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Risco de cassação de Wellington tira interesse de partidos em sua filiação…

Deputado estadual é alvo de processo eleitoral por fraude em cota de gênero contra o seu ex-partido, o PSC, que pode tirar-lhe o mandato na Assembleia Legislativa e inviabilizar seu projeto de concorrer novamente à Prefeitura de São Luís

 

Wellington sofreu para renovar o mandato em 2022 e agora sofre com o risco de perdê-lo por fraude usada pelo seu partido que beneficiou a ele próprio

O deputado estadual Wellington do Curso (sem partido) é um dos dois parlamentares que podem perder o mandato na Assembleia Legislativa, caso o Tribunal Regional Eleitoral entenda que houve fraude do seu ex-partido, o PSC, nas candidaturas femininas durante as eleições de 2022.

Essa possibilidade de cassação tira dos partidos o interesse na filiação do deputado.

Wellington disputou a eleição para a Assembleia pelo PSC, que foi denunciado por ter usado candidaturas de mulheres como laranjas; o processo está tramitando no TRE-MA e atinge também o deputado Fernando Braide.

Este blog Marco Aurélio d’Eça conversou com pelo menos quatro dirigentes partidários de legendas que ainda não estão vinculadas a nenhuma candidatura a prefeito de São Luís; todos eles apontaram o risco de perda de mandato de Wellington como empecilho ao interesse de tê-lo como candidato.

O deputado já procurou Podemos, Agir, PRTB e outras legendas, mas encontra portas fechadas; o Novo, que tinha interesse no parlamentar, começou a flertar com o também deputado estadual Yglésio Moyses (ainda no PSB).

Wellington do Curso disputou a Prefeitura de São Luís em 2016, com fortes chances de vencer as eleições, mas mostrou despreparo no debate da TV Mirante e perdeu a vaga no segundo turno para o atual prefeito Eduardo Braide(PMN), que foi derrotado pelão então prefeito Edivaldo Júnior (PDT).

Entre 2016 e 2020 enfrentou serias dificuldades financeiras, mesmo assim conseguiu se reeleger em 2018; em 2020, o deputado tentou novamente concorrer à Prefeitura, mas foi vetado pelo seu então partido, o PSDB, que optou pelo apoio a Braide; esvaziado, o parlamentar perdeu forte espaço na Assembleia e só não ficou sem mandato em 2022 por causa da ajuda de alguns colegas.

Mas ele não esperava que fosse enfrentar o risco de perder o mandato – conquistado a duras penas – por causa do PSC, que fraudou a cota de gênero e usou candidaturas de mulheres como laranjas para beneficiar  outros candidatos de interesse da cúpula partidária.

Na denúncia, Wellington, assim como Fernando Braide, é apontado como beneficiário direto da fraude do PSC.

E por isso corre risco de ser cassado…

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Partidos se antecipam para evitar novo adiamento do TRE no caso por fraude em cota de gênero

Data divulgada de de novembro divulgada como dia do julgamento do PSC e do União Brasil aparece na tela da agenda do tribunal apenas para sessões virtuais, o que abriria espaço para os advogados de defesa pedir nova data para sustentação oral, em sessão presencial; percebendo o risco, os advogados da acusação se anteciparam e pediram, eles próprios, a sessão presencial, no dia 21

 

Print da tela de agendamentos da sessão do TRE para novembro; perceba que a sessão presencial só ocorrerá em 21 e não 20 de novembro

Os advogados do PSD e do PSDB perceberam nesta quinta-feira, 8, um detalhe na agenda de julgamentos do Tribunal Regional Eleitoral que poderia levar a um novo adiamento do processo contra o PSC e o União Brasil por fraude na cota de gênero nas eleições de 2022.

Nesta fase serão julgados o União Brasil e o PSC; os processos podem resultar na perda dos mandatos dos deputados Neto Evangelista (União Brasil), Fernando Braide (PSC) e Wellington do Curso (PSC).

Há outra ação, contra o Podemos, esta ainda guardada nas gavetas do TRE-MA.

Curiosamente, na data de 20 de novembro – divulgada na imprensa como dia do julgamento – consta apenas sessão virtual; de acordo com o que apurou o blog Marco Aurélio d’Eça, esse detalhe levaria os advogados do PSC e do União Brasil a pedir, durante a sessão, o adiamento para que pudessem fazer a sustentação oral, o que provocaria o adiamento sabe-se lá para quando.

