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Os três caminhos do PSDB em São Luís…

De acordo com se presidente municipal, ex-vereador Roberto Júnior, partido pode ter Wellington do Curso como candidato a prefeito, buscar outro nome que possa vir a se filiar na legenda ou apoiar um candidato de oposição ao grupo Flávio Dino/Edivaldo Júnior

 

Wellington insiste na candidatura a prefeito, mas tem Eduardo Braide em sua cola no PSDB, partido com o qual pode fechar coligação

Dois dias depois de o deputado estadual Wellington do Curso reafirmar, em congresso estadual do PSDB, sua decisão de concorrer à sucessão em São Luís, o presidente municipal Roberto Rocha Júnior aponta três caminhos possíveis para o partido.

Em conversa com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, Rocha Jr. disse que os tucanos podem tanto apoiar a candidatura de Wellington como também pode abrir  filiação para outro pré-candidato, ou mesmo apoiar um candidato da oposição em São Luís.

– Estamos estudando as três opções e vamos definir qual será a melhor para o processo – disse o ex-vereador.

A presença do deputado federal no congresso da legenda, no último sábado, é um sinal de que o PSDB tem mesmo interesse na aliança com o agora pré-candidato do Podemos.

E como a decisão tucana será tomada pela comissão municipal, tudo indica que, se quiser mesmo ser candidato, Wellington terá que buscar novo rumo partidário.

É simples assim…

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Dívidas de R$ 4 milhões devem tirar Wellington da disputa de 2020…

Parlamentar vem enfrentando insolvência financeira desde as eleições de 2016, quando perdeu a disputa pela Prefeitura de São Luís; credores – a maior parte agiota – agora começam a cobrar as faturas

 

Wellington chegou a figurar entre as principais lideranças de São Luís, mas sucumbiu a credores que podem tirá-lo da disputa de 2020

Segundo colocado em praticamente todas as pesquisas de intenção de votos na sucessão do prefeito Edivaldo júnior (PDT), o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) vive um drama que pode afastá-lo da disputa.

Ele deve cerca de R$ 4 milhões a empresários e agiotas, que ameaçam cobrar a fatura de forma mais dura, após inúmeras ações de protesto e de renegociações.

O blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso a uma série de cheques em nome do parlamentar e de pessoas ligadas a ele – todos nominais a supostos empresários que teriam emprestado dinheiro em suas campanhas – além de cópias de Registro de Protestos em valores altíssimos, que, superam os R$ 4 milhões.

O drama financeiro do deputado começou em 2016, quando ele disputou entre os favoritos a eleição para prefeito de São Luís – e acabou derrotado, em terceiro lugar.

De lá para cá, fechou unidades de sua rede de escolas preparatórias para concursos e foi acumulando dívidas, sobretudo pelo risco de não se reeleger em 2018.

Com as empresas em risco de insolvência, dívidas acumuladas na seara pessoal e sem perspectiva partidária para as eleições de 2020, o mais provável é que Wellington do Curso acabe desistindo da disputa em São Luís.

É aguardar e conferir…

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O esvaziamento político de Wellington do Curso

Sem futuro partidário e já ultrapassado por adversários na corrida pela Prefeitura de São Luís, deputado vê seu nome perder importância no debate e sofre revezes também nos negócios

 

WELLINGTON FOI ESVAZIADO PARTIDARIAMENTE, PERDEU IMPORTÂNCIA NO DEBATE POLÍTICO E VÊ SEUS NEGÓCIOS AMEAÇADOS PELA CRISE; e perde espaço também como candidato em São Luís

Um dos favorito nas eleições de 2016, o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) chegou a ameaçar ir ao segundo turno naquelas eleições, mas acabou amargando um terceiro lugar após fraco desempenho nos debates.

De lá para cá, seu cacife eleitoral foi perdendo importância, sobretudo pelo fato de que o seu próprio partido, o PSDB, mostrar publicamente que não o que queria como candidato.

Esvaziado partidariamente, Wellington viu também sua segunda posição na corrida pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT) ultrapassada pelos adversários Neto Evangelista (DEM) e Duarte Júnior (PCdoB).

Wellington é hoje apenas sombra do que foi na oposição até 2016; e começa a sofrer também revezes também na vida empresarial com a ameaça de insolvência das suas empresas.

