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“Por que tanta fixação na cloroquina?”, questiona Eliziane Gama

Protagonista dos principais bate-bocas na primeira semana de CPI da Covid, a senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) avalia que a comissão caminha para chegar a constatações comprometedoras para o governo de Jair Bolsonaro. Após os três primeiros depoimentos, ela vê evidências de que o presidente prestigiou posições políticas e ideológicas na condução da pandemia

 

Embora não seja integrante formal da CPI da Covid, Eliziane se envolveu em alguns dos debates mais acalorados que marcaram o início dos trabalhos. Ela classificou como “machista” uma insinuação do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente, de que as parlamentares estavam desinteressadas na comissão.

Coube a Eliziane liderar a reação à tentativa de aliados do governo de romper o acordo que garantiu às mulheres o direito de se manifestar na parte inicial das reuniões. “Muitos parlamentares da base estão emocionalmente abalados”, disse ela ao Estadão. “Não queriam a voz das mulheres na CPI.”

A julgar pelos depoimentos até agora, qual caminho a sra. vê para a CPI da Covid?

A gente começa a constatar de forma mais real, com os depoimentos, aquilo que vínhamos percebendo na postura do presidente, que é colocar as questões ideológicas e políticas acima das questões científicas e técnicas. Vimos isso nos depoimentos do Teich e do Mandetta (Nelson Teich e Luiz Henrique Mandetta, ex-ministros da Saúde). E quando conversamos com Queiroga (Marcelo Queiroga, atual titular da pasta), nós o vemos liso, tenso, com medo de desagradar ao presidente, com medo de falar o que realmente pensa. Ele tinha medo de como isso poderia repercutir na permanência dele no cargo.

O que classifica como mais grave, nos depoimentos, até aqui?

Colocar as questões ideológicas acima da ciência. Isso significa vidas perdidas. Tentar, por exemplo, mudar uma bula, criar um protocolo à revelia das orientações da ciência é, no meu entendimento, algo criminoso. O Teich, mesmo não querendo atacar o governo, deixou claro que saiu por causa da cloroquina. Queiroga não quis fazer juízo de valor da fala do presidente, mas claramente não concordava.

O que espera da investigação sobre a compra de vacinas?

Tivemos, lá atrás, a disposição da Pfizer de fazer contrato com o Brasil e isso não foi para frente. Se tivessem levado para frente, teríamos iniciado com 70 milhões de doses. E hoje ainda não temos isso. O ministro Marcelo Queiroga disse que não teria como ter começado antes porque a Inglaterra só começou em dezembro. Que começasse em janeiro, mas com 70 milhões de doses. Com mais 15 ou 20 milhões do Instituto Butantan, começaríamos com a possibilidade de imunizar 40 milhões de brasileiros. Se foi feita alguma ação condicionada do governo com relação a esse contrato, é muito clara a responsabilidade do governo no que estamos vivenciando hoje no Brasil. Temos mais de 410 mil mortes. O governo pode ter grande parcela de culpa com relação a essas mortes.

Nos depoimentos do atual ministro da Saúde e de seus antecessores houve um foco na cloroquina. A sra. acredita que esse é o melhor caminho para a investigação?

Não é só isso. O Mandetta diz que viu documento na mesa com proposta de mudança da bula da cloroquina. O Teich não ficou por causa da pressão. Todo o debate esbarra nisso. Por que tanta fixação na cloroquina? Essa fixação faz a gente querer estudar mais profundamente.

Na última live, o presidente disse que “frase não mata ninguém”. A sra. acha que é possível responsabilizá-lo por declarações e por condutas que provocam aglomerações?

Lá atrás as pessoas falavam: ‘Ah, ele fala muita besteira, mas corre atrás, conseguiu mandar a ajuda emergencial de R$ 600, apoiou a iniciativa do Congresso em relação à compensação do Fundo de Participação dos Municípios e Estados’. Sempre colocavam que ele é meio falastrão, mas age diferente. A ajuda de R$ 600 foi construída dentro do Congresso, o governo queria R$ 200. A compensação para Estados e Municípios, a ajuda para o profissional liberal, o Pronamp, as linhas de financiamento, o orçamento de guerra, tudo foi puxado pelo Congresso. O governo veio depois. Hoje fica muito claro que não era só ser falastrão. Não era só o ‘E daí?’. Esse ‘e daí?’ era materializado quando tentava se impor medicação atendendo sabe-se lá a qual tipo de pleito. É uma coisa meio lunática, desequilibrada. Quando ele diz que máscara não é isso tudo, quando promove aglomeração e ignora uso do álcool em gel claro que é ação que estimula mortes no Brasil. Isso é um fato.

