Enquanto o pai, ex-presidente, definha a caminho da prisão, o filho brinca de líder internacional e acha que tem votos para ser candidato a presidente em 2026

TÃO RÁPIDO COMO SURGIRAM. Os Bolsonaro reunidos sem Eduardo, que brinca de “exilado” nos EUA: o pai definha e os seus não têm o que fazer…
Editorial
Com câncer de pele, sofrendo as sequelas da facada de 2018 e esperando a hora de ir para a cadeia, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) acompanha em prisão domiciliar o filho, Eduardo, tentar se impor como herdeiro de pai ainda vivo.
É assim que o bolsonarismo vai encerrando seu ciclo no Brasil.
- o espólio do ex-presidente já foi tomado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas;
- a família Bolsonaro, que só chegou ao poder pelas mãos do pai, tudo observa, incapaz de reagir.
Este blog Marco Aurélio d’Eça já disse e repetiu que Bolsonaro é um arroto da história do Brasil, um espécime que surgiu no vácuo de poder criado a partir do golpe de 2016, contra a então presidente Dilma Rousseff (PT).
Um dos piores ciclos, que caminha para o seu final em 2026, qualquer que seja o resultado das eleições.
- se o presidente Lula se reeleger, abre as portas para um novo ciclo, mais saudável, a partir de 2030;
- ainda que surja alguém mais à direita, o debate em caso de vitória será menos radical que o de hoje.
Era esperado que alguém surgido do nada voltasse ao nada com a mesma velocidade.
Mas o ocaso do bolsonarismo mostra-se tão violento quanto suas práticas…






