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Simplício quer apoio de eleitores de todos os presidentes…

Assim como a maioria dos adversários, que se misturam entre apoiadores de Lula, de Bolsonaro, de Ciro Gomes e outros presidenciáveis, pré-candidato do Solidariedade ao governo afirma que buscará ajuda no Palácio do Planalto qualquer que seja o presidente eleito, para desenvolver o Maranhão

 

Simplício com Lula; busca de apoio do presidente eleito em outubro, seja ele quem for

O pré-candidato do Solidariedade ao Governo do Estado, Simplício Araújo, jogou nesta quarta-feira,4, mais um balde de água fria nas tentativas do Palácio dos Leões de dividir a disputa estadual entre lulistas e bolsonaristas.

– Não sou candidato a presidente, respeito seu voto e, se seu for o próximo governador, estarei no dia seguinte atrás do presidente eleito, seja ele quem for, para implorar ajuda para gerar empregos e crescimento econômico no Maranhão – disse Simplício, após encontro com o ex-presidente Lula (PT), em São Paulo.

No Maranhão, há dois polos de discussão eleitoral: um, mais à esquerda e alinhado com Lula, capitaneado pelo senador  Weverton Rocha, líder nas pesquisas, e também por candidatos do PSOL e do PSTU.

No outro polo estão os chamados bolsonaristas e os de direita, como o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahésio Bonfim (PSC), e o ex-prefeito de São luís, Edivaldo Júnior (PSD).

Sem ideologia política definida, o governador-tampão segue as ordens do ex-governador Flávio Dino, que quer controlar a agenda de Lula, mas abriga no governo também bolsonaristas e até tucanos alinhados a João Dória, a exemplo dos ex-prefeitos Luís Fernando Silva e Sebastião Madeira. 

A fala de Simplício Araújo mostra que a eleição estadual é desvinculada ideologicamente da nacional.

Mostra também que todos poderão estar com todos durante o primeiro ou segundo turno….

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“Bolsonaro precisa ser contido”, dizem presidenciáveis…

Em documento conjunto divulgado nesta segunda-feira 30, o governador Flávio Dino e os ex-candidatos a presidente Ciro Gomes, Guilherme Boulos e Fernando Haddad pregaram a necessidade de renúncia do presidente

Para os quatro presidenciáveis, Bolsonaro precisa ser contido em seus crimes contra o povo brasileiro

Os pré-candidatos a presidente da República Flávio Dino (PCdoB), Guilherme Boulos (PSOL), Fernando Haddad (PT) e Ciro Gomes (PDT) emitiram nota nesta segunda-feira, 30, em que pregam a necessidade de de o presidente Jair Bolsonaro ser contido e,m suia ações contra a população do país.

– Bolsonaro é mais que um problema político, tornou-se um problema de saúde pública. Falta a Bolsonaro grandeza. Deveria renunciar, que seria o gesto menos custoso para permitir uma saída democrática ao país. Ele precisa ser urgentemente contido e responder pelos crimes que está cometendo contra nosso povo – afirmam os presidenciáveis.

Na avaliação de Dino, Haddad, Boulos e Gomes, Bolsonaro atrapalha todas as ações no Brasil contra o coronavírus.

– Jair Bolsonaro é o maior obstáculo à tomada de decisões urgentes para reduzir a evolução do contágio, salvar vidas e garantir a renda das famílias, o emprego e as empresas. Atenta contra a saúde pública, desconsiderando determinações técnicas e as experiências de outros países – afirmaram.

Irresponsável, Bolsonaro circulou por Brasília, desrespeitando determinação de quarentena e estimulando bolsomínions à desobediência civil

Para os quatro presidenciáveis, as ações de Bolsonaro forçam o Congresso Nacional a legislar em meio á emergência. Ele pregam também ações conjuntas e coordenadas dos governadores para evitar o caos gerado pela irresponsabilidade do presidente, criticado no mundo inteiro.

Abaixo, a íntegra da nota dos quatro presidenciáveis:

O BRASIL NÃO PODE SER DESTRUÍDO POR BOLSONARO

O Brasil e o mundo enfrentam uma emergência sem precedentes na história moderna, a pandemia do coronavírus, de gravíssimas consequências para a vida humana, a saúde pública e a atividade econômica. Em nosso país a emergência é agravada por um presidente da República irresponsável. Jair Bolsonaro é o maior obstáculo à tomada de decisões urgentes para reduzir a evolução do contágio, salvar vidas e garantir a renda das famílias, o emprego e as empresas.

