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Portela reafirma desafio a Aluisio: “não tem coragem de me levar à audiência”

Secretário de Segurança Pública diz que o deputado federal foge dele por não ter nenhuma prova das acusações que apresentou  na Câmara; e afirma que até a escolha da sede da Polícia Federal é uma forma de se esconder

 

JEFFERSON PORTELA QUE ALUISIO TEM MEDO DELE, POR ISSO NÃO O CHAMA PARA SUAS AUDIÊNCIAS, como a que ocorre nesta quinta-feira, em São Luís

O secretário de Segurança Pública Jefferson Portela voltou ontem a provocar o deputado federal Aluisio Mendes a chamá-lo para a audiência pública sobre espionagem no Maranhão.

– Ele não tem coragem de me chamar porque não tem como provar o que disse. Eu o desafio a me convocar para qualquer audiência pública, em qualquer lugar. É um mentiroso e vai responder na Justiça – afirmou o secretário, ao encontra-se com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, na tarde de terça-feira, 5.

Aluisio pediu audiência da Comissão de Segurança Pública da Câmara Federal em São Luís, para ouvir os delegados Thiago Bardal e Ney Anderson Gaspar; curiosamente, no entanto, evita chamar Portela para se explicar.

A audiência está marcada para esta quinta-feira, 7, na sede da Polícia Federal, em São Luís.

– Até a escolha da sede da PF é uma forma dele se esconder de mim, porque sabe que eu não irei lá. Mas debato com ele em qualquer lugar, não apenas sobre espionagem, mas sobre todos os aspectos da Segurança Pública no Maranhão – alfinetou Portela.

Na conversa com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, Jefferson Portela disse também que já pediu tanto ao comando do Tribunal de Justiça, quanto aos desembargadores supostamente investigados para que mostre que números foram efetivamente grampeados – o que nunca foi respondido.

Ele anunciou também processo contra a desembargadora Nelma Sarney, segundo ele a responsável por espalhar, sem provas, as acusações de suposta espionagem.

Mas esta é uma outra história…

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Teria Jefferson Portela cartas na manga contra Aluisio Mendes?!?

Secretário desafia sistematicamente deputado federal a chamá-lo a depor, mas parece haver um recuo do parlamentar, temendo ameaças de que sejam expostas em plena Câmara Federal questões relativas ao seu período na SSP

 

JEFFERSON PORTELA DESAFIA, ALUISIO MENDES RECUA; o que teria o secretário contra o ex-titular da pasta que agora comanda?!?

Acusado de ter mandado fazer espionagem em diversas autoridades públicas maranhenses, o secretário de Segurança Jefferson Portela tem “sambado na cara” do deputado federal Aluisio Mendes.

Desde que Aluisio decidiu levar o caso para a Comissão de Segurança da Câmara Federal, Portela o desafia a chamá-lo para depor.

O próprio Aluísio chegou a anunciar oitiva com o secretário em Brasília, mas recuou. Agora, diz claramente não ter interesse em ouvi-lo, como revelou ao blog de Gilberto Léda.

– Não tenho interesse nenhum em ouvi-lo, visto que minha convicção sobre sua ação criminosa no caso dos grampos já está formada – afirmou, estranhamente, o parlamentar. (Leia aqui)

O que teria na manga Jefferson Portela para peitar Aluisio Mendes?!?

A explicação pode estar no episódio abaixo.

Em uma tarde qualquer do mês de junho, o titular do blog Marco Aurélio D’Eça foi chamado à Superintendência de Investigações Criminais para depor, segundo a intimação, “como testemunha” de uma investigação.

No local, após o alerta de que, na condição de testemunha, poderia responder se mentisse, o jornalista foi apresentado a um áudio com conversas sobre o caso Décio Sá (jornalista morto em 2012, quando Aluisio Mendes era secretário).

Apenas uma pergunta mais relacionada ao caso foi feita pelo delegado: se este jornalista sabia identificar as vozes do áudio, que acusavam claramente Aluisio Mendes de manipulação do caso Décio.

Diante da negativa, a oitiva foi encerrada sem maiores delongas.

Nem os advogados entenderam, mas ficou a impressão de que algo naquela sessão ligava as coisas a Aluisio Mendes – ou, pelo menos, tentavam dar um recado a ele.

Soube-se depois que outros jornalistas também foram chamados à SEIC.

Desde então, o deputado federal parece evitar confronto com Portela, sobretudo na Comissão de Segurança da Câmara.

O que teme o parlamentar maranhense?!?

