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Sem vacina e com aumento de casos, CoVID-19 é risco no MA

Prefeitura anunciou suspensão do programa de imunização enquanto o estado se mantém entre os que têm apresentado número crescente de mortes nas últimas semanas; há relatos de novas cepas do coronavírus no estado

 

O Maranhão está na faixa de risco vermelho para infecção da CoVID-19.

O estado tem se apresentado entre os que tem aumento progressivo no número de casos e de mortes; e está com sua rede de leitos praticamente em colapso.

Além disso, já há relatos de novas cepas do coronavírus espalhadas pelo interior.

Como se não bastasse, a Prefeitura de São Luís anunciou ontem a suspensão do programa de imunização por falta de vacinas.

E só na semana que vem é que o Governo Federal deve encaminhar ao estado cerca de 300 mil doses.

É agora torcer para que, até lá, a situação não saia do controle…

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Maranhão é último em vacinação contra CoVID-19…

Do blog Marrapá

Enquanto a variante brasileira do covid-19 varre o território nacional, o Maranhão, só para variar, aparece na ponta de baixo do ranking nacional de vacinação por estado alimentado de forma independente por veículos de comunicação.

Abaixo os cinco estados mais avanços na vacinação até esta quarta-feira, considerando a proporção entre o número de habitantes e as doses ministradas, e os cinco territórios mais atrasados na corrida das vacinas

Estados mais avançados na 1ª dose da vacinação

Amazonas (4,82%)
Roraima  (3,69%)
Mato Grosso do Sul  (3,47%)
Distrito Federal (3,63%)
São Paulo (3,16%)

Estados mais atrasados na 1ª dose da vacinação

Pará  (1,43%)
Acre  (1,44%)
Goiás (1,69%)
Sergipe (1,73%)
Maranhão (1,75%)

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Prazo do lockdown musical termina hoje; juiz não deverá estendê-lo

Período de proibição de músicas de qualquer tipo em bares, restaurantes e casas de eventos gerou muita polêmica desde a sua implantação, na sexta-feira, 12, mas resultou em menos aglomerações nesses locais

 

Douglas Martins participou de debate com artistas maranhenses e deu a entender que o lockdown musical acaba mesmo nesta quinta-feira, 18

O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, não deverá estender o chamado “lockdown musical” para além desta quinta-feira 18, quando termina o prazo estabelecido por ele para proibição de músicas de qualquer natureza em bares e restaurantes.

Desde que implantado, na sexta-feira, 12, o “lockdown musical” gerou muita polêmica entre artistas e muitos ataques ao magistrado.

Mesmo sem música, fiscais do governo vistoriaram outros aspectos das regras sanitárias contra a CoVID-19 em bares e restaurantes

Os efeitos científicos de sua eficácia no combate à CoVID-19 só poderá ser medido em 15 dias, mas´foi evidente que a medida resultou em menos bares funcionando no período, o que gerou menos aglomerações.

Mesmo assim, a julgar por sua participação no debate com a classe artística, promovido terça-feira, pelo imirante.com, Douglas Martins não deve estender a proibição por mais dias.

Isso significa que, já a partir desta sexta-feria, 19, os bares e restaurantes já poderão contratar músicos, DJs ou tocar música mecânica em seus salões.

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Álvaro Pires propõe Auxílio Emergencial em São Luís

Requerimento do vereador aprovado na Câmara Municipal prevê benefício de R$ 800 divididos em quatro parcelas de R$ 200 para famílias em condição de extrema pobreza na capital maranhense

 

A Câmara Municipal aprovou esta semana proposta do vereador Álvaro Pires, que prevê a criação de Auxílio Emergencial  em São Luís.

Trata-se de Requerimento, que será encaminhado para apreciação do prefeito Eduardo Braide (Podemos).

Pela proposta de Pires, cria-se um auxílio de R$ 800,00, que seriam divididos em quatro parcelas de R$ 200,00, beneficiando famílias em condição de extrema pobreza.

Como critério, seriam classificadas as famílias já atendidas pela Secretaria Municipal de Criança e Assistência Social (Semcas).

o prefeito Eduardo Braide não tem prazo para se manifestar em relação ao Requerimento…

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Simplício critica foco de Bolsonaro em liberação de armas

Para o secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Governo Federal deveria estar preocupado com o risco de falta de vacinas e o aumento de casos de CoVID-19, com novas variantes do coronavírus espalhados no país

 

Simplício Araújo bateu forte em Bolsonaro pelo foco excessivo na liberação de armas no Brasil

O secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Simplício Araújo (Solidariedade), criticou o governo Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira, 15, pelo foco excessivo no debate sobre liberação de armas no Brasil.

