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Shows e música de qualquer tipo ainda proibidos em bares e restaurantes

Novo decreto do Governo do Estado libera a abertura dos estabelecimentos – a partir desta segunda-feira – mas coma  restrição de apenas 50% da capacidade e sem nenhum tipo de som, nem mesmo mecânico

 

Os palcos continuarão vazios na noites de São Luís; bares e restaurantes reabrem, mas sem música de qualquer tipo

Cantores, crooner’s e DJ’s ainda terão que esperar um pouco mais para voltar a se apresentar na noite da Grande São Luís.

O decreto do Governo do Estado, que passa a valer a partir desta segunda-feira, 29, mantém proibidas as apresentações musicais de qualquer tipo – inclusive som mecânico – em bares e restaurantes.

Os estabelecimentos foram autorizados a reabrir, mas apenas com o limite de 50% da capacidade; e sem música.

O atual decreto vale até o dia 4 de abril, mas o secretário de Saúde, Carlos Eduardo Lula, já alertou que o Maranhão ainda viverá “os piores dias” da pandemia de coronavírus.

Festas e shows, portanto, sem previsão de retorno…

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Bares e restaurantes querem nova parcela de auxílio do governo Flávio Dino

Ajuda de R$ 1 mil pago pela Secretaria de Indústria e Comércio abonou apenas a primeira semana de fechamento, mas a proibição de abertura já dura duas semanas e pode durar mais tempo; ainda não há resposta às entidades

 

Bares estão fechados desde o dia 15 de março, mas a ajuda do governo até agora foi d e R$ 1 mil, por uma semana de fechamento

A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e o Sindicato dos Bares e Restaurantes de São Luís (Sindebares) estão cobrando uma nova parcela do auxílio de e R$ 1 mil pago pelo governo Flávio Dino (PCdoB) para que as empresas se mantivessem fechadas na semana passada.

Esta foi uma das condições das entidades para suspender o protesto previsto para a terça-feria, 23, cancelado após reunião com o Secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo.

O governo Flávio Dino garantiu R$ 1 mil para bares e restaurantes, uma compensação para a semana de 15 a 21 de março, em que os estabelecimentos permaneceram.

O próprio Flávio Dino reconheceu que se tratava de uma ideia para aquela semana, mas a proibição de abertura perdurou por mais outra semana, qeu só se encerra no próximo domingo, 28.

Em contato com o blog Marco Aurélio D’Eça no início da semana, o titular da Seinc disse que a pasta ainda estava estudando ao pleito da Abrasel e do Sindebares.

Mas ainda não há resposta do governo…

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Simplício Araújo age e articula cancelamento de protesto de bares

Após reunião com o secretário de Indústria e Comércio – um dos mais efetivos na luta contra a CoVID-19 – entidades que representam as empresas do setor decidiram cancelar a manifestação, marcada para esta terça-feira, 23

 

Simplício Araújo tem atuado diretamente na articulação com entidades do setor produtivo para evitar confrontos com o governo neste momento de pandemia

Uma reunião dos representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e do Sindicatos de Bares e Restaurantes do Maranhão (SindeBares) com o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Aráujo, encerrou uma pauta do setor marcada para esta terça-feira, 23.

Os donos de bares e restaurantes iriam fazer um protesto contra o governo Flávio Dino (PCdoB), que manteve, pela segunda semana consecutiva, o fechamento das atividades.

Na conversa, Araújo convenceu SindeBares e Abrasel a suspender a manifestação.

Titular do setor de Indústria e Comércio do governo Flávio Dino, Simplício Araújo tem sido, ao lado do secretário de Saúde,  Carlos Eduardo Lula, um dos mais efetivos na luta contra a CoVID-19 no Maranhão.

Além de articular apoio do setor produtivo às ações do governo – como os hospitais de campanha em diversos municípios e doações de EPIs – Araújo atua diretamente nas conversas sobre as medidas restritivas do governo.

Não foi divulgado o que levou os representantes de bares e restaurantes a encerrar o protesto de amanhã.

Mas a decisão de Abrasel e SindeBares mostrou o prestígio do secretário no setor…

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Restrição agora atinge supermercados e academias em São Luís

Bares e restaurantes continuarão fechados até o próximo dia 28, com proibição total de eventos festivos de qualquer espécie; setor da construção civil só poderá funcionar funcionar até as 16 horas

 

Bares e restaurantes continuarão fechados até o dia 28 de março; eventos, shows e festas continuam proibidos

O governador Flávio Dino (PCdoB) manteve nesta sexta-feria, 19, as medidas de restrição a bares, restaurantes e casas de shows, que continuarão fechadas até o dia 28 de março.

