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Wellington descarta composição com Braide…

Deputado estadual manda recado para o PSDB ao afirmar que os votos são seus, não do partido – em caso de tentativa tucana de barrar sua saída – e ressalta que a oposição, assim como o governo, pode ter mais de um candidato

 

Ao responder de forma mais direta ao senador Roberto Rocha,. Wellington do Curso sinaliza seu desligamento do PSDB

O deputado estadual Wellington do Curso  (PSDB), revelou ontem em entrevista ao blog do Gilberto Léda, que não pretende compor com o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) nas eleições de outubro.

– Eu não cogito essa possibilidade porque, nós temos do lado do governador Flávio Dino inúmeras candidaturas. Uma grande quantidade de candidatos ligados ao Governo do Estado, à máquina pública, ligados à Prefeitura e ao Governo do Estado – disse.

No mês passado, o presidente do PSDB, senador Roberto Rocha, descartou a candidatura de Wellington pela legenda, ao pregar uma composição com Braide, a fim de vencer em primeiro turno.

Wellington também revelou mágoa com Rocha, ao dizer que os 10%, 12% com os quais ele aparece nas intenções de voto não pertencem ao PSDB.

– A nossa candidatura tem seus 10%, 12% e esse percentual, esse voto, não é do PSDB; esse voto é do Wellington, é das nossas ações, das nossas atitudes no parlamento nos últimos cinco anos, da nossa ousadia e da nossa coragem de enfrentar o governo Flávio Dino e a Prefeitura de São Luís – afirmou.

As declarações praticamente selaram a saída de Wellington do PSDB…

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Aposta de Wellington no Aliança pode tirá-lo do pleito de 2020

Deputado estadual acenou para o partido de Jair Bolsonaro, mas a legenda não tem qualquer perspectiva de estar pronta a tempo para disputar as eleições municipais

 

Wellington acenou com o Cidadania, mas o partido não tem garantias de aptidão para as eleições municipais

Praticamente desautorizado no PSDB e ainda sonhando com a candidatura a prefeito de São Luís, o deputado Wellington do Curso recebeu um balde de águia fria em sua tentativa de ingressar na Aliança Pelo Brasil.

Os dirigentes nacionais do partido criado pelo presidente Jair Bolsonaro admitem a quase impossibilidade de a legenda está apta para a disputa municipal.

– Vou ser honesta: 100% de certeza não posso garantir. Se a gente tivesse grana para investir no projeto, seria rápido. Mas essa não é realidade – disse a advogada Karina Kufa, tesoureira nacional da legenda, segundo o blog do jornalista John Cutrim.

Além da dificuldade de legalização do Aliança, Wellington ainda terá que enfrentar um processo de anuência para deixar o PSDB sem correr riscos de ter o mandato cassado.

E essa carta de anuência precisa ser aprovada em partido e encaminhada à Justiça Eleitoral para autorização, processo que demanda tempo, o que o parlamentar não tem neste momento. 

Bem posicionado nas pesquisas de intenção de votos, Wellington vê cada vez mais as chances de ser novamente candidato irem pelo ralo.

E sua ausência da disputa muda todo o cenário da eleição…

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Carta de anuência dificulta troca de partido de Duarte Jr. e Wellington

Deputados precisam deixar suas legendas se quiserem disputar as eleições de São Luís, mas só podem tomar esta decisão se tiverem a liberação oficial de PCdoB e PSDB, respectivamente, além da homologação na Justiça Eleitoral

 

Wellington do Curso e Duarte Jr. são igualmente rejeitados como candidatos em seus partidos, mas sofrem a mesma dificuldade de liberação para outras legendas

Os deputados estaduais Duarte Jr. (PCdoB) e Wellington do Curso (PSDB) têm uma barreira de dificuldades para conseguir trocar de partido e entrar na disputa pela sucessão do prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Essa barreira chama-se “Carta de Anuência”, a declaração oficial de seus partidos dando autorização para que eles se filiem em outra legenda.

E tanto o PCdoB quanto o PSDB não demonstram muita satisfação na liberação desta Carta de Anuência.

E quanto mais dificultam, menos tempo sobra para os dois deputados conseguirem garantir espaço nas eleições municipais.

Além de a Carta de Anuência precisar ser aprovada pela direção partidária, o documento ainda tem que ser homologado no Tribunal Regional Eleitoral, com votação do Pleno.

