabo Campos, que representa a categoria, esteve presente no encontro.

Ficou acertado que Sousa Neto e o colega Júnior Verde (PRB) vão apresentar emendas à Medida Provisória que estabeleceu o reajuste.

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Prisco: profissional da arruaça…

Do blog de Gilberto Léda

Não poderia ter sido melhor a definição do auto-intitulado “soldado” Prisco dada pelo jornalista Cláudio Humberto.

Sob o título “profissional da arruaça”, ele lembra que Prisco, hoje um dos principais líderes da greve da PM na Bahia, foi também o articulador do movimento no Maranhão.

Expulso da PM em 2002 justamente por fazer greve também na Bahia, ele agita os grevistas baianos exatamente como fez com os maranhenses.

Mas pode acabar preso. Lá, como cá, a Justiça já decretou a ilegalidade do movimento a pedido do governador petista Jaques Wagner – o mesmo fizeram os governadores do Pará, Simão Jatene (PSDB); e do Ceará, Cid Gomes (PSB). Continue lendo aqui…

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Weverton Rocha propõe anistia a militares grevistas do Maranhão…

Militares na Assembléia, durante a greve...

Já começou a tramitar na Câmara Federal o Projeto de Lei que propõe anistia aos policiais e bombeiros militares maranhenses que entraram em greve por melhorias salariais em outubro do ano passado.

A proposta é do deputado federal Weverton Rocha (PDT).

O deputado maranhense quer que os militares do Maranhão também sejam beneficiados pela Lei nº 12.505/11, que concedeu anistia a militares grevistas de Alagoas, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e Sergipe.

Deputado Weverton Rocha

Policiais e bombeiros militares da Bahia, Ceará, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, Tocantins e Distrito Federal também já foram beneficiados pela Lei.

– Nosso projeto visa garantir igual tratamento aos policiais militares maranhenses que, de forma íntegra e legítima, participaram de movimentos para melhorar os próprios salários e condições de trabalho – justificou Weverton Rocha.

Antes de ir a plenário, o projeto será analisado pelas comissões de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado; de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

A votação deve ocorrer ainda neste semestre…

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Por que o privilégio???

Neto Evangelista: com direito a ajudante-de-ordens

O deputado Neto Evangelista (PSDB) é o único parlamentar da Assembléia Legislativa, à exceção do presidente, a ter um militar à disposição 24 horas por dia.

O cabo bombeiro Santos, que é vinculado ao Gabinete Militar da Assembléia, atua como uma espécie de ajudante-de-ordens de Evangelistinha desde que o parlamentar assumiu o mandato, no início do ano.

Pela lei, todo militar disponibilizado pelo Executivo aos outros poderes deve ser vinculado diretamente aos gabinetes militares, atuando em funções inerentes à sua categoria profissional.

Para dispor da companhia de um destes militares, o deputado precisa se enquadrar em situações específicas.

– Se um militar da ativa estiver lotado em gabinete de deputado, caracteriza desvio de função – adverte o deputado Carlos Alberto Milhomem (PSD), ex-presidente da Assembléia.

O cabo Santos, é inclusive, um dos intelocutoes da greve dos militares. Em um vídeo divulgado no blog de Luís Pablo, ele aparece claramente usando o nome de Evangelistinha para ocupar a galeria da Assembléia. (Veja aqui)

O blog ouviu outros ex-presidentes da Casa, que também confirmaram a especificidade da lotação de um militar, e estranharam o fato de um destes militares estar à disposição de Neto Evangelista

De branco, cb Santos tenta convencer cel Pinheiro a liberar galeria...

Ex-presidente da CPI da Pedofilia, a deputada Eliziane Gama (PPS), por exemplo, também já teve militar à disposição do seu gabinte, mas pelo fato de, à época, ter sofrido ameaças de mortes.

Não há informações de que Evangelistinha tenha sido ameaçado ou se encontre em situação que necessite a presença de um militar ao seu lado, como “faz-tudo”.

Apenas a anuência do presidente Arnaldo Melo (PMDB) explicaria – sem justificar – a liberação do cabo Santos ao deputado Neto Evangelista.

Mas por que o privilégio???

