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Acuado, Bolsonaro tenta envolver governadores em CPI para escapar da investigação

Presidente expôs a fragilidade do seu governo ao tentar manipular o senador Jorge Kajuru; e acabou cometendo mais um crime ao mostrar interesse na derrubada do Supremo Tribunal Federal

 

Aliado de Bolsonaro, Kajuru pretende atender aos pedidos do presidente, mas o expôs publicamente ao revelar conversas graves

A conversa do presidente Jair Bolsonaro com o senador Jorge Kajuru expôs o desespero do chefe do Executivo com a CPI da CoVID-19, também conhecida por CPI do Genocídio.

O pedido de Bolsonaro para que sejam incluídos os governadores na investigação tem objetivo de apenas frear a comissão, não de esclarecer os fatos envolvendo ações contra a pandemia.

Bolsonaro está acuado e isolado; e tenta usar aliados para impedir que as investigações avancem.

Ms a CPI deve mesmo investigar não apenas o presidente, mas também governadores e prefeitos; e quem for fraco que se arrebente.
O aspecto mais grave da conversa do presidente com o senador é a revelação de que ele tenta mesmo derrubar o Sypremo Tribunal Federal.

E essa posição é crime de responsabilidade de Bolsonaro.

Mas esta é uma outra história….

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Perdemos o “trem” da vacina…

Por Gastão Vieira*

A Constituinte de 1988 tinha a alma democrática e o coração voltado para proteger os desprotegidos. Criou-se, como consequência, um sistema de proteção social que incluía saúde gratuita para todos, o SUS, e a proteção financeira para todos , o BPC, o Benefício da Prestação Continuada.

Logo no primeiro governo pós-constituinte, a regra não foi cumprida integralmente e o SUS não recebia o que era devido.
O tempo priorizou os planos de saúde que se multiplicaram e levaram para médicos, clínicas e hospitais privados quem deveria ser atendido pelo SUS.

Nos municípios o sistema próprio era descuidado pelos prefeitos, hospitais antigos sobreviviam sem equipamentos , os novos que foram construídos não tinham como se sustentar.

Postos de saúde na zona rural, sem equipamentos e sem médicos,  não respondiam ao mínimo. O programa “Mais Médicos”,  da Dilma focava esse público. Os médicos cubanos moravam nos povoados.

Embora a presença deles não significasse nenhuma perda para os médicos brasileiros , nem concorrência, pois atuavam exclusivamente na zona rural, o programa foi combatido com todo vigor pelas entidades médicas e acabou.

Os municípios ficaram com enormes dificuldades para atender seus habitantes. A equivocada solução do governo estadual, de controlar a saúde municipal, também não funcionou.

Os hospitais de 22 leitos, construídos em pequenos municípios estavam acima das possibilidades de serem custeados. O SUS continuava perdendo recursos, as transferências federais eram insuficientes, decrescentes.

Enquanto isso, os planos de saúde privados bombavam e ocupavam a rede particular. Ao invés de transferir para o SUS o Ministério da Saúde transferia os recursos para o setor privado.

Assim a pandemia nos encontrou. Os municípios não testavam e limitavam-se a comprar máscaras. Os doentes eram tratados com o protocolo do Ministério da Saúde, do Bolsonaro, baseado na cloroquina.

O tratamento precoce passou a ser administrado em todo lugar, para todos os pacientes. Muitos passaram a se cuidar em casa,
por conta própria. E o tratamento precoce , sugerido pelo Presidente prevaleceu.

Os médicos não têm nenhuma responsabilidade pela prescrição. Não serão nunca processados pelo tratamento. Consegue-se receita na internet, compra-se nas promoções das farmácias.
É o Brasil do jeitinho…

Em meio a tudo isso, Bolsonaro gastou 90 milhões com o tratamento sem efeito, o que daria para comprar 3 milhões de vacinas. Agora descobre-se que a saída é vacinar. O problema é que não temos vacinas, não compramos no momento certo. E mais uma vez a sensação é de “Salve-se quem puder”!

*Deputado federal do Pros-MA

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A quem interessa abertura dos templos religiosos?!?

