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As estranhas coincidências na denúncia de Bardal contra Portela…

Delegado que acusa o secretário de mandar investigar membros do Tribunal de Justiça teve, ele mesmo, pelo menos uma das denúncias contra desembargadores aceitas no Conselho Nacional de Justiça

 

BARDAL TRANSFORMOU-SE EM UMA BOMBA RELÓGIO para o governo Flávio Dino

Há uma estranha coincidência entre a denúncia do ex-titular da Superintendência de Investigações Criminais, delegado Thiago Bardal – de que o chefe da Segurança Pública ordenara a investigação de desembargadores – seus próprios atos na SEIC, e sua prisão, sob acusação de envolvimento com contrabando.

Para lembrar: em depoimento ao juiz titular da 2ª Vara Criminal de São Luís, José Ribamar D’Oliveira Costa Júnior, Bardal revelou que o secretário Jefferson Portela mandou investigar os desembargadores Fróz Sobrinho, Tyrone José Silva, Guerreiro Júnior e Nelma Sarney, como revelou o blog de Neto Ferreira.

Ocorre que, no início de dezembro de 2017, quando ainda comandava a SEIC, o próprio Bardal denunciou os desembargadores Tyrone José e Fróz Sobrinho ao Conselho Nacional de Justiça.

O CNJ acatou pelo menos uma das denúncias, contra Tyrone José Silva, sob acusação de envolvimento com o agiota Pacovan. Froz Sobrinho, junto com Tyrone, foi acusado de favorecer o contrabandista de armas e traficante de drogas Heverton Soares Oliveira.

No dia 14 de dezembro de 2018, o conselheiro do CNJ, João Otávio de Noronha, assina o despacho para que Tyrone desse explicações. (Saiba mais aqui)

Em 22 de fevereiro de 2018, dois meses após a denúncia de Bardal contra os desembargadores, o delegado é exonerado da Seic pelo secretário Jeferson Portela, após ser preso em uma operação contra contrabandistas. (Relembre aqui e aqui)

De lá para cá, começou a guerra de informações entre Bardal e Portela, com a Associação de Delegados (Adepol) se posicionando sempre a favor do delegado preso. (entenda aqui)

O depoimento de Bardal ao juiz criminal, no último dia 12 de fevereiro, apenas refez a linha do tempo desta história cheia de estranhas coincidências.

DESEMBARGADOR TYRONE JOSÉ: pelo menos ele foi denunciado por Thiago Bardal quando este comandada a Seic

O escândalo envolvendo a Secretaria de Segurança do governo Flávio Dino (PCdoB) e Tribunal de Justiça leva a outros casos, como a espionagem da PMMA, o assassinato de Décio Sá e a antiga CPI do Crime Organizado.

E reforça a ideia de que, no Maranhão, o sistema de polícia é só um instrumento de manipulação para acusar e vilipendiar quem contraria os que o controlam.

Enquanto isso, criminosos seguem encastelados com benefícios dos poderes Executivo e Judiciário.

É simples assim…

Veja abaixo o despacho do CNJ por explicações do desembargador Tyrone:

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Judiciário, finalmente, será investigado no Brasil…

CPI da Toga, criada no Senado Federal para investigar conduta de ministros do STF e do STJ mira no alvo necessário para limpeza do país, mas é fundamental que chegue caso tribunais estaduais

 

Senador Alessandro Vieira é autor do requerimento de investigação do Judiciário

Editorial

No dia 6 de janeiro de 2014, o blog Marco Aurélio D’Eça publicou um de seus clássicos, o post “A mãe de todas as corrupções é a corrupção no Judiciário”.

O post – odiado pelo Judiciário maranhense – foi republicado diversas outras vezes, diante de temas que levantavam a necessidade de se passar o Brasil a limpo.

O Senado finalmente parece querer fazer esta lição de casa ao instalar a CPI da Lava Toga – com apoio dos senadores maranhenses Roberto Rocha (PSDB) e Eliziane Gama (PPS). A comissão vai investigar a conduta de ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.