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Mas o governo também não pode humilhar a PM…

Uma coisa é o policial militar fazer greve, o que é proibido pela Constituição. Neste caso, deve ser punido para manter a hierarquia e a disciplina nos quarteis.

Outra coisa, totalmente, diferente, é o policial militar cobrar melhores condições salariais e de trabalho. Isso é absolutamente legítimo e deve ser respeitado pelo governo.

O governo pode sufocar qualquer manifestação grevista da PM e do Corpo de Bombeiros, mas não pode tratar o policial militar como servidor comum.

Assim como os delegados de polícia, os policiais civis e os agentes penitenciários, os PMs e os Bombeiros têm, sim, direito a uma negociação salarial diferenciada. E o governo tem obrigação de tratá-los de foma diferenciada.

Incluir PM e Bombeiros no bojo de uma política salarial generalizada é um erro do governo, tal qual o erro dos militares que ameaçam com greve.

O que precisa é os comandantes militares mostrarem força e liderança para sentar na mesa de negociação – e o governo tratá-los com a mesma diferenciação com a qual trata delegados e demais setores da Segurança.

Não se pode apoiar greve de militares por princípio constitucional, mas é legítima a luta dos PMs e Bombeiros por melhores salários e condições de trabalho.

Esta deve ser a posição de todos.

Simples assim…

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Governo não dará tratamento especial a policiais militares na política salarial…

O  governo Roseana Sarney (PMDB) decidiu, ontem, que a política salarial de policiais e bombeiros militares seguirá no bojo de um projeto geral para todo o funcionalismo, a ser encaminhado à Assembléia, até o início do ano que vem.

Os militares, portanto, não terão diferenciação na negociação de reajuste – sobretudo após a espécie de greve promovida há duas semanas – movimento ilegal e sem precedentes na história da vida militar.

Ações como esta não serão mais tolerados pelo governo

O projeto de política salarial do funcionalismo foi analisada ontem por Roseana Sarney (PMDB), em reunião da qual participaram também os secretários João Alberto de Souza, Hildo Rocha, Fábio Gondim e Aluísio Mendes.

Cercada por garantias jurídicas, o governo não vai mais tolerar movimentos como a inusitada “greve militar” e punirá os insurgentes com rigor.

A decisão do governo colocou em situação difícil o líder governista na Assembléia, deputado Manoel Ribeiro (PTB).

Arnaldo e Ribeiro negociando com militares

Ribeiro, ao lado do presidente da Casa, Arnaldo Melo (PMDB) – e insuflado por membros da oposição – prometeu aos militares rebeldes que se juntaria a eles, em uma nova greve, caso o governo não atendesse as reivindicações da categoria.

Para muitos deputados, não passou de uma bravata ribeirista para forçar os militares a um recuo, mas o governo entendeu a ação como uma afronta – e um estímulo a novas insubordinações.

Agora, caberá a Ribeiro decidir se fica com os militares ou se segue a orientação do governo…

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Acordo com militares gera desgaste entre governo e AL…

O acordo entre os líderes de bancada na Assembléia Legislativa e os militares que reivindicam reajuste salarial gerou um desgaste, hoje, entre alguns secretários do governo Roseana Sarney (PMDB) e os parlamentares.

Deputados, militares, overnador e secretários em reunião no Palácio

Os deputados garantiram aos policiais e bombeiros militares que fariam parte de suas manifestações contra o governo, caso as reivindicações não fossem cumpridas em duas semanas. Em troca, os manifestantes paralisariam a “greve” iniciada hoje pela manhã.

Terminada a sessão, os deputados foam ao Palácio dos Leões, comunicar o que conseguiram com a categoria. Os secretários – e aprte da cúpula da Segurançla – mostraram irritação com as promessas da bancada.

Para eles, os militares estão infringindo a lei e, por isso, não teriam direito à negociação.

O governo já tem articulado, inclusive, um convênio com o Minsitério da Defesa, garantindo a presença do Exercíto nas ruas, caso os Pms insistam na paralisação.

Diante da ponderação de líderes govenistas e oposicionistas, os secretários e comandantes da Segurança Pública aceitaram analisar a pauta dos militares.

O prazo pedido pelos deputados, de duas semanas, termina no dia 23 de novembro…