Em tempos de acesso à internet em qualquer classe social – e com a pandemia de coronavirus em altos níveis de contaminação – insistir em cultos e missas presenciais só se justifica como caça-níquel

 

Sujeitos como estes quatro ficam cada vez mais ricos com as igrejas abertas, ainda que seu povo morra de CoVID-19

O segmento evangélico brasileiro dá altos índices de apoio ao presidente Jair Bolsonaro, sobretudo na massa alienada que vê o seu líder religioso como uma espécie de semideus.

As igrejas vazias também contribuem no combate ao coronavirus; e Deus há de compreender essa necessidade

Este apoio foi construído ainda antes das eleições de 2018, por intermédio de sujeitos do tipo de Silas Malafaia e Edir Macedo, cujas fortunas crescem a olhos vistos diante da manipulação que promovem da fé de incautos.

E são estes sujeitos os que têm brigado pela volta dos cultos presenciais nas igrejas evangélicas, o que foi negado esta semana pelo Supremo Tribunal Federal.

E têm o apoio incondicional do presidente Jair Bolsonaro, numa espécie de troca de favores pelo apoio nas eleições de 2018.

Mas é claro que a reabertura dos templos religiosos nada tem a ver com salvação ou fé dos fieis.

Essa reabertura só interessa a gente como Edir Macedo, Silas Malafaia e outros barões da fé.

As igrejas enfrentam drástica queda na arrecadação de ofertas e doações, que só ocorrem com a presenca do fiel nos templos.

E sem as ofertas, estes ‘”líderes ” não têm como manter o padrão de vida visto pelos fieis como dádivas de Deus.

Fez bem o STF em garantir a governadores e prefeitos a autoridade para proibir cultos presenciais no Brasil.

Cabe aos poderes constituídos proteger os cidadãos, mesmo os que não sabem nem o que fazem, como a massa alienada de evangélicos brasileiros.

Se depender só de Bolsonaro, eles vão se aglomerar com vontade; e ate felizes.

E muito mais gente acabara morrendo por causa disto…

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Edilázio quer incluir novas categorias na prioridade de vacinação…

Deputado federal pediu ao governo Flávio Dino inclusão de trabalhadores da Educação, Segurança Pública, Salvamento e transporte de passageiros no Plano Estadual de Vacinação

 

O deputado federal Edilázio Júnior (PSD) encaminhou ofício ao governador Flávio Dino (PCdoB) com a solicitação para que haja priorização no âmbito do Plano Estadual de Vacinação contra a Covid-19, dos trabalhadores da Educação, das Forças de Segurança e Salvamento e dos profissionais que atuam no Transporte Coletivo Rodoviário de Passageiros.

No documento encaminhado ao Palácio dos Leões, Edilázio argumenta que as categorias estão atrás – no Plano Estadual de Vacinação -, de outros grupos que, apesar de também sujeitos à infecção, não estão tão expostos quanto os mencionados.

“Ademais, também deve ser ponderado que os trabalhadores das Forças de Segurança e Salvamento e os Trabalhadores de Transporte Coletivo Rodoviário de passageiros estão diretamente expostos à Covid-19 ao efetuarem seu trabalho, seja coibindo aglomerações, seja no transporte/salvamento de pessoas, podendo inclusive serem considerados um grupo da linha de frente no combate à propagação do vírus”, destaca trecho do documento.

O parlamentar espera que haja sensibilidade por parte do chefe do Executivo ao analisar o pedido e priorize as categorias que estão mais expostas ao vírus no momento, mas sem qualquer expectativa de data para início do processo de imunização.  

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Projeto relatado por Weverton garante até 3 mil novos leitos contra a CoVID-19

Senador maranhense foi relator do Programa Pró-Leito, que garante dedução no Imposto de Renda a empresas e pessoas que contratem leitos na rede privada regulados pelo SUS para uso na pandemia de coronavírus

 

Senador Weverton Rocha está na linha de frente do enfrentamento à COVID-19 no Maranhão

Um projeto relatado pelo senador Weverton Rocha (PDT) – e já aprovado no Senado – pode garantir a criação de mais de 3 mil novos leitos contra a CoVID-19 até o final de 2021.

A proposta cria o Programa Pró-Leito, que oferece dedução no Imposto de Renda a empresas e pessoas que contratem leitos de UTI na rede privada de Saúde para uso exclusivo contra a CoVID-19.