As senadoras fizeram um movimento para ter voz no início dos trabalhos da CPI. Isso incomodou alguns senadores, principalmente os mais governistas. Por quê?

Quando vimos que não tinha nenhuma mulher como membro da CPI, qual análise fizemos? No melhor cenário, uma mulher seria a 19ª a falar, já de noite, com todos enfadados. Pedimos e o presidente da CPI, Omar Aziz, nos colocou como primeiras, após o vice-presidente. Criou-se toda uma celeuma, uma revolta de alguns colegas com o fato de a gente falar. Falaram que a gente só ia bater no governo, mas temos senadoras da base do governo, da oposição e independentes.

Houve esforço para que senadores de oposição não falassem ou havia machismo?

Havia machismo. O grupo de mulheres é da base e da oposição ao governo. Se temos mulheres de todos os lados, o que me resta de opção é: não queriam a voz das mulheres na CPI. Se fosse um debate de base e de oposição, eles estariam brigando pela presença de mulheres da base. O problema não era estar ligado ao governo ou não, mas não querer a presença feminina ali.

A entrada das senadoras nessa briga por espaço também se deve à provocação feita pelo senador Flávio Bolsonaro no dia da instalação da CPI?

Flávio chega e reprova a nossa falta de indignação, dizendo que não fazíamos questão de estar na CPI. Eu falei para ele que não era verdade, que não estávamos como membros, mas nos faríamos presentes. Foi inclusive ali que fizemos o pedido para ter direito à fala. No dia seguinte, a gente vem para fazer a intervenção e os parlamentares da base do governo dizem que a gente não podia falar (alegando questões regimentais, de que os titulares e suplentes têm preferência sobre os não membros). É uma contradição. Sabe o que acho? Muitos parlamentares da base estão emocionalmente abalados, pessoas que têm até postura de muito equilíbrio de repente ficaram desorientadas. Veja o próprio Ciro Nogueira (líder da tropa de choque do governo na CPI). A gente não percebia Ciro nesses arroubos. De repente, está totalmente desequilibrado. É muito nítida a tensão na base do governo.

Mudou algo na conduta do governo ou na dos governistas, com relação à pandemia, após o começo da CPI?

Sinceramente, acho que não há ainda uma mudança de postura com relação à pandemia. Mas, dentro do plenário, sinto que eles estão meio tensos. Num primeiro momento, o presidente começou a usar máscara, mas depois acabou recuando. Nos últimos dias, o presidente e o governo têm endurecido a fala.

Mesmo com o aumento da pressão?

O presidente fala muito para o público dele, de 30% da população, que faz o apoiamento. Parece que, quando ele está tenso, tenta puxar isso para a sua claque, para tentar estimular que ganhem as ruas.

Que pontos o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello deve esclarecer no depoimento do dia 19?

É o mais esperado e o mais importante até o presente momento. Ele passou tempo importante no governo, disse que ‘um manda e o outro obedece’. Claramente, é alinhadíssimo com a orientação do presidente. Foi no momento dele que tivemos quase 4 mil mortes por dia, que tivemos o pedido de oxigênio para Manaus e o envio de cloroquina. A presença dele é muito importante. Ele sabe o que pode surgir lá e está criando todas as formas de impedir.

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A força nacional de Eliziane Gama…

Senadora maranhense tem destaque na cobertura da grande imprensa com a sua postura independente no Congresso; e ganha ainda mais espaço ao defender maior participação feminina nas instâncias de decisão do Senado

 

Governista tentaram calar a voz de Eliziane Gama, que se impôs, buscando espaço para as mulheres na CPI da CoVID-19

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) tem ocupado a grande mídia desde o início do seu mandato, sempre com discussões de relevância na pauta nacional. 

O debate desta quarta-feira, 5, em pleno Jornal Nacional, é apenas mais uma das pautas em que a líder do Bloco Independente no Senado tem aparecido ao longo dos últimos dois anos e meio.

Eliziane é uma árdua defensora do maior destaque à presença feminina nas decisões do Senado e do Congresso Nacional. Ela conseguiu abrir espaço para as mulheres como bloco com direito a voto.

Agora, tem lutado pela presença de uma mulher na CPI da CoVID-19, por isso a participação efusiva na audiência do ex-ministro da Saúde, Nelson Teich.

