Maranhão lança programa pioneiro para cuidar da saúde mental do pesquisador e fortalecer a ciência estadual

Com início em 27 de julho, parceria entre Fundação EGMA e FAPEMA  vai beneficiar 200 pesquisadores com formação, acolhimento psicológico e ações de promoção do bem-estar

O Governo do Maranhão dá início no próximo dia 27 de julho, ao programa Cuidado em Saúde Mental na Pós-Graduação no Maranhão, uma realização conjunta da Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (FAPEMA) e da Fundação Escola de Governo do Maranhão (EGMA). A proposta inaugura no estado uma política de fomento que trata o bem-estar de quem produz ciência como parte da própria estrutura da pesquisa, e não como cuidado acessório.

Os números que motivam o programa explicam a urgência.

  • levantamento nacional com 2.903 pós-graduandos encontrou 74% de relatos de ansiedade, 31% de insônia crônica e 25% de quadros depressivos, marcas bem acima das observadas na população em geral (COSTA; NEBEL, 2018).
  • diante desse cenário, a proposta desenvolvida pela Fundação EGMA e pela FAPEMA pretende atuar na promoção de uma cultura institucional de cuidado, permanência acadêmica e valorização da pesquisa.

Durante doze meses, o programa formará oito turmas e atenderá até 200 participantes, entre mestrandos, doutorandos e bolsistas vinculados à FAPEMA. Cada turma cumpre 25 horas de formação organizadas em cinco módulos, que vão do reconhecimento do adoecimento acadêmico ao manejo do estresse e à construção de sentido na carreira científica.

Para o presidente da FAPEMA, Nordman Wall, investir no bem-estar dos pesquisadores é investir na ciência produzida no estado.

“A produção científica depende de pessoas saudáveis física e emocionalmente. Essa parceria representa um passo importante para que nossos pesquisadores tenham acesso a ferramentas que contribuam para uma trajetória acadêmica mais equilibrada e sustentável”, afirmou.

A presidente da Fundação EGMA, Leuzinete Pereira, destacou o caráter inovador da proposta.

“Estamos construindo um programa que reconhece os desafios enfrentados por quem produz conhecimento científico e oferece suporte qualificado para o desenvolvimento de competências socioemocionais fundamentais à formação acadêmica e profissional”, disse.

Além das atividades formativas, os participantes terão acesso a uma rede permanente de apoio psicológico composta por profissionais especializados, que acompanharão os pesquisadores durante toda a vigência do programa. O projeto também prevê oficinas voltadas à promoção da saúde física, reconhecendo a integração entre bem-estar emocional e hábitos saudáveis como elementos essenciais para a qualidade de vida acadêmica.

Para a coordenadora acadêmica, a psicóloga e mestra em Políticas Públicas Catarina Bogéa, o programa parte de uma mudança de premissa.

“A pós-graduação aprendeu a tratar o adoecimento como preço inevitável da produção científica. Trabalhamos a partir do dado de que o pesquisador que adoece psiquicamente rende menos e por menos tempo. Cuidar de quem pesquisa é proteger o próprio investimento público em ciência”, afirma.

Ao colocar o cuidado no centro da política científica, o Maranhão se posiciona entre os primeiros estados a tratar a permanência de pesquisadores como questão de gestão pública. Reter quem já foi formado custa menos e rende mais do que repor quadros a cada evasão, e é nesse cálculo que o programa firma sua aposta.

As inscrições e o cronograma das turmas serão divulgados nos próximos dias pelos canais oficiais da FAPEMA e da EGMA.

Serviço

Programa Cuidado em Saúde Mental na Pós-Graduação no Maranhão

Início: 27 de julho de 2026

Público: mestrandos, doutorandos e bolsistas vinculados à FAPEMA

Formato: oito turmas mensais, de até 25 participantes, com 25 horas de formação

Inscrições e cronograma: canais oficiais da FAPEMA e da EGMA

 

Inteligência Artificial e Trabalho: quem ganha e quem perde com a nova automação?