– Um dos maiores problemas que enfrentamos contra a coVID-19 é a falta de leitos para atender pacientes de CoVID-19; os hospitais públicos estão superlotados e falta recursos para tanta demanda. Por isso aprovamos aqui no Senado o projeto de lei que vai ajudar a enfrentar este desafio – explicou o Senador.

A proposta aprovada no senado vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro e deve garantir a oferta de novos leitos em todo o país.

Weverton também já solicitou ao Ministério da Saúde informações sobre o estoque de medicamentos e oxigênios na rede pública.

– Vou usar essas informações para buscar soluções no enfrentamento da CoVID-19 – concluiu o parlamentar…

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Juscelino Filho busca implantação de mais leitos no Maranhão

O deputado federal  Juscelino Filho (DEM) pediu ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a disponibilização de 10 respiradores, monitores e bombas de infusão para São Luís.

“Em razão do agravamento da pandemia, uma realidade em todo o país, os hospitais da nossa capital estão sobrecarregados. Vamos acompanhar de perto o andamento do pedido. Reafirmo que não medirei esforços para obter mais recursos e insumos para o Maranhão”, garantiu.

O deputado maranhense reuniu-se com o ministro na última terça-feria, 30.

Juscelino agradeceu a autorização de 18 novos leitos de UTI em São Luís. Segundo a Portaria nº 567 do Ministério da Saúde, serão 10 no Hospital de Campanha no Hospital da Mulher e oito na Maternidade de Alta Complexidade do Governo do Maranhão, com valor de custeio mensal da ordem de R$ 864 mil.

“Nesse momento, cada leito a mais faz toda diferença na árdua missão de salvar vidas”, disse.

Entre outros temas, o deputado federal e o ministro da Saúde também destacaram a importância do Programa Pró-Leitos, aprovado na semana passada na Câmara e ontem pelos senadores.

O PL 1.010/2021, relatado no Senado por Weverton Rocha (PDT-MA), incentiva pessoas físicas e empresas a contratarem leitos de UTI da rede privada para auxiliar o Sistema Único de Saúde (SUS) a atender pacientes com Covid-19.

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CoVID-19: comunicação é profissão de risco…

A exposição contínua às possibilidades de contaminação pelo coronavírus transforma radialistas, jornalistas e outros profissionais de mídia em classe com alto grau de contaminação e mortes, com perdas significativas em apenas um ano de pandemia

 

Rosenira Alves, Juarez Souza e João Batista Matos foram alguns dos profissionais mortos pela coVID-19 em 2021

A  lista começou com Roberto Fernandes, âncora do grupo Mirante, ainda no início da pandemia; e continuou esta semana, um ano depois, com a morte do vereador João Batista Matos.

O fato é que, seja pela repercussão natural da carreira, seja pela frequência com que as mortes têm sido registradas, os comunicadores parecem ser uma das categorias mais atingidas pela pandemia de coVID-19, pelo menos no Maranhão.

Obrigados a se expor diariamente aos riscos de infecção pelo coronavírus – mesmo mantendo todo o protocolo de proteção – jornalistas, radialistas, repórteres fotográficos, filmakers acabam atingidos por ter que estar nos locais considerados críticos.

É a partir dos profissionais de imprensa que a população fica sabendo a situação da pandemia; e para dar esta informação, este profissional precisa estar nos ambientes onde a situação esteja ocorrendo.

Tanto na correria do dia dia, na presença direta no acontecimento, quanto no recebimento de autoridades e personagens nas entrevistas em estúdios, o jornalista acaba se expondo aos riscos da doença. 

Roberto Fernandes foi a primeira vítima da coVID-19, ainda no início da pandemia, em 2020, o que expôs o risco da categoria

Somente nestes primeiros três meses de 2021 a CoVID-19 levou os jornalistas Juarez Sousa, Rosenira Alves e Batista Matos, que atuavam com destaque na imprensa maranhense.

Além deles, outros profissionais também perderam a vida para o coronavírus no interior.

Ao longo de 2020 foram diversos outros membros da categoria mortos pela pandemia, em São Luís e no interior, o que transforma a profissão em atividade de risco neste período.