É a parlamentar m,aranhense com maior presença na mídia nacional, sempre em assuntos de nteresse da nação, como este blog já mostrou no post “Eliziane Gama e a mídia nacional…”

E já começa a ser voz também na questão da disputa presidencial de 2022…

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Eliziane Gama cada vez mais inserida na disputa presidencial…

Líder de bloco independente no Senado, parlamentar maranhense começa a influenciar o debate sobre a formação de uma candidatura alternativa à disputa já criada entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula; e ganha espaço entre partidos como Cidadania, DEM, Rede, PSB e PDT

 

Como líder de bloco que reúne quatro partidos, Eliziane Gama tem hoje forte influência no debaste presidencial de 2022

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) começa a se destacar como a maranhense mais efetiva no debate presidencial brasileiro.

Líder do Bloco Independente no Senado, Eliziane coordena senadores do Cidadania, da Rede, do PSB e do PDT e tem ocupado cada vez mais espaço na mídia nacional como oposição crítica ao governo Jair Bolsonaro.

Mas sua postura independente também defende alternativa ao projeto do ex-presidente Lula e do PT.

Com espaço importante na mídia construído ao longo dos últimos três anos, Eliziane tem sido porta-voz da defesa de uma terceira via na disputa presidencial, o que a põe como opção no debate.

Em sua defesa de uma candidatura alternativa ela passa a ocupar espaços importantes; e pode, inclusive, figurar na formação de eventual chapa presidencial em 2022.

Mas esta é uma outra história…

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Eliziane Gama vê amplas chances para a Terceira Via no Brasil…

Segundo a senadora maranhense, pesquisas sobre as eleições de 2022 mostram que 40% da população brasileira não quer nem Bolsonaro nem Lula na disputa do ano que vem, o que, na sua avaliação, será benéfico para a democracia

 

Líder do Bloco Independente no Senado, Eliziane Gama defendeu a Terceira Via nas eleições presidenciais de 2022

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) defendeu nesta sexta-feira, 23, uma terceira opção de candidatura no Brasil, fora da dicotomia Lula X Bolsonaro.

– É cada vez mais clara a certeza de que a terceira via é real para a corrida presidencial de 2022 e pode vencer a eleição – afirmou Eliziane, em entrevista ao site O Antagonista.

Seguindo a senadora maranhense já está mais do que claro que quase a metade da população não quer nem o atual presidente Jair Bolsonaro e nem o ex-presidente Lula (PT).

– Pesquisas indicam que mais de 40% dos eleitores querem renovação – afirmou.

A senadora maranhense lidera no Congresso Nacional um bloco formado por Cidadania, Rede, PSB e PDT, partidos que buscam alternativas de terceira via nas eleições de 2022. 

– Há um grande espaço para a afirmação de uma candidatura alternativa no cenário nacional. Havendo mais de um candidato alternativo à polarização, a própria campanha se encarregará de fazer os ajustes necessários junto à opinião pública – disse ela.

Na avaliação de Eliziane Gama, o Brasil precisa superar a polarização, que tem se mostrado danosa às instituições

– Acredito que a terceira via é o melhor caminho para a pacificação do país e para o fortalecimento da democracia. A polarização já se mostrou maléfica e perigosa para as instituições. Precisamos superar essa dicotomia – concluiu.

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“Juntos pelos interesses do Maranhão em Brasília”, dizem Weverton e Eliziane

Senadores do Maranhão gravam vídeo em que falam das ações da bancada federal contra a CoVID-19 e garantem que vão continuar mobilizando a classe política em defesa da população durante a pandemia de coronavírus

 

Eliziane e Weverton protagonizam vídeo em que falam das ações da bancada maranhense contra a COVID-19

Em vídeo que deve ser apresentado nas principais redes de TV neste fim de semana, os senadores Weverton Rocha (PDT) e Eliziane Gama (Cidadania) exibem ações contra a CoVID-19.

Os dois parlamentares falam que estão tendo uma atuação conjunta em busca de que as medidas do Governo Federal tenham em vista as prioridades do povo maranhense.

– A cruel realidade que estamos vivendo, em função da pandemia do coronavírus, criou muitas demandas em nossa sociedade e ampliou a urgência em encontrarmos soluções para antigos problemas – falou Weverton.

O senador do PDT falou da atuação no Congresso Nacional para aprovar leis importantes, como o auxilio emergencial, o socorro financeiro a estados e municípios e as condições para que as empresas possam manter os trabalhadores apesar da crise.

