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Projeto Sociocultural promove oficinas sobre ritmos da cultura maranhense

Oficina de Ritmos é um projeto patrocinado pelo grupo Mateus, via Lei Estadual de Incentivo a Cultura do Maranhão por meio da Secretaria De Estado da Cultura – SECMA, apoiado pelo IES – Instituto Empreendedor Sustentável e realizado pela Associação Folclórico e Cultural Unidos Venceremos.

O projeto vem apresentar as possibilidades de ensino dos ritmos percussivos maranhenses e oficinas de instrumentos musicais na comunidade da Vila Luizão. As oficinas de percussão serão desenvolvidas entre outros com duração de 4 meses, beneficiando 240 alunos do bairro e adjacências. Com o objetivo de proporcionar a vivência da nossa cultura, suas características, informações e aprendizado dos nossos principais folclores, será realizado nos principais ritmos de músicas do nosso bumba meu boi folclore, ciclo carnavalesco que compõe blocos, tribos de índios e batucada.

O projeto tem como seu público alvo, crianças e jovens estudantes de escolas públicas e privadas, assim como as mesmas da comunidade Vila Luizão e adjacências. A ideia foi desenvolvida após várias oficinas de percussão dos ritmos maranhenses ministradas por músicos percussionistas, a jovens com idade de 10 a 18 anos, em escolas e eventos culturais em São Luís, assim percebendo a importância e a necessidade de ampliar o saber sobre a história percussiva dos nossos ritmos, a forma rústica e contemporânea de confecção dos instrumentos, sua execução e principalmente a experimentação em toca-los: Matracas, pandeiros, tambor onça, maracás, tamboritos, zabumbas, parelhas de tambor de crioula, ritintas,tarol de mão, marcações, contra-tempo entre outros.

O objetivo do projeto é reformular comportamentos e traduzi-los em formação de hábitos e internalização de novos valores, descobrir na arte, na educação, na pluralidade cultural, na ética e na estética, os pilares de um novo projeto de vida. Buscará unir pratica e teoria, arte e tecnologia, valores culturais comunitários e globalização, para tomar viável e sua missão de desenvolver o exercício da cidadania e preservação da diversidade cultural da percussão e dos ritmos maranhenses.

A programação das oficinas está composta por 4 turmas mensais de 15 alunos por mês, com carga horária de 20h, e uma apresentação geral de conclusão de cada turma na União de Moradores da Vila Luizão.

As inscrições iniciaram no dia 11 abril e vão até o dia 20 na União de Moradores da Vila Luizão, localizado na Rua Luis Eduardo, 15 – Bairro Vila Luizão. As mesmas serão realizadas por meio de formulário digital, disponibilizado em mídias digitais, acessando o link da Ficha de Inscrição Digital (https://forms.gle/CszCuWLmbMUC3FdP8) e de forma presencial na Secretaria da União de Moradores da Vila Luizão. A lista de inscritos, informando detalhadamente a turma do aluno, será divulgada através de mídias digitais e comunicado impresso em mural no local, por esse motivo, também é importante acompanhar as redes sociais do Instituto Empreendedor Sustentável – IES (@iesbrasil_).

Menores de 18 anos devem ir acompanhado do responsável para efetuar a matrícula, e deverá se apresentar na data programada, caso não seja completada a turma, a organização do projeto entrará em contato para que possam se apresentar na segunda chamada.

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Paulo Victor promete “o melhor São João de todos os tempos”

Recém-eleito para presidir a Câmara Municipal de São Luís a partir de 2023, vereador será secretário de Cultura do governo Carlos Brandão e quer marcar sua gestão com uma festa junina jamais vista no Maranhão

 

Paulo Victor vai assumir a Secretaria de Cultura no governo-tampão de Carlos Brandão e já prepara São João inesquecível

O vereador e presidente eleito da Câmara Municipal, Paulo Victor (PCdoB), confirmou sua posse na Secretaria de Estado da Cultura, onde ficará até janeiro de 2023.

E já tem um projeto imediato para a pasta. 

– Agora a nossa meta é fazer o melhor São João de todos os tempos no Maranhão para que todos os maranhenses possam matar a saudade desse período que tanto amamos – afirmou Paulo Victor.

Victor foi aclamado presidente da Câmara em eleição na segunda-feira, 4; logo após a eleição, foi convidado pelo governador Carlos Brandão para assumir o comando da Cultura durante o seu governo.

– Para honrar mais esse grande desafio, estou me licenciando da Câmara de São Luís para seguir no Governo do Maranhão. Ano que vem retorno para presidir a Casa Legislativa – explicou o parlamentar.

