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Luis Fernando nega ter pedido filiação ao PT…

Luís Fernando: tranquilo no DEM e com relação ao PT...

(14h20) – Não passou de mais um factóide da corrente rebelde do PT a especulação de que o prefeito de São José de Ribamar e futuro chefe da Casa Civil do governo Roseana Sarney (PMDB), Luís Fernando Silva (DEM), teria pedido filiação ao partido.

– Sou filiado ao DEM e não pedi filiação ao PT. Tenho admiração pelo presidente Lula, pela presidente eleita Dilma Rousseff e também pelo vice-governador Washington Oliveira, mas estou filiado ao DEM e não há discussão sobre a troca de partido – afirmou o prefeito, em conversa com o titular deste blog.

De acordo com Luís Fernando, as relações com os partidos que formam o governo Roseana – PMDB, PT, PV, DEM, PTB, PP… – são as melhores possíveis, sem a necessidade de troca neste momento.

O factóide da filiação do prefeito no PT foi publicado no blogue de Eri Santos (ligado à corrente do deputado Domingos Dutra, ex-apoiador de Flávio Dino (PCdoB) e porta-voz de petistas de baixo coturno como Chico Gonçalves, Franklin Douglas, Augusto Lobato, Márcio Jardim…).

Segundo Eri, o pedido teria sido feito ao grupo de Washington Oliveira e seria analisado na reunião de hoje da Executiva Regional.

– Fico até honrado com a possibildiade, mas não se discutiu isso em nenhum momento. Nem antes nem depois da campanha – declarou Luís Fernando Silva.

Como se vê, mais um factóide dos que não têm informação e plantam sem checar tudo o que lhes vem aos ouvidos…

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Aqueles que Roseana não citou…

A conversa de Roseana Sarney (PMDB) com a equipe de “O Estado do Maranhão” – o titular deste blog, o colega Décio Sá e a editora Waldirene Oliveira – e com o também blogueiro Caio Hostílio, revelou alguns quadros do seu novo governo, a começar em 1º de janeiro.

Mas há outros casos. Nomes e pastas que, ventilados pelos jornalistas, recebiam uma expressão ou um comentário da governadora que indicavam o seu futuro no governo. Abaixo, alguns exemplos:

Secretaria de Cidades – A governadora deu a entender que a pasta não será mais fundida com a de Infra-estrutura. Mas o titular, Filuca Mendes, pode mesmo ser deslocado para outro setor. O problema: Filuca deve ser candidato a prefeito de Pinheiro, em 2012.

Secretarias de Agricultura e de Desenvolvimento Agrário: A governadora mostrou mais convicção em relação a Conceição Andrade (Sedagro) do que com seu colega, Afonso Ribeiro. Mas os dois podem acabar ficando.

Secretaria de Desenvolvimento Social: Outro no qual Roseana mostrou pouca convicção. Foi tratando de Edmilson Santos,  que ela declarou não haver lugar carimbado no governo – nem para o PT nem para qualquer outro partido. Há um novo nome para a pasta: Chico Gomes.

Minas e Energia: a secretaria, chefiada atualmente por Israel Ferreira, deve ganhar força. O nome do atual secretário não é confirmado, mas pode ficar.

Esporte e Juventude: o secretário Souza Neto deve permanecer à frente do esporte, mas desmembrado da pasta de Juventude. Para esta esta, foi citado o nome do deputado Jura Filho (PMDB). Roseana não esboçou reação á citação do seu nome, mas ele pode assumir.

Ciência e Tecnologia: O secretário Lauro Assunção pode ficar no governo, não necessariamente nesta pasta – ele é cotado para o comando da Univima. Para a Sectec, são cotados o deputado Joaquim Haickel (PMDB) e o ex-deputado Fábio Braga (PMDB). Este último também pode assumir Cidades.

Cultura: Roseana também não demonstrou entusiasmo na permanência do secretário Luís Bulcão. mas ele tem aliados fortes no governo e pode permanecer. Para o psoto, cogitaram também Joaquim Hacikel, emogra suas chances neste setor sejam reduzidas.

Turismo: Tadeu Palácio (PMDB) foi o único secretário que mereceu comentário da governadora ao ter o nome questionado pelos jornalistas: “ele não prejudicou o Estado com suas ações”, disse ela. Isso pode significar a sua permanência no posto, embora Roseana prefira manter a pasta no rol das indefinidas.

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O beicinho de Flávio Dino…

Do blog de Matias Marinho

O problema é que Flávio chora de mais...

Tenho dito que o ainda deputado federal Flávio Dino (PCdoB) é uma pessoa para o público e, nos bastidores, é outra totalmente diferente.

