Brasil de volta ao mundo, Maranhão de volta ao centro

O Porto do Itaqui consolida-se como peça estratégica da nova economia global com a entrada em vigor do Acordo Mercosul- União Europeia em 1º de maio de 2026

 

Por Waldir Maranhão 

Depois de anos de retração diplomática, o Brasil voltou a ocupar as mesas onde se discutem os rumos do mundo. Sob a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o país deixou a posição de espectador para reassumir o papel de protagonista internacional, com a presidência do BRICS em 2025, a criação da Aliança Global contra a Fome durante o G20 no Rio de Janeiro e a realização da COP30 em Belém, no coração da Amazônia.

A nova política externa brasileira tem uma diretriz clara: o chamado não alinhamento ativo. Não se trata de neutralidade passiva, mas da capacidade de dialogar com Estados Unidos, China, União Europeia e países árabes sem abrir mão dos interesses nacionais, buscando investimentos, tecnologia, comércio e oportunidades capazes de gerar emprego e desenvolvimento dentro do país.

  • no Maranhão, os reflexos dessa retomada já começam a aparecer de forma concreta.
  • o Porto do Itaqui consolida-se como peça estratégica da nova economia global.

Com a entrada em vigor do Acordo Mercosul-União Europeia em 1º de maio de 2026, produtos como a soja de Balsas, o milho do sul do estado e a celulose passam a acessar o mercado europeu com tarifa zero em grande parte das exportações. É o produtor maranhense competindo em igualdade de condições nos mercados internacionais.

  • a Aliança Global contra a Fome também deixa de ser apenas discurso diplomático para se transformar em ação prática.
  • são recursos destinados à agricultura familiar, cozinhas comunitárias, assistência técnica e políticas de segurança alimentar.

“Quem tem fome tem pressa”, afirmou Lula ao lançar a iniciativa. E o Maranhão, marcado historicamente pela luta contra a insegurança alimentar, surge como um dos territórios centrais dessa agenda.

A COP30, realizada em Belém, também reposicionou o debate climático. A floresta deixou de ser vista apenas como problema ambiental e passou a ser reconhecida como ativo estratégico para o desenvolvimento sustentável. Para quebradeiras de coco babaçu, extrativistas do açaí e do bacuri, cooperativas e comunidades tradicionais, isso representa novas oportunidades: pagamento por serviços ambientais, acesso a crédito, fortalecimento da bioeconomia e incentivo à pesquisa nas universidades da região.

A retomada da cooperação Sul-Sul também dialoga diretamente com a identidade maranhense.

Com suas raízes africanas e portuguesas, o Maranhão volta a ocupar posição natural de ponte com países como Angola, Moçambique e Guiné-Bissau em áreas como saúde, educação, agricultura de baixo carbono e formação técnica, abrindo novos espaços para profissionais, pesquisadores e instituições locais.

  • no Centro de Lançamento de Alcântara, a aproximação do Brasil com Índia, Coreia do Sul e Emirados Árabes Unidos amplia as perspectivas de transferência de tecnologia, inovação e geração de empregos qualificados;
  • Alcântara deixa de ser apenas promessa e passa a ocupar posição estratégica em um setor que movimenta conhecimento, desenvolvimento e soberania tecnológica.

“O gigante saiu da arquibancada e voltou ao campo”. E quando o Brasil volta a influenciar as regras do jogo internacional, o Maranhão não fica à margem: entra em campo como protagonista, com porto estratégico, riqueza cultural, potencial econômico e vocação para liderar.

Waldir Maranhão é ex-presidente da Câmara Federal, ex-reitor da Uema e membro da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura

Roberto Costa leva cultura e emoção a mais de mil alunos da EJA com espetáculo Pão com Ovo

Mais de mil alunos da rede municipal de ensino de Bacabal, matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), viveram uma noite especial de cultura e diversão na última sexta-feira, 8, durante a apresentação do espetáculo teatral Pão com Ovo. O evento aconteceu na Universidade Federal do Maranhão e reuniu estudantes da sede e da zona rural do município.

