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Leonardo Sá prestigia a 4ª edição da Cavalgada do Cabeça Branca em Pindaré-Mirim…

Na manhã do último domingo (20), aconteceu em Pindaré-Mirim a 4ª edição anual da Cavalgada do Cabeça Branca que já é tradição no município. Conhecida e comentada em todo Maranhão, a atividade recebeu centenas de amazonas e cavaleiros de várias cidades do estado que percorreram as ruas de Pindaré até o destino final no Parque Surpresa. 

Dr. Leonardo Sá é pré-candidato a deputado estadual e foi convidado a prestigiar e participar da cavalgada este ano, acompanhado do Dr. Alexandre Colares e do pré-candidato a deputado federal Junior Lourenço, que fizeram todo o trajeto da cavalgada juntos a frente dos cavaleiros levando as bandeiras de Pindaré, do Maranhão e do Brasil que representavam mudança, desenvolvimento e principalmente a grande vaqueirama do país.

Em entrevista ao jornal local Dr. Leonardo falou sobre a importância do incentivo à cultura da vaqueirama.

“Me sinto lisonjeado por estar aqui, e agradeço pelo convite de participar deste evento lindo, me surpreendi com a organização e acho muito importante que um evento deste aconteça e sobreviva anos após anos mesmo com a evolução da tecnologia, porque é uma demonstração muito bonita da cultura nordestina, amazonas e cavaleiros, toda a vaqueirama em geral estão de parabéns por ajudarem a se manter viva essa história que todos conhecem e amam que é a cavalgada símbolo da vaquejada, como nordestino que sou agradeço, muito obrigado”, agradeceu Leonardo.

A 4ª edição da Cavalgada do Cabeça Branca bateu recorde de participantes este ano, que acompanharam a cavalgada em motos, carros e até a pé. A organização da cavalgada é do vereador Antônio Martins que incentiva a ideia como uma forma de homenagear seu falecido pai.

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“Questão econômica não justifica crueldade com animais”, diz Eliziane Gama…

Deputada federal foi a única representante da bancada maranhense a se posicionar contra a PEC que liberou a vaquejada no país por entender que nada justifica o sofrimento animal neste tipo de atividade

 

DEFESA ANIMAL
Eliziane Gama entende que a renda oriunda da vaquejada não justifica a crueldade da atividade

A deputada federal Eliziane Gama (PPS) criticou a aprovação da PEC da Vaquejada pela Câmara Federal.

A parlamentar foi a única representante da bancada maranhense presente na votação a se opor à liberação da atividade.

Para a deputada, não se pode levar em conta apenas a questão econômica para justificar “uma crueldade absurda e primitiva”.

– Há várias atividades com forte poderio econômico que não fazem bem à sociedade; o que precisa ser visto é a forma cruel como os animais são tratados neste suposto esporte – disse ela.

LOBBY PODEROSO
Grupos que investem nas vaquejadas sentaram praça no Congresso para garantir seus ganhos

A prática de vaquejada havia sido proibida no país em outubro do ano passado, por decisão do Supremo Tribunal Federal, que a julgou inconstitucional por entender que a atividade submete os animais à crueldade.

Empresas que promovem os chamados circuitos milionários passaram a fazer lobby e convenceram parlamentares na Câmara e no Senado a apresentar uma Proposta de Emenda Constitucional para tornar a vaquejada legal.

– Os bingos e casinos também geram renda e empregos, mas o rastro de destruição que provocam não justificam a sua legalidade. A PEC da vaquejada apenas torna legal práticas cruéis contra os animais em nome de uma suposta geração de emprego e renda – concluiu a parlamentar.

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Juscelino comemora aprovação da PEC da Vaquejada…

O deputado federal Juscelino Filho (DEM), praticante de Vaquejada e um dos maiores defensores do esporte na Câmara dos Deputados, comemorou em suas redes sociais, na noite desta quarta-feira, 10, a aprovação do primeiro turno da PEC 304/17, do Senado.