Recorte da petição dos advogados de acusação ao TRE; eles se anteciparam e pediram o julgamento dia 21 e não 20, como anunciado

A possibilidade de artimanha jurídica acabou alcançando os advogados dos partidos que pedem a anulação dos votos das duas legendas; eles se anteciparam aos fatos e pediram, os próprios, a marcação do julgamento no dia 21, em que já há agendada uma sessão presencial.

O contragolpe da acusação deixou em situação o próprio relator do processo, corregedor-eleitoral José Gonçalo Filho – já denunciado ao TSE pro suspeita de ajudar a protelar o julgamento.

Caberá a ele agora, acatar a petição dos advogados do PSD e do PSDB e confirmar a sessão para a presencial do dia 21, já que o pedido foi feito em tempo hábil.

Se não o fizer, caracterizará envolvimento com uma das partes…

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Edivaldo, Wellington e Yglésio correm contra o tempo em busca de partido…

Pré-candidatos a prefeito de São Luís têm menos de cinco meses para encontrar uma legenda que garanta suas candidaturas em 2024, mas esbarram, por um lado em vetos, por outro, em ações judiciais que devem chegar às últimas instâncias e impedem a transferência para outra agremiação

 

Eles até aparecem nas pesquisas, mas não têm nenhuma garantia de que continuarão na disputa pela Prefeitura de São Luís a partir de abril de 2024

O ex-prefeito Edivaldo Júnior (sem partido) e os deputados estaduais Wellington do Curso (PSC) e Dr. Yglésio Moyses (PSB) têm menos de cinco meses para encontrar um partido que garanta a eles a condição de candidato a prefeito de São Luís.

Mesmo com seus nomes incluídos nas pesquisas, nenhum dos três tem garantias partidárias para ser candidato.

A situação deles – que não mudou nada em quase seis meses – foi retratada pela primeira vez ainda em junho pelo blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Os candidatos sem partido e os partidos sem candidatos…”.

Edivaldo não conseguiu abertura em nenhuma agremiação.

Tentou a Federação Brasil-Esperança, formada por PV, PT e PCdoB, mas foi vetado pelo ministro da Justiça Flávio Dino, que quer a trinca com o deputado federal Duarte Júnior (PSB).

Sem grupo político que o ampare e com histórico de abandonar quem trabalhou por ele, Edivaldo vê-se agora isolado e com pouco tempo de reação para entrar na disputa.

Wellington do Curso vive duas situações complicadas.

Além da falta de apoio partidário para ser candidato, ainda corre o risco de perder o mandato na Assembleia Legislativa por fraude eleitoral do próprio PSC nas eleições de 2022.

O processo que pede a anulação dos votos do partido já tem parecer favorável do Ministério Público Eleitoral, e data de julgamento marcado para 20 de novembro; qualquer que seja o resultado, cabe recurso, o que deixa mais indefinição na vida do parlamentar.

Mais difícil ainda é a vida do deputado Dr. Yglésio Moyses.

Ele até se empolga como pré-candidato a prefeito, mas – além de enfrentar resistência de outras legendas – vive a agonia da indefinição de seu futuro no PSB, que já decidiu recorrer em todas as instâncias pedindo o seu mandato por infidelidade partidária.

Se esperar a tramitação de todos os recursos dos socialistas na Justiça Eleitoral, ele perde o prazo para troca de partido; se, ao invés disso, decidir desfiliar-se por conta própria, estará dando razão às alegações de infidelidade e confirmará a perda do mandato.

A tendência é que nem Edivaldo, nem Wellington e muito menos Yglésio seja candidato em 2024, o que reduziria a disputa entre Eduardo Braide (PSD), Duarte Júnior (PSB), Neto Evangelista (União Brasil), Fábio Câmara (PDT) e Diogo Gualhardo (PSOL).

E o quadro ainda pode diminuir ainda mais…

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Wellington vive iminência de perder o mandato sem garantia de partido pra 2024

Deputado estadual sofre a angústia de saber que a Justiça Eleitoral, mais cedo ou mais tarde, anulará os votos do PSC nas eleições de 2022, o que significará sua cassação na Assembleia Legislativa; e não tem sabe se o partido vai chancelar sua candidatura a prefeito, o que pode levá-lo novamente à humilhação de 2020

 

Sob a cruz na tribuna da Assembleia, Wellington vive a iminência da perda de mandato alcançado com sacrifício descomunal

O deputado estadual Wellington do Curso (PSC) é o parlamentar mais vitorioso das eleições de 2022 para a Assembleia Legislativa.