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa distante. Ela já está presente em escritórios, escolas, empresas, serviços públicos, plataformas digitais e sistemas de comunicação. Em poucos anos, ferramentas de IA passaram a escrever textos, resumir documentos, produzir imagens, programar códigos, atender clientes e apoiar decisões empresariais.

  • mas, por trás do entusiasmo, existe uma pergunta urgente: quem será beneficiado por essa transformação e quem será deixado para trás?
  • a IA não é apenas uma ferramenta. Durante muito tempo, tratamos a tecnologia como um instrumento criado para auxiliar o trabalho humano.

No caso da Inteligência Artificial, essa visão já não é suficiente.

Os sistemas atuais não são programados passo a passo como os softwares tradicionais. Eles são treinados com enormes quantidades de dados: textos, imagens, sons, códigos, comportamentos e interações humanas. A partir disso, desenvolvem capacidades que nem sempre são totalmente compreendidas por seus próprios criadores. Esse funcionamento transforma a IA em uma espécie de “caixa preta”.

Sabemos o que entra e o que sai, mas nem sempre sabemos exatamente como determinada resposta ou decisão foi produzida.

Quando essa tecnologia é usada em áreas sensíveis, como contratação de trabalhadores, concessão de crédito, vigilância, saúde, educação ou gestão pública, a falta de transparência deixa de ser um problema técnico. Torna-se um problema social e democrático.

A quebra da escada de carreira

Durante décadas, a sociedade sustentou uma promessa: estudar, qualificar-se, entrar no mercado de trabalho por funções iniciais e crescer profissionalmente. Essa era a chamada escada de carreira.

A Inteligência Artificial ameaça justamente os primeiros degraus dessa escada. Atividades antes realizadas por estagiários, assistentes, analistas júnior, redatores, tradutores, revisores, atendentes e programadores iniciantes já podem ser parcialmente automatizadas. Isso significa que muitos jovens podem encontrar menos oportunidades de entrada no mercado.

O risco não está apenas na substituição imediata de empregos. Está também na perda de espaços de aprendizado. Se as tarefas iniciais forem feitas por máquinas, como os novos profissionais ganharão experiência? Como surgirão os futuros especialistas?

A automação pode criar uma geração altamente escolarizada, mas com poucas oportunidades reais de desenvolvimento profissional.

Produtividade sem distribuição

Defensores da IA afirmam que ela aumentará a produtividade. Isso pode ser verdade.

Mas a pergunta social mais importante é outra: quem ficará com os ganhos dessa produtividade? Se uma empresa produz mais com menos trabalhadores, seus lucros podem crescer. Mas isso não significa, automaticamente, melhores salários, redução da jornada ou melhoria da qualidade de vida da população.

  • sem regulação, os ganhos da IA tendem a se concentrar nas grandes empresas que controlam os modelos, os dados e a infraestrutura tecnológica;
  • enquanto isso, trabalhadores podem enfrentar desemprego, rebaixamento salarial, intensificação do trabalho e perda de autonomia.

A história mostra que inovação tecnológica não garante justiça social. A tecnologia pode libertar ou explorar. Pode distribuir riqueza ou concentrá-la. Tudo depende das escolhas políticas feitas pela sociedade.

Os novos impérios digitais

O desenvolvimento da IA exige três elementos fundamentais: dados, poder computacional e capital financeiro. Poucas empresas no mundo possuem esses recursos em grande escala. Isso cria uma concentração de poder preocupante. Grandes corporações passam a controlar não apenas ferramentas tecnológicas, mas também dados, infraestrutura, conhecimento e parte da própria narrativa sobre o futuro. Além disso, muitos sistemas de IA foram treinados com textos, imagens, músicas, códigos, pesquisas e obras culturais produzidas por milhões de pessoas.

Em muitos casos, esse material foi utilizado sem autorização clara, sem remuneração adequada e sem mecanismos transparentes de reparação.