O voto SIM de Juscelino

A PEC não considera cruéis as práticas desportivas que utilizem animais, se forem registradas como manifestações culturais e bem de natureza imaterial integrante do patrimônio cultural brasileiro.

A PEC foi aprovada por 366 votos a 50 e precisa passar por um segundo turno de votação na Câmara.

– A vaquejada faz parte das nossas raízes. Ela é cultura e esporte, é atividade econômica com extensa, complexa e importante cadeia produtiva geradora de negócios, de renda, de riqueza e sobretudo de muitos empregos. A atividade movimenta R$ 600 milhões por ano, gera 120 mil empregos diretos e 600 mil empregos indiretos. Cada prova de vaquejada mobiliza cerca de 270 profissionais, incluídos veterinários, juízes, inspetores, locutores, organizadores, seguranças, pessoal de apoio ao gado e de limpeza de instalações – destacou o parlamentar.

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Juscelino celebra aprovação da vaquejada em comissão da Câmara..

Juscelino é praticante de vaquejada

O deputado federal Juscelino Filho (DEM), comemorou a aprovação do parecer da PEC 304/17, na Comissão Especial que tratava da regulamentação da prática da vaquejada e do rodeio no país.

– Chega de insegurança jurídica! – enfatizou o parlamentar.

– Já era hora de tomarmos essa decisão e corrigirmos o equívoco que o STF cometeu e regulamentarmos essa importante prática – ponderou.

Juscelino destacou que a aprovação na comissão é um passo importante na regulamentação da vaquejada.

– Tenho certeza que também será o entendimento do plenário desta Casa, bem como do Senado Federal, para que possamos regulamentar de vez esse esporte, que representa tanto para as regiões Norte e Nordeste de nosso país – assegurou.

O parlamentar maranhense, que iniciou a prática quando tinha apenas 10 anos, ressaltou também a importância cultural e econômica do esporte e parabenizou as associações que defendem a vaquejada e as mobilizações sociais.

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Movimento Crueldade Nunca Mais prepara evento contra crueldade cometida aos animais…

Objetivo é manter a discussão sobre os riscos das vaquejadas, impedir que o Congresso Nacional libere este tipo de agressão travestida de esporte, e garantir que a proibição do Supremo Tribunal Federal passe a valer, de fato, para todo o Brasil

 

O animal é violentado nas vaquejadas do início ao fim do evento

O animal é violentado nas vaquejadas do início ao fim do evento

O Movimento Crueldade Nunca Mais se concentrará no domingo, 27 , na avenida Litorânea, em frente a barraca do Henrique/ Pizzaria Maggiorasca, às 8h30, numa manifestação nacional contra crueldade cometida aos animais.

O grupo fará caminhada até o parquinho da da praia.

Até o momento, 35 cidades aderiram ao movimento, mas os organizadores acreditam que esse número deve aumentar até o dia 27.

O objetivo é chamar a atenção da sociedade sobre o retrocesso que pode acontecer se uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) a favor das vaquejadas e rodeios de fato se transformar em realidade.

Atualmente, tramitam as PECs 50 e 270/2016 sobre o assunto.

O Supremo Tribunal Federal (STF) votou na sessão plenária, do dia 06 de Outubro de 2016, por proibir a prática de vaquejadas no Ceará.

A decisão do STF é referente apenas à regulamentação da vaquejada no Ceará e o resultado será válido para eventos realizados no Estado, no entanto, ela pode abrir caminhos para proibições dos eventos em todo o país.

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Bancada maranhense se posiciona a favor da vaquejada..

Coordenador Juscelino Filho com parte a bancada e representantes do movimento

Coordenador Juscelino Filho com parte a bancada e representantes do movimento

Deputados federais maranhenses se reuniram na tarde de terça-feira, 25, para receber grupos que visitam Brasília e participam da mobilização nacional em prol da legalização da Vaquejada. Os participantes protestam contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que tornou inconstitucional a prática do esporte no país.