Perseguido durante oito anos pelo então governador Flávio Dino (PSB), endividado, e humilhado pelo PSDB nas eleições de 2020, o parlamentar deu a volta por cima e conseguiu sair das urnas com a renovação de um mandato que todos julgavam perdidos.

Sua alegria, porém, durou muito pouco.

Menos de um mês depois de tomar posse, Wellington viu surgir a denúncia de fraude eleitoral contra seu partido, o PSC, que usou candidaturas-laranjas de mulheres para garantir recursos aos candidatos de interesse da cúpula partidária; e viu também que a Justiça Eleitoral mostrou-se implacável na anulação de votos das legendas que usaram da mesma fraude em vários estados.

É iminente a perda do mandato de Wellington do Curso – e do seu correligionário Fernando Braide – assim que a Justiça Eleitoral, aqui ou em Brasília, se debruçar, de verdade, no processo contra o PSC.

Um prêmio de consolação para o deputado seria a candidatura a prefeito de São Luís, disputa em que ocupa a quarta ou quinta colocação, dependendo da pesquisa; mas nem a garantia do partido Wellington tem.

Em 2020, o deputado acreditou no senador Roberto Rocha e transferiu-se para o PSDB com o sonho de concorrer novamente à prefeitura; em 2016 ele havia chegado perto do segundo turno, perdendo esta condição na reta final para o então pouco falado Eduardo Braide (hoje no PSD).

Às vésperas da convenção de 20, no entanto, Rocha proibiu a candidatura de Wellington e declarou apoio a Braide, que venceu a eleição em segundo turno.

Wellington precisou se recuperar do revés, deu a volta por cima e conseguiu uma reeleição milagrosa à Assembleia Legislativa.

E novamente começa a ver tudo ir por água abaixo…

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Deputados do PSC devem perder mandato na Assembleia

Procurador eleitoral Pedro Ribeiro deu parecer favorável à anulação dos votos de toda a chapa do partido que disputou as eleições de 2022, por fraude na cota de gênero, o que resultará na cassação de Fernando Braide e Wellington do Curso, além de recálculo dos votos para deputado estadual

 

Fernando Braide e Wellington do Curso devem ter os votos anulados, o que resultará na perda dos mandatos na Assembleia Legislativa

Se depender do Ministério Público Eleitoral, os deputados Fernando Braide e Wellington do Curso (ambos do PSC) devem perder o mandato na Assembleia Legislativa.

O procurador eleitoral Pedro Ribeiro deu parecer favorável à anulação dos votos de toda a chapa do PSC que concorreu às eleições de deputado estadual em 2022, por fraude na cota de gênero; caso acatado pelo Tribunal Regional Eleitoral, a decisão atinge o mandato dos dois parlamentares.

O PSC foi denunciado juntamente com o União Brasil e o Podemos, em ações do MDB, do PSD, do PSDB e do PSB que apontaram fraude na cota de gênero pelas agremiações.

O esquema, repetido em vários estados, funcionou da seguinte maneira: os partidos registraram candidaturas-fake de mulheres, que nem fizeram campanha e repassaram os recursos do Fundo Eleitoral para os candidatos de interesse das legenda, como as de Fernando Braide e Wellington do Curso.

 – Ante o exposto, manifesta-se o Ministério Público Eleitoral (…) de modo a reconhecer a fraude à cota de gênero apenas em relação à candidata Cláudia Guilhermina Brito Lira e, consequentemente, decretar a nulidade de todos os votos recebidos pelo diretório estadual do partido requerido, determinando o recálculo dos quocientes eleitoral e partidários – despachou o procurador eleitoral Pedro Ribeiro.

Em todo os estados em que o crime eleitoral ocorreu, os partidos já foram punidos e os eleitos cassados.

No Maranhão havia suspeita de protelação, com a conivência da própria Justiça Eleitoral, o que levou o corregedor-eleitoral substituto, Ronaldo Maciel, a cobrar parecer do Ministério Público.