  • antes da apresentação, o público foi recepcionado ao som de Rafael do Acordeon;
  • e participou de um jantar preparado especialmente para todos os alunos.

Mas o momento mais marcante da noite foi a emoção estampada no rosto de muitos estudantes que, pela primeira vez, tiveram a oportunidade de assistir a uma peça teatral ao vivo.

Criado pelos atores maranhenses César Boaes e Adeílson Santos, o espetáculo “Pão com Ovo” se tornou um dos maiores fenômenos culturais do Maranhão, conquistando o público com humor popular, sotaque nordestino e histórias do cotidiano maranhense.

  • com 15 anos de sucesso, os artistas destacaram o carinho que recebem em Bacabal ao longo dos anos;
  • Clarisse Milhomem ressaltou a alegria de retornar à cidade e reencontrar o carinho do público.

“É sempre uma felicidade enorme voltar a Bacabal. Essa cidade sempre acolheu muito bem o nosso trabalho e receber esse carinho do povo é emocionante e o Roberto Costa, esse querido, que sempre apoiou o Pão com Ovo desde o começo”, disse Clarice.

“Bacabal sempre recebe a gente de braços abertos. Ver um projeto como esse chegando aos alunos da educação é algo muito bonito e especial. Muito obrigada, Roberto Costa, por abraçar esse projeto que a educação da cidade também agradece”, completou Dijé.

O prefeito Roberto Costa destacou a importância de promover cultura e inclusão para os estudantes da EJA.

“Foi uma noite inesquecível. Muitos desses alunos tiveram a oportunidade de assistir a um espetáculo teatral pela primeira vez, e ver a alegria deles foi algo emocionante. É dessa forma que a gente vai continuar fazendo: priorizando a educação de todos, das crianças aos adultos, porque conhecimento não tem idade para adquirir. Essa é a marca da Nova Bacabal”, frisou o prefeito.

 

Inteligência Artificial e Democracia: estamos vivendo um experimento sem consentimento?!?

MEMBRO DA ABRASCI, WALDIR MARANHÃO debate os limites da Inteligência Artificial e seus impactos

Por Waldir Maranhão

A Inteligência Artificial costuma ser apresentada como uma das maiores promessas do século XXI. Ela poderá ajudar na medicina, acelerar descobertas científicas, melhorar serviços públicos, apoiar a educação e ampliar a produtividade. Mas existe outro lado dessa transformação. A mesma tecnologia que promete resolver grandes problemas também pode concentrar poder, ampliar a vigilância, manipular informações, enfraquecer democracias e tornar sociedades inteiras dependentes de sistemas que não compreendem.

  • por isso, a grande questão não é apenas o que a IA pode fazer;
  • a questão decisiva é: quem controla a Inteligência Artificial?

Uma tecnologia poderosa demais para ficar nas mãos de poucos

A IA avançada está concentrada em poucas empresas globais. Essas corporações controlam os dados, os modelos, os servidores, os investimentos e boa parte da infraestrutura necessária para desenvolver sistemas cada vez mais poderosos. Essa concentração cria uma nova forma de desigualdade.

De um lado, empresas capazes de capturar dados, conhecimento e recursos naturais. De outro, populações inteiras usando sistemas que não controlam, não auditam e muitas vezes nem compreendem. Quando uma tecnologia passa a influenciar o trabalho, a educação, a informação, a segurança e a economia, ela deixa de ser apenas uma inovação privada. Torna-se uma questão pública.

O mito de “desligar a máquina”

Muitas pessoas acreditam que, se a IA se tornar perigosa, bastaria desligá-la. Mas essa imagem é simplista. A IA já está sendo integrada a plataformas digitais, sistemas financeiros, serviços públicos, empresas, redes de comunicação e processos de decisão. Quanto mais esses sistemas se espalham, mais difícil se torna interrompê-los sem causar impactos sociais e econômicos. Além disso, a dependência tecnológica reduz a capacidade de controle democrático.

Uma sociedade que transfere funções importantes para sistemas opacos passa a depender de decisões que não consegue explicar nem contestar plenamente.

  • o problema não é apenas a possibilidade de uma IA “sair do controle”, como em filmes de ficção científica;
  • o problema mais imediato é uma sociedade perder o controle sobre tecnologias que já afetam sua vida cotidiana.