Melhor definindo, alguém de duas caras.

Logo que soube que Roseana disse, na última quinta-feira, durante uma entrevista concedida pela governadora aos blogueiros Marco D´Éça, Décio Sá e Caio Hostílio, que queria conversar com ele, o comunista foi para o seu microblog no Twitter responder ao convite.

Ríspido e irônico, postou: “Reitero: estou à disposição da governadora Roseana Sarney para uma reunião. Pauta: denúncias de corrupção e os 72 hospitais”.

Não deu um pio, no entanto, sobre a lamúria de Roseana com relação ao fato dele não ter feito qualquer contato para parabenizá-la pela vitória, como manda os bons costumes, atitude de gente bem educada.

Preferiu, ao seu modo, dizer que não quer conversar com Roseana. Como é que se convida alguém, para a própria casa, que esteja empunhando uma faca no pescoço do anfitrião?

Além do mais, falando propriamente sobre a irônica pauta de Dino, todos os focos de denúncia de corrupção, ocorridos no governo de Roseana, receberam energicamente ação de combate por parte do Executivo. Um exemplo foi à própria demissão do secretário de Educação, Anselmo Raposo.

Lamentavelmente, nas oportunidades que tem, de demonstrar seu espírito público e sua boa educação, Flávio Dino a deixa escapar, por ingenuidade ou mesmo por irresponsabilidade.

Não teve a decência de ligar para Roseana para parabenizá-la pela vitória, mas, pior do que isso, não deu as caras na reunião da bancada federal maranhense, ocorrida na última terça-feira, dia 23.

Prefere ficar no Twitter jogando para a plateia, enquanto faz beicinho para as boas intenções da governadora e dos demais deputados federais maranhenses.

Esse é o verdadeiro Flávio Dino.

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Como o Rio caiu nas mãos das facções…

Do blog de Caio Hostílio

Três fatos históricos paralelos, ocorridos entre o fim dos anos 1970 e começo dos anos 1980, foram decisivos para moldar o perfil das facções de drogas no Rio e marcar as diferenças do crime fluminense do existente nos demais Estados brasileiros. O primeiro foi a convivência de presos políticos e bandidos comuns no Presídio de Ilha Grande, relação que ensinou os fundadores da nascente Falange Vermelha a se unirem e a se organizarem em busca de alternativas criminosas lucrativas. 

O sucesso da aposta no tráfico de drogas, feita pela nova facção, só ocorreu porque, nessa época, cartéis bolivianos e colombianos buscavam contatos na América Latina para ampliar a exportação de cocaína e diversificar a venda além dos Estados Unidos. Por fim, a ampliação da rede varejista de drogas nas favelas do Rio, intensificada entre 1981 e 1986, foi favorecida pela política do governador trabalhista Leonel Brizola, que a partir de 1983 suspendeu a ação da polícia nos morros. 

CV e TC. As primeiras ações da Falange foram de roubo a banco. Em 1980, o grupo conseguiu liderar mais de cem fugas que resultaram em pânico na rede bancária a ponto de forças de segurança desconfiarem da reestruturação de grupos guerrilheiros. Os bancos se defenderam com estratégias eficientes, levando os bandidos a se aventurarem no tráfico.

 Com um bom fornecedor de cocaína, entre 1983 e 1986, o agora Comando Vermelho passou a dominar as bocas de fumo tradicionais, tocadas por pequenos traficantes de maconha. Em 1985, já detinha 70% de todos os pontos de venda em um grande e lucrativo mercado.

A concorrência sangrenta por territórios começa também nessa época. Em 1983, ainda no Presídio de Ilha Grande, bandidos que ficavam na terceira galeria, vindos principalmente da zona oeste do Rio, travaram uma guerra violenta com integrantes do CV. Nascia o Terceiro Comando, que optaria pelo tráfico para lucrar, se armar e disputar territórios com o CV.

Apesar das guerras contínuas, no começo dos anos 2000, relatórios do setor de inteligência da Polícia do Rio calculavam que o CV, com contatos no Paraguai, Bolívia e Colômbia, movimentava cerca de 240 milhões de dólares por ano.

ADA. A disputa por territórios ficaria ainda mais acirrada em 1994, quando ocorre aquela que é considerada uma das maiores traições no mundo do crime carioca. Orlando Jogador, líder do CV no Complexo do Alemão, é assassinado por Uê por causa de rixas ligadas a mulheres. Depois do homicídio, Uê cria os Amigos dos Amigos (ADA) no Morro do Adeus, vizinho do Alemão, e inicia uma batalha que vai durar até setembro de 2002. Ele consegue um bom fornecedor de cocaína e apoio de bandidos importantes como Escadinha, do Morro do Livramento.

