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Pauta de centro-esquerda tende a aproximar agendas de Flávio Dino e Weverton Rocha

Com histórias vinculadas às lutas progressistas desde o início de suas carreiras políticas, governador e senador estão no mesmo campo ideológico e ambos estiveram na linha de frente das vitórias de Lula e Dilma, também no combate ao golpe contra a ex-presidente – e na defesa do “Lula Livre” – palanques que podem se repetir em 2022, contra Bolsonaro e contra o PSDB

 

Embora de gerações diferentes, Weverton Rocha e Flávio Dino sempre estiveram na mesma agenda de esquerda, contra PSDB, direita e Bolsonaro

Análise de conjuntura

Muita gente tem levantado bandeiras que especulam eventuais lados opostos para o governador Flávio Dino (PCdoB) e para o senador Weverton Rocha (PDT), sobretudo por causa da já antecipada eleição de 2022.

Mas a tendência é que a pauta nacional de centro-esquerda, defendida por ambos desde sempre, unifique suas agendas no processo eleitoral que se avizinha.

Tanto Dino quanto Rocha têm trajetórias na esquerda desde o movimento estudantil, quando ambos pregavam contra as forças liberais, neo-liberais e de direita, representadas desde sempre por PSDB, DEM e outras legendas hoje alinhadas ao projeto de Jair Bolsonaro.

O governador iniciou-se pelo PT, onde atuou no movimento universitário, como advogado de trabalhadores e como professor, até assumir carreira de juiz federal; ao voltar à política, filiou-se ao PCdoB, onde está hoje.

Weverton filiou-se ao PDT ainda garoto, no movimento secundarista, chegando à presidência regional; hoje é o primeiro senador eleito pelo partido no Maranhão, com a maior votação da história do estado. 

Lula, Dilma e a esquerda

Flávio Dino apoiou Lula em 2006, 2010 e votou em Dilma em 2014; seguiu lutando contra o golpe de 2016 e contra a prisão de Lula

A trajetória política do ex-presidente Lula na esquerda também liga historicamente Flávio Dino e Weverton Rocha.

Na campanha vitoriosa de Lula sobre o PSDB, em 2002 – quando Dino estava na Justiça Federal – Weverton, ainda menino, acompanhava Jackson Lago (PDT) e o petista, como membro do destacamento que montava os palanques no interior.

Em 2006, na releição de Lula, Dino reintegrou-se à luta política, como candidato a deputado federal, elegendo-se na aliança de esquerda que deu nova vitória a Lula contra o PSDB.

Em 2010, nem mesmo a aliança do PT com o MDB de Roseana Sarney – que levou Lula ao palanque sarneysista – afastou o comunista e o pedetista da agenda de esquerda, ajudando na vitória de Dilma Rousseff.

Ela foi reeleita em 2014 – impondo nova derrota ao PSDB e à direita – já sob impacto do golpe que iria se consolidar em 2016, com a cassação da ex-presidente, numa nova trama que envolveu o mesmo PSDB e os partidos de direita alinhados à mídia quatrocentona e ao baronato paulista.

Enquanto Flávio Dino movimentava-se na grande imprensa contra o golpe, Weverton, como líder pedetista na Câmara Federal, vociferava contra tucanos e os demais responsáveis pela cassação de Dilma.

Veio novo golpe, agora contra Lula, imposto pelo então juiz Sérgio Moro – incensado pelo mesmo PSDB que apeou Dilma e também por bolsonaristas, já sonhando com a presidência que iria cair no colo do capitão graças ao erro de tucanos, barões da avenida paulista e mídia quatrocentona. 

Lula foi condenado e preso – injustamente, como provado depois.

E onde estavam PSDB, Flávio Dino e Weverton Rocha?

Governador, o comunista gritou em todas as instâncias apontando a parcialidade de Sérgio Moro e a injustiça da condenação; Weverton, agora deputado federal, estava na porta da cela do petista, em Curitiba, vociferando contra sua prisão. 