O experimento social sem consentimento

A IA é treinada com dados produzidos por pessoas. Textos, imagens, vozes, comportamentos, pesquisas, códigos e interações humanas alimentam sistemas comerciais de grande valor econômico. A maioria das pessoas, porém, nunca foi consultada de forma clara sobre esse uso. Não recebeu remuneração. Não conhece as regras do processo. Não sabe como seus dados foram utilizados nem como poderão afetar sua vida no futuro.

Nesse sentido, a expansão da IA se parece com um experimento social em larga escala. Em pesquisas científicas éticas, experimentos com seres humanos exigem consentimento, transparência, avaliação de riscos e supervisão independente. No caso da IA, bilhões de pessoas estão sendo afetadas por sistemas construídos sem um debate público suficiente. Isso deveria preocupar qualquer sociedade democrática.

Informação, manipulação e risco democrático

A democracia depende de informação confiável. A IA pode ameaçar esse princípio ao permitir a produção de textos, imagens, áudios e vídeos falsos em grande escala. Com essas ferramentas, torna-se mais fácil espalhar desinformação, manipular debates públicos, criar perfis falsos, simular apoio popular e atacar reputações.

Em períodos eleitorais, esse risco é ainda maior. A fronteira entre conteúdo humano, conteúdo automatizado e conteúdo falso pode se tornar cada vez mais difícil de identificar.

  • regular a IA, portanto, não significa censurar a inovação;
  • significa proteger a integridade do debate público.

O custo ambiental da IA

Embora pareça uma tecnologia imaterial, a Inteligência Artificial depende de uma infraestrutura pesada: data centers, energia elétrica, água para resfriamento, chips, redes e equipamentos.

Grandes centros de processamento podem consumir muita energia e água, pressionando comunidades locais e agravando desigualdades territoriais. Muitas vezes, os custos ambientais ficam com a população, enquanto os lucros se concentram nas empresas. Por isso, a IA também deve ser discutida como questão ambiental. Não basta perguntar se um sistema é eficiente. É preciso perguntar quanto ele custa ao planeta e se seu uso atende a uma finalidade social legítima.

Menos foguetes, mais bicicletas

A sociedade não precisa abandonar a Inteligência Artificial. Mas precisa mudar sua direção. Em vez de uma corrida por sistemas gigantescos, generalistas, caros e opacos, poderíamos priorizar tecnologias menores, específicas, auditáveis e socialmente úteis. A metáfora é simples: menos foguetes e mais bicicletas.

  • os “foguetes” da IA são sistemas enormes, voltados à competição corporativa e geopolítica, com alto consumo e pouca transparência.
  • as “bicicletas” da IA seriam ferramentas desenhadas para apoiar pessoas em tarefas específicas, sem substituir a deliberação humana.

Na saúde, a IA pode auxiliar diagnósticos, sempre com supervisão médica. Na educação, pode apoiar professores, sem substituí-los. No meio ambiente, pode monitorar desmatamento e emissões. Na administração pública, pode organizar dados, mas nunca eliminar o direito de revisão humana.

Uma agenda democrática para a IA

A Inteligência Artificial precisa ser regulada com base no interesse público. Isso exige transparência, auditorias independentes, proteção de dados, responsabilização por danos, avaliação ambiental, proteção de direitos autorais e participação social. Também é necessário fortalecer universidades, centros públicos de pesquisa e organizações independentes capazes de fiscalizar os impactos da tecnologia.

Não podemos depender apenas da autorregulação das empresas que lucram com a IA.

Conclusão 

A Inteligência Artificial não é apenas uma questão técnica. É uma questão de poder. Quem controla os dados controla parte da economia. Quem controla os modelos controla parte da comunicação. Quem controla os sistemas de decisão pode influenciar direitos, oportunidades e riscos sociais.

  • a sociedade não deve ser tratada como cobaia de um experimento conduzido por poucos;
  • a tecnologia deve estar a serviço da vida coletiva, da justiça social e da democracia.