A honra de Orlando Jogador foi lavada por Marcinho VP, que era seu antigo ‘fiel’, espécie de ajudante de ordens, e foi acusado de assassinar Uê. A força e a mística de VP no Comando Vermelho cresce nessa época. Foi VP que mandou ordens de dentro do Presídio de Catanduvas, orientando FB a iniciar os ataques que deixaram o Rio de Janeiro em pânico.

UPP. As rixas violentas entre o CV e a ADA foram revistas depois que as UPPs se instalaram nos morros do Rio de Janeiro. A queda no movimento no comércio de drogas, acentuada com a chegada da polícia, levou os antigos inimigos a se unirem. O Complexo do Alemão e a Vila Cruzeiro, para onde fugiu grande parte dos traficantes expulsos, são considerados quartel-general do CV. A Rocinha, que até 2003 era dominada pelo Comando, hoje é reduto e principal fonte de lucro da ADA. As facções se juntaram para lutar contra o Estado.

E poucos arriscam a prever os próximos capítulos da história…

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Só Lula bate Sarney em criação de empregos no Brasil…

Do blog de Régis Marques

Lula e Sarney foram os presidentes que mais geraram empregos no país

Por essa não esperava a cambada pedetista-tucana-petista-comunista que vive a atacar Sarney apenas porque não tem outro discurso: dados do relatório da RAIS – Relação Anual de Informações Sociais do Ministério do Trabalho – que registra contratações e demissões de empregados regidos pela CLT e pelo regime estatutário dos servidores públicos, o ex-presidente maranhense só perde para Lula quando o assunto é geração de emprego.

Nos cinco anos em que conduziu o país à transição democrática, Sarney criou 3.994.437 empregos, com média anual de 798 mil novos postos de trabalho

Durante o governo Lula, de 2003 e setembro de 2010, foram criados 14.725.039 empregos. Ou seja, uma média de 1,8 milhão de vagas por cada ano. O tucano FHC que tanto ataca Sarney através de seus asseclas, criou 5.016.672 empregos em oito anos de mandato, média de 627 mil. Itamar Franco, que governou de 1993 a 1994, gerou 1.394.398 postos, média de 697 mil. Fernando Collor, porém, deixou o governo com a extinção de mais de 2,2 milhões de postos de trabalho. Continue lendo aqui…

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Olga garante em Brasília, gestão compartilhada com Ministério da Educação

Interina na Educação, Olga Simão já esteve no MEC

A secretária de Educação em exercício, Olga Simão, participou nesta semana de reunião em Brasília, com técnicos do Ministério da Educação, em busca de subsídios para implantação dos projetos da Seduc no Maranhão.

Durante a passagem por Brasília – acompanhada dos auxiliares Fernando Silva e Graça Tajra – a secretária apresentou os pleitos do Maranhão e buscou infornações dos programas do MEC.

Também participou das reuniões o deputado Gastão Vieira (PMDB), como ex-presidente da Comissão de Educação da Câmara e ex-secretário de Educação do estado.

– O ministro Fernando Haddad pôs todos os técnicos do FAE, do FNDE e de todos os programas educacionais à disposição da secretária – afirmou o chefe da represetnação do governo maranhense, Chiquinho Escórcio,a rticulador dos encontros.

Segundo Escórcio, nova reunião no ministério, desta vez com a presença de todos os técnicos e auxiliares da Seduc, está agendada para o dia 2 de dezembro, quando cada um discutirá os programas e projetos de seu setor.

– Nesta data será agendada também a visita dos técnicos do MEC à Secretaria de Educação – afirmou.

Esta troca de experiências, segundo Chiquinho Escórcio – será fundamental para garantir o sucesso do projeto do governo Roseana para a Educação em 2011.

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Pequenos municípios pretendem se unir pelo comando da Famem

Um grupo de prefeitos de pequenos municípios maranhenses está se agrupando em torno de um candidato comum nas eleições da Federação dos Municípios do Maranhão.

Pela lógica destes prefeitos, um líder municipalista oriundo de um município pequeno tem mais condições de brigar pelo grosso das prefeituras, já que conhece as dificuldades da escassêz de recursos e da falta de uma Saúde Plena, por exemplo.

Explica-se: municípios como Caxias, Timon, Itapecuru-Mirim, Presidente Dutra e Santa Inês, entre outros, gozam da classificação “Saúde Plena” – ou seja, têm recursos diretos para investimentos no setor.

Os pequenos municípios não. E assim ocorre em vários setores.

