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Zé Inácio participa do aniversário de São Francisco do Maranhão

O deputado estadual Zé Inácio esteve nesta terça-feira, 10, na cidade de São Francisco do Maranhão para participar das comemorações de 98 anos do município. 

O parlamentar destacou sua participação no evento na tribuna da Assembleia nesta quarta-feira, 11.

“Tive a honra de fazer parte desse momento importante e presenciar a entrega de ações feitas pelo prefeito Adelbarto, que hoje é uma importante liderança política do estado e que nesses cinco anos de gestão anos tem se mostrado comprometido e empenhado em torná a cidade de São Francisco do Maranhão uma referência em gestão para outras da região.”, disse.

Zé Inácio aproveitou o momento para reforçar que vem buscando junto ao governador, Carlos Brandão, viabilizar reforma do mercado municipal de São Francisco do Maranhão.

A programação da festa, que iniciou com o hasteamento da bandeira, teve ainda missa de ação de graças, inaugurações de obras como a Praça da Bíblia, o Estádio Vicente Zumba, entre tantas outras, e jogo de futebol com atletas veteranos do Flamengo e Vasco.

Também participaram do evento o deputado Othelino Neto, a sua esposa Ana Paula Lobato  e o secretário estadual de articulação política Rubens Pereira. 

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“Lula não precisa de ninguém para ter votos no Maranhão”, reconhece Weverton

Senador do PDT diz que o ex-presidente tem uma relação direta com o povo maranhense, que independe de lideranças dele próprio e muito menos de Flávio Dino, que tenta ser os donos dos votos do petista no estado

 

Ao contrário de Flávio Dino, que tenta ser o dono dos votos de Lula, Weverton reconhece a força do ex-presidente no eleitorado maranhense; e quer estar ao seu lado nas eleições

Num do mais contundentes discursos sobre sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nesta quarta-feira, 20, em encontro com militantes do PT de todo o estado, o senador Weverton Rocha (PDT) reafirmou o peso do líder petista no Maranhão.

Aos militantes, Weverton revelou o teor de uma das últimas conversas com o ex-presidente, quando reconheceu a capacidade única de sua votação entre os maranhenses.

– Não é o Lula quem precisa de alguém. Ele não precisa de Weverton, não precisa de Flávio Dino, não precisa de ninguém. Ele já tem 70% dos votos do Maranhão, independente de quem o apoie. Tentar se apropriar desta força é oportunismo – reconheceu Weverton.

O discurso é um petardo direto nas pretensões do ex-governador Flávio Dino (PSB), que tenta se impor como o dono dos votos de Lula no Maranhão, controlando o PT e outros partidos que estejam no campo político do ex-presidente.

Com ligação direta com Lula – independente da ação de Dino – Weverton reconhece o poder do ex-presidente e se põe ao seu serviço.

– Na última conversa que tive com o Lula eu disse a ele: “lá no Maranhão, se o senhor nem pisar, vai ter os mesmos votos; por que é o povo quem quer, não precisa de ninguém conduzindo” – afirmou o senador.

Apesar da pressão de Flávio Dino pelo apoio do PT ao tucano-socialista Carlos Brandão, Lula já manifestou publicamente sua preferência pelo senador Weverton Rocha.

E Weverton reconhece a força e o tamanho do ex-presidente…

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Roberto Rocha é o candidato de Bolsonaro no Maranhão

Presidente não quer relação com o deputado federal Josimar Maranhãozinho e não acredita na viabilidade do prefeito Lahésio Bonfim; e quer o senador filiado a um partido ligado ao seu governo

 

Roberto Rocha sempre foi o preferido de Bolsonaro no Maranhão; e agora o presidente deu aval ao senador para buscar partido de sua base

O senador  Roberto Rocha recebeu o aval direto do presidente Jair Bolsonaro (PL) para buscar entendimento com um dos partidos que devem compor a base governista nas eleições de 2022.