De acordo com a Polícia Militar de Brasília, 3 mil pessoas, com 410 caminhões, 1,2 mil cavalos, 53 ônibus e 114 carros integraram o ato.

O coordenador da bancada, deputado federal Juscelino Filho (DEM-MA), que coleciona troféus como competidor de Vaquejada, falou sobre a manifestação e a modernização do esporte.

– Minha história com a Vaquejada começou quando eu tinha uns 10 anos. Corri e sou apaixonado. Me emocionei com a manifestação hoje aqui em Brasília, com os vaqueiros e as centenas de pessoas cantando os hinos e clamando por nossa ajuda, pois dependem dela. A prática vem se modernizando e a tese de maus tratos não convence, pois há proteção para que os animais não se machuquem. Gostaria que as pessoas que são contra assistissem a uma corrida, conhecessem a prática de verdade para terem sua opinião – defendeu.

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Juscelino Filho defende Vaquejada…

jusO deputado federal, Juscelino Filho (DEM-MA) se manifestou, no plenário da Câmara dos Deputados na manhã desta terça-feira (18), em prol da prática da Vaquejada no Brasil. A manifestação do parlamentar se deu após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) do dia 06/10/2016, por 6 votos a 5, onde os ministros consideraram que a atividade impõe sofrimento aos animais e, portanto, fere princípios constitucionais de preservação do meio ambiente.

Juscelino criticou a decisão do órgão.

“Manifesto meu repúdio sobre a decisão do STF. A Vaquejada é cultura, esporte, lazer…. Ela está no sangue do nordestino e a proibição sim, é uma agressão. A prática movimenta os setores de turismo e a economia de centenas de municípios do país, gera mais de 600 mil empregos indiretamente e mais de 200 mil diretamente. Os maus tratos a que muitos se manifestam, não é real. Os animais são protegidos, têm boa alimentação e cuidados. Os verdadeiros maus tratos estão acontecendo coma as famílias que dependem da Vaquejada para viver. No caso, a regulamentação então, também precisa ser considerada”, destacou Juscelino Filho.

A Vaquejada, realizada oficialmente pela primeira vez em 1874 no Ceará, é uma tradição que vem de geração em geração há centenas de anos, onde os vaqueiros iam juntando o gado e quando algum animal, mais selvagem, se afastava muito, ele tentava derrubá-lo pela cauda, para depois juntá-lo ao grupo. Na sociedade atual, além de mantenedor da cultura de diversas regiões do país, é a mola propulsora da economia de muitos estados no Nordeste.

A Vaquejada está contida como patrimônio cultural nordestino e traz em suas raízes, a tradição através do esporte, a criação de empregos diretos e indiretos e o sustento de milhares de famílias.

O parlamentar encerrou convidando a todos para a grande manifestação a favor da Vaquejada, que será realizada em Brasília, no próximo dia 25 de outubro.

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Juscelino defende Vaquejada como patrimônio cultural do Brasil…

Em audiência pública promovida pela Comissão de Constituição, Justiça da Câmara dos Deputados, nesta terça-feira, 1º, para debater o Projeto de Lei nº 1.554 de 2015 – que eleva a manifestação popular denominada Rodeio Crioulo à condição de patrimônio cultural imaterial do Brasil -, o deputado federal Juscelino Filho (PMB-MA) se manifestou em defesa do esporte e da Vaquejada, que também foi incluída em um dos requerimentos.

Essa audiência é um grande avanço para a cultura brasileira. Registro meu apoio e aprovo que o rodeio e a vaquejada sejam legitimados como manifestações da cultura do nosso país. Como nordestino, conheço bem de perto a prática da vaquejada, iniciada como a Corrida de Mourão na década de 40 e que hoje é um esporte com regras, que gera renda, empregos, cultura e que cuida sim dos animais que a praticam. Faz parte da cultura do. Precisamos unificar o discurso, regulamentar a prática e aplicar a lei, além de sintonizar as associações e verificar se a legislação está sendo cumprida, pois só assim o esporte será reconhecido”, defende Juscelino. (Veja o vídeo acima)