Mas ele ampliou as restrições para supermercados, academias e o setor da construção civil.

As lojas de supermercados e as academias terão que atender apenas 50% da capacidade atual, embora não tenha sido explicado como se dará a fiscalização neste caso.

As obras de construção civil terão que ser encerradas sempre às 16 horas.

As novas medidas do governo passam a vigorar a partir da segunda-feira, quando se encerra o prazo do atual decreto.

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Flávio Dino afrouxa ou arrocha as medidas contra a pandemia?!?

Em sua tradicional coletiva de sexta-feira, governador comunista diz hoje se mantém bares e restaurantes fechados, aumenta as restrições para outros setores ou afrouxa as medidas, liberando maior circulação de pessoas nas ruas

 

Pela primeira vez desde que iniciou a série de entrevistas coletivas às sextas-feiras, o governador Flávio Dino (PCdoB) chega a mais um destes encontros, neste 19 de março, sem que se tenha indicação de que rumo ele tomará contra a pandemia de coronavírus.

As medidas atualmente em vigor – até o próximo domingo, 21 – proíbem a abertura de bares e restaurantes e a realização de qualquer tipo de evento festivo.

Dino recebe pressão de entidades do segmento para que afrouxe as medidas, mas seu secretário de Saúde, Carlos Eduardo Lula, afirmou nesta quinta-feira, 18, que os riscos ainda são grandes e que nem mesmo um lockdown pode ser descartado.

Por outro lado, há questionamentos sobre aglomerações em vários outros setores, como supermercados, lojas, shoppings, feiras, ônibus e terminais de transporte.

As entrevistas de Flávio Dino começam sempre as 10h…

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Aglomerações continuam, mesmo com bares e restaurantes fechados

Deputado estadual Dr. Yglésio divulga vídeo em que mostra pessoas amontoadas em ônibus, supermercados, mercados, paradas e em vários outros ambientes; entidades do setor de comida fora do lar divulgam Carta Aberta às autoridades

 

O fechamento de bares e restaurantes na região da Grande São Luís – desde o dia 15 –  teve impacto apenas econômico,  para empresários e trabalhadores do setor.

As aglomerações continuam na ilha, mesmo sem shows, festas ou barzinhos.

O deputado estadual Dr. Yglésio (Pros) divulgou em suas redes sociais vídeo em que reúne imagens de ônibus, paradas de ônibus,. supermercados, feiras e lojas que mostram absoluta aglomeração em vários setores.

– Evite aglomerações, mas como? O caminho da CovID-19 pode terminar na minha família. E na sua também – alerta o parlamentar.

Esta semana, também, entidades ligadas ao setor de comida fora do lar emitiu Carta Aberta ás autoridades, em que criticam as aglomerações da época de campanha e denunciam falta de fiscalização em festas clandestinas.

– Afora querem um bode expiatório. É mais fácil fechar o setor que mais emprega no país do que fiscalizar adequadamente o cumprimento dos decretos – afirma o documento, assinado pelo Sindicato dos bares e Restaurantes e pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes.

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Flávio Dino vai dar auxílio de R$ 1,5 mil a artistas maranhenses…

Projeto vai beneficiar mil pessoas, num total de R$ 1,5 milhão em recursos, como forma de compensar o período de proibição das atividades de bares e restaurantes, além de eventos, shows e entretenimento no Maranhão

 

Flávio Dino concedeu coletiva em que anunciou novas medidas de restrição contra a CoVID-19

O governador Flávio Dino (PCdoB) anunciou na manhã desta quarta-feira, 3, Auxílio Emergencial de R$ 1,5 mil para artistas e operadores da cultura em todo o Maranhão.

Serão beneficiadas até mil pessoas, selecionadas pela Secretaria de Estado da Cultura.

De acordo com o governador, este auxílio compensará o bloqueio total de festas, shows e eventos de entretenimento que causem aglomeração, e que serão proibidos no período de 5 a 14 de março.