Essa movimentação já gerou pelo menos um efeito: a desistência do prefeito de São Pedro dos Crentes, Dr. Lahésio Bonfim, de se filiar ao PTB; o partido, comandado pela deputada estadual Mical Damasceno, pode ser o caminho de Rocha.

Roberto Rocha sempre foi o preferido de Bolsonaro para encarar a disputa pelo governo no Maranhão, num contraponto aberto com o grupo do governador Flávio Dino (PSB).

Mesmo filiado ao PL, Bolsonaro não espera ver uma candidatura do deputado federal Josimar Maranhãozinho, e já vetou aliança do partido com a esquerda.

Também não acredita na viabilidade de Lahésio Bonfim, apesar da simpatia pelo prefeito.

O grande empecilho de Roberto Rocha no PTB ainda é o assédio do Palácio dos Leões à legenda.

Nos últimos dias, áudios com agressões impublicáveis espalhadas em grupos de evangélicos acusam Mical Damasceno de ter negociado apoio a Carlos Brandão.

A deputada não se manifestou sobre o assunto.

Roberto Rocha tem até segunda-feira, 4, para decidir sua filiação…

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Carlos Brandão terá o governo da volta ao passado…

De Luiz Fernando Silva a Aderson Lago, passando por José Reinaldo Tavares e Julião Amin, vice-governador traz de volta à cena figuras que já estavam aposentadas da política, em uma gestão totalmente diferente da pensada pelo próprio Flávio Dino em 2014

 

Brandão com Flávio Dino ao lado de José Reinaldo, maior símbolo do retorno ao passado do governo-tampão

Ensaio

O governo-tampão de Carlos Brandão (PSB), que começa neste sábado, 2, será uma espécie de volta ao passado na política do Maranhão. 

O próprio vice-governador é uma figura de outros tempos, representante da tradicional política coronelista do sertão maranhense, que o ainda governador Flávio Dino (PSB) prometeu “varrer da política” nas eleições de 2014.

E de fato varreu, mas apenas por uns tempos.

O que se vê ressurgir no cenário político maranhense a partir da perspectiva de ascensão de Brandão são tipos como os ex-deputados Aderson Lago e Julião Amin, o ex-prefeito de Ribamar, Luiz Fernando Silva, e o ex-governador José Reinaldo Tavares, para ficar apenas em alguns nomes.

Todos eles – alguns há anos – já estavam de pijama em suas casas, aposentados da política.

E todos viveram em uma outra época da política, já desfocada na atual conjuntura.

Mas são com estas personagens que Brandão mantém relação desde sempre; natural que queira estar com eles no governo.

O futuro governador-tampão não tem relação não conhece e sequer sabe o nome de algumas das jovens lideranças surgidas a partir da vitória do próprio Flávio Dino.

Tanto que errou o nome de um dos expoentes do PSB nacional – o prefeito de Recife João Campos – e até o do atual presidente do PT maranhense, Francimar Melo.

O tipo de política pensada e praticada por Carlos Brandão é diferente da exercida por lideranças como os senadores Eliziane Gama (Cidadania) e Weverton Rocha (PDT), o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (sem partido), e os também pré-candidatos Edivaldo Júnior (PSD) e Dr. Lahésio Bonfim (PTB).

É uma política diferente até mesmo da de alguns dos seus próprios aliados, como os deputados estaduais Duarte Júnior (PSB) e Dr. Yglésio (sem partido), e o prefeito de Caxias, Fábio Gentil (PRB).

Carlos Brandão exercerá, portanto, um governo da vota ao passado, em práticas, costumes e ações.

Será bom para o Maranhão?!?

