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Simplício Araújo apresenta carteira de mais de 20 bilhões de investimentos privados ao BNB

Durante reunião sobre a programação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) 2020, o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, apresentou os mais de 20 bilhões em investimentos privados prospectados pelo Governo do Estado, por meio da Seinc.

O aporte está ligado a política de atração de investimentos adotada pelo Executivo Estadual, que mantém o Maranhão com segurança política, jurídica e econômica, salários em dia, além de um diálogo franco e transparente, que resultou na prospecção dos investimentos.

Segundo o secretário Simplício Araújo, os investimentos contribuem com as políticas do Governo do Estado para a geração de emprego, renda, desenvolvimento e adensamento de cadeias produtivas, conforme determinação do Governador Flávio Dino.

“Essa carteira de investimentos, indica que estamos no caminho certo. São investimentos que geram emprego, renda, desenvolvimento e ajudam na expansão de negócios aqui instalados. Com esse cenário, tenho certeza que o BNB que é nosso parceiro, poderá contribuir com o FNE”, explicou.

Os investimentos apresentados por Simplício Araújo estão ligados aos setores de tancagem, avicultura, carne, couro, energia, indústrias, entre outros. Tudo isso, atrelado aos trabalhos de adensamento de cadeias produtivas. Boa parte dos investimentos, estão resultando em contrapartidas sociais realizadas por meio da Seinc, que já entrega de ambulâncias, equipamentos, caminhão, casas de farinhas entre outras ações.

Sobre o FNE

Provido de recursos federais, o FNE financia investimentos de longo prazo e, complementarmente, capital de giro ou custeio. Além dos setores agropecuário, industrial e agroindustrial, também são contemplados com financiamentos os setores de turismo, comércio, serviços, cultural e infraestrutura.

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A onda de populismo e os testes para Bolsonaro e para a esquerda…

Por Simplício Araújo*

O Populismo é hoje o grande fenômeno político da atualidade. Pela primeira vez na história do mundo vários países são atingidos por uma mesma onda; o populismo se tornou nos dias de hoje quase global.

Além de Trump, nos EUA, temos Bolsonaro por aqui, Vladimir Putin na Rússia. O fenômeno ainda se repete nas Filipinas, Escandinávia, Itália e casos extremos como o da França, onde temos a esquerda La France Insoumise com Jean-Luc Mélenchon versus a extrema-direita com a filha de Jean-Marie Le Pen, Marine Le Pen pela Frente Nacional (Rassemblement National).

Também existem similaridades nos discursos e posições defendidas pela direita populista e a direita na Suiça, Polônia e Holanda, Turquia além de muitos países do norte, do sul, do leste e do oeste.

Estamos vivendo o quarto movimento de uma onda que vai e volta desde o século XIX, tendo conseguido sobreviver às três primeiras. Sempre com a mesma retórica, Governantes populistas geralmente usam bodes expiatórios e teorias conspiratórias ao explicar as dificuldades que os países passam, ao mesmo tempo em que se vendem à população como salvadores da pátria. A mais dramática dessas ondas aconteceu entre as duas guerras mundiais com o advento do fascismo e do nazismo.

As outras três ondas aconteceram ao fim do século XIX, com a grande depressão capitalista que deteriorou o crescimento e a prosperidade que a Europa havia desenvolvido desde o começo da baixa idade media e trazendo a “peste negra”, a “grande fome” e as guerras com a de “cem anos”.

A segunda onda de populismo, que foi a mais danosa para o mundo, entre as duas guerras, e a terceira, em alguns países, após a segunda guerra mundial entre 1939 e 1945.

A estrutura conceitual do populismo tem sido formada pelos perdedores e ganhadores da globalização. A globalização trouxe muitas vantagens econômicas e retirou milhões de pessoas da extrema pobreza, especialmente em países pobres. No entanto, mesmo com o lado positivo, existem os que são fortemente atingidos, perdendo posições e que querem o seu mundo (totalmente fechado) de volta.

