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Imagens do dia: quem foi melhor?!?

Gatos pingados na Deodoro, ontem,. E se os tucanos forem maiores?

Gatos pingados na Deodoro, sexta-feira, em apoio a Dilma

O PT resolveu se antecipar à manifestação do PSDB e mobilizou militância e simpatizantes do governo Dilma ainda na tarde de sexta-feira. Mas a participação popular no evento não foi recebida nem pelo PT como o partido esperava

 

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Outros tantos no protesto contra Dilma no domingo

No domingo, foi a vez dos oposicionistas também mobilizar militantes e simpatizantes. Mas o evento não chegou a empolgar o PSDB, que tratou de se eximir da organização do evento, por intermédio do vice-governador Carlos Brandão

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A tolice do Impeachment…

A expressão mostra a cara da tolice

A expressão mostra a cara da tolice

Tão tola quanto a opinião dos esquerdistas, de que é a direita que está nas ruas protestando contra o governo Dilma, é a defesa do “fora “Dilma” por parte destes manifestantes.

O impeachment de Dilma é uma tolice defendida apenas por tolos.

O principal pressuposto de um afastamento presidencial é o cometimento de um crime. E não há nenhum crime atribuído à presidente Dilma.

Aliás, não há, sequer, nenhum tipo de investigação contra ela.

Defender o “Fora Dilma” vale apenas como discurso político-ideológico.

Mas achar que podem mesmo derrubar Dilma é falta de conhecimento, alienação.

Não há nenhuma razão par cassar a presidente, como já se manifestaram todos os representantes dos três poderes.

Os manifestantes – tenha ou não noção do que fazem nas ruas – têm todo o direito de se manifestar e gritar contra o governo do PT.

Mas querer derrubar a presidente só por que não votou nela, é a expressão da tolice.

Que beira o golpe, se levada a sério…

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Pra não dizer que não falei das flores…

hqdefaultCaminhando e cantando e seguindo a canção, somos todos iguais, braços dados ou não. Nas escolas, nas ruas, campos, construções, caminhando e cantando e seguindo a canção.

Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer.

Pelos campos há fome em grandes plantações, pelas ruas marchando indecisos cordões. Ainda fazem da flor eu mais forte refrão e acreditam nas flores vencendo o canhão.

Há soldados armados, amados ou não; quase todos perdidos de armas na mão. Nos quartéis lhes ensinam uma antiga lição, de morrer pela pátria e viver sem razão.

Nas escolas, nas ruas, campos, construções somos todos soldados, armados ou não. Caminhando e cantando e seguindo a canção somos todos iguais, braços dados ou não.

Os amores na mente, as flores no chão. A certeza na frente, a história na mão. Caminhando e cantando e seguindo a canção; aprendendo e ensinando uma nova lição.

Vem, vamos embora que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora.

Não espera acontecer…

Geraldo Vandré
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A culpa é só de Dilma…

bandeiraÉ tolo imaginar que a direita sai às ruas neste domingo para protestar contra “o governo dos trabalhadores”.

Nada mais tosco.

O que há no Brasil é uma conjunção de fatores que fazem com que o governo Dilma – e a fórmula de gestão do PT – passem a ser questionados  pela população brasileira, boa parte sem qualquer vinculação política.

E a maioria sem a menor percepção do que seja direita e esquerda.

Não há dúvida de que o país sob Dilma- e com a crise da Petrobras – passa por um momento de descrédito sem precedentes.

Também não há duvidas de que Dilma mentiu na campanha ao dizer que seu adversário faria coisas que ela mesma está fazendo.

E é só isso que está levando cidadãos comuns a sentir-se no direito de sair às ruas para protestar.

Muitos, inclusive, eleitores arrependidos da própria Dilma.

Não há uma orquestração da direita ou do grande capital para isso.

O que há é uma decepção, que a esquerda tenta demonizar e a direita se aproveitar.

É simples assim…

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PT corre o risco do contraponto…

Ao se antecipar ao PSDB e tentar mobilizar a população dois dias antes do adversário, partido da presidente pode estimular uma resposta à altura e transformar Dilma em um novo Collor

 

Gatos pingados na Deodoro, ontem,. E se os tucanos forem maiores?

Gatos pingados na Deodoro, ontem,. E se os tucanos forem maiores?

As manifestações do PT, centrais sindicais e movimentos sociais em defesa do governo Dilma podem  ser um tiro no pé.

O partido da presidente assumiu o risco de tentar se mobilizar  apenas dois dias antes de uma manifestação nacional contrária ao governo e pode sofrer as consequências deste ato.

A mobilização fracassou em várias capitais.

No domingo, o PSDB e os partidos e movimentos de oposição estarão nas ruas, agora com gás renovado para superar a ação petista. E com o agravante de que têm o apoio da mídia e do empresariado nacional.

A mobilização pró-Dilma lembra a tentativa desesperada do ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

Já com a opinião pública contrária ao seu governo, Collor tentou criar uma onda popular nacional a seu favor, convocando o povo para uma mobilização em um domingo, todos vestidos de verde e amarelo.

Deu errado, e uma multidão tomo as ruas do país, todos de preto.

O açodamento do PT, de se antecipar aos adversários, pode transformar Dilma em um novo Collor de Melo.