Eliziane Gama, por sua vez, falou da atuação conjunta em defesa dos interesses do estado.

– Não estamos medindo esforços em dialogar com todas as esferas do poder e com nossos colegas de parlamento, para que as medidas aprovadas considerem os interesses dos maranhenses – disse ela.

Eliziane reforçou sua aliança com Weverton em vídeo sobre as ações d abancada contra a CoViD-19

Segundo Eliziane os dois senadores atuam conjuntamente em função dos interesses do estado.

– Juntos, nós senadores do Maranhão estamos defendendo os seus interesses em Brasília – disseram, os dois parlamentares.

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Eliziane articula retomada de cultos…

Mesmo com seu partido contrário, senadora maranhense saiu em defesa das igrejas evangélicas em reunião no Ministério do governo Bolsonaro; e liderou grupo de pastores em audiência com o ministro do STF Kássio Nunes Marques

 

Eliziane coordenou líderes religiosos em audiência com o ministro Kassio Nunes Marques

A senadora maranhense Eliziane Gama (Cidadania) teve papel importante na articulação da liberação dos cultos evangélicos e missas católicas no país.

Mesmo com seu partido, o Cidadania, contrário à liberação deste tipo de evento religioso, Eliziane articulou no governo federal a liberação dos eventos.

Na semana passada, ela liderou grupo de pastores evangélicos na audiência com o ministro do Supremo Tribunal Federal Kássio Nunes Marques, que resultou na decisão que liberou a realização dos eventos religiosos.

Ao lado do deputado federal Pastor Cezinha, líder da bancada evangélica, Eliziane articulou também a presença do pastor Enos Ferreira, que tratou especificamente das capelanias  no Maranhão.

Nunes Marques determinou no fim de semana que os cultos e as missas estão liberadas.

Na decisão, o ministro proibiu estados e municípios de editarem normas restringindo a realização do eventos religiosos.

– Foi uma decisão importante para a realização de um serviço tão importante neste momento difícil do país – disse a senadora.

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Com apoio do Cidadania, PDT pode chegar a aliança com sete partidos

Senadora lançou nesta sexta-feira, 2, candidatura do colega Weverton Rocha ao Governo do Estado, consolidando uma base partidária em torno do pedetista, a um ano da desincompatibilização do governador Flávio Dino

 

Ao lançar candidatura de Weverton ao governo e declarar apoio a qualquer candidatura de Flávio Dino, Eliziane Gama reforça tendência de unidade da base em 2022

Ao confirmar apoio à provável candidatura do senador Weverton Rocha (PDT), o Cidadania – cuja senadora Eliziane Gama lançou nesta sexta-feira, 2, o nome do colega pedetista à sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB) – deve abrir uma aliança do PDT com outros sete partidos.

Além do Cidadania, o PDT tende a se aliar ao DEM, ao PRB – cujo presidente, deputado federal Cléber Verde, também já declarou apoio a Weverton – o PSB e o PSL, que deve ter o deputado federal Pedro Lucas Fernandes.

Os pedetistas esperam também o apoio do PTB e do MDB. 

O apoio de Eliziane reforça o nome de Weverton na base do governo Flávio Dino por que a própria senadora declarou que o governador comunista é o candidato do Cidadania a qualquer cargo que quiser disputar.

A declaração de voto da senadora deve também levar outras lideranças políticas a fazer o mesmo ao longo do mês de abril, sobretudo após decisão do comando nacional pedetista de abrir o leque de alianças para presidente da República.

Caso confirme coligação com Cidadania, DEM, PRB, PSL, PSB, PTB e MDB, o PDT – cujo candidato lidera todos os cenários possíveis da disputa – pode chegar às eleições de 2022 com coligação de oito legendas, uma das maiores do estado.

É aguardar e conferir…

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Eliziane lança candidatura de Weverton ao governo…

Em entrevista à TV Mirante, senadora do Cidadania anuncia que não pretende mais disputar as eleições de 2022 e diz que vê no colega senador as melhores condições para concorrer à sucessão dentro do grupo do governador Flávio Dino

 

Eliziane retirou a candidatura ao governo e declarou apoio a Weverton Rocha, numa decisão de forte repercussão no grupo do governador Flávio Dino

Faltando praticamente 1 ano para a desincompatibilização do governador Flávio Dino (PCdoB), a senadora Eliziane Gama (Cidadania) lançou nesta sexta-feira, 2, a candidatura do colega Weverton Rocha (PDT) à sucessão do comunista.