Mas esta é uma outra história…

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Os três “quase-ex-pré-candidatos” na sucessão de São Luís…

Yglésio Moyses, Wellington do Curso e Duarte Júnior até tentam se mostrar como opção para o eleitor, mas ainda terão que encontrar uma legenda para manter o sonho de concorrer à sucessão do prefeito Edivaldo Júnior

 

YGLÉSIO DEMOROU DEMAIS, WELLINGTON PERDEU O BRILHO DE 2016 E DUARTE NÃO CONSEGUE AGRADAR OS ALIADOS; são três quase-ex-pré-candidatos em São Luís

Dois deles estão embolados na segunda colocação da disputa.

O outro ainda não tem números significativos, titubeou quando não deveria, mas voltou à carga para concorrer à sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PCdoB).

Os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB), Duarte Júnior (PCdoB) e Yglésio Moyses (PDT) enfrentam a pública e aberta oposição dos seus partidos.

Neste momento da pré-campanha são uma espécie de quase-ex-pré-candidatos a prefeito.

Na pior situação está Wellington, que definhou sua popularidade desde 2016 e perdeu a condição de queridinho da população. Poderia ser candidato natural no PSDB, mas a legenda dá claros sinais de que prefere negociar apoio a um ou outro adversário.

Duarte Júnior mantém altos índices de intenção de votos nas pesquisas – os melhores dentre e os governistas, é bom dizer – mas os comunistas não querem nem ouvir falar em sua candidatura.

E chegam mesmo a ser hostis com o deputado.

Mas ele segue caminho melhor que o de Wellington na medida em que já tem a oferta aberta do PRB, do vice-governador Carlos Brandão, o que o manteria na base do governo Flávio Dino (PCdoB) mesmo em ser o candidato da base.

Dos três quase-candidatos, Yglésio Moyses foi o primeiro a ser visto como candidato natural, mas titubeou no início do mandato aos e esconder do debate, quando toda a mídia – inclusive este blog – o incluía entre os nomes.

Quando tentou retornar como opção do PDT, encontrou as portas fechadas e a hostilidade pública do senador Weverton Rocha, que o proibiu, inclusive, de sair do partido para concorrer.

Agora, perambula em busca de uma legenda que lhe dê suporte, mas pode já ser tarde para ter competitividade.

E assim segue a vida dos três quase-ex-pré-candidatos na disputa pela prefeitura de São Luís…

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Cajueiro: Rafael Leitoa rebate oportunismo de Wellington do Curso…

O líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Rafael Leitoa (PDT), usou a tribuna da Casa, na sessão desta quarta-feira (14), para rebater o discurso oportunista de Wellington do Curso (PSDB) sobre a decisão judicial de reintegração de posse na comunidade Cajueiro, para a construção de um porto de uma empresa privada.

Leitoa criticou o discurso demagógico e hipócrita da oposição, que aproveita o momento frágil de algumas famílias para atacar o governador Flávio Dino. “E o interessante é que o deputado da oposição não aponta em nenhum momento a justiça, que foi quem definiu, decidiu a desapropriação”, afirmou.

O líder lembrou que, em 2015, o governo Flávio Dino revogou um decreto de desapropriação, assinado no final do governo anterior, com o intuito de aprofundar estudos para dialogar com as famílias.

“E, nesse intervalo, várias famílias foram indenizadas, várias famílias aceitaram o acordo de saída da área que possuía um particular. E a justiça agora sentenciou a desapropriação, a desocupação. A manifestação tem que estar dentro do Tribunal de Justiça, porque tem uma decisão da justiça exigindo a desapropriação da área, e não o governador Flávio Dino”, esclareceu.

Para Rafael Leitoa, o desenrolar dos fatos deixou claro que a única coisa que interessa à oposição é o caos.

“Ontem, durante uma entrevista coletiva, o deputado que subiu à tribuna invadiu a dependência do Governo, com alguns manifestantes que não são nem as famílias que estão sendo desocupadas, a fim de tumultuar a coletiva, a fim de tumultuar o diálogo. E aí fica a pergunta: Quem que não quer diálogo?”, questionou.

De acordo com o líder do Governo, querem transformar uma ação judicial, “uma determinação judicial num palanque político para desgastar o governador Flávio Dino que, todos os dias, temos conquistas sociais no nosso estado”.

