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Deise D’Anne muito além da beleza…

Culta, inteligente e engajada, Miss Maranhão 2016 – que acaba de conquistar o terceiro lugar no Concurso Miss Brasil – é a mais autêntica representante da mulher maranhense

 

Deise com Calrinha D'Eça e Betinha Marques: três gerações de Miss Maranhão

Deise com Calrinha D’Eça e Betinha Marques: três gerações de Miss Maranhão

Deise D’Anne Mendes de Sousa tem 26 anos e é estudante de Educação Física.

Linda, tem todos os atributos para ser uma miss, como de fato é: Miss Maranhão 2016 e terceira colocada no Miss Brasil.

Mas Deise D’Anne está muito além  da beleza, status que nenhuma outra representante maranhense alcançou, ao longo da história do maior concurso de beleza do país.

– Ser negra e nordestina me orgulha e poder levar isso para o Brasil é muito importante – declara ela, sempre que precisa falar sobre a condição de mulher e negra.

Desprendida e despojada, Deise D’Anne não se incomoda em ajudar sua mãe a vender lanchas, nos intervalos das aulas de Educação Física. E se orgulha de tudo que a genitora fez por ela.

Defensora das causas sociais e amantes dos animais, ela também não se incomoda em arregaçar as mangas pela qualidade de vida de todos os seres vivos.

Mais sobre o universo fashion no blog Ei, Meninas!

A Miss Maranhão brilhou também no Miss Brasil, mostrando desenvoltura, inteligência  culturas acima da média do concurso, o que lhe garantiu – além da beleza plástica irretocável, é claro – posição privilegiada entre as finalistas.

Antes mesmo da definição das três primeiras colocadas, especialistas do Brasil inteiro já apontavam Deise como uma das favoritas, com posts destacados nas redes sociais.

Deise D’Anne vai reinar como Miss Maranhão até junho de 2017.

E até lá, mostrará ao Brasil e ao mundo, não apenas a beleza da mulher maranhense.

Mas toda a cultura e a inteligência que marcam essa gente…

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Wellington e a acessibilidade…

welintoUm dos males que cerca a sociedade ainda é o egoísmo. As pessoas costumam ter uma visão individualista e só concedem atenção a algo quando fazem uso, o que faz com que a sociedade seja mecanicista e afaste o olhar sensível que deve ser direcionado ao próximo. Almejando atenuar tal realidade, solicitamos que a Assembleia Legislativa adotasse medidas a fim de garantir a acessibilidade. Essa não é uma solicitação minha, mas das pessoas com deficiência que aqui já estiveram e não encontraram a acessibilidade de vida. É preciso que nos libertemos do individualismo e, pautados no respeito e na dignidade humana, articulemos ações que façam referência ao bem comum”

Deputado Wellington do Curso, durante audiência pública em que cobrou da própria Assembleia melhores condições para mobilidade dos portadores de deficiência