PSDB, baronato paulista, grande imprensa e agora os bolsonaristas e radicais de direita festejavam o sangue de Lula, errando de novo, levando ao que seria o maior arroto da história à presidência do Brasil.

Eleições de 2018 e a votação histórica

Nas campanhas de esquerda desde menino, Weverton sempre esteve no mesmo campo de Lula, que quer o PT em seu palanque em 2022

Enquanto alguns aliados tentavam levar Dino a uma pauta de direita, Weverton mantinha-se posicionado à esquerda, tanto no primeiro quanto no segundo turno de 2018. 

Flávio Dino reelegeu-se em primeiro turno e Weverton chegou ao Senado com quase 2 milhões de votos, a maior votação já registrada na história do Maranhão.

De lá para cá, o PSDB chegou a flertar com Bolsonaro – aproveitando-se de sua popularidade, sobretudo em São Paulo, com João Dória – e não parou de agredir Lula e o PT.

Derrotados em segundo turno, Dino e Weverton mantiveram suas posições em defesa de Lula, até vê-lo libertado diante do ódio de Dória, do PSDB e dos bolsonaristas, que agora se assustam com a possibilidade de enfrentar o ex-presidente e as esquerdas nas urnas.

Em pré-campanha, Lula já esteve com Flávio Dino – que pode até ser seu vice – e com Weverton, a quem quer dar o apoio do PT no Maranhão.

Em 2022, o PSDB vai estar com a mesma agenda de 2018 – contra o PT – e agora arrependido de ter ajudado a levar Bolsonaro ao poder, o que não impede uma aproximação com o próprio Bolsonaro em um eventual segundo turno contra Lula.

Flávio Dino e Weverton Rocha mantêm a pauta de esquerda, o que, de uma forma ou de outra, unifica suas agendas no ano em que Lula faz seu retorno eleitoral. 

E o próprio Lula já disse que quer os dois em seu palanque no Maranhão.

Se contra Bolsonaro ou contra o PSDB só tempo irá dizer…

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Lula quer PT com PDT, PCdoB, PSB e MDB no mesmo palanque no MA…

Movimentos do ex-presidente deixam claro que ele pretende em uma aliança de centro-esquerda, que pode reunir o governador Flávio Dino e a ex-governadora Roseana Sarney no palanque do senador Weverton Rocha; reação de lideranças petistas e emedebistas maranhenses – com pouca ou nenhuma influência nas instâncias nacionais – tem mais a ver com a tentativa de manter espaços no segundo e terceiro escalões de um eventual governo do vice tucano Carlos Brandão

 

Weverton Rocha participou de jantar exclusivo com o ex-presidente Lula e a bancada do PT, movimento que repercutiu diretamente no debate eleitoral de 2022 no Maranhão

A intensa repercussão da movimentação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na semana passada, reforçou a tese de uma aliança de centro-esquerda que reúna não apenas o PT, mas também o PDT, o PCdoB, o PSB e também o MDB nas eleições de 2022.

E esta aliança indica a possibilidade de um palanque no Maranhão que reúna o atual governador e pré-candidato a senador, Flávio Dino (PCdoB), e a ex-governadora Roseana Sarney (MDB), no palanque do senador Weverton Rocha (PDT) ao Governo do Estado.

Interlocutor frequente de Flávio Dino, Lula fez dois gestos na direção da aliança: 

1 – recebeu Weverton Rocha em um jantar com a bancada do PT no Senado e os dirigentes nacionais do partido; 

2 – Foi recebido pelo ex-presidente José Sarney (MDB).

Apesar de não comandar seus partidos, tanto Weverton quanto Sarney têm forte influência na direção nacional dessas legendas, o que pode garantir a aliança.

A reação de algumas lideranças locais do PT e do MDB – com pouca ou nenhuma influência influência nas instâncias nacionais de seus partidos – foi, num primeiro momento, a de minimizar a movimentação de Lula.

Os petistas maranhenses têm indicações no segundo e terceiro escalões do governo Flávio Dino; os emedebistas, a maioria da chamada velha guarda sarneysista, são mais vinculados às ideias do presidente Jair Bolsonaro.