Ligado aos movimentos culturais e ao segmento de Bumba-meu-boi, Paulo Victor tem forte relação com a cultura.

E terá o apoio dos 31 vereadores de São Luís no projeto de São João…

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Cadê também o Odylo Costa Filho, artistas?!?

Movimento militante-midiático que pressiona o prefeito Eduardo Braide pela volta do Circo Escola faz vista grossa para a desativação de todos os setores do Centro de Criatividade e sua transferência para a Secretaria de Educação

 

O movimento “Cadê o Circo?” tem gritado forte contra o prefeito Eduardo Braide, mas nada disse, ainda, sobre o fechamento do Odylo Costa Filho pelo governo Flávio Dino

Opinião

Tem sido unifocal, torto e direcionado o movimento de setores da classe artística que resolveram pressionar o prefeito Eduardo Braide (Podemos) – após oito anos de silêncio durante a gestão do ex-prefeito Edivaldo Júnior (PSD) – pela reimplantação do Circo Escola na região do Aterro do Bacanga.

O mesmo movimento, que, inclusive, já fez ação na região da Praia Grande, faz vista grossa ou ignora solenemente a desativação completa de todas as atividades do Centro de Criatividade Odylo Costa, filho.

O governo Flávio Dino (PSB) decidiu – sem aviso prévio e sem ouvir ou comunicar esta mesma classe artística revoltada com o circo – encerrar todas as atividades do Centro e transferir o prédio para a Secretaria de Educação.

 

O Centro Odylo Costa, filho reúne diversas formas de artes – do cinema ao teatro, passando pela dança e pelas artes plásticas – tão importantes quanto a arte circense

No Odylo funcionam o Teatro Alcione Nazaré, o Cine Praia Grande, a Escola de Dança Lilah Lisboa, além de aulas de artes plásticas e espaço para exposições, todos desativados diante do silêncio do movimento “Cadê o Circo?”.

O Circo Escola foi desativado no fim da gestão João Castelo (PSDB), em 2012, para implantação do fracassado projeto do VLT; desde então, passados 10 anos, incluindo os oito da gestão de Edivaldo Júnior, não houve qualquer movimento público conhecido cobrando a volta do espaço.

Agora, no governo Braide, surge um movimento com pressão pública, política e midiática pelo espaço de arte.

Mas a ação teria mais legitimidade se olhasse também para o fim do Odylo Costa, filho.

Simples assim…

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Roberto Costa solicita reabertura total dos espaços culturais no estado

O deputado estadual Roberto Costa (MDB) utilizou a tribuna, na sessão plenária desta quarta-feira (10), para solicitar a reabertura, em sua totalidade, de todos os espaços culturais existentes no Maranhão, a exemplo do Teatro Arthur Azevedo, que está funcionando com capacidade reduzida de público em razão da pandemia de Covid-19. 

O parlamentar disse que tratou desse assunto com o secretário de Estado da Cultura, Anderson Lindoso, uma vez que a problemática afeta o setor cultural, sobretudo, as pessoas envolvidas com espetáculos teatrais.

Segundo o parlamentar, graças às inúmeras ações do governo estadual, o Maranhão conseguiu superar o momento mais difícil da pandemia. 

“Isto possibilita a reabertura total das casas do gênero. Fiz um apelo ao secretário e ao governador Flávio Dino para que possamos pensar nessa possibilidade. É muito difícil para os produtores organizarem um espetáculo dispondo de apenas 30% dos espaços reservados, como é o caso do Teatro Arthur Azevedo, o que é economicamente inviável”, assinalou. 

Roberto Costa chamou atenção para o fato de que, com a redução da capacidade de público, os custos das produções aumentaram e precisaram ser embuidos nos valores dos ingressos.  

“Dessa maneira, nós deixamos de dar oportunidade de acesso a uma parte importante da população, pois os valores dos ingressos aumentam, uma vez que têm de cobrir todas as despesas do espetáculo. Por essa razão, fazemos este apelo para que o setor volte a funcionar normalmente e a nossa cultura seja fortalecida”, concluiu.

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Flávio Dino dá mais um passo no sonho de ser Sarney

Ao constranger a Academia Maranhense de Letras a torná-lo imortal – apenas pelo fato de a cadeira em disputa ter pertencido ao seu pai – governador satisfaz o desejo pessoal, ainda que de forma caricata, de continuar seguindo a trajetória do ex-presidente da República

 

 

Flávio Dino vai movimentando as cordas que o poder lhe permite para construir, artificialmente, a trajetória que Sarney construiu de forma natural

Ensaio

O blog Marco Aurélio D’Eça publicou em 7 de novembro de 2014 – dias depois de o governador Flávio Dino (PSB) ter sido eleito para o primeiro mandato – o post “Flávio Dino cada vez mais Sarney…”.