A sociedade produz conhecimento. As empresas capturam esse conhecimento, treinam seus sistemas e vendem soluções altamente lucrativas. Esse modelo precisa ser debatido. O trabalho precisa estar no centro da regulação. A resposta à IA não pode ser apenas individual.

  • não basta dizer que cada trabalhador deve “se adaptar” ou “aprender novas habilidades”.
  • Essa narrativa transfere para o indivíduo uma responsabilidade que é coletiva.

É necessário construir políticas públicas capazes de proteger trabalhadores e distribuir os benefícios da automação. Isso inclui transparência no uso de IA pelas empresas, direito de contestação de decisões automatizadas, proteção contra demissões em massa, requalificação profissional financiada por quem lucra com a automação, tributação dos ganhos extraordinários e fortalecimento da seguridade social. 

Conclusão

A Inteligência Artificial pode ser uma ferramenta poderosa. Mas, se for deixada apenas sob o comando do mercado, poderá ampliar desigualdades, precarizar profissões e concentrar ainda mais riqueza. O futuro do trabalho não será definido apenas pela capacidade das máquinas. Será definido pelas decisões políticas tomadas agora.

A pergunta central não é se a IA deve existir. A pergunta é: a serviço de quem ela será colocada?

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Inteligência Artificial e Democracia: estamos vivendo um experimento sem consentimento?!?

MEMBRO DA ABRASCI, WALDIR MARANHÃO debate os limites da Inteligência Artificial e seus impactos

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial costuma ser apresentada como uma das maiores promessas do século XXI. Ela poderá ajudar na medicina, acelerar descobertas científicas, melhorar serviços públicos, apoiar a educação e ampliar a produtividade. Mas existe outro lado dessa transformação. A mesma tecnologia que promete resolver grandes problemas também pode concentrar poder, ampliar a vigilância, manipular informações, enfraquecer democracias e tornar sociedades inteiras dependentes de sistemas que não compreendem.

  • por isso, a grande questão não é apenas o que a IA pode fazer;
  • a questão decisiva é: quem controla a Inteligência Artificial?

Uma tecnologia poderosa demais para ficar nas mãos de poucos

A IA avançada está concentrada em poucas empresas globais. Essas corporações controlam os dados, os modelos, os servidores, os investimentos e boa parte da infraestrutura necessária para desenvolver sistemas cada vez mais poderosos. Essa concentração cria uma nova forma de desigualdade.

De um lado, empresas capazes de capturar dados, conhecimento e recursos naturais. De outro, populações inteiras usando sistemas que não controlam, não auditam e muitas vezes nem compreendem. Quando uma tecnologia passa a influenciar o trabalho, a educação, a informação, a segurança e a economia, ela deixa de ser apenas uma inovação privada. Torna-se uma questão pública.

O mito de “desligar a máquina”

Muitas pessoas acreditam que, se a IA se tornar perigosa, bastaria desligá-la. Mas essa imagem é simplista. A IA já está sendo integrada a plataformas digitais, sistemas financeiros, serviços públicos, empresas, redes de comunicação e processos de decisão. Quanto mais esses sistemas se espalham, mais difícil se torna interrompê-los sem causar impactos sociais e econômicos. Além disso, a dependência tecnológica reduz a capacidade de controle democrático.

Uma sociedade que transfere funções importantes para sistemas opacos passa a depender de decisões que não consegue explicar nem contestar plenamente.

  • o problema não é apenas a possibilidade de uma IA “sair do controle”, como em filmes de ficção científica;
  • o problema mais imediato é uma sociedade perder o controle sobre tecnologias que já afetam sua vida cotidiana.

O experimento social sem consentimento

A IA é treinada com dados produzidos por pessoas. Textos, imagens, vozes, comportamentos, pesquisas, códigos e interações humanas alimentam sistemas comerciais de grande valor econômico. A maioria das pessoas, porém, nunca foi consultada de forma clara sobre esse uso. Não recebeu remuneração. Não conhece as regras do processo. Não sabe como seus dados foram utilizados nem como poderão afetar sua vida no futuro.