Estas lideranças fazem gestos ao atual vice-governador Carlos Brandão (PSDB) – que deve assumir o comando do estado em abril de 2022 – tentando garantir posições no eventual governo tucano-bolsonarista.

A questão é que os movimentos de Lula rumo ao centro-esquerda visam, exatamente, neutralizar o PSDB como opção de poder a Jair Bolsonaro.

E mostram que o caminho natural do PT é com PDT, PCdoB, PSB e MDB…

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Com Sarney, Lula busca o MDB…

Ex-presidente articula ampla aliança do PT com partidos de centro-esquerda, e vê no ex-presidente do Senado a figura mais importante da legenda; aliança pode repercutir também nas eleições do Maranhão

 

Os ex-presidentes Lula e Sarney trataram de eleições 2022; o petista quer o MDB em seu palanque nacional

A aproximação do PT com o MDB – pauta do encontro dos ex-presidentes Lula (PT) e José Sarney (MDB) – pode ter forte repercussão nas eleições do Maranhão.

Lula quer formar uma ampla aliança de centro-esquerda, o que inclui, além do PT, também o PDT, o PSB, o PCdoB e o MDB.

Ao senador Weverrton Rocha, pré-candidato do PDT, ele já garantiu articulações pelo apoio do PT; a Sarney, Lula pediu influência na articulação do MDB.

Weverton Rocha,. do PDT, foi recebido pelo líder do PT em jantar com a bancada petista, esta semana

No Maranhão, os emedebistas já mantêm uma aproximação com o PDT de Weverton Rocha desde as eleições de 2020, embora ainda haja lideranças do partido que defendem candidatura própria e até aproximação com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB).

A eventual aliança nacional PT/MDB pode consolidar no Maranhão a aliança MDB/PDT.

É aguardar e conferir…

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Weverton deve ter Lula e Ciro em seu palanque no Maranhão

Ex-presidente manifestou interesse na aliança do PT com o PDT no Maranhão em apoio à candidatura do senador ao governo; e disse não se incomodar em ter que dividir o palanque com o candidato presidencial pedetista

 

Lula manifestou a Weverton interesse em uma aliança do PT com o PDT no Maranhão; e não se preocupa em ter que dividir palanque com Ciro Gomes

O senador Weverton Rocha (PDT) poderá ter dois candidatos a presidente em seu palanque nas eleições de 2022.

Pré-candidato a governador, o senador ouviu do ex-presidente Lula o interesse em uma aliança do PT com o PDT no Maranhão, além de afirmar que não se incomodará em ter que dividir o palanque no estado com o candidato pedetista à presidência, Ciro Gomes.

A repercussão dos bastidores do jantar entre Weverton Rocha, Lula e a bancada do PT no Senado foi contada nesta quarta-feira, 4, na coluna do jornalista Lauro Jardim, de O Globo.

Lula garantiu a Weverton gestões no PT em favor de sua candidatura; no jantar, estava presente também a deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente nacional do partido do ex-presidente.

Pesa para Lula em favor de Weverton o fato de o pedetista ter sempre estado na mesma trincheira de luta do ex-presidente; trabalhou, inclusive, contra o impeachment da então presidente Dilma Rousseff, realizando diversos encontros da esquerda em sua casa em Brasília.

Weverton é o nome do PDT para a disputa do governo do estado, e trabalha para ter o apoio do governador Flávio Dino (PCdoB).

E o encaminhamento do apoio do PT – agora com o aval de Lula – é um ponto a mais a ser analisado pelo comunista.

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Zé Ignácio comenta encontro de Weverton com Lula…

Deputado estadual do PT diz que a reunião entre o senador e o ex-presidente – que tratou da conjuntura eleitoral de 2022 – é uma sinalização importante para a luta da democracia contra o obscurantismo do governo Jair Bolsonaro

 

Aliado de Lula, Zé Inácio vê importante fortalecimento à democracia no jantar do ex-presidente com o senador Weverton Rocha

Liderança do PT maranhense e vice-líder do governo Flávio Dino (PCdoB) na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Zé Inácio comentou em seu perfil nas redes sociais o jantar desta terça-feira,4, entre o senador Weverton Rocha (PDT) e o ex-presidente Lula (PT).