Por isso, os prefeitos querem se reunir para indicar alguém que veja a Famem como organismo que ofereça toda a estrutura técnica a prefeituras, o que valorizará os pequenos municípios – já que estes não têm condições para ter um especialista em cada setor da administração.

A eleição na Famem acontece na segunda quinzena de janeiro…

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Ao “senhor” Flávio Dino…

O "senhor" Dino fala na Câmara...

O deputado federal Flávio Dino (PCdoB) deixa a condição de parlamentar a partir de 1º de fevereiro de 2011.

Ele também não é mais juiz; é advogado, título profissional, não de função – como o de jornalista, que pode ser repórter, editor, secretário, membro de oligarquias…

Por isto este blog prefere chamá-lo de “senhor” a partir de agora. Será o “senhor” Flávio Dino em todas as matérias e temas que o envolvam desde esta data.

O termo senhor significa cidadão, homem, pessoa – ou, em alguns casos, o que o próprio deseja ou finge ser.

Ou seja, quando o blog se refererir ao “senhor” Flávio Dino, estará se referindo ao cidadão, à pessoa – que, embora sem mandato, continuará personagem importante da política maranhense.

Muito prazer “senhor” Flávio Dino…. 

Leia também “Mancadas das grandes ‘senhor’ Flávio Dino”, no blog de Gilberto Léda

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Derrotado, Henrique Mariano tenta tumultuar eleição na Uema

Professor Mariano não conseguiu entrar na lista tríplice da Uema

Mais afoito adversário do reitor José Augusto Oliviera – que venceu as eleições – o professor Henrique Mariano Amaral tenta agora criar embaraços ao processo eleitoral da Universidade Estadual do Maranhão.

Autor do factóide jurídico que tenta afastar José Augusto da disputa, Mariano convocou entrevista coletiva agora à tarde para denunciar suposta fraude na eleição.

O resultado oficial da eleição na Uema deve ser anunciado até o final da noite de hoje, mas apurações paralelas já apontam vitória de José Augusto com cerca de 70% dos votos, seguido dos candidatosJosé Gomes e José Belo Salgado Neto.

É esta lista tríplice que será encaminhada à governadora Roseana Sarney (PMDB) pela Comissão Eleitoral da Uema.

Henrique Mariano deve ficar entre o 5º e o 6º lugares, segundo as primeiras parciais.

Por isso quer anular a votação que não o contemplou…

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Roseana Sarney fala ao blog e confirma fusões, desmembramentos e novos nomes das pastas do governo…

Roseana falou pela primeira vez sobre as mudanças no governo

A governadora Roseana Sarney (PMDB) recebeu a equipe do jornal O Estado do Maranhão – o titular deste blog, Marco Aurélio D’Eça; o repórter Décio Sá e a Editora de Política, Waldirene Oliveira – e mais o blogueiro Caio Hostílio, para uma conversa hoje pela manhã no Palácio dos Leões.

Durante a conversa, que durou boa parte da manhã, no saláo nobre do Palácio – testemunhada pelo secretário Sérgio Macêdo e pelo prefeito de São José de Ribamar e futuro chefe da Casa Civil, Luís Fernando Silva – ela confirmou fusão de pastas, recriação das gerências regionais e alguns nomes da equipe que tomará posse em 1º de janeiro.

A matéria completa sobre o assunto poderá ser lida amanhã, em “O Estado do Maranhão”.

Do que foi conversado, este blog adianta:

1 – A interina da Educação, Olga Simão, permanecerá no posto (assim como já havia adiantado este blog) pelo menos até depois do carnaval, quando Roseana nomeará um técnico para a área.

2 – As pastas da Administração e Planejamento serão fundidas, sob o comando do atual secretário Fábio Gondin. Roseana estuda desmembrar a Juventude do Esporte e a Secretaria de Administração Penitenciária da Segurança Pública. Já as atividades de assistência técnica agrícola, serão transferidas da Secretaria de Agricultura para a de Desenvolvimento Agrário;

3 – Os ainda deputados Joaquim Haickel (PMDB), Chico Gomes (DEM) e Jura Filho (PMDB) podem ser secretários, embora a governadora não tenha definido em que setores. O deputado reeleito Max Barros (DEM), por sua vez, está confirmado na Infra-estrutura.

4 – Nenhum partido terá pasta carimbada no governo. “Assim seria loteamento. Vamos priorizar a capacidade técnica, embora o indicado seja político”, disse a governadora.

5 – Roseana vai estabelecer diálogo franco e aberto com todos os setores da oposição – inclusive PSB, PDT, PCdoB e PSDB – sem tentativa de cooptação, mas de cooperação pelo futuro do estado.