Além de Fernando Braide e Wellington do Curso, estão com o mandato ameaçado na Assembleia Legislativa os deputados Neto Evangelista (União Brasil), Júnior Cascaria e Leandro Bello (ambos do Podemos).

O TRE espera concluir os julgamentos até o final de 2023…

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TRE nega recurso de Wellington e mantém oitivas sobre fraude em cota de gênero nas eleições de 2022

Deputado estadual que pode perder o mandato tentou protelar o processo com Agravo Regimental, negado pelo desembargador José Gonçalo de Sousa Filho, que manteve oitiva de testemunhas, com prazo para as partes apresentarem diligências complementares

 

Wellington pode ser o primeiro a ser cassado no TRE-MA por fraude do PSC na cota de gênero nas eleições de 2022

O deputado estadual Wellington do Curso (PSC) tentou mais uma vez, sem sucesso, protelar na Justiça Eleitoral o processo que pode levar à cassação do seu mandato na Assembleia Legislativa por fraude do PSC na cota de gênero nas eleições de 2022.

Desta vez, Wellington tentou protelar o processo com o um Agravo regimental, negado pelo desembargador José Gonçalo Filho.

O PSC é acusado de ter fraudado a cota de gênero nas eleições de 2022, registrando candidaturas fakes de mulheres para garantir acesso ao fundo eleitoral.

Em decisões parecidas em todo o país, a Justiça Eleitoral tem determinado a anulação de votos de toda a chapa do partido que eventualmente tenha cometido tal fraude, o que leva à perda automática do mandato de eventuais eleitos.

Além de negar o recurso ao deputado, o desembargador determinou a realização de oitiva das testemunhas, com  prazo de dois dias para que as partes apresentem pedido de diligências complementares.

O processo contra Wellington é mantido pelo PSD…

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“Sobrevivente na Assembleia”, Wellington mira prefeitura em 2024

Deputado que conseguiu se reeleger mesmo enfrentando a máquina do Governo do Estado pretende focar o mandato nas coisas de São Luís, e busca um partido para tentar se viabilizar na sucessão municipal de 2024, da qual ficou fora em 2020 por perseguição partidária

 

Com forte apelo popular em São Luís, Wellington deve voltar a figurar ente os nomes cotados para a Prefeitura de São Luís em 2022

“Sou um sobrevivente na Assembleia”.

É assim que se define, hoje, o deputado estadual Wellington do Curso (PSC), reeleito para o terceiro mandato após forte enfrentamento da “máquina de moer gente” chefiada pelo agora ministro da Justiça Flávio Dino (PSB).

Garantido entre os 42 deputados que iniciaram esta semana os trabalhos para a legislatura 2023/2027, Wellington foca agora em São Luís, onde sempre teve forte votação e sempre figura acima dos dois dígitos nas pesquisas quando o assunto é a prefeitura de São Luís,

Em conversa com o blog Marco Aurélio d’Eça, Wellington deixa claro sua vocação de deputado da capital maranhense e aposta no recall de 2016 – quando chegou a ser cotado em um segundo turno – para se viabilizar em 2024.

Em 2020, Wellington era um dos favoritos nas pesquisas anteriores às convenções, mas levou um duro golpe do PSDB, seu então partido, à época comandado pelo então senador Roberto Rocha, que vetou sua candidatura e entregou a legenda ao agora prefeito Eduardo Braide (PSD).

O deputado ainda não tem um partido para chamar de seu.

Mas espera reconstruir seu nome, figurar entre os postulantes à sucessão de Braide e, assim, abrir espaços em legendas com peso para garantir sua candidatura.

Tem exatamente pouco mais de um ano para isso…

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Wellington do Curso busca novo partido para concorrer à prefeitura

Deputado estadual reeleito vai deixar o PSC por causa da incorporação da legenda pelo Podemos e pretende escolher uma agremiação que garanta a ele concorrer às eleições de 2024, da qual ficou fora em 2020 exatamente por ter a legenda negada pelo PSDB

 

Wellington concorreu á prefeitura em 2016, mas ficou fora da disputa de 2020 por que teve a legenda negada pelo PSDB; agora, busca novo partido para voltar à disputa

O deputado estadual Wellington do Curso anunciou nesta terça-feira, 29, seu desligamento do PSC, que foi incorporado pelo Podemos.

– Recebi já alguns convites, por conta da fusão do Podemos e PSC. Eu tenho a liberdade de sair do partido e escolher um outro partido – disse ele, ao jornalista Gláucio Ericeira.