As inscrições poderão ser feitas no site da Secretaria de Cultura (cultura.ma.gov.br) a partir do dia 10 de março…

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Suspensão de shows e eventos depende de reunião com empresários

Inseguro quanto às medidas que precisa tomar para conter o avanço da CoVID-19, governador Flávio Dino já decidiu suspender festas, cultos, missas, shows, reuniões, resenhas, rolês, batucadas, pagodes, forró, samba, raves e afins; mas quer dividir a culpa com os próprios representantes do setor

 

Governador via reunir com a classe empresarial, mas nada fala sobre a classe artística, principal atingida com a suspensão dos eventos no estado

O governador Flávio Dino (PCdoB) decidiu suspender todo tipo de evento cultural, religioso, esportivo ou meramente festivo no Maranhão – mesmo aqueles com até 150 pessoas.

Mas só vai dizer a partir de quando vale sua decisão após reunião com a classe empresarial, nesta terça-feria, 2.

As medidas mais duras de combate à CoVID-19 são cobradas por cientistas e profissionais da área de Saúde – inclusive o titular da pasta no maranhão, Carlos Eduardo Lula – mas Dino parece querer dividir o desgaste da decisão.

Ontem, ele tentou convencer prefeitos e membros do Judiciário, mas todos foram contra o lockdown.

Principal atingida com a suspensão dos eventos, a classe artística parece esquecida pelo poder público na discussão do que fazer contra a pandemia

Agora, quer chamar a classe empresarial para negociar uma forma de suspender os eventos sem prejuízo da atividade comercial, sabe-se lá como ele pretende fazer isso.

Sem os eventos culturais, a classe artística também sofre, sem local para apresentação e sem condições de garantir a sobrevivência.

Mas parece que, para o governo, a classe artística é a que menos importa neste processo.

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Prazo do lockdown musical termina hoje; juiz não deverá estendê-lo

Período de proibição de músicas de qualquer tipo em bares, restaurantes e casas de eventos gerou muita polêmica desde a sua implantação, na sexta-feira, 12, mas resultou em menos aglomerações nesses locais

 

Douglas Martins participou de debate com artistas maranhenses e deu a entender que o lockdown musical acaba mesmo nesta quinta-feira, 18

O juiz Douglas de Melo Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, não deverá estender o chamado “lockdown musical” para além desta quinta-feira 18, quando termina o prazo estabelecido por ele para proibição de músicas de qualquer natureza em bares e restaurantes.

Desde que implantado, na sexta-feira, 12, o “lockdown musical” gerou muita polêmica entre artistas e muitos ataques ao magistrado.

Mesmo sem música, fiscais do governo vistoriaram outros aspectos das regras sanitárias contra a CoVID-19 em bares e restaurantes

Os efeitos científicos de sua eficácia no combate à CoVID-19 só poderá ser medido em 15 dias, mas´foi evidente que a medida resultou em menos bares funcionando no período, o que gerou menos aglomerações.

Mesmo assim, a julgar por sua participação no debate com a classe artística, promovido terça-feira, pelo imirante.com, Douglas Martins não deve estender a proibição por mais dias.

Isso significa que, já a partir desta sexta-feria, 19, os bares e restaurantes já poderão contratar músicos, DJs ou tocar música mecânica em seus salões.

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Resultado de “lockdown artístico” definirá futuro das festas em SLZ

Bares, restaurantes e casas de eventos não poderão promover nenhum tipo de música ao vivo entre esta sexta-feira, 12, e a quinta-feira, 18; após avaliação, juiz decidirá se fecha ou não todas as atividades no estado

 

A partir de hoje os bares podem funcionar, mas sem ninguém ao microfone fazendo música ao vivo; proibição vai até a quinta-feira, 18

O resultado do “lockdown artístico”, que começa nesta sexta-feira, 12, determinará o futuro de uma paralisação total das atividades no Maranhão.

É o que deixa a entender o juiz da vara de Interesses Difusos e Coletivos, Douglas de Melo Martins, autor da proibição de música ao vivo em bares, restaurantes e casas de show.

– Se não houver restrição agora, em algum momento o lockdown se imporá para evitar colapso do sistema de saúde, visto que os recursos são limitados; a necessidade de leitos, no entanto, caso não contida a taxa de transmissão da doença, será sempre crescente – avisou Martins.

A proibição de música ao vivo visa evitar maiores aglomerações em bares e restaurantes, que serão obrigados a manter as restrições de lotação, distanciamento e higienização contra a CoVID-19.

A  partir da quinta-feira, 18m quando termina o lockdown artístico, Douglas Martins irá avaliar os resultados para nova decisão.

 E tudo dependerá da redução ou não do número de casos e de mortes pelo coronavírus…