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Flávio Dino fracassa em outra promessa de campanha: dobrar o efetivo da Polícia Militar

Mesmo sem dados oficiais claramente disponíveis, sites do próprio governo e portais de credibilidade permitem dizer que, nos oito anos de mandato do governador comunosocialista o efetivo de policiais à disposição da população praticamente estagnou em comparação com os últimos anos do governo Roseana Sarney

 

Flávio Dino prometeu dobrar efetivo da PM em 2014, mentiu em 2015 dizendo ter chegado a 15 mil e agora entrega o governo com pouco mais de 10 mil homens na tropa

Encerrando nesta quinta-feira, 31, o seu mandato de governador do Maranhão, o comunista Flávio Dino apresenta fracassos nas principais promessas de campanha feitas em 2014.

O blog Marco Aurélio D’Eça já mostrou que ele piorou o índice de miséria nos oito anos de mandato e vai deixar o Maranhão na rabeira do ranking da competitividade.

Mas Flávio Dino fracassou também em outra promessa de impacto: dobrar o efetivo da Polícia Militar do Maranhão.

Apesar das dificuldades de informações sobre o efetivo militar no estado, é possível fazer o levantamento com base em dados – ainda que confusos – fornecidos pelo próprio governo a sites tradicionais e portais oficiais.

Em 2015, quando assumiu o governo, Flávio Dino dispunha de 8.398 policiais, segundo levantamento do site G1 Maranhão. (Veja aqui)

Em janeiro de 2022, esse efetivo era de 10.836 PMs, um acréscimo de apenas 2.438 novos policiais em oito anos; isso quer dizer que Flávio Dino conseguiu nomear apenas 304 novos policiais por ano durante o seu mandato.

Em 2018, o governador chegou a mentir descaradamente em seu programa eleitoral, anunciando um efetivo de 15 mil homens na PM; foi desmascarado e apagou o vídeo da propaganda enganosa.

Para conseguir cumprir a promessa de dobrar o efetivo, o governador precisaria nomear ao menos 3 mil novos policiais por ano, a partir de 2015, algo absolutamente fora da realidade.

O mais grave é que a promessa de Dino de dobrar o efetivo militar não era para oito anos e sim quatro anos, o que amplia o seu fracasso.

E se for comparada a relação PM/população o fracasso comunista é ainda maior.

Ele entrega o mandato amanhã para o seu vice, Carlos Brandão (PSB), com a taxa de um policial para cada 816 habitantes; esta taxa é exatamente a mesma de 2015. (Entenda aqui e aqui) 

É a pior taxa policial/habitante do país.

Flávio Dino ocupou o poder no Maranhão com a promessa de mudar os índices do estado no período em que estivesse comandando os rumos da população.

Mas sai do governo fracassado em todos os aspectos de sua gestão…

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Correntes do PT defendem Zé Inácio na vice…

Deputado estadual é mais orgânico e identificado com as lutas sociais que os nomes enxertados no partido pelo governador Flávio Dino para tentar compor com o seu vice, Carlos Brandão

 

Zé Inácio tem mais identificação coma s lutas do PT em setores onde Brandão é visto com forte resistência

Algumas das principais correntes do PT maranhense começaram a defender mais abertamente a candidatura do deputado estadual Zé Inácio a vice-governador, caso o partido componha mesmo com o candidato do Palácio dos Leões, Carlos Brandão (PSB).

Para a maior parte dos petistas, Zé Inácio é mais orgânico no partido que os dois nomes enxertados pelo governador Flávio Dino (PSB) – o secretário Felipe Camarão e o deputado federal Rubens Pereira Júnior.

ligado aos movimentos sociais e, principalmente, às lutas do campo – setor em que Brandão é visto como latifundiário, aos grilos de terra e ao agronegócio, Inácio já foi superintendente do Incra e atua diretamente vinculado a movimentos negros, quilombolas e indígenas.

Flávio Dino tentou impor o nome de Felipe Camarão ao PT tentando convencer o ex-presidente Lula – mais ligado ao senador Weverton Rocha (PDT) – de que o partido poderia ter um candidato ao governo; mas sua ideia fracassou diante da falta de vínculo histórico do secretário com a legenda.