Nesse sentido, a expansão da IA se parece com um experimento social em larga escala. Em pesquisas científicas éticas, experimentos com seres humanos exigem consentimento, transparência, avaliação de riscos e supervisão independente. No caso da IA, bilhões de pessoas estão sendo afetadas por sistemas construídos sem um debate público suficiente. Isso deveria preocupar qualquer sociedade democrática.

Informação, manipulação e risco democrático

A democracia depende de informação confiável. A IA pode ameaçar esse princípio ao permitir a produção de textos, imagens, áudios e vídeos falsos em grande escala. Com essas ferramentas, torna-se mais fácil espalhar desinformação, manipular debates públicos, criar perfis falsos, simular apoio popular e atacar reputações.

Em períodos eleitorais, esse risco é ainda maior. A fronteira entre conteúdo humano, conteúdo automatizado e conteúdo falso pode se tornar cada vez mais difícil de identificar.

  • regular a IA, portanto, não significa censurar a inovação;
  • significa proteger a integridade do debate público.

O custo ambiental da IA

Embora pareça uma tecnologia imaterial, a Inteligência Artificial depende de uma infraestrutura pesada: data centers, energia elétrica, água para resfriamento, chips, redes e equipamentos.

Grandes centros de processamento podem consumir muita energia e água, pressionando comunidades locais e agravando desigualdades territoriais. Muitas vezes, os custos ambientais ficam com a população, enquanto os lucros se concentram nas empresas. Por isso, a IA também deve ser discutida como questão ambiental. Não basta perguntar se um sistema é eficiente. É preciso perguntar quanto ele custa ao planeta e se seu uso atende a uma finalidade social legítima.

Menos foguetes, mais bicicletas

A sociedade não precisa abandonar a Inteligência Artificial. Mas precisa mudar sua direção. Em vez de uma corrida por sistemas gigantescos, generalistas, caros e opacos, poderíamos priorizar tecnologias menores, específicas, auditáveis e socialmente úteis. A metáfora é simples: menos foguetes e mais bicicletas.

  • os “foguetes” da IA são sistemas enormes, voltados à competição corporativa e geopolítica, com alto consumo e pouca transparência.
  • as “bicicletas” da IA seriam ferramentas desenhadas para apoiar pessoas em tarefas específicas, sem substituir a deliberação humana.

Na saúde, a IA pode auxiliar diagnósticos, sempre com supervisão médica. Na educação, pode apoiar professores, sem substituí-los. No meio ambiente, pode monitorar desmatamento e emissões. Na administração pública, pode organizar dados, mas nunca eliminar o direito de revisão humana.

Uma agenda democrática para a IA

A Inteligência Artificial precisa ser regulada com base no interesse público. Isso exige transparência, auditorias independentes, proteção de dados, responsabilização por danos, avaliação ambiental, proteção de direitos autorais e participação social. Também é necessário fortalecer universidades, centros públicos de pesquisa e organizações independentes capazes de fiscalizar os impactos da tecnologia.

Não podemos depender apenas da autorregulação das empresas que lucram com a IA.

Conclusão 

A Inteligência Artificial não é apenas uma questão técnica. É uma questão de poder. Quem controla os dados controla parte da economia. Quem controla os modelos controla parte da comunicação. Quem controla os sistemas de decisão pode influenciar direitos, oportunidades e riscos sociais.

  • a sociedade não deve ser tratada como cobaia de um experimento conduzido por poucos;
  • a tecnologia deve estar a serviço da vida coletiva, da justiça social e da democracia.

O futuro da IA ainda está em disputa. E essa disputa precisa envolver todos nós.

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Larissa DP é a estreante mais bem posicionada na disputa por vagas na Câmara Federal…

Candidata é a primeira entre os que não estão no exercício do mandato a figurar entre os prováveis eleitos, segundo pesquisa Inop, liderada pelo deputado federal Duarte Júnior

 

LARISSA DP É A ESTREANTE MAIS BEM POSICIONADA na disputa por vagas na Câmara Federal

A empresária Larissa DP é a primeira estreante na disputa pelas vagas da Câmara Federal a figurar na lista dos mais citados em pesquisa do Instituto Inop, divulgada esta semana; Larissa aparece em 11º lugar, atrás apenas de deputados federais já com mandato.