– Vacinas acabando em todos os estados, mais de 90% da população sem data nem prazo para ser imunizada, novas cepas circulando pelo país exatamente neste hiato de imunização. A pauta deveria ser foco total na imunização, mas o Governo Federal prioriza liberação de armas – afirmou o gestor.

A pauta do governo Bolsonaro atende a interesses diretos dos filhos do presidente, maiores defensores da liberação de armas no país.

E o descaso com o combate ao coronavírus é uma pauta do próprio presidente, desde o início da pandemia, ainda no ano passado…

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Resultado de “lockdown artístico” definirá futuro das festas em SLZ

Bares, restaurantes e casas de eventos não poderão promover nenhum tipo de música ao vivo entre esta sexta-feira, 12, e a quinta-feira, 18; após avaliação, juiz decidirá se fecha ou não todas as atividades no estado

 

A partir de hoje os bares podem funcionar, mas sem ninguém ao microfone fazendo música ao vivo; proibição vai até a quinta-feira, 18

O resultado do “lockdown artístico”, que começa nesta sexta-feira, 12, determinará o futuro de uma paralisação total das atividades no Maranhão.

É o que deixa a entender o juiz da vara de Interesses Difusos e Coletivos, Douglas de Melo Martins, autor da proibição de música ao vivo em bares, restaurantes e casas de show.

– Se não houver restrição agora, em algum momento o lockdown se imporá para evitar colapso do sistema de saúde, visto que os recursos são limitados; a necessidade de leitos, no entanto, caso não contida a taxa de transmissão da doença, será sempre crescente – avisou Martins.

A proibição de música ao vivo visa evitar maiores aglomerações em bares e restaurantes, que serão obrigados a manter as restrições de lotação, distanciamento e higienização contra a CoVID-19.

A  partir da quinta-feira, 18m quando termina o lockdown artístico, Douglas Martins irá avaliar os resultados para nova decisão.

 E tudo dependerá da redução ou não do número de casos e de mortes pelo coronavírus…

 

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Com alta de mortes, Maranhão mantém medidas contra CoVID-19

Estado apareceu novamente entre aqueles onde mais cresceram os casos de de falecimento por causa da pandemia de coronavírus, mas sem nenhum tipo de anúncio de reação do governo

 

Maranhão tem aumento na média de casos de mortes por CoVID-19, segundo consórcio de imprensa

A média de  mortes por causa da CoVId-19 cresceu 103% no Maranhão nos últimos sete dias, segundo dados divulgados pelos consórcio de veículos de imprensa, nesta segunda-feira, 8, no Jornal nacional da Rede Globo.

Foi o estado que mostrou a maior a maior média de alta de mortes pela doença.

Mesmo assim, não há informação sobre novas medidas de restrição apresentadas pelo Governo do Estado ou pela Prefeitura de São Luís.

As regras seguem as mesmas do final do ano passado apesar da pressão do Ministério Público.

As escolas particulares, por sua vez, decidiram suspender as aulas presenciais por 15 dias; foram registrados casos de coViD-19 em várias delas, cujas aulas foram abertas semana passada.

As novas informações sobre regras contra a CoVID-19 só devem ser apresentadas pelo governo  na entrevista do governador Flávio Dino, na sexta-feira, 12. 

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Dr. Yglésio reafirma “abuso de autoridade” de Cláudio Guimarães

Deputado estadual diz que promotor que atua há anos numa espécie de cruzada contra eventos, bares e restaurantes “é conhecido pela abordagem autoritária”, além de estimular a truculência policial contra o cidadão

 

Sempre cercado por policiais militares, Cláudio Guimarães tem agido contra bares, restaurantes e casas de eventos em São Luís; mas sua ação é vista por truculenta pelo deputado Dr. Yglésio

O deputado estadual Dr Yglésio (sem partido) voltou a criticar duramente o abuso de autoridade cometido pelo promotor Cláudio Guimarães, que desenvolve cruzada contra eventos, bares, restaurantes e casas de shows em São Luís.

Na semana passada, Yglésio acusou Guimarães de abuso de autoridade e truculência,l o que gerou uma nota do promotor; a tréplica do parlamentar aponta ainda mais truculência no representante do Ministério Público.

– Cláudio Guimarães atribui a si mesmo um papel de ”debates de ideias”. Quem conhece a trajetória do promotor e por ele já foi abordado durante seu exercício profissional, sabe o quão afeito ao debate de ideias ele é. Várias vezes pudemos ver o debate de ideias do promotor em situações como a do Pirata da Litorânea e na demolição truculenta do Tiozinho no Barramar – provocou Yglésio.

