Palácios…

Não se acende a luz do sol nos 220 woltz dos palácios de Brasília.

Não se acende a luz do sol com as chaves de um carro conversível do ano.

Não se acende a luz do sol com a ponta de um cigarro, um baseado, coisa assim.

Pra que medir força com o Sol da Justiça?

Pra que querer brilhar mais que a Estrela da Manhã?

Pra que combater o Bem com o Mal?

De que lado você está?

De que lado você quer ficar?

Onde está a honra dos orgulhosos?

A sabedoria mora com gente humilde…

Letra e música: Rebanhão

Artes e espetáculos

“Hê, hê!” de Alcione causa espanto nas redes sociais…

3A cantora marioca Alcione Nazaré, inventou ontem uma nova expressão, que tentou vender ao Fantástico, da Rede Globo, como sendo um termo característico das expressões verbais maranhenses.

“Hê, hê!” é o título da nova música da Marrom. Segundo ela, a expressão é típica do Maranhão.

Não é. Alcione errou a expressão.

2Na verdade, o termo usado pelos maranhenses é o “Heim, heim”, que significa concordância. O “Heim, heim” maranhense é o equivalente ao insuportável “Com certeza!” paulista.

A crítica à tentativa de Alcione de vender uma expressão inventada por ela como parte da cultura maranhense foi quase instantânea nas redes sociais.

- Vendo Alcione falar no Fantástico este tal de Ehê, ehê! e não sei o que isso tem a ver com a língua falada pelos maranhenses. Hein, hein!, sim - comentou Rita Luna Morais, na rede social Facebook.

1Ela foi seguida por vários outros internautas, que se espantaram com a expressão usada pela cantora nascida em São Luís e adotada pelo Rio de Janeiro.

Talvez a distância da língua e da cultura locais tenha confundido a marrom.

Mas o hê, hê! dela já foi adotada pela Rede Globo.

E certamente estará em aluma trilha sonora este ano…

Artes e espetáculosCultura Maranhense

Domingo, sangrento domingo

Não posso acreditar nas notícias de hoje

Não posso fechar os olhos e fazê-las desaparecer

Quanto tempo, quanto tempo teremos de cantar esta canção?

Quanto tempo, Quanto tempo?

Porque esta noite

Podemos ser como um, essa noite

 

Garrafas quebradas sob os pés das crianças

Corpos espalhados num beco sem saída.

Mas eu não vou atender ao apelo da batalha

Isso coloca minhas costas, coloca minhas costas contra a parede.

 

Domingo, sangrento domingo (4x)

Oh, vamos lá!

 

E a batalha apenas começou

Há muitos que perderam, mas me diga: quem ganhou?

As trincheiras cavadas em nossos corações

E mães, filhos, irmãos, irmãs dilacerados.

 

(2x)

Domingo, sangrento domingo

 

Quanto tempo, quanto tempo teremos para cantar esta canção?

Quanto tempo, quanto tempo?

Hoje à noite

Nós podemos ser como um, esta noite.

(2x)

Domingo, sangrento domingo.

 

Enxugue as lágrimas de seus olhos

Limpe suas lágrimas.

Vou limpar suas lágrimas. (2x)

Vou limpar os seus olhos vermelhos.

 

(6x)

Domingo, sangrento domingo

 

E é verdade que somos imunes

Quando o fato é ficção e a realidade da TV.

E hoje milhões choram

Comemos e bebemos enquanto eles morrem amanhã

 

A batalha real apenas começou

Para reivindicar a vitória de Jesus

No…

 

(2x)

Domingo, sangrento domingo

 

Versão em português para ”Sunday, bloody sunday”, da banda U2

Artes e espetáculos

Vento da Mudança

Eu segui o Moskva

Descendo para o Parque Gorky

Escutando o vento da mudança

Uma noite de verão em agosto

Soldados caminhando

Escutando o vento da mudança

O mundo está acabando

Você já chegou a pensar?

Que poderíamos ser tão próximos, como irmãos?

O futuro está no ar

Posso senti-lo em todo lugar

Soprando com o vento de mudança

Leve-me à magia do momento

Em uma noite de glória

Onde as crianças do amanhã ficam sonhando (Ficam sonhando)

Com o vento da mudança (Vento da mudança)

Descendo pela rua

Recordações distantes

Enterradas no passado, para sempre

Eu sigo o Moskva

Descendo para o Parque Gorky

Escutando o vento da mudança

Leve-me (leve-me) à magia do momento

Numa noite de glória (glória)

Onde as crianças de amanhã dividem seus sonhos (Dividem seus sonhos)

Com você e eu (Você e eu)

Leve-me (leve-me) à magia do momento

Numa noite de glória (glória)

Onde as crianças de amanhã ficam sonhando (Ficam sonhando)