O que precisa ser visto com  atenção pelas atividades sanitárias do país…

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“Homem íntegro, honesto e querido por todos”, diz Osmar Filho, sobre Batista Matos

O presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT), publicou nesta quarta-feira, 31 uma foto com o seu colega de plenário Batista Matos (Podemos) que morreu nesta manhã vítima de complicações decorrentes da covid-19.

“É com imenso e profundo pesar que recebi a notícia do falecimento do estimado amigo e vereador João Batista Matos, mais uma vítima dessa triste doença que assola a nossa sociedade. Batista Matos foi um guerreiro até seu último suspiro e, mesmo em pouco tempo, conseguiu deixar sua marca na Câmara Municipal de São Luís. Rogo a Deus que conforte sua esposa Liana, seus filhos Samuel e Daniel, e seus familiares e amigos neste momento de tamanha dor e sofrimento, com a certeza de que ele será sempre lembrado como um homem íntegro, honesto e querido por todos”, disse Osmar Filho.

Na nota oficial da Câmara Municipal de São Luís, o Parlamento lamenta profundamente a partida precoce do vereador João Batista Matos e lembra que ele era comunicador por excelência, dedicou sua vida trabalhando em diversos veículos de comunicação da cidade, e em 2020, conseguiu se eleger para seu primeiro mandato como parlamentar nesta Casa Legislativa, no qual vinha cumprindo com maestria e afinco.

Se descobriu homem público após diversos trabalhos voltados para as comunidades da capital, se empenhando em causas nobres e sociais.

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Consórcio liderado pela Famem garante mais que vacina aos municípios

Além de acesso à compra do imunizante, grupo de prefeituras poderá conseguir produtos e serviços com mais agilidade e menos custos, além de garantia de maior volume de recursos federais e até internacionais

 

Erlânio Xavier conduz a articulação de prefeitos para cesso ás vacinas contra a COVID-19 e mostra influência municipalista

O consórcio criado pela Famem com objetivo de reunir municípios na compra de vacinas contra a CoVID-19 já tem 11 associados e deve comprar os primeiros imunizantes áinda em abril.

Mas o consórcio, formado com base na Lei nº. 11.107/2005, vai além do acesso à vacina.

Associado a um grupo de municípios, as prefeituras podem ter facilidade noa cesso a bens e serviços públicos, além de garantir maior volume de recursos federais e até internacionais.

– Quanto mais consorciados, maior a efetividade e poder de negociar em melhores condições a aquisição de produtos e serviços, ganhando agilidade no atendimento das demandas públicas – explica o presidente da entidade municipalista, prefeito Erlânio Xavier (PDT). 

A agilidade na realização de serviços e obras por intermédio de consórcios, se dá, por exemplo, por adesão às atas de obras públicas – como asfaltamento – sem a necessidade de realização de licitação própria.

– O consórcio é um importante meio de concretização do federalismo cooperativo e instrumento de implementação de políticas públicas mais eficientes, trazendo para o âmago municipal e regional as discussões de temas inerentes aos interesses intermunicipais – conclui Xavier, um dos mais influentes líderes municipalistas da atualidade.

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Maranhão pode chegar a 6 mil mortos por CoVID-19 nesta terça-feira…

Recorde de óbitos registrados na segunda-feira, 29, elevou o número de falecimentos para 5.991 até agora, faltando nove casos para o alcance do triste recorde, mesmo com todas s medidas de restrição do governo

 

As mortes têm aumentado no Maranhão, mesmo com as medidas de restrição contra a CoVID-19 impostas pelo governo Flávio Dino

O Maranhão pode chegar à triste marca de 6 mil mortes por CoVID-19 ainda nesta terça-feria, 30.

O estado está a nove casos deste triste recorde.

Na segunda-feira, 29, o Maranhão registrou nada menos que 42 morte sem 24 horas, mais um triste recorde, mesmo com todas as medidas de restrição impostas pelo governo Flávio Dino (PCdoB).

As autoridades do governo, aliás, parecem não se entender em relação á pandemia de coronavírus.

O governador Flávio Dino decidiu afrouxar as medidas de restrição, liberando bares, restaurantes para funcionamento com 50% de capacidade, além de abertura de aulas em escolas particulares.

Já o secretário de Saúde, Carlos Lula, tem alertado diariamente para os riscos de “piores dias” no estado do maranhão ainda por chegar.

E neste clima de indefinição perde-se vidas diariamente…