Para Inácio, o jantar – em que o pedetista e o petista discutiram também a conjuntura eleitoral de 2022 no Brasil e no Maranhão – é importante movimento político.

– Parabenizo o senador Weverton Rocha pela reunião com o ex-presidente Lula para tratar de pautas do interesse do Maranhão e da conjuntura política de 2022 – frisou Inácio.

A recepção de Lula a Weverton – único senador de outro partido no jantar da bancada petista com o ex-presidente – teve importante pauta sobre a sucessão do governador Flávio Dino (*PDT).

Para Inácio, o encontro serve também para reforçar a luta democrática contra o obscurantismo do governo Jair Bolsonaro.

– É uma sinalização importante para a luta em defesa da democracia contra o obscurantismo de Bolsonaro – concluiu o petista… 

 

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Em encontro com Lula, Weverton fala da política do Brasil e do Maranhão

Senador, que historicamente esteve nas mesmas lutas populares do ex-presidente foi recebido em jantar oferecido pela liderança do PT no Senado, que contou também com a presença de Fenando Haddad e Gleisi Hoffmann

 

Weverton em cumprimento ao ex-presidente Lula; conversa sobre o Maranhão e entusiasmo do petista aos aber de candidatura ao governo

O senador Weverton Rocha (PDT) teve nesta terça-feira, 4, encontro de forte simbolismo político com o ex-presidente Lula (PT), em jantar organizado pelo líder do PT no senado, Paulo Rocha.

Historicamente vinculado às mesmas lutas populares de Lula, Weverton ainda militava na política estudantil quando passou a travar conhecimento com o petista.

No encontro, o senador maranhense falou sobre o Maranhão, sobre o Brasil e também sobre as eleições de 2022.

Senadores do PT e do PDT ladeando o ex-presidente Lula, em jantar oferecido pela liderança do PT no Senado

Do encontro participaram também os senadores petistas Humberto Costa, Jean Paul Prates, Jaques Wagner e Humberto Costa, a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e o ex-candidato do partido à presidência, Fernando Haddad.

Lula, que conheceu o senador pedetista ainda garoto, entusiasmou-se ao saber de sua candidatura ao governo do Maranhão.

 

 

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Lula definitivamente liberado para concorrer às eleições de 2022…

Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta quinta-feira, para confirmar a sentença do ministro Edson Fachin, que anulou as condenações do ex-presidente, proferidas pelo ex-juiz Sérgio Moro; suspensa pelo presidente Luiz Fux, votação está 7X1 pela anulação

 

Com a decisão do Supremo, Lula recupera totalmente os direitos políticos e pode concorrer às eleições de 2022

O Supremo Tribunal federal confirmou nesta quinta-feria, 15, a anulação das condenações do ex-presidente Lula, proferidas pelo ex-juiz Sérgio Moro.

O resultado estava 7X1 pela anulação quando o presidente Luiz Fux decidiu suspender a sessão. Falta apenas o voto de três ministros.

Com a decisão, Lula está definitivamente apto a concorrer às eleições de 2022, em que lidera todas as pesquisas realizadas desde a decisão do ministro Edson Fachin.

No último DataFolha, divulgado nesta quarta-feria, 14, Lula bate Jair Bolsonaro por 54 X 32 em um eventual segundo turno.

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Pré-candidato ao Senado, Flávio Dino ainda sonha ser vice-presidente…

Governador voltou ao cenário nacional neste fim de semana em série de entrevistas na qual respondeu a perguntas sobre a possibilidade de composição com o ex-presidente Lula; e as respostas dão a entender seu interesse

 

Flávio Dino já reservou a vaga de candidato a senador, mas espera ser chamado por Lula como companheiro de chapa em 2022

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem afirmado e reafirmado desde o fim do ano passado que pretende disputar uma vaga no Senado Federal em 2022.