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Câmara vai cobrar do MP resultado da investigação sobre espionagem

Deputados federais que apuram denúncias de grampos autorizados pelo secretário de Segurança Jefferson Portela marcaram para novembro visita ao Maranhão, onde também ouvirão os delegados Ney Anderson Gaspar e Tiago Bardal

 

DELEGADOS BARDAL E NEY ANDERSON DURANTE OITIVA NA COMISSÃO DE SEGURANÇA, EM BRASÍLIA; depoimentos serão novamente tomados em São Luís

Membros da Comissão de Segurança da Câmara Federal, presidida pelo deputado federal Capitão Augusto (PL-SP), estarão em São Luís, no início de novembro.

Os deputados vão visitar a o procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, no dia 7.  No dia seguinte, ouvirão os delegados Ney Anderson e Tiago Bardal, na sede da Polícia Federal.

Do procurador-geral de Justiça, os deputados federais querem saber a quantas anda a investigação do Ministério Público aberta para apurar as denúncias de grampos ilegais em autoridades determinados pelo secretário de Segurança, Jefferson Portela.

Já os dois delegados autores da acusação contra Portela – que, inclusive, já foram ouvidos em Brasília – devem reafirmar a acusação de grampos contra desembargadores, filhos de desembargadores e políticos, principalmente aqueles que não são da base do governador Flávio Dino.

A vinda ao Maranhão deve gerar relatório circunstanciado da Comissão de Segurança da Câmara Federal…

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Marcial Lima pede revisão de circular que põe PMs em frente a bancos

Os constantes assaltos a bancos no Maranhão, precedidos de explosões e até contenção de gerentes e familiares pelos criminosos, e a orientação do Comando da Polícia Militar para que seus policiais deem atenção máxima à vigilância das agências bancárias, chamou a atenção do vereador Marcial Lima (PRTB).

Ao se pronunciar na tribuna da Câmara Municipal de São Luís, na manhã desta terça-feira (6), ele criticou circular expedida pelo Comando de Policiamento do Interior, que orienta as unidades do interior a priorizarem a vigilância às instalações bancárias, em razão dos assaltos que têm atemorizado a população dos municípios e da capital.

Marcial disse que formalizará uma indicação a ser encaminhada ao governador Flávio Dino (PC do B) sugerindo que seja revista a orientação. Embora reconheça que a discussão do assunto seja da competência dos deputados estaduais, o vereador frisou que é preciso que a população e os políticos em geral, tomem uma posição a respeito.

“A Polícia Militar é paga para garantir a segurança da população. Ela não é paga para cuidar da segurança de bancos que sofrem a violência dos assaltos. O banqueiro, hoje, é quem mais ganha dinheiro neste país e, portanto, é quem tem de fazer a segurança de seus bancos, seus empregados e usuários”, reclamou Marcial.

O vereador ressaltou que estes assaltos praticados por homens fortemente armados, geralmente precedidos de explosões de caixas eletrônicos ou retenção de gerentes e familiares como reféns, têm levado pânico à população das cidades do interior. Outra consequência, é que os trabalhadores dos bancos ficam abalados emocionalmente.

“O Sindicato dos Bancários do Maranhão sabe da grande quantidade de seus filiados ou não, que vivem em tratamento psicológico porque não conseguem trabalhar, devido ao estado de pavor por conta da violência dos assaltos”, observou.

Marcial responsabilizou os banqueiros pela falta da devida segurança aos estabelecimentos, tanto de dia, como de noite.

“Hoje, aqui em São Luís, você passa pelos locais de caixas eletrônicos dos bancos e vê os espaços servindo de dormitórios às pessoas que moram nas ruas”, reclamou, citando agências nas margens das Avenidas Guajajaras e Ana Jansen.

Em face do quadro, o vereador sugeriu que o Comando Geral da PM reveja a circular, porque fazer segurança em frente a bancos é um risco.

“O policial tem de trabalhar em seu plantão, à noite ou de dia, circulando nas cidades. O que não pode é a patrulha se postar em frente aos bancos, indefinidamente, para fazer segurança do local, esperando acontecer uma tragédia”, concluiu.

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Comissão da Câmara fará audiências sobre espionagem no Maranhão

Deputados federais virão a São Luís para ouvir delegados e colher documentos que apontam para a possibilidade de o secretário de Segurança Jefferson Portela ter grampeado ilegalmente autoridades maranhenses

 

OUVIDOS NA CÂMARA FEDERAL, OS DELEGADOS THIAGO BARDAL E NEY ANDERSON GASPAR reforçaram suspeitas contra o secretário Jefferson Portela

Está agendada para logo após o recesso parlamentar, em agosto, uma visita da Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados ao Maranhão.

Os deputados que investigam suspeitas de espionagem contra autoridades maranhenses querem ouvir novos delegados – Thiago Bardal e Ney Anderson Gaspar já foram ouvidos em Brasília – sobre as ordens do secretário de Segurança, Jefferson Portela, para grampear desembargadores, empresários, jornalistas e políticos maranhenses.