O futuro da IA ainda está em disputa. E essa disputa precisa envolver todos nós.

*Waldir Maranhão é professor, ex-reitor da Uema, ex-deputado federal e membro da Academia Brasileira de Ciências, Arte, História e Literatura

Waldir Maranhão toma posse na Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura em Brasília

Ex-reitor da Uema, professor vai ocupar a cadeira número 59, que é patroneada pelo professor Cid Veloso; a academia reúne intelectuais de todo o país

 

LIDERANÇA INDÍGENA LUCIENE KUJAESAGE KAYABI cumprimenta o novo confrade da Abrasci, Waldir Maranhão

Em solenidade realizada no Auditório Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados, o professor e ex-reitor Waldir Maranhão tomou posse como membro titular da ABRASCI. Ocupando a cadeira nº 59, patroneada por Cid Veloso, o novo acadêmico recebeu o Colar do Mérito Cultural em reconhecimento à sua trajetória dedicada à educação e à vida pública.

Para Waldir Maranhão, a chegada à Academia representa não apenas uma honraria pessoal, mas a reafirmação de que a ciência e a cultura são os pilares fundamentais para o desenvolvimento de uma nação soberana.

“Assumir a cadeira nº 59 é um reconhecimento que compartilho com o meu Maranhão e que reforça minha trajetória dedicada à educação e à cultura. Agradeço à ABRASCI por esta distinção. Sigo acreditando que o conhecimento é a base para transformarmos o futuro do nosso país. Um dia marcante que renova as minhas energias”, agradeceu Maranhão.

O evento reuniu autoridades, intelectuais e amigos para celebrar um marco que une o saber acadêmico ao compromisso com a história brasileira.

 

Eliziane Gama lidera em São Luís maior evento de rock gospel do Brasil…

Encerramento da temporada da caravana “Fome e Sede de Justiça” levou à praça Maria Aragão as mais importantes bandas evangélicas nacionais do segmento

 

Dois dias depois da passagem do Guns n’Roses por São Luís, a capital maranhense viveu mais uma noite rock ‘n roll, desta vez com forte louvor a Deus; o encerramento da temporada da Caravana Fome e Sede de justiça levou par a praça Maria Aragão as mais importantes bandas gospel do país.

  • o festival reuniu Oficina G3, Rodox, Novo Som e Catedral;
  • o evento foi liderado pela senadora Eliziane Gama (PT). 

“Cada passo dado, cada luta enfrentada, cada voz defendida constrói um caminho coletivo. A política que eu acredito reconhece, honra e transforma histórias reais em direitos, oportunidades e dignidade”, destacou a senadora, lembrando do alcance da caravana Fome e Sede de Justiça, que leva serviços essenciais aos municípios maranhenses.

O projeto de Eliziane Gama – com 18 anos de história – atende cidadãos em todas as áreas da vivência humana, da saúde ao esporte, passando pela Educação, Cidadania e Assistência Social.

Maior evento do Brasil

A temporada de 2026 da caravana foi encerrada com o projeto “Reviva Music”,  que trouxe à capital maranhense as mais consagradas bandas de rock gospel do Brasil.

O evento tem o apoio da Associação das Igrejas Evangélicas do Maranhão.

Protagonismo e Inovação: Projeto Vem Pro Quilombo marcará presença em seis cidades do Maranhão

Com o patrocínio Master da Shell, o Projeto Vem Pro Quilombo vai marcar presença em seis cidades do Maranhão, ofertando cursos de qualificação tanto online quanto presenciais. O objetivo é capacitar mais de 2 mil jovens de 15 a 29 anos, com mais de 30 cursos e oficinas presenciais e virtuais.

Com uma proposta inovadora, o projeto visa capacitar jovens em artes cênicas e elaboração de projetos. Estimulamos que as tradições ancestrais dialoguem com novas formas de expressão e gestão, garantindo que a cultura quilombola ocupe palcos, editais e mercados que antes lhe eram negados.

A iniciativa se destaca não apenas pela quantidade de cursos oferecidos, mas também pela diversidade de temas abordados. A ideia é que os participantes possam desenvolver habilidades práticas e teóricas que os preparem para o mercado de trabalho, promovendo a autonomia e a valorização da cultura local.