Símbolo da Justiça chora, diante da degeneração de seus quadros

Enquanto não se tiver a convicção absoluta da conduta ilibada dos representante da justiça brasileira, não se terá sucesso na luta contra a corrupção.

Enquanto houver juízes corruptos, a corrupção campeará.

Políticos, empresários e criminosos de toda espécie só se utilizam de práticas ilícitas porque, em algum momento, sabem que encontrarão guarida nos corredores e porões dos tribunais.

Fundamental, portanto, é que a CPI chegue também aos tribunais estaduais.

Dali, muita coisa pode vir à tona…

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Assalto em Bacabal rendeu R$ 100 milhões aos criminosos…

Algo em torno de R$ 4 milhões foram deixados de propósito pelos bandidos espalhados dentro e fora do banco, envolvendo a população e confundindo a polícia, que ainda não tem notícias dos assaltantes

 

Abordada por policial, uma das moradoras de Bacabal é obrigada a devolver dinheiro que havia escondido na roupa

Foi estrategicamente planejada a ação da quadrilha que explodiu uma agência do Banco do Brasil em Bacabal, na noite do último domingo, 25.

Sabendo exatamente o que queriam os bandidos arrombaram com maçarico os cofres onde estavam cerca de R$ 100 milhões, embora o secretário Jefferson Portela diga ser especulação este valor.

Do total, cerca de R$ 4 milhões foram espalhados pela agência e até na rua, despertando a cobiça da população e confundindo a polícia. (Entenda aqui)

Do total deixado estrategicamente para trás, a polícia conseguiu recuperar cerca de R$ 3 milhões, mas sabe que ainda há quase R$ 1 milhão escondidos em Bacabal.

Com os bandidos, sumiram mais de R$ 90 milhões.

O maior assalto a banco já realizado no Maranhão mostrou a fragilidade do Sistema de Inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Maranhão.

Parte do dinheiro deixado pelos ladrões espalhados próximo ao banco atraiu a população e atrapalhou a ação policial

Até pela sofisticação da operação – realizada em plena noite de domingo, às vésperas de pagamentos de servidores públicos estaduais e de várias prefeituras – tudo indica que os bandidos vinham há meses estudando a rotina policial e bancária em Bacabal, que serve de polo financeiro para a região.

Nestes casos – pelo que se vê em enredo de filmes – até a baixa de alguns bandidos entra no planejamento, como, de fato, ocorreu em Bacabal.

A polícia maranhense acusa o Banco do Brasil de favorecer a operação criminosa ao não informar a movimentação atípica da quantia milionária na região.

O banco, por sua vez, diz apenas que está colaborando com as investigações.

E até agora nem sinal dos criminosos e da maior parte da fortuna roubada…

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A deliquência diária do chamado “cidadão de bem”…

Ao invadir agências bancárias para saquear dinheiro deixado por bandidos que arrombaram bancos, em Bacabal, moradores da cidade igualam-se aos marginais e dão mau exemplo para o mundo

 

Policial conta dinheiro recuperado após assalto à agência do BB em Bacabal

Editorial

Certamente, alguns deles deveriam estar, meses atrás, gritando palavras de ordem contra políticos corruptos ou a favor da moralização.

Não há dúvidas de que, ao ver matérias com crimes e corrupção nos telejornais, muitos se indignaram ao longo da vida e chegaram a pregar pena de morte a criminosos.

Mas foram estes mesmos “cidadãos de bem” que se aproveitaram da ação de uma quadrilha em Bacabal, para saquear dinheiro das agências bancárias invadidas pelos criminosos.

Moradores da cidade, em meio ao caos deixado pelos bandidos, agiram como tais, levando o dinheiro deixado.

São pessoas que, certamente, gritam contra políticos corruptos enquanto se aproveitam do jeitinho para furar fila ou ter atendimento prioritário onde chegam.