Mas o tempo hábil para que todas estas etapas estejam concluídas vai até o dia 4 de abril, seis meses antes do pleito – quando termina o prazo para filiação partidária de candidatos.

Ou seja, Duarte Júnior e Wellington do Curso têm apenas pouco mais de dois meses para convencer seus partidos, reunir a direção, aprovar a carta, dar entrada no pedido ao TRE e ver o pleno homologar a autorização de desfiliação.

E nesse meio tempo ainda precisam já ter garantido uma nova legenda.

Em outras palavras, tanto Duarte quanto Wellington estão praticamente fora da disputa em São Luís.

A menos que tenham uma espécie de articulação a jato…

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“O segredo é a alma do negócio”, diz Wellington, sobre partido

Deputado que teve a candidatura a prefeito descartada pelo PSDB diz que está conversando com outras legendas – sem dizer quais – estratégia usada também por outros sem-partido interessados na disputa em São Luís

 

Wellington foi descartado pelo próprio partido, o PSDB, e agora busca nova legenda para manter sonho de disputar prefeitura

O deputado estadual Wellington do Curso (ainda no PSDB), usou a estratégia típica dos que perderam a força em sua própria legenda para justificar sua permanência como pré-candidato a prefeito de São Luís.

– O segredo é a alma do negócio – disse o deputado ao jornal O EstadoMaranhão, quando perguntado que partidos já o sondaram.

A resposta de Wellington – além de despropositada, uma vez que ele sequer tem janela para trocar de partido em 2020 (entenda aqui) – é padrão daqueles que estão em dificuldades para viabilizar candidatura, tendo ou não legendas, como é o caso dos também deputados estaduais Duarte Júnior (PCdoB) e Dr. Yglésio (sem partido).

O blog Marco Aurélio D’Eça, aliás, já tratou da situação dos três parlamentares, ainda no ano passado, no post “Os três quase ex-pré-candidatos na sucessão de São Luís”.

Duarte Júnior e Dr. Yglésio – que vivem relação de amor e ódio na Assembleia – também enfrentam dificuldades de viabilização partidária

Sem partido desde que deixou o PDT, Yglésio usa resposta parecida com a de Wellington do Curso quando perguntado por qual legenda pretende concorrer a prefeito.

Duarte Júnior, por sua vez, até tem partido interessado em seu passe – o PRB, do vice-governador Carlos Brandao – mas parece receoso em deixar o PCdoB e se inviabilizar com o governador Flávio Dino.

 O certo é que 2020 chega para estes pré-candidatos com a certeza do afunilamento na disputa pela Prefeitura de São Luís.

E só aqueles que tiverem credibilidade para convencer, primeiramente, os partidos políticos, responsáveis por viabilizar as candidaturas, chegarão à próxima fase.

Caso contrário, ficarão apenas na vontade…

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Pressionado, Rocha recua e desdiz o que disse sobre apoio a Braide

Repercussão negativa do descarte da candidatura de Wellington do Curso pelo PSDB levou o senador a fazer uma análise semântica da sua própria declaração, segundo a qual é fundamental evitar o segundo turno “contra duas máquinas em São Luís”

A nota do senador tucano: Roberto Rocha sendo exatamente Roberto Rocha

O senador Roberto Rocha (PSDB) voltou a ser o senador Roberto Rocha após repercussão negativa  de sua declaração, em que admite o descarte da candidatura de Wellington do Curso, no PSDB, para ampliar as chances de Eduardo Braide (Podemos) vencer em primeiro turno.

Numa nota divulgada nesta terça-feira, 21 Rocha usou uma semântica toda sua para desdizer o que disse na entrevista de domingo, ao jornal O EstadoMaranhão.

– Nem estou dizendo em que momento estaremos juntos, se no primeiro ou no segundo turno, mas que estaremos, estaremos – disse Rocha, em uma nota divulgada nesta terça-feria, 21.

Na entrevista, no entanto, o senador apresentou a seguinte análise:

– É perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno. E segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado. Dessa forma, o olhar político pode transcender as necessidades partidárias.

Ora, é, de fato, uma questão puramente de semântica.

Quando o senador reconhece, ele próprio, que Flávio Dino trabalha para ter várias candidaturas com o objetivo único de levar a disputa para um segundo turno; e o próprio Rocha admite que “Segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado”, o que ele está querendo dizer?

Obviamente está querendo dizer – e disse claramente, quando estabeleceu: “o olhar político pode transcender as necessidades partidárias” – é que a melhor opção para o PSDB é mesmo fechar com Braide logo em primeiro turno. 

