Duarte Jr. definitivamente afastado do dinismo e do lulismo…

Deputado federal troca o PSB pelo União Brasil, retornando às origens de direita, caminho que vem percorrendo desde o fim das eleições municipais

 

COM OS NOVOS COMPAQNHEIROS DO UNIÃO BRASIL, Duarte Jr. consolida a posição ideológica que vem adotando desde 2024

O deputado federal Duarte Jr. vai disputar as eleições pelo União Brasil, retornando às origens de direta, que ele começou ainda nas eleições de 2020, quando disputou a prefeitura pelo então partido de Jair Bolsonaro, o PRB.

  • o parlamentar deixou o PSB, ligado à base do grupo remanescente do governo Flávio Dino;
  • a entrada no União Brasil reforça a postura de direita que ele vem assumindo desde 2024.

Este blog Marco Aurélio d’Eça apurou que Duarte Jr. perambulou por diversas agremiações tentando encontrar um partido que atendesse ao seus interesses políticos-eleitorais, até encontrar-se no União Brasil.

Surgido para a política a partir do governo Flávio Dino, Duarte Jr. chegou a declarar-se “do partido de Bolsonaro”, nas eleições de 2020, quando filiou-se ao PRB para concorrer à prefeitura; derrotado, voltou à base de Dino, onde ficou até 2024, quando começou um processo de afastamento.

  • esse afastamento foi registrado neste blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Duarte Júnior agora é brandonista…”;
  • desde então, ele vem tomando posições cada vez mais antilulistas e alinhadas ao Centrão na Câmara Federal.

Mas Duarte tem mesmo a origem na direita.

Tanto que seu pai – também conhecido por Duarte – é grande conhecido de grupos de Whatsapp e das redes sociais, como apoiador bolsonarista.

Sua filiação ao União Brasil, portanto, apenas reflete uma posição ideológica.

Posição que sempre foi a sua….

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Fufuca reforça presença ao lado do presidente…

Em meio à pressão da Federação União Progressista pela saída do governo, Ministro do Esporte esteve com Lula ao lado do presidente da CBF em evento sobre a Copa do Mundo Feminina de 2027

 

NO EXERCÍCIO DO CARGO. Observado pelo presidente da CBF e por atletas da Seleção Brasileira Feminina, Fufuca exibe troféu a Lula

O ministro do Esporte André Fufuca esteve nesta quarta-feira, 10, em encontro pessoal com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • o encontro tem forte simbolismo diante do momento político vivido por Fufuca;
  • o ministro é do PP, que já decidiu, junto com o União Brasil, deixar o governo Lula.

“Ao lado do presidente Lula e do presidente da CBF Samir Xaud assinamos a mensagem de encaminhamento do PL que dispõe sobre as diretrizes para desenvolvimento do Futebol Feminino, que será enviado até 12/09. A proposta define diretrizes para fortalecer a modalidade: combate à discriminação, incentivo à base, igualdade de direitos e recursos com o futebol masculino e estímulo a parcerias com escolas. O PL também altera a Lei do Esporte para garantir estrutura igualitária na formação de atletas. Viva o futebol feminino!!”, destacou Fufuca.

A Federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, decidiu desde o final de agosto o afastamento do governo Lula.

Mesmo assim, Fufuca permaneceu no cargo.

Onde segue despachando normalmente…

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Enfraquecido, Bolsonaro vira ótimo negócio para o centrão…

Enredado nas teias da corrupção, sem partido, com gestão incompetente, sem apoio político e alvo de centenas de pedidos de impeachment, presidente fica cada vez mais nas mãos do conglomerado partidário que controla a Câmara dos Deputados como uma banca de compra e venda

 

Bolsonaro e os filhos às voltas com o centrão; controle de R$ 73 bilhões e muita, mas muita corrupção

Ensaio

Em processo de derretimento, o presidente Jair Bolsonaro virou uma espécie de banca de negócios prósperos para o centrão, conglomerado partidário e ideológico que reúne aquilo que se acostumou chamar de “o pior que a Câmara pode produzir”.

Está nas mãos do centrão – de onde brotou o atual presidente da Câmara, Arthur Lira (PP) – o avanço das centenas de processos de impeachment contra Bolsonaro.

Quanto mais fraco Bolsonaro fica, mas negócios surgem para os membros do baixo clero do Congresso, interessados em verbas, verbas e mais verbas.

Para se ter ideia do tamanho do butim, são R$ 73 bilhões em orçamento e 200 mil cargos á disposição deste conglomerado de deputados de todos os estados.

O próprio Bolsonaro saiu do centrão, onde vivia obscuro, praticando pequenos golpes contra o próprio gabinete e esqueminhas que rendiam alguns milhares.

Despreparado, incompetente, mercurial e agora envolto em denúncias de corrupção pra valer – aquelas que movimentam milhões e até bilhões – o presidente se vê nas mãos dos seus ex-parceiros de Câmara.

E vai sangrar muito até as eleições de 2022, na qual, esvaziado, já corre o risco se sequer figurar entre os principais candidatos.

A menos que a banda mais séria da Câmara consiga amenizar sua sangria, votando o impeachment.

De uma forma ou de outra, Bolsonaro já é apenas um arremedo de presidente.

Um espectro que caminha para a escuridão…

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Sérgio Moro cai fazendo acusações graves contra Bolsonaro

Ministro da Justiça enregou o cargo após exoneração do diretor da Polícia Federal – que, segundo ele, atende a conveniências de políticos – e revela ações do presidente que mostram tentativa de uso político do cargo

 

Bolsonaro e Moro romperam porque o presidente quer controlar a Polícia Federal, a quem o ministro pregava autonomia

Como era esperado desde o seu início, acabou o casamento de conveniência entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-juiz da Lava Jato, Sérgio Moro, agora ex-ministro da Justiça.

Moro pediu demissão nesta sexta-feira, 24, após exoneração do diretor-geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo. 

Em pronunciamento nesta manhã, Moro revelou graves ações de Bolsonaro para tentar controlar órgãos de investigação da presidência, desde o Coaf – transferido de sua pasta ainda no ano passado – até a própria Polícia Federal.

O Coaf foi responsável por revelar movimentações atípicas do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente, que resultaram nas investigações sobre rachadinhas na Assembleia Legislativa do Riod e Janeiro.

Já a Polícia Federal tinha acabado de abrir investigação contra fake news e contra financiamento de manifestações que atentaram ao Estado Democrático, e das quais o próprio Bolsonaro participou. 

As acusações de interferência reveladas por Moro devem ser investigadas pela Câmara Federal – inclusive a acusação de que o novo diretor da PF pode ser um delegado vinculado desde a sua origem ao próprio Congresso Nacional.

Antes de trocar o diretor da corporação, Bolsonaro se aproximou de figuras como Valdemar da Costa Neto e Roberto Jefferson, conhecidos por estar em todos os esquemas de corrupção desde a redemocratização.

Embora tenha perdido seu ministro da Justiça, o presidente pode ganhar na Câmara o apoio do famigerado Centrão, habitat de Jefferson e Valdemar, que reúne a massa fisiológica da Câmara.

Sinal de que a PF poderá blindar os filhos de Bolsonaro, objetivo principal da troca…