A pesquisa, registrada na Justiça Eleitoral sob o número MA-02561/2026, é liderada pelo deputado federal Duarte Jr. (PSB).

  • além de Larissa DP, estreantes que também figuram bem são a Drª Gisele, Vinícius Ferro e Aluisio Júnior;
  • na pesquisa, os primeiros 10 nomes a figurar já estão exercendo mandato na Câmara Federal atualmente.

Além de Duarte Jr., aparecem, na sequência, os deputados Josimar Maranhãozinho e Detinha (ambos do PL), Pedro Lucas (União Brasil), Josivaldo JP (PSD), Amanda Gentil e André Fufuca (ambos do PP), Hildo Rocha e Cleber Verde (ambos do MDB), Marreca Filho (PRD) e Juscelino Filho (União Brasil).

O Instituto Inop ouviu ouviu 2.502 eleitores entre os dias 18 e 28 de janeiro, em 57 municípios.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos…

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Nova pesquisa confirma liderança de Braide, mas com Lahésio em segundo…

Levantamento do Instituto Vox Brasil mostra o prefeito de São Luís com 31,79% das intenções de votos, contra 25,41% do candidato do partido Novo e 19,87% de Orleans Brandão

 

EMPATE TÉCNICO. A margem de erro da pesquisas Vox Brasil mostra indefinição entre Braide e Lahésio pela primeira posição

O Instituto Vox Brasil Marketing, Pesquisa e Inteligência divulgou nesta quinta-feira, 2, uma nova pesquisa de intenção de votos sobre a corrida eleitoral no Maranhão. Este blog Marco Aurélio d’Eça teve acesso, com exclusividade, aos números, que apontam o prefeito Eduardo Braide (PSD) na liderança, ams com mudança significativa em relação á pesquisa Inop.

  • de acordo com a Vox Brasil, o segundo colocado é o ex-prefeito Lahésio Bonfim (Novo), com 25,41%;
  • a margem de erro de 4,5 pontos, põe, inclusive, Braide e Lahésio em condição de empate técnico.

DISPUTA ACIRRADA. A corrida pelo governo mostra disputa embolada entre os candidatos mais bem posicionados

Ainda de acordo com o levantamento, o candidato do MDB, secretário Orleans Brandão, aparece com 19,87%; a margem de erro põe também Orleans e Lahésio em condição de empate técnico.

O vice-governador Felipe Camarão (PT) aparece em quarto lugar, com 6,53%.

A Vox Brasil ouviu 978 eleitores em 35 municípios maranhenses, entre os dias 25 e 30 de setembro.

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Orleans já está à frente de Braide, diz pesquisa…

Levantamento do Inop divulgado nesta quinta-feira, 25, pelo portal imirante.com mostra o candidato do MDB dois pontos à frente do prefeito de São Luís; Lahésio Bonfim e Felipe camarão completam o quadro

 

À FRENTE. Orleans ultrapassa Braide em pesquisa que mediu as intenções de votos inclusive na região metropolitana de São Luís

Pesquisa do Instituto Inop divulgada nesta quinta-feira, 25, pelo portal imirante.com, do Grupo Mirante, mostra o candidato do0 MDB Orleans Brandão, pela primeira vez à frente do prefeito de São luís, Eduardo Braide (PSD) na disputa pelo Governo do Estado.

  • Orleans aparece com 35,68% das intenções de votos;
  • Braide tem cerca de dois pontos a menos e marca 33,04%.

  O levantamento, que ouviu 2.618 eleitores em toda as regiões do estado – inclusive a Grande São Luís, que reúne a capital e os municípios de São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – foi realizada entre os dias 15 e 23 de setembro.