O recuo de Roberto Rocha pode ter ocorrido pela interpretação que a mídia alinhada ao Palácio dos Leões deu à sua entrevista, como mais uma traição, desta vez a Wellington do Curso, do seu próprio partido.

Mas o que ele defendeu na entrevista a O Estado foi, pura e simplesmente, uma aliança ampla em torno de Braide, para garantir sua vitória logo em primeiro turno, evitando assim, o “complicado” segundo turno “contra duas máquinas”.

É simples assim…

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Roberto Rocha mira vaga de vice de Eduardo Braide…

Senador presidente do PSDB no Maranhão descartou a candidatura do deputado Wellington do Curso alegando a necessidade de vitória em primeiro turno; composição de chapa com Podemos também está na mira de Josimar de Maranhãozinho

 

Ao tirar Wellington do Curso do páreo da sucessão, Roberto Rocha mira a composição de chapa com Eduardo Braide, que tem outros pretendentes na ala conservadora da política maranhense

 

O senador Roberto Rocha tem um objetivo ao defender a composição em torno do deputado federal Eduardo Braide (Podemos): a vaga de vice para o PSDB.

Rocha descartou ontem a candidatura do deputado estadual Wellington do Curso para defender aliança em torno de Braide, sob argumento de que é preciso o deputado federal vencer em primeiro turno as eleições de outubro.

Desde 2014 – quando se elegeu senador na chapa do governador Flávio Dino (PCdoB) – o tucano usa a força de propagada do partido para buscar espaços na composição de chapas, tanto nas eleições municipais quanto nas estaduais.

O problema de Rocha é que a vaga de vice de Eduardo Braide está sendo disputada também pelos deputados feder30ais Aluisio Mendes (PTN) e Josimar de Maranhãozinho, representantes da política conservadora no estado.

O assunto foi tratado, inclusive, no blog Marco Aurélio D’Eça, no post intitulado “Velha política ronda candidatura de Braide…

A articulação dos três representantes da bancada maranhense tem deixado, inclusive, o próprio Braide constrangido ao falar de alianças para outubro. O parlamentar, favorito na disputa em São Luís, evita tratar do assunto na imprensa.

Braide tem até julho para definir sua composição partidária para as eleições de outubro.

E até lá, Aluisio Mendes, Josimar de Maranhãzinho e, agora, Roberto Rocha, vão brigar pela hegemonia na chapa do favorito em São Luís…

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Agiotas fazem chantagem a Wellington do Curso…

Supostos cobradores espalham na mídia cópias de cheques sem fundos que teriam sido dados por ele em pagamento de dívidas; e ameaçam aumentar as revelações à medida que a eleição para prefeito se aproximar

 

Cheque de R$ 420 mil, assinado por Wellington do Curso, teria sido usado para pagamento de dívida a agiota e devolvido pelo banco

Agiotas de todos os níveis estão em uma espécie de campanha de pressão contra o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) supostamente devedor de fortunas relacionadas às campanhas passadas.

O blog Marco Aurélio D’Eça já revelou, inclusive, que estas cobranças tendem a tirar o parlamentar a disputa pela Prefeitura de São Luís, em outubro.

Empresário do ramo de cursos preparatórios, Wellington do Curso vem comprometendo o seu patrimônio desde as eleições de 2016, quando candidatou-se a prefeito.

De lá para cá, dá cada vez mais sinais de problemas financeiros; não são poucas as notícias de ameaças de agiotas e outros tipo de credores.

A tendência é que esta pressão aumente à medida que se aproxime o pleito.

Foi a partir do sucesso como dono de cursinho que Wellington chegou a deputado; mas estaria comprometendo seu patrimônio com as sucessivas campanhas eleitorais

Na semana passada, por exemplo, este blog teve acesso a um cheque de R$ 400 mil, assinado pelo deputado – e supostamente devolvido pelo banco – pago a um desses agiotas que cobram dívidas altíssimas.

Esses agiotas apontam dívidas de Wellington na casa dos R$ 4 milhões.

O blog tentou confirmar a autenticidade do documento e a destinação do valor, mas não localizou o parlamentar.