Com o vento da mudança (Vento da mudança)

O vento da mudança sopra diretamente

Na face do tempo

Como uma tempestade de vento que irá tocar

O sino da liberdade pela paz da mente

Deixe sua balalaica falar

O que meu violão quer dizer

Leve-me (leve-me) à magia do momento

Numa noite de glória

Onde as crianças de amanhã dividem seus sonhos (Dividem seus sonhos)

Com você e eu (Você e eu)

Leve-me (leve-me) à magia do momento

Numa noite de glória (glória)

Onde as crianças de amanhã ficam sonhando (Ficam sonhando)

Com o vento da mudança (Vento da mudança)

 

Versão em português para ”Wind of change”, da banda Scorpions

Artes e espetáculos

Você realmente já amou uma mulher?

amorPara realmente amar uma mulher, para entendê-la, você tem que conhecê-la por dentro … Ouvir cada pensamento, ver cada sonho, e dar-lhe asas quando ela quiser voar.

Então, quando você se achar repousando, desamparado em seus braços …

Você saberá que realmente ama uma mulher.

Quando você ama uma mulher, você lhe diz o que ela realmente queria. Quando você ama uma mulher, você lhe diz que ela é a única. Porque ela precisa de alguém para dizer-lhe que vai durar para sempre.

Então diga-me: você realmente … realmente, realmente já amou uma mulher?

Para realmente amar uma mulher, deixe-a segurar você até que você saiba como ela precisa ser tocada. Você tem que respirá-la, realmente saboreá-la, até que você possa senti-la em seu sangue.

E quando você puder ver suas crianças por nascer em seus olhos … Você saberá que realmente ama uma mulher.

Você tem que dar a ela um pouco de fé. Mantenha-a firme, com um pouco de sensibilidade. Você tem que tratá-la bem. Ela vai estar lá para cuidar bem de você …

Você realmente precisa amar sua mulher, sim.

E quando você se achar repousando, desamparado em seus braços, você saberá que realmente ama uma mulher.

Então diga-me: você realmente … realmente, realmente já amou uma mulher?

Apenas diga-me: você realmente … realmente, realmente já amou uma mulher?

Versão em português para “Have You Ever Really Loved a Woman?”, de Bryam Adams

 

Artes e espetáculos

Rebelde sem causa

Meus dois pais me tratam muito bem
(O que é que você tem que não fala com ninguém?)
Meus dois pais me dão muito carinho
(Então porque você se sente sempre tão sozinho?)
Meus dois pais me compreendem totalmente
(Como é que cê se sente, desabafa aqui com a gente!)
Meus dois pais me dão apoio moral
(Não dá pra ser legal, só pode ficar mal!)

MAMA MAMA MAMA MAMA
(PAPA PAPA PAPA PAPA)

Minha mãe até me deu essa guitarra
Ela acha bom que o filho caia na farra
E o meu carro foi meu pai que me deu
Filho homem tem que ter um carro seu
Fazem questão que eu só ande produzido
Se orgulham de ver o filhinho tão bonito
Me dão dinheiro prá eu gastar com a mulherada
Eu realmente não preciso mais de nada

Meus pais não querem
Que eu fique legal
Meus pais não querem
Que eu seja um cara normal

Não vai dar, assim não vai dar
Como é que eu vou crescer sem ter com quem me revoltar
Não vai dar, assim não vai dar
Pra eu amadurecer sem ter com quem me rebelar

Composição: Roger Moreira / Ultraje a Rigor

Artes e espetáculos

RPM: um show para várias gerações…

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RPM hoje, com a mesma pegada…

“Abordar navios mercantes/ Invadir, pilhar, tomar o que é nosso/ Pirataria nas ondas do rádio/ Havia alguma coisa errada com o rei” são os versos iniciais de uma das músicas que marcaram uma geração que queria liberdade para viver a vida a todo e qualquer custo no Brasil na década de 1980.

“Rádio Pirata” foi composta pelo RPM, banda liderada pelo vocalista Paulo Ricardo. Com sua inconfundível voz rouca, ele conduzirá o show do grupo hoje à noite, na Lagoa da Jansen.

A intensa revolução social no país vivida naquela época está gravada em algumas das músicas produzidas. Essa foi uma das características das primeiras bandas de rock nacional, como Legião Urbana, Titãs, Paralamas do Sucesso, Ira!, Ultraje a Rigor e outras.

…Que marcou a banda nos anos 80

Todas elas refletiram sobre a realidade do Brasil, apresentaram os conflitos e contradições de uma geração que sonhava com o futuro, mas quando olhava para trás recordava das dificuldades de crescimento e evolução.

Porém não apenas política e sociedade guardavam as letras das canções. A esperança, a paixão, a descoberta do sexo e do mundo permearam as músicas desses grupos.