No Maranhão, além das audiências com autoridades policiais, serão colhidos documentos e outras provas que possam confirmar as suspeitas contra Portela.

O material será usado para embasar uma CPI da Espionagem, que parlamentares maranhenses pretendem abrir na Câmara Federal.

Mas esta é uma outra história…

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Para Roberto Rocha, Portela usou grampos como moeda política…

Senador pretende levar ao Senado o caso de espionagem protagonizado pelo secretário de Segurança Pública do Maranhão

 

O senador Roberto Rocha (PSDB) classificou como gravíssimas as revelações contra o secretário de Segurança do Maranhão, Jefferson Portela, acusado de espionar adversários do governador Flávio Dino (PCdoB).

– Grampear um senador da República, grampear deputados federais, grampear desembargadores para usar como moeda política é algo verdadeiramente inaceitável! E nós vamos exigir, inclusive, uma audiência aqui na Comissão de Fiscalização e Controle, já que este senador, que é Corregedor, não pode tomar nenhuma providência em relação ao ocorrido na Câmara dos Deputados. Mas a audiência será tratada aqui também na Comissão de Fiscalização e Controle, que é o território onde o Senado Federal pode tomar as providências – disse o senador, após audiência dos delegados Ney Anderson Gaspar e Thiago Bardal, na Câmara Federal.

Roberto Rocha já havia sido citado em depoimentos dos dois delegados na Justiça Maranhense.

Gaspar e Bardal acusam Portela de usar o sistema de espionagem da polícia maranhense para grampear políticos, autoridades do Judiciário e empresários com o objetivo de chantagear em favor de Flávio Dino.

Os dois delegados reafirmaram todas as acusações na Câmara Federal, razão pela qual Roberto Rocha decidiu levar o caso também ao Senado.

Antes, porém, Jefferson Portela deve depor na Câmara, em data ainda a ser definida pelos deputados…

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O “Guardião” por trás da peleja Aluisio Mendes X Jefferson Portela…

Como pano de fundo das denúncias de delegados que acusam o atual titular da pasta, está o risco de se ter um chefe da Segurança Pública com más intenções contra adversários

 

JEFFERSON PORTELA SABE QUE ALUISIO MENDES SABE O QUE SE PODE FAZER NO COMANDO DA SECRETÁRIA DE SEGURANÇA; afinal, os dois são da mesma área

Editorial

Há um pano de fundo na celeuma causada pelas denúncias dos delegados Thiago Bardal e Ney Anderson Gaspar, segundo as quais o atual secretário de Segurança Jefferson Portela mandara espionar adversários políticos e autoridades do Executivo e do Judiciário.

Este pano de fundo são os interesses a que é submetido o sistema de monitoramento telefônico conhecido por “Guardião”. (Entenda aqui)

Adquirido no Maranhão ainda no segundo mandato do governo Roseana Sarney (1998/2002), o Guardião é capaz de monitorar dezenas de aparelhos telefônicos ao mesmo tempo, e captar conversas simultâneas.

O próprio Aluísio Mendes, hoje deputado federal e responsável por expor as denúncias contra Jefferson Portela, já foi acusado de manipular o Guardião em benefício político.

MALETA DE ESPIONAGEM CONHECIDA POR GUARDIÃO; instrumento capaz de destruir vidas e reputações se cair em mãos erradas

Na audiência de ontem com os delegados Ney Anderson e Thiago Bardal – que acusam Portela de usar o Guardião para espionar desembargadores, deputados federais e senadores – Aluisio usou o termo “barriga de aluguel”, pouco conhecido fora do círculos de espionagem.

Trata-se de uma metáfora para falar da manipulação da Justiça pelos meios policiais.

A “Barriga de aluguel” ocorre quando um agente de investigação apresenta a um juiz números de celulares de suspeitos de determinado crime que precisam ser “grampeados” – mas, no meio deles, inclui outro número, de alguém que nada tenha a ver com a tal investigação, mas que desperta o interesse do investigador.

Como Aluisio Mendes – que já foi secretário de Segurança e, portanto controlava o Guardião – Jefferson Portela também conhece o termo “barriga de aluguel, segundo os delegados Gaspar e Bardal.

É o risco que se corre num Maranhão em que a espionagem serve, principalmente, para subsidiar adversários políticos.

E para as autoridades, que usam as informações em proveito próprio…

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O medo que tem o PCdoB do depoimento de Thiago Bardal…

Partido do governador Flávio Dino moveu céus e terras para impedir a audiência do delegado que acusa o secretário de Segurança, Jefferson Portela, de ordenar espionagens contra autoridades maranhenses

 

É pouco provável que a Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados consiga reverter, a tempo, o veto do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ) à audiência com o delegado Thiago Bardal.