Tratava-se de mais uma análise sobre o perfil do então comunista, que demonstrava em atos, movimentos, pensamentos e palavras o sonho de ser igualzinho ao ex-presidente, na trajetória, em prestígio político e em poder no Brasil.

Esse desejo de ser Sarney foi alimentado desde a infância, quando, ao lado de outros “herdeiros do poder”, como o senador Roberto Rocha (sem partido), se esbaldava nos corredores do Palácio dos Leões, assim como mostrou o blog Marco Aurélio D’Eça no post “Flávio Dino e sua relação histórica com os Sarney…”.

Sonho este reforçado pelo Jornal Pequeno – antes mesmo de ele ser eleito – como mostra artigo publicado em abril de 2014, e analisado pro este blog no post “Jornal alinhado a Flávio Dino orienta o comunista a ser como Sarney”.

O tempo passou, Flávio Dino foi reeleito governador e tentou repetir Sarney em tudo, incluindo o sonho – ainda inatingível – de tornar-se presidente da República.

Mas, se para o ex-presidente este caminho foi natural, Flávio Dino força a barra para percorrê-lo, como a que o tornou nesta quinta-feira, 21, membro da Academia Maranhense de Letras, num movimento tosco de constrangimento dos imortais, forçados a elegerem-no apenas pelo fato de a cadeira 32 ter pertencido ao seu pai, o imortal Sálvio Dino. 

Uma das características de José Sarney era a incapacidade de sentir ódio, que se somava à sua capacidade de converter adversários em aliados.

O próprio Flávio Dino já experimentou desta capacidade, tornando-se, nos últimos anos, sarneysista a ponto de oferecer a vaga de suplente de senador a um indicado do ex-presidente.

Dino ainda precisa percorrer um longo caminho até chegar perto do que Sarney foi: governador, presidente da República, quatro vezes presidente do Senado, maior político da história, escritor renomado e traduzido internacionalmente, membro das academias Maranhense e Brasileira de Letras e doutor honoris causa em diversas universidades mundo afora.

O ex-comunista – agora socialista e imortal postiço – está na estrada, como mostrou o blog Marco Aurélio D’Eça no post lá de 2014.

De qualquer forma, o próprio blog já alertava Flávio Dino, naquela época, do risco de se tornar caricato na tentativa de tornar-se outra pessoa.

E “virar uma mera cópia do que dizia combater”….

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Disputa por vaga de imortal do próprio pai constrange Flávio Dino e AML

Manifestações públicas de apoio ao escritor Antonio Guimarães – autor de livros reconhecidos internacionalmente – e a ausência de nexo da candidatura do governador à cadeira de número 32 diminuem o aspecto histórico da própria academia de letras

 

Casa de Antônio Lobo está sendo palco de uma constrangedora disputa entre um intelectual e um político

Repercutiu negativamente a disputa que o governador Flávio Dino (PSB) está tendo que enfrentar na Academia Maranhense de Letras para herdar a cadeira nº 32, que pertenceu ao seu pai, o intelectual Sálvio Dino.

O fato de concorrer com um renomado intelectual, escritor Antonio Guimarães de Oliveira, com reconhecida produção literária, constrange Flávio Dino e diminui o papel histórico da própria AML.

As manifestações de apoio a Guimarães nas redes sociais e nos comentários do post “Academia Maranhense de Letras pode transformar vaga em herança familiar…” deixam tanto os imortais da academia quanto Dino em situação vexatória. (Veja aqui)

O mais grave é que um dos comentaristas revelou que há imortais ligando para o escritor pedindo sua desistência da disputa em favor do governador, o que seria um crime contra a intelectualidade.

A eleição para a Academia Maranhense de Letras está marcada para esta quinta-feria, 21…

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Academia Maranhense de Letras pode transformar vaga em herança familiar…

Oferecida ao governador Flávio Dino apenas pelo fato de ter sido ocupada pelo seu pai, o intelectual Sálvio Dino, a cadeira número 32 será posta em disputa na próxima quinta-feira, 21; no páreo está também o renomado escritor Antonio Guimarães de Oliveira

 

Flávio Dino no Palácio dos Leões com membros da AML, em 2015: imortalidade como herança familiar

O governador Flávio Dino (PSB) resolveu tentar impor seu nome como membro da Academia Maranhense de Letras, querendo ocupar a cadeira de número 32.