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Wellington e Duarte Júnior: venturas e desventuras iguais…

Deputados que dividem a vice-liderança da corrida pela Prefeitura de São Luís enfrentam a mesma dificuldade de não ter uma legenda garantida para se viabilizar à sucessão do prefeito Edivaldo Júnior

 

WELLINGTON E DUARTE: AGENDA PARECIDA, MESMOS OBJETIVOS EM SÃO LUÍS e mesmo drama partidário

Os deputados estaduais Wellington do Curso (PSDB) e Duarte Júnior (PCdoB) têm a mesma agenda positiva no Maranhão em 2019: eles dividem a vice-liderança da disputa pela Prefeitura de São Luís, de acordo com as pesquisas.

Mas também sofrem a mesma desventura de não ter um partido garantido para ser candidato.

Apesar de estar bem posicionado entre o eleitorado, Duarte Júnior não consegue agradar o PCdoB, cujas lideranças mostram claramente preferências por outros nomes, alguns até sem a menor identidade com São Luís.

A situação de Wellington do Curso é ainda pior, uma vez que o presidente do PSDB maranhense, senador Roberto Rocha, já declarou publicamente que prefere ter a legenda no apoio à ex-prefeita Maura Jorge.

E até nos destinos desenhados, Wellington Duarte parecem seguir o mesmo caminho.

Ambos conversam com PP e PR, partidos que têm tempo de propaganda e acessoa  fundo partidário, o que garantiria estrutura para campanha.

Mas esta é uma outra história…

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Fiel da balança em São Luís, Wellington não tem legenda para 2020…

Filiado ao PSDB, do senador Roberto Rocha – que já deixou claro sua preferência pela candidatura da ex-prefeita Maura Jorge – deputado terá dificuldade para viabilizar seu nome à sucessão de Edivaldo Júnior

 

WELLINGTON DO CURSO HONROU ROBERTO ROCHA EM 2018, mas não deve ter o apoio recíproco do senador tucano em 2020

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) mantém segunda posição consolidada na disputa pela Prefeitura de São Luís, ora empatado com o colega Duarte Júnior (PCdoB), ora à frente do comunista.

Mesmo assim, é cada vez mais improvável que Wellington receba o apoio dos eu partido para concorrer à sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Presidente do PSDB maranhense, o senador Roberto Rocha já deixou claro que prefere viabilizar em São Luís a candidatura da ex-prefeita de Lago da Pedra, Maura Jorge (PSL)

Embora distantes do pleito, as pesquisas já realizadas sobre a disputa em São Luís mostram que, pela primeira vez, dois oposicionistas têm chances de ir para o segundo turno, deixando governistas de fora.

mas um destes oposicionistas, Wellington do Curso, corre o risco de sequer entrar na disputa…

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Dr. Yglésio vê “coelhos e tartaguras” em busca de holofotes em São Luís…

Opção do PDT para a Prefeitura de São Luís, deputado estadual usa a polêmica da extinção dos cobradores de ônibus para criticar adversários que tentam se utilizar do debate e fala sobre o fim de várias profissões diante do avanço tecnológicos

 

YGLÉSIO UTILIZOU DEBATE DO TRANSPORTE COMO PANO DE FUNDO PARA CRITICAR seus possíveis adversários numa eventual disputa pela Prefeitura de São Luís

Em artigo publicado neste domingo, 9, no jornal O Imparcial, o médico e deputado estadual dr. Yglésio Moises aproveitou-se do debate sobre a extinção de postos de cobradores de ônibus no transporte público para criticar potenciais adversários na eleição municipal de 2020.

Opção do PDT para a sucessão do prefeito Edivaldo Júnior, Yglésio analisou a situação à luz do avanço tecnológico, que deverá extinguir não apenas profissões como a de cobrador de ônibus, mas diversas outras, incluindo aquelas com formação específica e de ponta – como arquitetos, advogados e até médicos.

– É inegável que o avanço tecnológico chegou com força nos últimos anos e que a tendência de algumas profissões é o desaparecimento. Cobradores de ônibus, frentistas, arquitetos, advogados e até mesmo algumas especialidades médicas – destaca Yglésio.

