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Hildo Rocha propõe que emendas impositivas de bancada priorizem agricultura familiar

De acordo com critérios definidos pela Comissão do Orçamento da União, as bancadas de deputados federais de todo o país tem direito a seis emendas impositivas, sendo que três deverão ser destinadas, obrigatoriamente, para os setores da saúde, segurança e educação. As três restantes ficam a critério das bancadas. Para o próximo ano, o Maranhão terá direito a R$ 169 milhões de reais, provenientes de emendas impositivas. Essa questão foi debatida pelos deputados federais do Maranhão em reunião, nesta terça-feira.

Agricultura familiar

Considerando que os parlamentares podem fazer até três indicações, o deputado Hildo Rocha defendeu a destinação de recursos para o fortalecimento da agricultura familiar, por meio da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco, Parnaíba e Itapecuru (Codevasf). O parlamentar defende também a destinação de recursos para melhorar o atendimento   oncológico, especialidade da medicina que trata do câncer.

Fortalecimento da Codevasf

Sensível às dificuldades vivenciadas pelos trabalhadores e trabalhadoras rurais do Maranhão, Hildo Rocha  se manifestou pela destinação de recursos para a agricultura familiar. De acordo com o parlamentar, este ano, por intermédio da Codevasf, dezenas de poços artesianos foram implantados; centenas de máquinas agrícolas foram entregues e foram construídas estradas de acesse.

“A Codevasf vem realizado ações relevantes para a melhoria da qualidade de vida de comunidades rurais. Agora, temos que dar prosseguimento a essas ações, é fundamental que empresa possa continuar realizando esse trabalho e também passe a atuar nas áreas de treinamento e qualificação da mão de obra para o trabalho nas atividades produtivas do nosso estado”, argumentou o deputado.

Oncologia

De acordo com o parlamentar, no que se refere à questão da oncologia, falta definir qual a instituição que será beneficiada, se será o Hospital Aldenora Bello ou o Hospital de Barretos que pretende implantar uma unidade no Maranhão. “Entretanto, a instituição precisa de aporte público no valor de R$ 30 milhões”, explicou Hildo Rocha.

Terça-feira da próxima semana os deputados voltarão a se reunir para bater o martelo acerca do assunto. “Infelizmente a decisão teve que ser adiada porque não houve número suficiente, alguns parlamentares não estavam presentes. Mesmo assim, o encontro foi válido porque duvidas foram esclarecidas e decisões preliminares já estão acertadas. Demos passos fundamentais para chegarmos a um consenso”, enfatizou Hildo Rocha.

Marco Aurélio D'Eça

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