O RPM foi uma das bandas que uniram romantismo a uma batida enérgica e eletrônica com influência de grupos ingleses, como The Smiths, The Cure, David Bowie, The Who.

Melodicamente, o puro rock; poeticamente, o conflito entre romance e política, assim pode-se caracterizar a música do RPM, que hoje na Lagoa da Jansen, vai apresentar um repertório com dois eixos.

Quem for hoje à Lagoa vai conferir uma produção inédita trazida a São Luís.

Verá apresentação de uma banda que se renovou sem perder a identidade.

E canta atualmente para todas a gerações.

Artes e espetáculos

“Garra e tesão em São Luís”, promete RPM…

rpmO blog publica abaixo os principais trechos da entrevista do vocalista Paulo Ricardo, do RPM, ao blog de Zeca Soares:

Blog O rock do RPM até hoje tem influências de que bandas?

Paulo Ricardo Sempre escutei muito Beatles, Stones, Led Zeppelin, Pink Floyd, Joy Division, The Police, Echo & The Bunnymen, The Clash, mas costumo dizer que a maior influência do RPM é o próprio RPM. Temos marcas próprias, estilo próprio, uma maneira de compor e tocar que são particulares e valorizamos muito isso.

BlogNão demorou muito o primeiro show em São Luís? Porque só agora?

Paulo RicardoA agenda tem sido bem cheia, graças a Deus. Procuramos atender a todas as cidades. E agora conseguimos chegar a São Luis.

BlogSão muitos sucessos dos anos 80 para cá. O que não pode faltar no repertório?

Paulo RicardoOs clássicos nunca podem faltar. “Olhar 43”, “Rádio Pirata”, “Alvorada Voraz”. Mas a gente tem sentido que as músicas recém lançadas também têm seu espaço.

BlogManda um recado e o convite para o público maranhense.

Paulo RicardoAlô galera de São Luis. Esperamos vocês no nosso show. Estamos com muita garra e tesão para estar no palco e fazer o melhor show prá vocês. Nos vemos!

Leia a íntegra da da entrevista aqui…

Artes e espetáculos

A revolução do RPM em São Luís…

Uma das bandas mais marcantes do rock brasileiro dos anos 1980, o RPM está de volta aos palcos com um repertório renovado, mas que conserva os clássicos que fizeram da banda um fenômeno no país.

Em uma estrutura preparada para receber elaborada cenografia de palco, o show de amanhã tem dois momentos, um deles mais leve com duas canções inéditas e um segundo momento com o furor que determina a identidade da banda, marcada pelos grandes sucessos do grupo.

Deve abrir a apresentação “Muito Tudo”, a canção de trabalho do último disco da banda, o “Elektra”, lançado em 2011.

“Dois Olhos Verdes”, “Ela é Demais”, “Crepúsculo” e “Ninfa” são outras das composições novas da banda que têm agradado os fãs de todo país.

O disco quebrou um jejum de 23 anos e foi considerado pela crítica como um grande retorno.

Clássicos

Mas os clássicos da banda não faltam também como “Rádio Pirata”, “Olhar 43”, “Alvorada Voraz” e “Loiras Geladas” e “Vida Real”, música tema desde 200 do programa BBB, da TV Globo, entre outras.

O show tem também um momento acústico, no qual o grupo se aproxima bastante da platéia e faz um pout porri que começa com “Wish You Were Here”, do Pink Floyd e finaliza com “Easy”, do The Commodores.

- Hoje retomamos a carreira pensando em material totalmente inédito, shows com a banda em sua formação clássica de quarteto, sem participações. Voltamos ao bom e velho rock e a volta é definitiva - diz o tecladista Luiz Scchiavvon.

O show é amanhã, na Lagoa da Jànsen…

Artes e espetáculos

Alvorada voraz…

Na virada do século, alvorada Voraz. Nos aguardam exércitos que nos guardam da paz. Que Paz?…

A face do mal, um grito de horror, um fato normal, um êxtase de dor. E medo de tudo, medo do nada, medo da vida assim engatilhada…

Fardas e força forjam as armações.  Farsas e jogos, armas de fogo, um corte exposto em seu rosto amor… E Eu! Nesse mundo assim, vendo esse filme passar.

Assistindo ao fim, vendo o meu tempo passar.

Apocalípticamente como um clip de ação. Um clic seco, um revólver aponta em meu coração…

O caso Morel, o crime da mala, Coroa-Brastel, o escândalo das jóias – e o contrabando e um bando de gente importante envolvida…

Juram que não torturam ninguém. Agem assim pro seu próprio bem. São tão legais foras da lei, sabem de tudo o que eu não sei. Não!…

Nesse mundo assim, vendo esse filme passar. Assistindo ao fim, vendo o meu tempo passar.

Letra e música: Paulo Ricardo

Artes e espetáculos