A conhecida truculência do promotor Cláudio Guimarães já foi alvo também  de reprimenda do juiz Clésio Nunes, que impediu sua tentativa de barrar o reveillon de 2016, num despacho que repercutiu fortemente no Maranhão.

O promotor, que controla o exercício da atividade policial – e anda cercado de guardas nas abordagens em bares, restaurantes e casas de shows, está há uma vida nesta função, que aprece ter transformado em missão e vida.

Agora, encontrou no deputado Yglésio um forte opositor…

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Zé Inácio: “auxilio emergencial é obrigação de Bolsonaro, não de Flavio Dino”.

O deputado estadual Zé Inácio (PT) usou a tribuna da assembleia nesta quarta-feira para tratar do seu requerimento ao governo federal para que prorrogue o auxílio emergencial até junho deste ano e pedir aos demais parlamentares que se manifestem em apoio.

Segundo o parlamentar a necessidade do auxílio permanece, tendo em vista a segunda onda de corona vírus que o país está enfrentando, com aumentos constante no número de novos casos e de óbitos. E segundo especialista os meses de fevereiro e março serão ainda mais difíceis para a população brasileira.

Zé Inácio frisou que essa é uma ação que cabe ao governo federal, por este ter possibilidade real de recursos financeiros para arcar com esse tipo de política e ao governo do estado cabe cuidar da saúde, assegurar leitos e atendimento aos doentes, como vem fazendo nestes últimos seis anos aqui no Maranhão.

“Não cabe ao governo do Estado do Maranhão, ao Governador Flávio Dino, ainda que tenha a boa vontade, de fazer um auxílio emergencial estadual. Os cofres públicos do Estado não têm condições de arcar com o custo para atender a milhares de famílias, tendo em vista que o Maranhão é um dos estados com maior contingente de famílias necessitando do auxílio emergencial. Não dá para atender alguns e não atender outros, não é correto fazer uma política pública que não seja voltada a todos aqueles que realmente necessitam. Cabe ao governo do estado continuar o excelente trabalho que vem fazendo no combate a Covid-19, e que tem sido reconhecido nacionalmente, entregando hospitais, ampliando o número de leitos clínicos e de uti, e agora com a vacinação que já está acontecendo em todos os 217 municípios”, disse Zé Inácio.

O deputado também criticou os parlamentares que tem cobrado do governo do estado um auxílio estadual.

“Não dá para subir a esta tribuna, fazer um discurso de cobrança ao Governador Flávio Dino e se omitir a cobrar a continuidade do auxílio emergencial em nível nacional que o governo federal, sim, tem condições de arcar com esse auxílio, até porque assim o fez no ano passado, mostrando que tem dinheiro sobrando. Prova disso foi o gasto de mais de R$ 3,5 bilhões para eleger o atual Presidente da Câmara”.

Inácio falou ainda das dificuldades que os brasileiros deverão enfrentar com o aumento dos casos de covid-19, “Com o amento no número de casos a população que vai ter mais dificuldade de adquirir uma renda para sua sobrevivência é aquela que recebeu o auxílio emergencial e que ainda não conseguiu se inserir no mercado de trabalho. Estamos falando de 40% da população brasileira que recebeu auxílio emergencial, vinte e oito milhões de famílias Brasil afora que se beneficiaram do auxílio emergencial. Esse auxílio tem uma repercussão forte na situação econômica dos brasileiros, sobretudo aqueles que ganham menos de um terço do salário mínimo”, disse.

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Para César Pires, governo paga o preço dos erros com a COVID-19

Deputado estadual diz que Flávio Dino errou ao fechar leitos de combate à pandemia e não adotou as medidas necessárias durante as eleições e as festas de fim de ano

 

O deputado estadual César Pires (PV) aponta para uma dilema vivido atualmente pelo governador Flávio Dino (PCdoB) em meio à alta de casos da Covid-19 no Maranhão.

Ele afirma que, atualmente, o estado “paga o preço” do fechamento de leitos. Mas também sofre as consequências dos exageros – e da falta de ação das autoridades competentes – durante as eleições.

“O Maranhão paga o preço da ausência de planejamento, quando fechou os hospitais, que poderiam dar suporte a uma possibilidade de aumento pandêmico, e paga o preço da ausência de ação, consequentemente de fiscalização durante o período eleitoral”, disse.

Segundo Pires, o dilema vivido pelo governo reside na indefinição sobre que medida tomar. “Reabrir leitos, ou fazer lockdown na contramão da história e dos fatos, porque não resolveu antes e ainda mais arrefece a economia”, comentou.

Desde junho de 2020, o Governo do Maranhão fechou mais de 50% dos leitos exclusivos para pacientes com Covid-19.