Atenta contra a saúde pública, desconsiderando determinações técnicas e as experiências de outros países. Antes mesmo da chegada do vírus, os serviços públicos e a economia brasileira já estavam dramaticamente debilitados pela agenda neoliberal que vem sendo imposta ao país. Neste momento é preciso mobilizar, sem limites, todos os recursos públicos necessários para salvar vidas.

Bolsonaro não tem condições de seguir governando o Brasil e de enfrentar essa crise, que compromete a saúde e a economia. Comete crimes, frauda informações, mente e incentiva o caos, aproveitando-se do desespero da população mais vulnerável. Precisamos de união e entendimento para enfrentar a pandemia, não de um presidente que contraria as autoridades de Saúde Pública e submete a vida de todos aos seus interesses políticos autoritários. Basta! Bolsonaro é mais que um problema político, tornou-se um problema de saúde pública. Falta a Bolsonaro grandeza. Deveria renunciar, que seria o gesto menos custoso para permitir uma saída democrática ao país. Ele precisa ser urgentemente contido e responder pelos crimes que está cometendo contra nosso povo.

Ao mesmo tempo, ao contrário de seu governo – que anuncia medidas tardias e erráticas – temos compromisso com o Brasil. Por isso chamamos a unidade das forças políticas populares e democráticas em torno de um Plano de Emergência Nacional para implantar as seguintes ações:

– Manter e qualificar as medidas de redução do contato social enquanto forem necessárias, de acordo com critérios científicos;

– Criação de leitos de UTI provisórios e importação massiva de testes e equipamentos de proteção para profissionais e para a população;

– Implementação urgente da Renda Básica permanente para desempregados e trabalhadores informais, de acordo com o PL aprovado pela Câmara dos Deputados, e com olhar especial aos povos indígenas, quilombolas e aos sem-teto, que estão em maior vulnerabilidade;

– Suspensão da cobrança das tarifas de serviços básicos para os mais pobres enquanto dure a crise;

– Proibição de demissões, com auxílio do Estado no pagamento do salário aos setores mais afetados e socorro em forma de financiamento subsidiado, aos médios, pequenos e micro empresários;

– Regulamentação imediata de tributos sobre grandes fortunas, lucros e dividendos; empréstimo compulsório a ser pago pelos bancos privados e utilização do Tesouro Nacional para arcar com os gastos de saúde e seguro social, além da previsão de revisão seletiva e criteriosa das renunciais fiscais, quando a economia for normalizada.

Frente a um governo que aposta irresponsavelmente no caos social, econômico e político, é obrigação do Congresso Nacional legislar na emergência, para proteger o povo e o país da pandemia. É dever de governadores e prefeitos zelarem pela saúde pública, atuando de forma coordenada, como muitos têm feito de forma louvável. É também obrigação do Ministério Público e do Judiciário deter prontamente as iniciativas criminosas de um Executivo que transgride as garantias constitucionais à vida humana. É dever de todos atuar com responsabilidade e patriotismo. 

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Mais um presidenciável vai cumprir agenda no Maranhão…

Aldo Rebelo, do Solidariedade, desembarca em São Luís na próxima sexta-feira, 11, para conversar com jornalistas e realizar atos políticos

 

Simplício Araújo discursou no lançamento da candidatura de Aldo Rebelo, em São Paulo

O ex-deputado federal e ex-ministro Aldo Rebelo, candidato a presidente pelo Solidariedade, vai cumprir agenda política em São Luís, na próxima sexta-feira, 11.

Ele desembarca as 16h na capital maranhense, e dará entrevista coletiva no auditório do Marcus Barbosa Intelligente Office.

Rebelo é o segundo presidenciável a vir a São Luís na pré-campanha.

Na semana passada, passou pela cidade o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

O candidato do Solidariedade estará acompanhado do ex-secretário e ex-deputado federal Simplício Araújo, que será seu anfitrião em São Luís.