Além dos cursos, o projeto também contará com palestras e workshops com profissionais renomados da área, que compartilharão suas experiências e conhecimentos, contribuindo para a formação integral dos jovens participantes.

O Projeto Vem Pro Quilombo é uma resposta à necessidade de inclusão e valorização da cultura quilombola no Maranhão, promovendo não apenas a formação de novos artistas, mas também a construção de uma rede de apoio que fortalecerá a comunidade como um todo. A expectativa é que, ao final do projeto, os jovens possam não apenas se destacar em suas áreas, mas também inspirar outros a seguir o mesmo caminho, fomentando um ciclo de aprendizado e inovação cultural.

A abertura do Projeto acontecerá no dia 9 de abril, e os processos de inscrições serão realizados via Google Forms. Mais informações no Instagram, no grupo Teoria das Artes.

Criado pelo Ministério da Cultura (MinC) em parceria com a Shell Brasil, o Programa Rouanet da Juventude é uma iniciativa voltada ao fortalecimento e incentivo da produção cultural entre jovens. A proposta também busca ampliar o acesso aos incentivos da Lei Rouanet em todo o país, especialmente para jovens que pertencem a regiões e grupos historicamente marginalizados, como as comunidades quilombolas. O projeto Vem Pro Quilombo recebe o patrocínio é Master da Shell, uma das maiores empresas do mundo na área de Exploração e Produção. Que sempre valoriza a cultura do Maranhão e, diga-se de passagem, de qualidade. A Shell está presente no Brasil desde 1913. Com o objetivo de responder às necessidades energéticas da sociedade hoje e no futuro, atuando de forma responsável nos âmbitos econômico, ambiental e social.

Exclusivo!!! História de José Sarney ganha edição em quadrinhos…

Revista que conta a trajetória do ex-presidente da República deve fazer parte do acervo da Fundação da Memória Republicana e de outras instituições em todo o país

 

A CAPA DA EDIÇÃO, AINDA EM ENCADERNAÇÃO PROVISÓRIA; produto inédito e exclusivo em poder deste blog Marco Aurélio d’Eça

Exclusivo

A trajetória do ex-presidente da República José Sarney está prestes a ser contada de uma forma diferente; a revista “A História de José Sarney em Quadrinhos” está em produção e deve compor o acervo da Fundação da Memória Republicana.

Este blog Marco Aurélio d’Eça teve acesso exclusivo à peça, antes mesmo de ela entrar em produção; e é o único veículo de mídia do país a dispor de um exemplar inédito.

A edição foi lida em menos de uma hora, e serve de base para a contextualização desta postagem.

  • a revista é produzida pela editora Nádia Nicácio, com ilustrações de Beto Nicácio e Zilson Costa;
  • é organizada pelo cineasta Joaquim Haickel; sai com os selos da Guarnicê Produções e Dupla Criação.

“Sarney não foi apenas um presidente ou senador. Foi um construtor de pontes, um homem de letras, que soube conciliar poder e cultura com elegância e profundidade”, diz Haickel, na dedicatória da publicação.

OS QUADRINHOS RELEMBRAM TODA A TRAJETÓRIA DE SARNEY, ATÉ COMPLETAR 95 ANOS, EM 2025; em 24 abril ele chegará aos 96 anos…

A História de José Sarney em quadrinhos começa com o próprio Sarney em seu escritório, escrevendo as suas “Memórias de Uma Vida”, obra também inédita; na ocasião ele tem lembranças, desde o nascimento, em Pinheiro, no dia 24 de abril de 1930.

O roteiro alcança toda a trajetória do ex-presidente até completar 95 anos, em abril de 2025.

  • ao final da revista há uma galeria de imagens de Sarney, intitulada memórias de uma vida.
  • toda feita em papel couchê, tem excelente encadernação e esmerado primor editorial.

“Ao apresentarmos a vida de José Sarney em formato de HQ, pretendemos alcançar o público jovem, que ainda não teve a oportunidade de saber quem foi este grande personagem da nossa história”, encerra a edição.