E todo mundo sabe no que deu…

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Maranhão no ato em defesa da Petrobras…

Inácio; mobilização é fundamental pela Petrobras

Inácio; mobilização é fundamental pela Petrobras

Trabalhadores de todas s categorizas se mobilizam hoje em todo o país, no Dia Nacional de Lutas em Defesa da classe trabalhadora.

Trata-se de uma manifestação em defesa da Petrobras como empresa pública brasileira.

Em São Luís, a programação teve panfletagem pela manhã na Praça Deodoro com concentração em frente à Biblioteca Benedito Leite. À tarde, o mesmo ato na Praça João Lisboa, com concentração em frente aos Correios; e às 16 horas, passeata pela Rua Grande até a Praça Deodoro com grande ato político no Canto da Viração.

-Defender a Petrobras, sobretudo para nós do Maranhão, é defender o desenvolvimento do nosso Estado exigindo que retornem a execução da Refinaria Premium aqui em Bacabeira – pontuou o deputado Zé Inácio (PT), um dos coordenadores do ato no Maranhão.

 

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A coragem de Sebastião Madeira…

Ao cortar o ponto dos professores em greve no município de Imperatriz, prefeito tocou na ferida de um assunto constrangedor para gestores: tomar atitudes antipáticas, que possam representar desgaste. Mas também expõe a indústria das greves, que ajudam categorias de vários profissionais a ter até quatro férias por ano

 

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Madeira: decisão difícil, mas acertada…

Ao tomar a decisão de cortar o ponto dos professores em greve no município de Imperatriz, o prefeito Sebastião Madeira (PSDB) fez um gesto que pode dar novos rumos ao debate sobre greve e direito de greve no Maranhão.

Os gestores públicos  são, em sua maioria, reféns de sindicatos e associações de servidores, que se utilizam do direito de greve  para pressionar por melhores salários – e muito poucas vezes, por melhores condições de trabalho.

Isso se repete nas esferas municipal, estadual e federal.

Ocorre que, os sindicatos não têm o controle do grosso de cada categoria, e muitos profissionais se aproveitam da decretação da greve para curtir a vida intensamente ou resolver problemas nos dias em que estão parados.

Poucos, muitos poucos, se mobilizam de fato, pelo movimento.

E a maior prejudicada é sempre a população, que fica sem o serviços necessários ao andamento do seu dia a dia.

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Professores em greve em Imperatriz

E foi bom que a decisão antipática – mas correta, diga-se – tenha sido tomada por um prefeito da oposição, ligado politicamente aos grupos que se fortalecem com a política sindical. Desta forma, ninguém poderá dizer que o blog está “defendendo seus patrões”, ou que o blog “defende os aliados políticos”.

A decisão de Madeira preservou o direito do cidadão à Educação, simplesmente, forçando os profissionais a retomar o trabalho.

No caso específico de Imperatriz, há casos de diretores de escolas, em greve, que passam dias nas praias de São Luís enquanto suas escolas anunciam no site do sindicatos que estão paradas em greve.

Muito provavelmente, foi por causa destes oportunistas que se aproveitam da paralisação, que o prefeito tomou a decisão – acertada, diga-se passagem – de cortar o ponto de todos e não pagar o salário de junho.

Madeira inaugurou um debate importante: ate que ponto os servidores estão usando as greves decretadas pelos seus sindicatos em proveito de suas reivindicações?

E este debate é que precisa ser discutido a partir de agora…

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A tolice das manifestações intempestivas…

protesto

Tolos manipuláveis e desocupados irresponsáveis tentaram chamar a atenção hoje em várias partes do Brasil

Esse povo que sai às ruas em plena Copa do Mundo para protestar contra a Copa do Mundo teve sete anos para tentar mudar o quadro.

Agora é tarde.

Protestar agora ´servir de massa de manobras para políticos interesseiros ou mercenários bem pagos para promover arruaças.

Este blog sempre criticou a capacidade de o Brasil realizar um evento do porte da Copa, mas o fez bem antes – desde 2007, quando o país foi escolhido.

Mas agora a Copa está aí, não há mais o que fazer.

A não ser servir de inocente útil.

Ou gado para rebanho controlado…

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MP questiona reajuste nas passagens de ônibus em SL…

O aumento de R$ 0,30 nas passagens de ônibus, em vigor desde o dia 8 de junho, motivou o Ministério Público do Maranhão a ajuizar Ação Civil Pública com pedido de tutela antecipada contra o Município de São Luís.

O objetivo é tentar anular o ato administrativo que determinou a mudança das tarifas do serviço de transporte coletivo de passageiros.A ação foi protocolada nesta quarta-feira, 11, na 2ª Vara da Fazenda Pública.

Os promotores de justiça Lítia Cavalcanti, Tarcísio Bonfim e Cláudio Rebelo Alencar também pediram à Justiça que a Prefeitura de São Luís seja obrigada a devolver em dobro os valores pagos pelos consumidores. A contestação é baseada no Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Na avaliação da promotora de Defesa do Consumidor, Lítia Cavalcanti, a situação do transporte coletivo da capital é resultado de anos de descaso do Poder Executivo municipal.

O Município de São Luís jamais vislumbrou a mobilidade urbana como uma política pública de prioridade, mas sim, e apenas tenta, todos os anos, efetuar acordos paliativos, com o escopo de evitar o movimento grevista dos rodoviários.