A globalização e o populismo são como água e fogo.

Contradição que se tornou gigantesco desafio atual, pois em não havendo possibilidade de coexistirem juntos, prejudica a globalização e leva o populismo ao seu maior impasse, ou seja, a incapacidade de gerir a política.

A esquerda em âmbito global falhou ao não saber oferecer um caminho moderno e saudável para a globalização, com isso todo o debate foi arrastado de suas mãos pelas direitas globalizada e liberal ou pela direita nacionalista e hostil à globalização.

A esquerda em todos os lugares do mundo, ficou a “ver a banda passar”.

O populismo não representa um regime nem uma doutrina, mas uma situação, geralmente oriunda de crise profunda, de falta de confiança na relação entre o povo e as instituições públicas. Esta degradação na relação impulsiona à uma espécie de formula de resposta global, com a personalização de um “salvador da pátria”, mobilização da população e forte disseminação em massa de informações.

Claro que após essa “receita de bolo” em âmbito global, os caminhos em cada nação são enormemente diferentes, ainda que todos mantenham em comum o erro de exagerar o peso da nação no contexto da globalização, como apontam diversos pensadores e economistas.

O distanciamento entre o povo e as instituições é justificado pelo consolidado sentimento de que elas não funcionam democraticamente, que são ineficientes ou incapazes de prover a sociedade com serviços básicos como saúde e proteção. Decorre de uma critica global as elites, políticos e instituições. Movido pelo mesmo sentimento em qualquer lugar do planeta, o medo.

No Brasil, não preciso alongar este texto enumerando quais medos tomam contam da sociedade e quais frustrações alimentam a onda de populismo que começa a se instalar no país. O governo populista de Bolsonaro foi eleito para fornecer respostas a diversos gargalos que a crise econômica, política, moral e de toda espécie impuseram ao país. Reformas políticas, tributarias, previdenciárias, no judiciário e tantas outras são necessárias e urgentes, no entanto, parece que o atual governo já perde importante vantagem no credito perante a população para propor algumas delas.

A fragilidade de uma base partidária “formada nas cochas”, o caso “Queiroz” e a total falta de experiência administrativa e política da equipe tem sido um alarme preocupante que aponta para um desastre sem precedentes numa gestão federal.

A falta de experiência, o salto alto de alguns ministros, de militares e da própria família do Presidente fazem com que as negociações das importantes medidas fortaleçam o toma-lá-dá-cá no congresso, podendo levar em breve à população o sentimento de que se trocou seis não por meia dúzia, mas por quase nada.

Até aqui o governo só produz blá-blá-blá e divergências internas. Nenhuma outra proposição além da reforma previdenciária deixada pelo governo Temer, chegou ao congresso ou é de conhecimento da população.

A única atitude até o momento que marca o governo populista de Bolsonaro é a “militarização” de ministério e pastas importantes. Não se tem anúncios ou decisões concretas sobre as causas que levaram o Presidente ao poder, como combate a violência, ao desemprego, caos nas estradas, na saúde e o paquiderme histórico da burocracia que irrita o brasileiro e afasta investidores.

O que alimenta e dá sobrevida a qualquer governo populista é sua capacidade de dialogar com as massas, esse dialogo foi alimentado pelo medo comum que nos assusta a todos, mas doravante é necessário que seja sustentado pelas propostas para a resolução dos problemas, não estamos mais em campanha, já são quase sessenta dias de governo.

A reforma da previdência será uma importante demonstração de capacidade política e de gestão para a virada política que precisamos. Se o governo Federal se render as negociatas do Congresso na votação, pois as declarações de Rodrigo Maia, Presidente da Câmara, apontaram claramente para isso, estaremos todos assistindo a vitória da política atrasada e carcomida jogando fora uma grande oportunidade de garantir a saúde financeira de diversos estados brasileiros e devolver ao país a capacidade de voltar a crescer, comprovando com isso também o primeiro fracasso do governo populista de Bolsonaro.