Segundo Wellington, sua preocupação agora [é evitar cair no mesmo erro de 2020, quando teve a candidatura a prefeito negada pelo PSDB, mesmo com posição destacada nas pesquisas de intenção de votos.

– A partir do momento que eu tenho o desejo de disputar a Prefeitura de São Luís, eu não posso incorrer no erro de 2020, que foi confiar no PSDB e no senador Roberto Rocha, que me traíram – acusou o parlamentar.

Wellington do Curso diz que sua candidatura é um clamor da população e que, por isso, vai buscar uma brigo partidário que garanta a viabilização deste projeto.

Ele tem até abril de 2024 para encontrar nova legenda…

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Lahésio Bonfim deve reunir “oposicionistas de peso” no Agir36…

Nomes como Ricardo Murad e Wellington do Curso podem se filiar no partido do prefeito de São Pedro dos Crentes para disputar vagas na Assembleia Legislativa e reforçar sua candidatura ao Governo do Estado

 

Dr. Lahésio é o principal crítico do governo Flávio Dino na disputa pelo Governo do Estado; e deve reforçar esta oposição com filiações de peso ao Agir36

O prefeito de São Pedro dos Crentes Dr. Lahésio Bonfim deve receber reforços de peso no partido Agir36, por onde vai disputar as eleições para o Governo do Estado.

Devem confirmar filiação até o final de março nomes como o deputado estadual Wellington do Curso e o ex-deputado Ricardo Murad (ambos ainda no PSDB).

A presença dos dois oposicionistas reforçam a postura antagônica de Dr. Lahésio ao projeto de poder do governador Flávio Dino (PSB) que tem o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) como sua “escolha pessoal” na disputa pelo governo.

Murad é duro crítico de Dino, a quem classifica como “último representante do chamado grupo Sarney no comando do estado”.

O ex-secretário de Saúde prega um novo ciclo político no estado, com a riqueza sendo distribuída à população.

Wellington do Curso também é duro crítico do governo Flávio Dino, com discursos quase diários na Assembleia Legislativa.

O Agir36 ainda discute formação de alianças com o PTB e o PSC, partidos vinculados à base do governo Jair Bolsonaro (PL).

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Andrea Murad pode ser o futuro do PSDB no Maranhão…

Esvaziado pelo senador Roberto Rocha e menosprezado pelo vice-governador Carlos Brandão, partido pode ter na ex-deputada estadual a chance de ressurgir no cenário, com candidatura própria ao governo, chapa de deputados federais e estaduais e com palanque para o candidato tucano a presidente, João Dória

 

Andreia Murad em Brasília, com Bruno Araújo e Wellington do Curso: opção do PSDB para o Governo do Estado

Análise da notícia

Um dos maiores partidos políticos do Brasil, o PSDB vive no Maranhão uma espécie de limbo político desde as eleições municipais de 2016; mas vê agora as chances de ressurgir das cinzas, com a possibilidade de candidatura da ex-deputada Andreia Murad ao Governo do Estado.

O convite a Andreia – segundo revelou o único deputado estadual da legenda no Maranhão, Wellington do Curso – foi feito pelo próprio presidente nacional, Bruno Araújo, com quem os dois maranhenses se reuniram na noite de terça-feira, 25.

No Maranhão, há anos o PSDB não representa sequer um milésimo da força que tem no restante do país.

Com o senador Roberto Rocha – ainda filiado – viu seu quadro de prefeitos sumir nas eleições de 2020 e a bancada de deputados federais e estaduais se resumir ao controvertido Wellington do Curso. 

O vice-governador Carlos Brandão assumiu o partido no início de 2021, mas, inseguro quanto aos interesses políticos do seu chefe, o governador Flávio Dino, nunca sequer oficializou a filiação.

E agora está deixando novamente o ninho por interesses de Flávio Dino.

A opção por Andreia Murad, portanto, é uma chance de o partido se reerguer; tem quadros significativos, como o ex-secretário Ricardo Murad e o ex-deputado federal e prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira.

Uma candidatura de Andreia Murad conseguiria, no mínimo, recolocar os tucanos no debate, o que Brandão nunca conseguiu fazer por absoluto desinteresse.

Mas o vice ainda insiste em manter o controle da legenda.

Mesmo após ir para o PSB…