Aliado do governador Flávio Dino (PCdoB), Maia acatou recurso de uma deputada do PCdoB do Acre contra  participação de Bardal na oitiva, que tem ainda a presença do delgado Ney Anderson Gaspar.

Mais do que impedir sob argumentos regimentais a fala de um cidadão, o impedimento de Maia revela a preocupação do governo Dino com as declarações de um de seus ex-colaboradores.

Preso preventivamente sob acusação de formação de quadrilha  contrabando, Bardal acusa reiteradamente  o secretário de Segurança, Jefferson Portela, de comandar espionagem contra autoridades.

Para barrar a participação de Bardal na audiência, Rodrigo Maia acatou os argumentos da parlamentar comunista, segundo os quais o delegado só poderia ser ouvido por CPI.

A audiência de Ney Anderson Gaspar continua agenda para esta terça-feira, 2…

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Comissão da Câmara ainda não tem garantias de depoimento de Thiago Bardal…

Preso sob acusação de contrabando internacional e formação de quadrilha, delegado está sob custódia da Secretaria de Segurança e precisa de autorização judicial para ser levado a Brasília

 

PRESO SOB ACUSAÇÃO DE CONTRABANDO, BARDAL PRECISA DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL PARA IR A BRASÍLIA, para depoimento na próxima terça-feira, 2

Marcada para a próxima a próxima terça-feira, 2, a audiência da Comissão de Segurança da Cãmara Federal com o delegado maranhense Thiago Bardal, ainda não tem garantias de realização.

O delegado responde a investigação de formação de quadrilha e contrabando internacional, e está preso desde o ano passado.

Para viajar a Brasília, precisa de autorização do juiz Ronaldo Maciel, responsável pelo processo em que ele figura como réu.

Além de Bardal, a comissão da Câmara quer ouvir o também delegado Ney Anderson Gaspar, ora licenciado do cargo.

Os dois ex-auxiliares acusam o secretário de Segurança, Jefferson Portela, de determinar espionagem de membros do Judiciário, deputados federais, senadores e até membros do próprio governo Flávio Dino (PCdoB).

A comissão da Câmara Federal já entrou com pedido formal de autorização para que Bardal viaje a Brasília, sob escolta da Polícia Federal.

Jefferson Portela também deve ser ouvido pela Câmara em audiência cuja data ainda deve ser marcada…

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Ao ameaçar deputados, Portela acaba confessando possíveis crimes…

Ao afirmar em entrevista de rádio que “revelará coisas sobre autoridades” maranhenses em sua audiência sobre espionagem na Câmara dos Deputados, secretário acaba por fazer confissão antecipada de sua própria prevaricação

JEFFERSON PORTELA EM ENTREVISTA NA DIFUSORA, EM QUE FAZ CLARA AMEAÇA, escondendo possível prevaricação no exercício do cargo de secretário de Segurança

O blog do John Cutrim repercutiu nesta segunda-feira, 17, entrevista do secretário de Segurança Jefferson Portela em que o próprio acaba por fazer uma espécie de pré-confissão do crime de prevaricação e acobertamento.

Ao dizer que está pronto para ir depor na Comissão de Segurança da Câmara Federal, Portela afirma que vai falar sobre “coisas que estão escondidas aqui” ao revelar sobre “agiotagem, crime organizado e contrabando”. (Veja a íntegra aqui)

Ora, se o secretário vai confessar em Brasília que “existem coisas escondidas aqui [no Maranhão] então ele próprio comete um crime, ao não revelar, como chefe da polícia e da Segurança, essas coisas que estão escondidas.

A confissão de Portela fica pior ainda quando ele afirma haver “gente  aí de paletó e gravata botando gente pra trazer cigarro pra cá, envolvido com agiotagem, tirando onda de autoridade pública envolvida com o crime e estão se tremendo”.

É gravíssima a revelação do secretário, sobretudo pelo fato de ser ele próprio o responsável por manter “coisas escondidas aqui” mesmo sabendo ter “gente aí de paletó e gravata” usando outros para cometer crimes.

Se sabe disso, porque Jefferson Portela nunca tomou atitude?

E se sabe disso, porque usa a informação para ameaçar e não para desbaratar eventuais grupos criminosos?

Denunciado por espionagem de autoridades maranhenses – incluindo senadores, deputados federais e estaduais, desembargadores e os próprios policiais –  Jefferson Portela vai ter que se explicar na Comissão de Segurança da Câmara dos Deputados.

E ao ameaçar revelar coisas escondidas – numa tentativa de acuar os deputados Aluisio Mendes e Edilázio Júnior, responsáveis pela sua convocação –  o secretário se complica ainda mais.

E acaba por se envolver em possíveis acobertamentos de crimes, chantagem e prevaricação no cargo de chefe da segurança.

Mais coisas a ter que explicar à Câmara Federal…