É a deliquência diária do chamado cidadão de bem, que esbraveja contra o crime dos outros, mas não pestaneja para se dar bem no cotidiano.

E o mau exemplo ganhou o mundo em imagens tão chocantes quanto as da ação dos criminosos.

E agora esses “cidadãos de bem” vão ter que responder pela associação criminosa…

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Ameaça de morte também marca denúncia de lavagem de dinheiro no PCdoB…

Empresário que acusa comunistas de usarem sua empresa para justificar movimentação de R$ 1,3 milhão na campanha de Flávio Dino disse que um dos ex-presidentes do partido perguntou se ele não tinha medo de morrer

 

LAVAGEM E AMEAÇA. Márcio Jerry presidiu o PCdoB desde 2013; além dele, só Haroldão teve relações com empresário

O empresário Aldo Oberdan Oliveira Montenegro, dono da empresa homônima que denunciou suspeita de lavagem de dinheiro pelo PCdoB maranhense na campanha de 2014 do governador Flávio Dino, diz ter sofrido ameaça de morte de um presidente comunista.

Sem citar o nome do dirigente, Oberdan conta que foi procurá-lo para tratar dos cerca de R$ 800 mil cujas notas fiscais sua empresa emitiu, mas que não caíram em sua conta.

Foi quando recebeu a ameaça.

– Falei com o presidente do partido na época, o nome dele hoje não me lembro mais. Ele virou pra mim e disse assim: se eu não tinha medo de morrer. Eu disse: “mas eu não fiz nada de errado, meu irmão – conta o empresário.

Levando-se em conta apenas o diretório estadual, responsável pelas contas da campanha de 2014, o PCdoB teve como presidente, desde 2013, o próprio ex-secretário Márcio Jerry, também citado na denúncia. (Saiba mais aqui)

Além de Jerry, comandou a legenda em São Luís, à época da campanha de 2014, o militante Haroldo Silva, o Haroldão, já falecido.

O PCdoB não se manifestou sobre esta acusação específica de Oberdan Montenegro…

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Extorsão: governo força contribuinte a pagar IPVA…

Ao manter o documento dos veículos atrelado ao pagamento do imposto – quando deveria ser das taxas – comunistas cometem o crime de extorsão, apesar da mudança de discurso após desgaste das blitzen da CPRV

 

As truculentas blitzen da CPRV têm objetivo de arrecadar impostos para o governo Flávio Dino

Editorial

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rogério Cafeteira (DEM), adotou em redes sociais, grupos de whatsApp e conversas com jornalista um novo discurso para tentar responder às fortes críticas pelas truculentas blitzen da CPRV que apreendem ilegalmente carros com IPVA atrasados.

Para o líder dinista, o atraso no IPVA não implica na apreensão do veículo. Leia sua afirmação:

– Por IPVA atrasado nenhum veículo pode ser apreendido. É um fato inquestionável. Mas pela falta de licenciamento (taxa de licenciamento + ipva + dpvat + multas), a remoção é uma medida administrativa prevista em Lei, que é para todos. Infelizmente, com objetivos puramente eleitorais, algumas pessoas estão usando de má fé para tentar enganar a população – afirmou o parlamentar.

Cafeteira só não diz que o governo condiciona – também ilegalmente – a liberação do documento do veículo ao pagamento do IPVA e não das taxas de licenciamento.

Leia também:

Quantos ficaram sem trabalho?!?

Apreensão por atraso de IPVA é ilegal, diz juiz…

Carros apreendidos são leiloados em tempo recorde…

Mesmo veículos de trabalho são levados sem piedade pela empresa que os vende em leilões

É mais uma forma de forçar o contribuinte a pagar o imposto, o que, na prática significa uma extorsão.

Para ficar mais claro: quando o governo condiciona a liberação do documento do veículo ao pagamento do IPVA, está cometendo uma ilegalidade. O documento tem que ser vinculado às taxas e ao licenciamento.