A revista em quadrinhos de José Sarney deve ser distribuída também em escolas, museus, academias de letras e bibliotecas de todo Maranhão…

Caravana Maranhão de Encantos vai percorrer municípios e se apresentará em cidades do Pará

Com o patrocínio do Ministério da Cultura e da Vale, a Caravana Maranhão de Encantos se prepara para levar a nossa cultura local aos quatro cantos do Maranhão, com o tema “Cultura em movimento: conectando territórios e identidades”.

No dia 17 de maio, a caravana desembarca em Vitória do Mearim, onde também se apresentará no dia seguinte. Já nos dias 19 e 20 de maio, é a vez da cidade de Santa Inês, que receberá essa obra de arte, que levará aos palcos a identidade e cultura do povo maranhense, a exemplo da história do bumba-meu-boi.

Neste ano, além das cidades do Maranhão, o estado do Pará também será contemplado.

As apresentações acontecerão nos municípios, e nos dias 22 e 23 de maio, é a vez de Marabá, encerrando nos dias 24 e 25 de maio no município de Canaã dos Carajás. Os ensaios para esse grande dia estão acontecendo a todo vapor, na sede da Teoria das Artes, localizada no Anjo da Guarda.

Além das apresentações, a Caravana Maranhão de Encantos também contará com oficinas, promovendo um intercâmbio cultural entre os participantes e o público local. A iniciativa visa não apenas divulgar a rica cultura maranhense, mas também fortalecer laços entre os estados, criando uma rede de troca de saberes e experiências.

Segundo o diretor geral, Lewdyson Clay, é essencial valorizar as tradições locais e incentivar a participação da comunidade nas atividades.

“Queremos que as pessoas se sintam parte dessa festa, que é uma celebração da nossa identidade. O Maranhão de Encantos tem o patrocínio do Ministério da Cultura e da Vale, que sempre apoiam e valorizam os projetos culturais”, afirmou.

As apresentações prometem ser um espetáculo à parte, com artistas renomados e talentos emergentes do Maranhão, que trarão ao palco danças tradicionais, músicas folclóricas e encenações que retratam a história e as lendas do nosso povo. O bumba-meu-boi, com suas cores vibrantes e ritmos contagiantes, será um dos grandes destaques, encantando tanto os maranhenses quanto os paraenses.

A Caravana Maranhão de Encantos é uma oportunidade única de vivenciar a cultura do Maranhão em sua essência, e espera-se que a recepção nas cidades visitadas seja calorosa, refletindo o acolhimento típico do povo nordestino. O projeto reafirma a importância da arte como ferramenta de inclusão e valorização cultural, promovendo um diálogo entre diferentes identidades e tradições.

O Maranhão de Encantos tem o patrocínio do Ministério da Cultura e da Vale.

Assembleia convoca secretário de Cultura para esclarecer não liberação de recursos no carnaval…

Yuri Arruda vai ter que explicar atrasos e não pagamentos de recursos prometidos a agremiações carnavalescas; requerimento de Othelino Neto foi aprovado por unanimidade

 

O REQUERIMENTOD E OTHELINO NETO FOI APROVADO POR UNANIMIDADE; secretário Yuri Arruda terá que dar explicações sobre recursos do carnaval

A Assembleia Legislativa aprovou nesta quarta-feira, 4, por unanimidade, Requerimento de autoria do deputado Othelino Neto (PSB), que convoca o secretário de Cultura Yuri Arruda  esclarecer denúncias de não pagamento e atraso nos recursos que deveriam ter sido destinado aos municípios durante o carnaval.

“Hoje, a Assembleia Legislativa aprovou, por unanimidade, um requerimento de minha autoria convocando o secretário de Estado da Cultura, Yuri Almeida, para explicar o calote no Carnaval. O governo Carlos Brandão não pagou os recursos prometidos aos municípios para auxiliar na realização do Carnaval local, enquanto gastou fortunas contratando atrações de outros estados”, declarou o deputado.

  • tanto gestores municipais quanto parlamentares relatam falta de pagamentos de emendas destinadas a municípios;
  • diante da falta de explicações os parlamentares decidiram apoiar o Requerimento, apresentado em 24 de fevereiro.