  • a pesquisa mostra ainda Lahésio Bonfim (Novo) com 13,9%;
  • o vice-governador Felipe Camarão (PT) registra 8,79%.

A margem do erro do levantamento é de 2,2%…

Pesquisa mostra polarização entre Braide e Orleans….

Pela primeira vez o prefeito de São Luís e o secretário de assuntos municipalistas do Governo do Estado aparecem tecnicamente empatados na disputa pelo governo, mostra levantamento Inop encomendado pelo Portal Imirante

 

POLARIZAÇÃO DAS MÁQUINAS. Prefeito Eduardo Braide e secretário Orleans Brandão já estão tecnicamente empatados, diz pesquisa

O prefeito de São luís Eduardo Braide (PSD) e o secretário de Assuntos Municipalistas do Governo do Estado, Orleans Brandão (MDB) aparecem pela primeira vez empatados tecnicamente na disputa pelo governo. É o que mostra pesquisa do Instituto Inop, contratada pelo Portal Imirante e divulgada nesta terça-feira, 12.

  • de acordo com o levantamento, Braide aparece com 33,39% das intenções de votos;
  • Orleans fica pouco mais de 3 pontos percentuais atrás, com 33,17% das intenções;
  • a situação caracteriza empate técnico entre o prefeito de São Luís e o secretário.

Na sequencia aparecem Lahésio Bonfim (Novo) com 15,23% e o vice-governador Felipe Camarão (PT) com 9,33%.

O levantamento aponta 11,51% de eleitores indecisos, entre os que não votam em nenhum candidato (3,98%) e aqueles que não soube3ram, ou não quiseram opinar na pesquisa (7,53%)não

  • em um eventual segundo turno, Braide venceria com 45,77%;
  • neste cenário, Orleans aparece com 34,81% dos votos.

O levantamento encomendado pelo Imirante ouviu 2,4 mil eleitores em 54 municípios…

A confiança da população nos bombeiros…

liderando o ranking dede 2009, instituição é mais confiável para os cidadão que as igrejas, escolas públicas, Polícia Federal e Forças Armadas, chegando a 85 pontos de satisfação na Infomoney

 

MELHOR DO PAÍS. Bombeiros têm mais credibilidade do que instituições de capilaridade mais intensa, como as igrejas

O Corpo de Bombeiros Militar é a instituição brasileira mais confiável para a população. Há 16 anos no topo, a corporação é melhor vista pelo cidadão do que igrejas, escolas públicas, Polícia Federal e Forças Armadas.

  • a constatação é do Índice de Confiança Social-ICS, realizada pelo Instituto Brasileiro de Pesquisas de Mercado e Opinião- Ipsos-Ipec-2025;
  • de acordo com a pesquisa, os Bombeiros registram 85 pontos de satisfação, a maior pontuação dentre todas as instituições brasileiras.

SEMPRE NO TOPO. Há mais de 15 anos o Bombeiros se mantêm como a instituição de maior confiança para a população brasileira

“Uma constatação que nos orgulha e incentiva a seguir, com mais eficiência e dedicação, nesta nobre tarefa de proteger a vida. Investimentos diretos no efetivo, em equipamentos, nos batalhões, em nossos programas sociais Bombeiro Mirim e Melhor, na rede do Colégio Militar 2 de Julho e muitas outras ações”, destaca o perfil do CBMMA nas redes sociais.

O reconhecimento da população reforça a credibilidade da corporação…

Santa Luzia mostra que Braide já pontua fora da Grande São Luís…

Primeira pesquisa específica de um município do interior – que destacou também a liderança do ministro André Fufuca para o Senado – reforça a ideia de que a candidatura do prefeito da capital pode estar-se tornando irreversivelmente favorita

 

BRAIDE OLHA AO LONGE. Prefeito já aparece bem em regiões distantes de São Luís, o que pode tornar irreversível o seu favoritismo

Análise da Notícia

Os números da pesquisa de intenção de votos do Instituto Exata em Santa Luiza, divulgados nesta terça-feira, 22, pelo jornalista John Cutrim, é o primeiro dado específico de um município do interior a medir a força eleitoral do prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD).