E o argumento é um só: a vaga era do seu pai, o reconhecido escritor e poeta Sálvio Dino.

Na verdade, o movimento para fazer Dino imortal surgiu na própria AML, logo após a morte do seu pai, em 2020, segundo revelou o jornalista Pergentino Holanda em sua coluna no jornal O EstadoMaranhão.

Na tentativa de tornar a vaga na AML uma espécie de herança familiar, a Casa acaba por estuprar intelectualmente os imortais maranhenses, uma vez que – embora com amplos conhecimentos técnicos na área jurídica – Flávio Dino nunca teve qualquer tipo de militância ou produção intelectual que justifique sua “imortalidade”.

Sobretudo por que também concorre à vaga o escritor respeitado no mundo intelectual, Antonio Guimarães de Oliveira.

– Sobre Benedito Buzar, bom cidadão e grande historiador, porém acredito, sinceramente na força da literatura maranhense e seus grandes escritores. Acredito que não ocorrerá o “favor político”. Acredito na idoneidade de todos os acadêmicos e acadêmicas. Vamos aguardar o dia 21 de outubro… – desabafou Guimarães, em comentário no blog Marco Aurélio D’Eça.

O escritor Antonio Guimarães: livros reconhecidos pelos próprios intelectuais da Academia Maranhense de Letras

O problema para Guimarães é que, desde o ano passado, os próprios membros da AML encabeçam o movimento pró-Dino.

Na sua tentativa de se tornar imortal, Flávio Dino submeteu-se, inclusive, a um encontro com o ex-presidente José Sarney – decano da AML e da Academia Brasileira de Letras, e, por mérito próprio, reconhecido internacionalmente como escritor.

Antonio Guimarães revela que, quando fez sua inscrição à cadeira 32, foi informado pela direção da Casa de Antônio Lobo que o governador Flávio Dino não iria concorrer e que o ex-presidente Sarney não iria se envolver em disputa literária. (Leia aqui a íntegra do comentário)

Mas Flávio Dino quer a influência do ex-presidente para convencer os prováveis futuros confrades.

 A eleição na  AML será na quinta-feira, 21…

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Carlos Brandão e a superstição do cocar indígena…

Vídeo em que o vice-governador aparece com o adereço na cabeça, durante uma dança com membros de umas das tribos maranhenses repercutiu fortemente na classe política, sempre temerária à suposta maldição que envolve este tipo de ação eleitoral

 

O vídeo de Brandão com o cocar indígena; o adereço nada tem de maldito, mas essa dancinha….

Ensaio

Teve forte repercussão – cercada de maus presságios – o vídeo em que o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) aparece usando um cocar indígena em meio a uma dança com representantes de uma tribo maranhense.

No folclore político, o uso de adereços indígenas por lideranças em campanha é cercada de superstição; para muitos, dá azar colocar o adereço na cabeça.

A “maldição do cocar” remete aos anos 50, quando a derrota do candidato Juarez Távora  para Juscelino kubtischeck foi atribuído ao uso do adereço indígena.

Mas a superstição ganhou mais força no governo do ex-presidente José Sarney (MDB), que deixava claro seu temor ao uso da cobertura indígena.

Outros políticos históricos também foram derrotados após usar o cocar; de Mário Andreazza a Ulísses Guimarães; até a morte de Tancredo Neves, que venceu, mas não assumiu a presidência, em 1984, também é atribuída ao uso do cocar. (Saiba mais aqui)

Para o antropólogo José Carlos Sabóia, a entrega do cocar é a representação de um pacto dos caciques indígenas com os não-indígenas.

– É a divisão de poder do chefe indígena com o político, para lidar com alguma questão de seu povo – diz Sabóia, no artigo-reportagem “Maldição do cocar leva pânico aos políticos”, de Suelene Teles e Jozafa Dantas. (Leia aqui)

Lula e Dilma nunca se importaram com o uso do adereço;. há várias imagens dos ex-presidentes com cocar

Na história recente da política, há quem tenha quebrado a tal maldição.

Os ex-presidentes Lula e Dilma Rousseff (ambos do PT), e o atual, Jair Bolsonaro (sem partido), usaram o adereço, mas venceram as eleições que disputaram.

No Maranhão, a maldição não foi levado em conta na história recente da política.

O governador Flávio Dino (PSB), por exemplo, usou o adereço em 2015. Mesmo alertado em artigo do jornalsita Daniel Matos, intitulado “Brincando com a sorte?”, Dino reelegeu-se em primeiro turno, em 2018.