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Presidenciáveis aqui…

Geraldo Alckmin e Jair Bolsonaro são os primeiros pré-candidatos a presidente com agenda definida para o Maranhão; outros nomes ainda enfrentam questões que vão de viabilização eleitoral até prisão

 

Geraldo Alckmin será o primeiro presidenciável a vir ao Maranhão

Pelo menos dois presidenciáveis já manifestaram interesse em visitar o Maranhão antes mesmo da campanha propriamente dita.

O primeiro deles desembarca neste fim de semana em São Luís. Trata-se do pré-candidato do PSDB e ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, que participa em São Luís da inauguração da nova sede do PSDB e conversa com empresários e jornalista.

Jair Bolsonaro tem agenda com Maura Jorge em junho, em cidades do interior

O outro presidenciável já com agenda no estado é o candidato do PSL, deputado Jair Bolsonaro (RJ). Sua agenda está prevista para junho, embora não esteja definido ainda as cidades a serem visitadas e os dias em que ele estará no Maranhão.

Os demais partidos e pré-candidatos a presidente ainda batem cabeça sobre alianças no estado. O petista Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, não tem como marcar qualquer agenda, por motivos óbvios, uma vez que se encontra preso em Curitiba (PR).

Já a ex-ministra Marina Silva também ainda não se definiu quanto ao palanque no Maranhão, embora seu partido esteja fechado com o deputado estadual Eduardo Braide (PMN), pré-candidato a governador.

O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia (DEM), embora já tenha estado em São Luís, sua agenda não teve relação com a candidatura a presidente, mesmo porque é pouco provável que ele pretenda mesmo disputar o governo.

Dentre os principais partidos, o único ainda indefinido quanto a candidatos a presidente é o MDB, que está no comando do governo.

Até agora, não se decidiu se o candidato será o próprio Temer ou o ex-ministro Henrique Meireles; ou mesmo se o partido formará uma aliança com outro candidato. 

Essa definição só se dará mesmo a partir de agosto.

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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Palanque furta-cor de Flávio Dino será reeditado em 2018…

Em 2014, para se eleger governador, comunista dividiu palanque com nomes tão distintos quanto os de Dilma Rousseff (PT) e de Aécio Neves (PSDB); agora, multiplicar por três seu número de candidato a presidente

 

Dino já tem estes três candidatos assumidos; falta outros três, que deverão ser apresentados na campanha

Editado pela primeira vez em 2014 quando, para se eleger governador ele fazia qualquer negócio, até declarar apoio a Aécio Neves (PSDB), Dilma Rousseff (PT) e Eduardo Campos (PSB) ao mesmo tempo, o palanque furta-cor de Flávio Dino deve ser reeditado no Maranhão nas eleições de outubro.

E a salada mista dele terá agora não apenas três, mas seis seis candidatos a presidente da República.

Em 2014 foi assim, com Aécio e Cia.que Dino fez campanha pelo Governo do Estado

O comunista terá que se desdobrar entre as candidaturas  de Lula (PT), Manuela D’Ávila (PCdoB),  Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (PSB), Rodrigo Maia (DEM) e Aldo Rebello (Solidariedade).

Resta saber como Dino fará para abrigar Barbosa, já que faz críticas quase diárias ao Judiciário e ao Supremo Tribunal Federal.

É aguardar e conferir…

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Itamar Franco sobre Serra: “ele nunca apoiou o Plano Real; bombardeou desde o primeiro instante”

Do blog Os amigos do Presidente Lula

O senador eleito por Minas Gerais e ex-presidente Itamar Fanco (PPS) atacou duramente o presidenciável tcuano José Serra. Franco afirma que Serra nunca apoiou o Plano Real.

– Ele nunca apoiou o Plano Real. Posso dizer porque fui presidente da República. Desde o início ele tentou bombardear o plano – declarou Itamar, ao chegar a Brasília, onde reúne-se amanhã com o petista Luiz Inácio Lula da Silva e depois com o presidente Fernando Henrique Cardoso.

Serra tem vendido em seu programa eleitoral a idéia de que foi umk dos criadores do Plano Real. Para Itamar Franco, ele está dizendo ‘inverdades”.

Continue lendo aqui a íntegra das declarações de Itamar Franco…