Em entrevista ao jornalista Clóvis Cabalau, no programa Boma Dia Mirante, a senadora disse que reuniu seu grupo, entendeu que não caberia sua candidatura neste momento e analisou que o nome de Weverton reúne as melhores condições para ser o candidato do grupo de Flávio Dino.

Eliziane ressaltou também que o Cidadania vai apoiar Flávio Dino seja qual for a candidatura que ele decidir concorrer.

– Nós precisamos dar rapidez e fluidez a este processo eleitoral. E dos dois nomes que se posicionam – o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o meu colega senador Weverton Rocha – no debate interno do Cidadania, nós entendemos que não era o momento da nossa candidatura; e dentro do nosso grupo, que é coordenado pelo governador Flávio Dino, entendemos que o nome de Weverton acabou tendo mais condições, envolvendo mais lideranças políticas, trazendo propostas importantes; até plano de governo ele já iniciou. E nesse sentido, nós do partido tomamos uma decisão de seguir com ele como pré-candidato a governador. E dentro do Cidadania nós temos hoje o Weverton Rocha candidato a senador e o nosso governador Flávio Dino para o cargo que ele desejar – disse a senadora, em primeira mão a Cabalau.

A senadora afirmou também que o Cidadania apoiará Flávio Dino ao cargo que ele desejar nas eleições de 2022

Eliziane Gama é a primeira liderança política a fazer uma espécie de lançamento da candidatura de Weverton Rocha; e faz isso faltando exatamente 1 ano para a desincompatibilização de Flávio Dino.

A declaração de Eliziane teve repercussão imediata, tanto em Brasília quanto no maranhão.

E deve continuar a repercutir por todo o final de semana…]

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PDT deve reunir outros seis partidos em 2022…

Legenda que tem o senador Weverton Rocha como melhor colocado nas pesquisas de intenção de votos para o Governo do Estado já tem aliança com DEM, PRB e PSL; e pode reunir ainda o PTB, o MDB e o Cidadania

 

A reunião de Brasília, semana passada, deu uma forte dimensão do tamanho da aliança que o PDT constrói para 2022

O PDT, partido do senador Weverton Rocha, trabalha com a perspectiva de reunir, ainda neste primeiro semestre, nada menos que seis legendas em uma pré-coligação para o Governo do Estado.

Líder na maioria dos cenários de todas as pesquisas de intenção de votos, Weverton já reúne ao seu lado DEM, PRB e PSL; e pode consolidar aliança com MDB, PTB e Cidadania.

O MDB tem a ex-governadora Roseana Sarney como opção em 2022, embora ela mesma já tenha decidido não ser candidata a governadora

O grupo mais tradicional do MDB defende aproximação com o vice-governador Carlos Brandão, mas a ala mais jovem prefere aliança com os pedetistas, repetindo o projeto de 2020.

O PTB está hoje sob o comando da deputada estadual Mical Damasceno, mas ainda recebe forte influência do deputado federal Pedro Lucas Fernandes; Fernandes, inclusive, já se articula com o PSL, do vereador Chico Carvalho.

Por fim, o PDT engatou forte aproximação com o Cidadania, da senadora Eliziane Gama, outra opção para o Governo do Estado.

Esta aproximação pode resultar em aliança para 2022.

É aguardar e conferir…

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Eliziane critica ação de Bolsonaro contra governadores e prefeitos

Acusado de não agir contra a pandemia de coronavírus, presidente quer, agora, impedir as medidas restritivas dos demais gestores; para senadora maranhense, Governo Federal causa desordem no país

 

Eliziane Gama criticou Jair Bolsonaro, que não age contra pandemia e não quer deixar prefeitos e governadores agirem

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) criticou nas redes sociais a notícia de que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) com ações contrárias às medidas restritivas que prefeitos e governadores estão adotando para tentar frear a disseminação do novo coronavírus.

Segundo Bolsonaro, um dos instrumentos é uma ação direta de inconstitucionalidade no STF (Supremo Tribunal Federal) contra decretos de três governadores, que ele não especificou quem são.

Para Eliziane, “o povo está em ordem” e qualquer desordem no país tem sido causada, na verdade, pelo próprio presidente.

Ao invés de trabalhar com a sociedade para mitigar a pandemia, o PR anuncia que vai ao Congresso e STF para ‘restabelecer a ordem no Brasil’. Ora, o povo está em ordem, se existe desordem, ela está na falta de um comando, de uma política de saúde séria e comprometida.