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Roberto Rocha descarta candidatura de Wellington no PSDB…

Em entrevista ao jornal O EstadoMaranhão, senador diz que a necessidade de vitória do deputado Eduardo Braide em primeiro turno deve suplantar o interesse do partido em ter candidatura própria

 

Aliança de Roberto Rocha e Wellington do Curso, iniciada em 2016, não conseguiu chegar a 2020; senador descartou candidatura do deputado no PSDB

Já capengando desde o fim das eleições de 2018, a eventual candidatura do deputado estadual Wellington do Curso a prefeito de São luís foi definitivamente descartada no fim de semana pelo seu partido, o PSDB.

Em entrevista ao jornal O EstadoMaranhão, o senador Roberto Rocha, que preside a legenda no estado, deixou claro que o interesse é apoiar o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) para garantir a vitória em primeiro turno.

– É perceptível a estratégia de Flávio Dino em lançar vários candidatos e forçar um segundo turno na tentativa de impedir uma vitória de Eduardo Braide no primeiro turno. E segundo turno em São Luís contra duas máquinas, estado e prefeitura, é complicado. Dessa forma, o olhar político pode transcender as necessidades partidárias – declarou Rocha.

O caminho do PSDB, portanto, será coligar com Eduardo Braide já no primeiro tuno.

Descartado pelo partido, Wellington do Curso tem a opção de buscar nova legenda até abril; mas ele vem dando sinais de que pode mesmo ficar fora da eleição, sobretudo diante da ameaça de agiotas de expor suas dívidas durante a campanha.

Mas esta é uma outra história…

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Os três caminhos do PSDB em São Luís…

De acordo com se presidente municipal, ex-vereador Roberto Júnior, partido pode ter Wellington do Curso como candidato a prefeito, buscar outro nome que possa vir a se filiar na legenda ou apoiar um candidato de oposição ao grupo Flávio Dino/Edivaldo Júnior

 

Wellington insiste na candidatura a prefeito, mas tem Eduardo Braide em sua cola no PSDB, partido com o qual pode fechar coligação

Dois dias depois de o deputado estadual Wellington do Curso reafirmar, em congresso estadual do PSDB, sua decisão de concorrer à sucessão em São Luís, o presidente municipal Roberto Rocha Júnior aponta três caminhos possíveis para o partido.

Em conversa com o titular do blog Marco Aurélio D’Eça, Rocha Jr. disse que os tucanos podem tanto apoiar a candidatura de Wellington como também pode abrir  filiação para outro pré-candidato, ou mesmo apoiar um candidato da oposição em São Luís.

– Estamos estudando as três opções e vamos definir qual será a melhor para o processo – disse o ex-vereador.

A presença do deputado federal no congresso da legenda, no último sábado, é um sinal de que o PSDB tem mesmo interesse na aliança com o agora pré-candidato do Podemos.

E como a decisão tucana será tomada pela comissão municipal, tudo indica que, se quiser mesmo ser candidato, Wellington terá que buscar novo rumo partidário.

É simples assim…

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Dívidas de R$ 4 milhões devem tirar Wellington da disputa de 2020…

Parlamentar vem enfrentando insolvência financeira desde as eleições de 2016, quando perdeu a disputa pela Prefeitura de São Luís; credores – a maior parte agiota – agora começam a cobrar as faturas

 

Wellington chegou a figurar entre as principais lideranças de São Luís, mas sucumbiu a credores que podem tirá-lo da disputa de 2020

Segundo colocado em praticamente todas as pesquisas de intenção de votos na sucessão do prefeito Edivaldo júnior (PDT), o deputado estadual Wellington do Curso (PSDB) vive um drama que pode afastá-lo da disputa.

Ele deve cerca de R$ 4 milhões a empresários e agiotas, que ameaçam cobrar a fatura de forma mais dura, após inúmeras ações de protesto e de renegociações.

O blog Marco Aurélio D’Eça teve acesso a uma série de cheques em nome do parlamentar e de pessoas ligadas a ele – todos nominais a supostos empresários que teriam emprestado dinheiro em suas campanhas – além de cópias de Registro de Protestos em valores altíssimos, que, superam os R$ 4 milhões.

O drama financeiro do deputado começou em 2016, quando ele disputou entre os favoritos a eleição para prefeito de São Luís – e acabou derrotado, em terceiro lugar.

De lá para cá, fechou unidades de sua rede de escolas preparatórias para concursos e foi acumulando dívidas, sobretudo pelo risco de não se reeleger em 2018.

Com as empresas em risco de insolvência, dívidas acumuladas na seara pessoal e sem perspectiva partidária para as eleições de 2020, o mais provável é que Wellington do Curso acabe desistindo da disputa em São Luís.

É aguardar e conferir…