Sua postura realista é diferente da de outros dois deputados estaduais – ambos também pré-candidatos a prefeito: Duarte Júnior (PCdoB) e Wellington do Curso (PSDB), que se utilizaram do assunto para ganhar espaço nas redes sociais, chegando até a viajar em ônibus de São Luís.

É neste aspecto que o artigo de Yglésio mira os dois, mesmo sem citar nomes.

– Toda vez que temos um assunto que realmente merece uma atenção maior, por tratar de problemas estruturantes, existe também na política uma proliferação cada vez maior de coelhos e tartarugas; os coelhos da modernidade política (cada vez mais líquida) hoje alimentam-se de holofotes – ironizou o médico, para asseverar:

– Como surge uma pauta como a dos cobradores, muito mai do que jogar para a plateia, o fundamental é buscar entender os problemas de fato, conversar com todos os envolvidos, dimensionar os argumentos e recolocá-los como propostas de soluções.

No artigo de O Imparcial, o deputado pedetista mostra-se resignado em relação à situação do transporte público, por entender ser fruto natural do avanço da tecnologia.

E provoca, com uma pergunta dura e direta: “se a retirada de 500 profissionais da função de cobradores é ruim, a quem interessa a falência das empresas de ônibus, que jogaria não 500, mas 7,5 mil profissionais nas trincheiras do desemprego?”.

Ao final Yglésio faz outro comentário, que o blog Marco Aurélio D’Eça entendeu como um recado direto ao prefeito Edivaldo Júnior (PDT), referindo-se ao termo tartaruga, usada no título do artigo:

– Se os coelhos não cabem neste momento em que a lucidez é fundamental, também não no servem as tartarugas, pois em tempos de difíceis, as atitudes firmes e ágeis se fazem cada vez mais necessárias.

Leia abaixo o artigo do Dr. Yglésio:

 

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Wellington defende a liberdade de expressão e reforça importância dos blogs…

Deputado estadual diz que a independência das páginas pessoais assinadas por jornalistas melhorou a comunicação e reforçou a liberdade de opinião; para ele, tentar intimidar blogueiros só revela o autoritarismo de quem tenta

 

WELLINGTON DO CURSO SAI EM DEFESA DA INDEPENDÊNCIA DOS BLOGS, numa resposta aos ataques de Duarte Júnior à imprensa

O deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) fez uma forte manifestação de defesa da liberdade de expressão e dos jornalistas que assinam blogs independentes.

– Já fui muito hostilizado, prejudicado e até vítima de inverdades, mas nunca processei os profissionais da imprensa. Entendo que o uso da Justiça tem sido uma forma de tentar amedrontar os profissionais da imprensa – afirmou o parlamentar.

A postagem de Wellington do Curso se dá em meio à polêmica declaração do também deputado estadual Duarte Júnior (PCdoB), que pregou boicote aos blogs, que, para ele, só publicam matérias pagas. (Entenda aqui)

Para Wellington do Curso, as páginas pessoais de jornalistas – também conhecidas por blogs, como o blog Marco Aurélio D’Eça – reforçaram a independência do jornalismo e, sobretudo, a circulação livre de informações.

– Não vivemos numa ditadura e muito menos num estado exceção, onde tentam implantar a ‘república do pensamento único’, com demagogia e hipocrisia – declarou Wellington.

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Wellington convida para audiência que discutirá defesa das pessoas com doenças genéticas e raras

O deputado estadual  Wellington do Curso  utilizou as redes sociais para convidar toda a população para participar de uma importante audiência pública que discutirá Políticas Públicas e atendimento nos hospitais do Maranhão para doenças genéticas e raras. 

A audiência contará com a representatividade do Ministério Público, Defensoria, Prefeitura, associações, conselhos, entre outros.

“Recebemos essa solicitação das pessoas com doenças raras e genéticas. Na audiência, ouviremos a população e, juntos, elaboraremos propostas que possam melhorar o atendimento nos hospitais, objetivando assim a elaboração de políticas públicas voltadas para a saúde. Estão todos convidados para esse importante momento de discussão”, disse Wellington.

A audiência ocorrerá na Assembleia Legislativa do Maranhão,no auditório do Plenarinho, a partir das 14 horas, terça-feira, dia 27 de fevereiro.