Esta semana, Dino fez novo movimento para tentar ter o controle da indicação do PT, levando o afilhado Rubens Júnior para a legenda.

Os movimentos do governador – que deixa o cargo nesta quinta-feira, 31 – são vistos pelas correntes do PT como uma tentativa de aparelhar o partido.

E reagem com a indicação de um nome histórico, como o de Zé Inácio…

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Os caminhos de Eduardo Braide…

Pouco mais de um ano depois de assumir e atingir picos altíssimos de popularidade durante a campanha de vacinação contra a pandemia de coronavírus, prefeito de São Luís enfrenta enormes dificuldades na Câmara Municipal, perdeu o comando do próprio partido e ainda enfrenta uma greve interminável no transporte público; e agora precisa se recompor para voltar a ter importância eleitoral

 

Eduardo Braide enfrenta momento delicado no mandato, mas tem tempo e poder para recompor sua articulação em várias frentes

Análise da notícia

O prefeito de São Luís, Eduardo Braide (agora sem partido), vive o pior momento de sua respeitável carreira política.

Sem articulação política, sem poder de comunicação e sem base partidária sólida, Braide viu escorrer pelas mãos a eleição de um aliado à presidência da Câmara Municipal; além disso, perdeu o controle do Podemos, partido que comandava praticamente sozinho no Maranhão.

E enfrenta uma greve sem precedentes na história do transporte público de São Luís.

Eleito em 2020 com importante votação – após quatro anos de espera da população que já apostava nele desde 2016 – o prefeito tornou-se no intervalo entre os dois pleitos importante liderança política estadual, a ponto de ser cotado, inclusive, para disputar o Governo do Estado em 2018.

Mas o seu primeiro ano à frente da prefeitura indica uma forte dificuldade na articulação política e nenhum poder de relação na mídia, o que dificulta a construção de uma agenda positiva.

Bombardeado em várias frentes, sobretudo pelo vice-governador Carlos Brandão (PSB), que tem um projeto de poder que não o contempla, Braide sabe que precisa se recompor politicamente antes mesmo da eleição de governador.

Ele tem caminhos para isso.

É preciso, acima de tudo, construir um grupo experiente na condução do mandato, na articulação midiática e, sobretudo, na relação com a classe política, construindo uma base de apoio que chegue não apenas à Câmara, mas às bancadas estadual e federal. 

Só assim, chegará ao ano pré-eleitoral de 2023 em condições de concorrer com chances à reeleição.

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Rubens Júnior quer entrar no PT para tentar ser candidato a vice…

Com risco de não-reeleição à Câmara Federal, deputado voltou a acalentar sonho antigo de figurar em uma chapa majoritária e já cogita filiação ao partido de Lula, que tem Felipe Camarão e Zé Inácio como opções

 

Pereira Júnior está de olho no PT e na composição de chapa com o vice-governador Carlos Brandão

O deputado federal Rubens Pereira Júnior, recém-desfiliado do PCdoB, admitiu como “provável”, nesta quarta-feira, 23, a entrada no PT.

Mas o objetivo é apenas um: figurar na eventual chapa majoritária do vice-governador Carlos Brandão (agora PSB).

Rubens Jr. acalenta há anos o sonho de ser sucessor do governador Flávio Dino; tentou ser vice em 2018, mas perdeu para Brandão; sua fracassada candidatura a prefeito de São Luís, em 2020, também tinha o objetivo de viabilizá-lo como opção majoritária em 2022.

O problema para o “afilhado de alma” de Flávio Dino é que o PT maranhense se ressente exatamente da atitude do governador, de “emprenhar” o partido com aliados sem identidade histórica com a legenda para usá-los como opção eleitoral.

Dino já havia feito o mesmo movimento com o secretário de Educação, Felipe Camarão, que trocou o DEM pelo PT na tentativa de ser vice de Brandão.

Além da vice de Brandão, Pereira Júnior sonha com uma suplência de Flávio Dino.