 

Flávio Dino até mostra cara de sem-graça, mas não se recusou a usar o cocar indígena; e não perdeu eleição

Filha de José Sarney, a ex-governadora Roseana Sarney (MDB) também não aparece em registros de imagens com o adereço indígena.

Também pré-candidato a governador, o senador Weverton Rocha (PDT) é outro sem registro de imagens com o cocar de índio.

E diante da repercussão em torno de Carlos Brandão, é pouco provável que, a partir de agora, o pedetista, que lidera as pesquisas, resolva dar sopa ao azar.

Afinal, vai que…

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A tola e inútil discussão ideológica sobre a estátua da Havan…

Inauguração da loja que tem como marca a réplica da Estátua da Liberdade abriu uma reação política, desnecessária e sem sentido nas redes sociais, que chegou a envolver até secretário de estado

 

Apesar do nome que remete a Cuba, a Havan usa em sua identidade visual ícones americanos, como a Casa Branca e a Estátua da Liberdade

Virou polêmica nas redes sociais a instalação da réplica da estátua da liberdade, que a empresa Havan usa como parte de sua identidade visual.

A empresa está abrindo uma unidade em São Luís, o que gerou uma discussão bairrista, tola, provinciana e cafona; a história envolveu até o secretário de Cidades, Márcio Jerry, que foi às redes protestar conta a estátua.

Discussão ideológica, tola, desnecessária e sem sentido algum, repita-se.

Comandada pelo empresário Luciano Hang, a Havan usa em sua marca símbolos da cultura e da história norte-americanas, como a Casa Branca, de Washington DC, usada em sua fachada, e a Estátua da Liberdade, símbolo de Nova York.

Luciano Hang é vinculado umbilicalmente ao presidente Jair Bolsonaro; talvez por isso o debate tenha ganhado corpo no “comuno-socialista” Maranhão, envolvendo até mesmo o secretário Márcio Jerry, além de publicitários, atrizes e atores vinculados ao governo Flávio Dino (PSB).

O secretário Márcio Jerry tentou puxar manifestação nas redes sociais contra “o véio da Havan”, mas foi repreendido por internautas

Mas a marcha contra a estátua parece não ter alcançado o corpo necessário para manifestações contrárias da população.

As críticas à reação de Márcio Jerry – e aos seus aliados nos protestos – têm sido duras nas redes sociais.

Em que pese a postura política questionável do seu dono, a Havan vai gerar milhares de empregos diretos e indiretos no estado. E como empresa privada que é, tem o direito de criar sua marca, hoje espalhada em praticamente todos os estados brasileiros.

Se a réplica da estátua da liberdade soa cafona em solo brasileiro, é uma questão de gosto e pureza cultural, mas não dá o direito de impedir o seu uso.

E brigar contra sua instalação, mostra mais cafonice ainda…

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Palco Produções realiza I Pedalarte em São Luís…

Evento que mistura cultura, turismo e esporte tem sua primeira edição marcada para o dia 11 de julho, no circuito das praias da capital maranhense; inscrições abertas pelo número 99173-0943

 

Lêda Lima exibe sua bike na Praça do Pescador, cartão postal de São Luís que comporá o circuito do I Pedalarte

Imagine participar de um evento que reúna, a um só tempo, esporte, cultura e turismo em plena capital maranhense?

A Palco Produções juntou todos esses segmentos no evento I Pedalarte, que acontecerá no circuito praias – do Caolho à Península – no domingo, 11 de julho, a partir das 6h30.

– A Palco já realiza grandes eventos e produções artísticas em São Luís, como cinema, Teatro Musical e circo. Agora juntaremos também o esporte, com um circuito de passeio ciclístico pela bela orla da capital maranhense – conta a diretora da empresa, Lêda Lima.

As inscrições do evento podem ser feitas pelo número (98) 99173 0943, a R$ 40,00, com direito a uma camiseta personalizada, café da manhã, reforço pós-circuito e banho de piscina, além de sorteio de brindes.

É preciso atentar para o limite técnico de inscrições, devido as restrições da pandemia.

Além do passeio pelas praias – do Caolho à Península da Ponta D’Areia – o Pedalarte terá participação de companhias circenses, atores de teatro e performances artísticas durante toda a manhã.

Serviço:

Data: 11/07/2021

Inscrições: até dia 05/07 ou até atingir o limite técnico do evento.

Valor da Inscrição: R$ 40,00

Local: Sede Palco Centro de Arte / Rua Coroatá, Número 21, Quintas do Calhau – Barramar.

Concentração: 6h30

Saída: 07h

Realização: PALCO PRODUÇÕES