Vez por outra, no entanto, ele constrói rodadas de entrevistas em veículos de comunicação nacional nas quais deixa a entender claramente seu interesse em entrar na disputa presidencial, em que aparece com até 2% das intenções de votos.

Mas agora a ideia é compor como companheiro de chapa do ex-presidente Lula (PT), embora, obviamente, não declare abertamente esta possibilidade.

E ele próprio explica por que não se oferece a Lula.

“Na verdade, ninguém se candidata a vice, ninguém se oferece para ser vice. É uma coisa até de mau gosto com o amigo, parece que você não está confiando na saúde do seu amigo”, desconversa o governador, como fez na pergunta do  site My News.

A tradução da resposta de Dino é óbvia: ele não vai se oferecer para compor com ninguém; mas manterá o nome em evidência esperando ser convidado.

E ser vice de Lula, que tem amplas chances de sair vencedor em 2022, é, de fato, um posto e tanto no cenário nacional.

Dino vai continuar mantendo a reserva da vaga de candidato a senador pelo Maranhão até, pelo menos, o início do ano que vem.

Mas continuará, também, a manter seu nome como opção no cenário nacional.

Vai que…

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Lula deve assegurar vaga no segundo turno de 2022, mostra pesquisa

De acordo com levantamento feito pelo Instituto Ipespe para a XP Investimentos, ex-presidente já ultrapassou o atual presidente em intenção de votos – embora os dois ainda estejam tecnicamente empatados – e tende a assegurar vaga no segundo turno das eleições presidenciais

 

Lula já lidera a corrida presidencial de 2022, segundo pesquisa Ipespe /XP Investimentos, divulgada nesta segunda-feira, 5

Na segunda rodada de pesquisas Ipespe/XP Investimentos, o ex-presidente Lula (PT) já aparece nominalmente à frente do atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Lula aparece com 29% das intenções de votos, contra 28% de Jair Bolsonaro. (Saiba mais aqui)

Esta foi a segunda rodada da pesquisa Ipespe a incluir Lula; na primeira rodada com a presença do petista, em março, ele ficou dois pontos percentuais atrás do presidente – 27% a 25%.

As rodadas da pesquisa Ipespe estão sendo divulgadas também pelo blog Marco Aurélio D’Eça.

Na análise dos dados da pesquisa Ipespe, percebe-se que a tendência é a de que Lula se afaste de Bolsonaro à medida que se aproximar as eleições de 2022, sobretudo pelo fato de que o desgaste do atual presidente também v em tendo sequência efetiva.

O pré-candidato do PT deve ter vaga assegurada no segundo turno, se mantiver as garantias atuais de entrar na disputa.

A outra vaga deve ser disputada por Bolsonaro e um dos demais candidatos…

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Maranhão é majoritariamente Lula, mostra Escutec

Ex-presidente venceria a eleição com quase o triplo dos votos do atual presidente Jair Bolsonaro se as eleições presidenciais ocorressem agora; Boslonaro é também o mais rejeitado no estado

 

Lula deve vencer as eleições contra Jair Bolsonaro, segundo apontou pesquisa Escutec deste sábado

O petista Luiz Inácio Lula da Silva seria eleito presidente se as eleições de 2022 fossem agora, mostra pesquisa Escutec, divulgada neste sábado pelo jornal O EstadoMaranhão.

Lula aparece com 54% das intenções de votos, quase três vezes mais que Bolsonaro, citado por 20% dos entrevistados.

No cenário único apontado pela Escutec, o pedetista Ciro Gomes aparece com 7%, seguido por Sérgio Moro, com 3%, Dória e Luciano Huck com 2% e João Amoedo com 1% das intenções de votos.

Bolsonaro é também o mais rejeitado no maranhão, com 48% de eleitores que declaram não votar nele de jeito nenhum;. Lula soma 22% de rejeição.

A pesquisa Escutec  reafirma os cenários já apresentados país a fora pelas pesquisas, de vitória de Lula nas eleições 2022.

O presidente recuperou seus direitos políticos após anulações das suas condenações pelo STF.,..