O IPVA é um imposto, e como tal, tem os seus mecanismos próprios e legais para ser arrecadado, igual ao IPTU e outros.

Quando alguém tem débito de IPTU o que o governo para receber?!? Vai à Justiça, põe o nomeno SPC, etc…

A mesma regra vale pro IPVA.

Simples assim…

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A farsa da mentira…

Mesmo contra todas as evidências, Flávio Dino e seus aliados tentam negar a autenticidade das duas cartas de Mariano de Castro, mas acabam por levantar suspeitas até sobre a tese de suicídio do médico que delatou o esquema de corrupção de R$ 18 milhões no governo comunista

 

Dino briga com os fatos para livrar a imagem do seu governo

O título acima pode parecer redundância.

Mas é a forma mais clara de descrever a prática corriqueira do governo Flávio Dino (PCdoB), que se utiliza do discurso da mentira para desqualificar fatos contra ele.

E no episódio envolvendo a morte do médico Mariano de Castro e Sousa, o próprio governador usou dessa prática, que se repete como farsa ao longo dos seus três anos de mandato.

Dino usou de suas redes sociais para dizer, sem papas na língua, sem o menor pudor, que “as cartas” do médico (assim mesmo, entre aspas) foram “inventadas” pela imprensa independente do Maranhão.

O comunista sequer se importou em faltar com o respeito aos familiares e profissionais que acompanharam a vítima – que, aliás, foi apontada como operador de um desvio de R$ 18 milhões em seu governo.

Ora, a carta-denúncia deixada por Mariano de Castro já foi autenticada pelas suas irmãs, em depoimento à polícia do Piauí, e por advogados, um deles José Carlos dos Santos, em entrevista a programas de rádio alugados pelo próprio Palácio dos Leões.

Zé Carlos, como é conhecido, disse que recebeu o manuscrito do próprio Mariano e repassou ao cunhado deste, antes de apagar cópias digitalizadas que havia feito.

Já a outra carta, a de despedida, foi encontrada pela polícia ao lado do corpo do médico, com a presença de uma de suas irmãs, que já depôs.

É, portanto, tão autêntica quanto a primeira.

A menos que Dino entenda que foi criada por alguém.

Mas neste caso, o governador estará levando a um provável suicídio a suspeita de assassinato…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Advogados confirmam: carta de Mariano é autêntica…

Embora o governador Flávio Dino e seus alugados tentem negar a existência das denúncias, aqueles que acompanharam o caso do médico já confirmaram, de uma forma ou de outra,  contato com os seus manuscritos em um ou outro momento

 

AUTENTICAÇÃO. José Carlos teve até posse da carta; Jorge Arturo conversou com Mariano sobre ela, embora diga que só a viu na imprensa

O governador Flávio Dino (PCdoB) tem usado a mesma tática covarde que sempre usa quando seu governo é pego em malfeitos.

O comunista insiste em dizer que é falsa a carta em que o médico Mariano de Castro e Sousa aponta a participação do próprio Dino e de seus auxiliares no esquema de desvio de R$ 18 milhões dos cofres da Saúde.

Mas a tentativa de desqualificar a carta-denúncia cai por terra quando os próprios advogados de Mariano de Castro – Jorge Arturo e José Carlos Santos Sousa – confirma terem tido contato ou conhecimento em um momento ou outro do convívio com o médico em Pedrinhas.

A este blog, Jorge Arturo afirmou ainda no domingo que ouviu falar da carta, embora afirme ter sabido de seu conteúdo só após a divulgação do documento pela imprensa.

– O Mariano revelou na própria carta de suicídio a quem ele entregou a primeira carta: trata-se de um advogado de nome Zé Carlos. Provavelmente este Zé Carlos pode ter encaminhado o manuscrito à imprensa – revelou Jorge Arturo. (Releia aqui)

José Carlos, o Zé Carlos – citado, inclusive, na carta-despedida do médico – foi ainda mais longe e afirmou ter tido posse dos manuscritos.