  • de acordo com os números, Braide registra nada menos que 39% das intenções de votos;
  • seu adversário mais próximo, o secretário Orleans Brandão (MDB), registra apenas 10,67%.

Os números, que demonstram também a força eleitoral do ministro André Fufuca (PP) para o Senado – com nada menos que 52,50% das intenções de votos – é a primeira prova de que Braide tem bom desempenho fora de São Luís, o que pode tornar seu favoritismo irreversível a médio prazo.

Pelo que noticiou John Cutrim, a pesquisa Exata – com 600 pessoas em Santa Luiza – fora encomendada pelo prefeito Juscelino Marreca (PP), ou pelo seu grupo político; natural o forte desempenho de Fufuca, que faz política na região. (Leia a íntegra aqui)

  • Mas o que pode ter levado a esse desempenho do prefeito de São Luís?!
  • é possível que o sobrenome Braide, historicamente presente na região com os parentes do prefeito da capital tenha influenciado o resultado;
  • nesse aspecto, seria importante que outros municípios – e outras regiões do estado – trouxessem levantamentos específicos para comparação.

Mas o resultado já derruba um paradigma das eleições no Maranhão: o de que o prefeito da capital não consegue se manter forte a partir do Estreito dos Mosquitos. Aliás, este blog Marco Aurélio d’Eça já havia mostrado a quebra desse paradigma em dezembro, no post “Eduardo Braide para além do Estreito dos Mosquitos…”.

Os números de Santa Luzia mostram que Braide caminha para se consolidar como favorito em 2026; e o Palácio dos Leões precisa abrir os olhos com absoluta urgência.

Caso contrário, caminha para perder as eleições no Maranhão…

Exclusivo!!! Roseana lidera corrida ao Senado, diz Quaest/TV Mirante…

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 10, com exclusividade neste blog Marco Aurélio d’Eça mostra a ex-governadora à frente do governador Carlos Brandão e do senador Weverton Rocha

 

CACIFE HISTÓRICO. Mesmo resistindo ao debate político-eleitoral, Roseana mostra  forte base popular, como mostra pesquisa Quaest

Dados da pesquisas do Instituo Quaest para a TV Mirante obtidos por este blog Marco Aurélio d’Eça, confirmam nesta quinta-feira, 10, que a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) seria a primeira senadora eleita pelo Maranhão, se as eleições fossem agora. 

  • Roseana aparece no levantamento com 28% das intenções de votos, segundo o Quaest;
  • Carlos Brandão, com 19%, e Weverton Rocha, com 16%, disputariam a segunda vaga.

A pesquisa sobre a corrida eleitoral no Maranhão – que inclui números para o governo e para o Senado – faz parte do conjunto realizado pela TV Mirante, que decidiu divulgar apenas os dados relacionados à aprovação dos governos Lula (PT) e Brandão (PSB)

Este blog Marco Aurélio d’Eça, no entanto, teve acesso aos dados e divulga com exclusividade.

  • a pesquisa Quaest mostra ainda o ministro André Fufuca com 7% das intenções de votos;
  • colado nele vem o futuro ministro de Comunicações Pedro Lucas Fernandes, com 6%;
  • no levantamento Quaest/TV Mirante, a atual senadora Eliziane Gama registrou 5%;
  • o ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, também aparece, registrando 2%.

Não é a primeira vez que Roseana aparece em uma pesquisa sobre as eleições de 2026.

Em julho de 2024, levantamento do Instituto DataIlha incluiu a deputada federal licenciada na disputa pelo Governo do Estado, com 11% das intenções de votos, fato divulgado neste blog Marco Aurélio d’Eça com o titulo “Forçando barra por Roseana, DataIlha manda recados…”.

Nove meses depois, o Instituto Quaest a inclui numa pesquisa de senadora.

Os novos números animarão Roseana?!?