Mas, se depender dos históricos petistas, vai ter que encarar o risco de não reeleição à Câmara…

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lideranças do PP permanecem com Weverton…

Deputados que compunham a bancada do partido na Assembleia decidiram migrar para o PDT; também continuam apoiando a candidatura do senador – e devem estar presentes nesta quinta-feira em eventos com o presidente da Câmara, Arthur Lira – os prefeitos de Pinheiro, Peritoró, Balsas e Mirinzal, além de lideranças de Presidente Dutra e Dom Pedro

 

Vice-presidente da Famem e do PP, Luciano Genésio anunciou afastamento da base de Fufuca para se manter apoiando o senador Weverton Rocha

A maior parte das lideranças que compõem o PP e a base eleitoral do deputado federal André Fufuca no Maranhão decidiu permanecer no apoio ao senador  Weverton Rocha (PDT), mesmo após o parlamentar mudar de lado e seguir com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) em troca da direção do Detran-MA.

Os dois deputados do PP na Assembleia Legislativa – Ciro Neto e Thayza Ortegal – decidiram, inclusive, trocar de partido e se filiar ao PDT.

Já os prefeitos de Pinheiro, Luciano Genésio, de Peritoró, Dr. Júnior, e de Mirinzal, Amaury Almeida, mesmo filiados ao PP decidiram reforçar o apoio a Weverton.

Junto com todos eles, estará hoje no encontro com o presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira, o prefeito de Balsas, Dr. Eric, que é do PDT, mas votou em Fufuca nas eleições de 2018.

Outra liderança de peso do PP que manteve o apoio a Weverton é o ex-prefeito de Presidente Dutra, Juran Carvalho, liderança da região central do Maranhão.

Deputados Ciro Neto e Thayza Ortegal fazem selfie em evento do PDT para anunciar desligamento do PP após adesão de Fufuca a Carlos Brandão, em troca do Detran

Arthur Lira é o principal avalista nacional do apoio do PP a Weverton Rocha.

Dos encontros com o parlamentar, na Assembleia Legislativa e na Federação dos Municípios, vão participar também membros do PP de diversas cidades.

Todos – filiados ao PP ou apoiadores de Fufuca – devem reafirmar o compromisso com a candidatura de Weverton.

Os eventos na Assembleia e na Famem estão marcados para a tarde/noite desta quinta-feira, 24…

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Após oito anos de governo, Flávio Dino entrega o Maranhão em último no ranking de competitividade

De acordo com dados do Centro de Liderança Pública (CLP), sob o comando do governador comunosocialista – que fracassou também no combate à miséria –  estado caiu três posições na lista de atração de investimentos em comparação com o ano de 2015

 

A falência do Distrito Industrial de São Luís é o símbolo do fracasso de Flávio Dino no desenvolvimento do Maranhão

O governador Flávio Dino (PSB) fracassou em sua principal promessa de campanha: tirar o Maranhão da miséria.

E mais uma prova deste fracasso comunosocialista foi divulgada pelo Ranking da Competitividade, editado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), entidade que mede a força de atração de investimentos dos estados.

Sob o comando de Dino, em 2021 o Maranhão caiu três posições em comparação com 2015 e agora é o último colocado no Nordeste e o 23º no Brasil.

Em outras palavras, além de ampliar a miséria do maranhense, Flávio Dino privou a população do acesso a bens de consumo, emprego e renda, criando dificuldades para atração de empresas e investime3ntos no estado.

A última posição do Maranhão gerou comentário da ex-governadora Roseana Sarney (MDB) nas redes sociais.

– Apenas para efeito de comparação: em 2015, o Maranhão era o 6º do Nordeste e o 20º no Brasil – comentou Roseana.

O problema é que o MDB de Roseana tem sonhado com o apoio a Carlos Brandão (PSB).

Que representa exatamente a continuidade do fracasso de Flávio Dino…