A um programa da rádio Mais FM, Zé Carlos revelou que tinha a carta digitalizada em seu celular, repassou para o cunhado de Mariano e apagou, negando também a sua divulgação na imprensa.

Flávio Dino e seus blogs alugados, portanto, como este blog sempre diz, podem estrebuchar gritar e se rasgar, mas não podem negar a existência da carta-denúncia de Mariano.

E seus detalhes sobre a corrupção no governo comunista.

É simples assim…

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Carta de Mariano confirma informações do blog…

Documento deixado pelo médico acusado de ser o mentor do desvio de R$ 18 milhões no governo Flávio Dino – e que se matou semana passada – foi publicado com exclusividade no blog Atual7, reafirmando os trechos publicados neste blog no último domingo

 

Mariano de Castro: denúncias são verdadeiramente de sua autoria, confirmadas pelo próprio em carta-despedida

O blog Atual7 publicou nesta terça-feira, 17, com exclusividade, a carta deixada pelo médico Mariano de Castro e Silva, que se matou na semana passada, após divulgação de uma outra carta, pelo blog de Neto Ferreira, em que aponta o envolvimento de auxiliares do governador Flávio Dino (PCdoB) no esquema que desviou R$ 18 milhões do governo comunista.

No documento, Mariano de Castro confirma a autoria da carta-denúncia, dá detalhes sobre sua morte, perde perdão à família e aponta o autor do vazamento da primeira carta, exatamente como adiantou este blog no último domingo, 15. (Releia aqui)

A divulgação da carta-despedida encerra o assunto da morte do médico e confirma a autoria da carta-denúncia.

Fica claro agora que ele se matou; e fica mais claro ainda que são de sua autoria a denúncia contra Flávio Dino e os seus auxiliares citados no manuscrito – provavelmente o fator que o levou ao suicídio.

Cabe agora à Polícia Federal, portanto, fazer valer o poder de investigação.

E botar os demais bandidos na cadeia…

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Carta de Mariano seria base para delação premiada…

Quando ainda estava em Pedrinhas, médico escreveu os pontos envolvendo o governador Flávio Dino e seus auxiliares no desvio de R$ 18 milhões da Saúde para entregar à Justiça Federal, mas recuou após deixar a penitenciária; e não esperava que o “documento” vazasse à imprensa

 

Mariano de Castro chegou a pensar em delação premiada, mas recuou após deixar Pedrinhas

A carta manuscrita de 11 páginas que vazou à imprensa na semana passada, dias antes da morte do médico Mariano de Castro e Silva, era, na verdade, um rascunho dos pontos que ele iria encaminhar à Justiça Federal na tentativa de um acordo de delação premiada.

Mariano foi preso em novembro do ano passado, acusado de ser o mentor do desvio de R$ 18 milhões da Saúde maranhense no governo Flávio Dino (PCdoB).

De acordo com o que apurou o blog, a revelação dos pontos envolvendo Flávio Dino e seus auxiliares diretos foi feita sob orientação do advogado Jorge Arturo, que chegou a procurar políticos e parlamentares maranhenses com o objetivo de tirá-lo de Pedrinhas, por temer sua morte.

Pelo menos um destes políticos confirmou ao blog a reunião de Arturo com os senadores Roberto Rocha (PSDB) e Edison Lobão (MDB) sobre os riscos que Mariano dizia correr.

Ocorre que, após deixar Pedrinhas, o médico recuou da decisão de fazer a delação premiada; estava, inclusive, estudando para concurso, enquanto morava com a irmã, em Teresina (PI), no apartamento onde foi encontrado morto.

Na casa do médico, a polícia do Piauí encontrou uma nova carta, em que ele confirmava a autoria da primeira, divulgada na semana passada. (Releia aqui)

A Polícia Federal quer agora analisar o conteúdo da carta-denúncia que seria usada na delação premiada.

O documento pode, agora, ser usado em novas investigações.

Mas esta é uma outra história…