Fracasso que já é trilhado por boa parte da esquerda, alguns que além de não compreender a onda, insistem em surfar “na maionese” ao se agarrar no passado, quando deviam apresentar uma nova proposta, com novos caminhos e novos nomes.

Para a retomada do crescimento e segurança social que todos almejam.

*Suplente de deputado federal e secretário de Indústria e Comércio do Maranhão

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Para Simplício Araújo, oposição desrespeita o Maranhão…

Secretário de Indústria e Comércio classifica de “absurdos” o que chama de boatos sobre fechamento dos Supermercados Maciel e alerta que clima de suspeição pode aumentar desemprego

 

O secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Simplício Araújo, rebateu com críticas as notícias dando conta de que o fechamento de lojas do grupo Supermercados Maciel foi estimulada por ações do governo Flávio Dino (PCdoB).

– São absurdos os boatos que estão sendo espalhados acerca do fechamento de unidades da rede de supermercados Maciel em São Luís – avaliou.  – Mais uma mentira sem nenhuma base ou prova é lançada por políticos que tentam atingir a imagem do Governo Flavio Dino, mas isso já passou de todos os limites. Conclamo o povo e a classe empresarial a repudiar e combater este tipo de ameaça aos empregos e empresários que sobrevivem em meio à gravíssima crise econômica que o país atravessa –  completou Araújo.

O assunto veio à tona novamente no fim de semana, após vídeo divulgado nas redes sociais, no qual o presidente do Grupo Maciel, Raimundo Maciel, pede paciência aos funcionários em razão do atraso de pagamentos e fechamento de lojas. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Para Simplício “é fácil provar que o Estado trabalha com total transparência, em cumprimento com a Constituição Federal e regras estabelecidas no CONFAZ através da Lei Complementar 160/17, e desde 2015 vem dando total transparência e publicidade a todos os benefícios concedidos por segmento, demonstrando probidade e responsabilidade nos seus atos, basta olhar no Diário Oficial do dia 18 de setembro de 2018”.

O secretário também disse que o governo Flávio Dino sempre teve diálogo aberto com todos os segmentos econômicos do Maranhão e busca respeitar a todos, tendo construído incentivos democráticos e isonômicos.

– Quando um político levanta mentiras, boatos e injúrias sobre qualquer segmento econômico ou empresa, está atacando o povo que precisa dos empregos, desrespeitando a história de empresários e abrindo um gravíssimo precedente para vilipendiar qualquer empreendimento instalado ou que possa se instalar no Maranhão, isso com certeza espanta quem por ventura possa vir a se instalar aqui – explicou o secretário, sem citar que político tem levantado as mentiras.

De acordo com o secretário, a Lei 10.576/2017 foi elaborada para a atração de grandes centros de distribuição ao Maranhão.

– Várias empresas estavam interessadas em trazer seus CD’s para nosso estado, empresas como o grupo João Claudino, que tem mais lojas no Maranhão que no Piauí, onde está atualmente seu Centro de Distribuição, se interessaram e estavam em negociação com o estado, mas mudaram de ideia depois da grande onda de boatos e mentiras sobre o projeto. A lei, tratada equivocadamente como direcionada para beneficiar o Grupo Mateus, não alcançou ainda nenhuma empresa, em decorrência dos ataques feitos – acredita o secretário.

Com relação ao Grupo Maciel, Simplício citou que “é triste ver o caso do Maciel sim, acompanho isso desde 2016″.

– Mas, mais triste é ver esse ataque aos empreendedores do Maranhão buscando atingir o Governo Flávio Dino. Não tendo encontrado até hoje nenhum escândalo dentro do governo para baterem, tentam agora acabar com o Maranhão para colocar a culpa no governador. Isso não é contra Flavio, contra mim ou apenas contra dois empresários que lutam para manter seus negócios. Isso é contra todos os maranhenses – concluiu.