Yuri Arruda deverá comparecer à Assembleia Legislativa para prestar esclarecimentos aos deputados sobre os critérios adotados pela pasta, a execução dos pagamentos e o cronograma de repasses relacionados ao Carnaval.

Ainda não há data para a audiência com o secretário de Cultura…

Virada São Luís 2026 tem início neste sábado na Praia Grande…

Evento reúne todos os tipos de expressões culturais, com música, diversidade e atrações para toda a família, com atrações ao longo de vários dias

 

A Prefeitura de São Luís dá início à Virada São Luís 2026 neste sábado, 27, na Praia Grande, reunindo atrações nacionais e locais como parte da programação oficial de fim de ano. O evento contará com estrutura planejada para garantir conforto, segurança e acessibilidade ao público.

Com atrações distribuídas ao longo de vários dias, a Virada São Luís 2026 reafirma seu papel como um espaço de convivência, celebração e ocupação do Centro Histórico, promovendo cultura, lazer e movimentação econômica em um dos períodos mais importantes do calendário da cidade.

Atrações

O público poderá conferir apresentações de grandes nomes da música nacional, como Eli Soares, Sorriso Maroto, Dorgival Dantas, Calcinha Preta, Zé Neto e Cristiano e Vitor Fernandes, além de artistas locais, como Feijoada Completa, Argumento e Bonde do Desejo, e DJs: Jonathas, Rogério Mix, Claudinho Polary e Walter Junior, que enriquecem a diversidade cultural do evento.

Programação – Virada São Luís 2026

27.12 (Sábado)

  • 18h – DJ Jonathas (Abertura e Intervalos)
  •  19h – Samuel Eleotério
  •  21h – Eli Soares
  • 23h – Morada

28.12 (Domingo)

  • 17h30 – DJ Rogério Mix (Abertura e Intervalos)
  •  18h – Feijoada Completa (Local/Pagode)
  • 20h – Sorriso Maroto
  • 22h – Argumento (Local/Pagode)

30.12 (Terça)

  • 18h – DJ Claudinho Polary (Abertura e Intervalos)
  • 19h – Bonde do Desejo (Local/Forró)
  • 21h – Dorgival Dantas
  • 23h – Calcinha Preta

31.12 (Quarta)

  • 19h – DJ Walter Junior (Abertura e Intervalos)
  • 19h30 – Silfarley
  • 21h – Thiago Freitas
  • 23h – Zé Neto e Cristiano
  • 2h – Vitor Fernandes

“A Virada São Luís 2026 reafirma o compromisso da Prefeitura com a democratização do acesso à cultura, a ocupação qualificada dos espaços públicos e a celebração do novo ano com responsabilidade, diversidade e inclusão”, destaca o secretário de Cultura, Maurício Itapary. 

Estrutura e segurança

O evento contará com um espaço acessível para pessoas com deficiência, múltiplas saídas de emergência sinalizadas e equipes de segurança atuando de forma integrada, garantindo conforto, mobilidade e proteção ao público.

A região recebeu reforço na iluminação pública e terá apoio de policiais militares, civis, a Guarda Municipal e o Corpo de Bombeiros, além de torres e central de videomonitoramento estrategicamente posicionadas.

Dois postos médicos equipados e ambulâncias estarão disponíveis para atendimentos de emergência, assegurando suporte rápido caso necessário. Na entrada, o público passará por revista, e o consumo de bebidas em garrafas de vidro será proibido, reforçando a proteção durante todo o evento.

Acesso e trânsito

O evento tem fácil acesso por transporte coletivo, com funcionamento regular do Terminal de Integração da Praia Grande, garantindo fluidez na chegada e saída do público. A Prefeitura orienta que motoristas e pedestres fiquem atentos às sinalizações e rotas alternativas, garantindo uma circulação tranquila durante toda a programação.

Valorização cultural

Para o secretário municipal de Cultura, Maurício Itapary, a Virada São Luís 2026 representa uma oportunidade de reunir a população no Centro Histórico, celebrar a diversidade cultural e ocupar os espaços públicos com responsabilidade.