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“De reconhecimento inquestionável”, diz paciente de Covid-19 sobre doações de respiradores a Bacabal

Jovem recuperado da doença diz que a compra dos 187 aparelhos pela rede solidária montada a partir da Secretaria de Indústria e Comércio, comandada por Simplício Araújo foi fundamental para a sua saúde

 

A fisioterapia respiratória dos pacientes da Covid-19 pôde ser ampliada qualitativamente pelos respiradores adquiridos pelo Governo do Estado. Milhares de vidas foram salvas. Essa assistência respiratória foi e sempre será de vital importância”, conta Pedro Netho dos Santos Amorim, de 29 anos, sobre sua recuperação no Hospital Macrorregional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal, após diagnóstico do novo coronavírus.

Para o jovem, a compra dos 187 respiradores – uma iniciativa da rede solidária formada por empresários que atenderam às demandas da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc) – foi uma decisão importante para a sua saúde e a de milhares de maranhenses.

“A compra desses aparelhos foi uma das maiores aquisições deste governo [estadual], onde mostrou que a ciência, a tecnologia e os cuidados com a saúde da população diminuiram os impactos devastadores da pandemia. O cenário de emergência da saúde pública carece de esforços de todos nós. Quem sofreu como eu sofri, com 80% dos pulmões comprometidos, sabe o que significam estratégias dessa natureza”, comemorou Pedro Netho.

A fala do jovem de 29 anos reforça três características essenciais neste momento de enfrentamento à pandemia da Covid-19: diálogo, solidariedade e saúde. Estas três palavras fazem parte de ações estratégicas executadas pelo secretário de Estado da Indústria, Comércio e Energia do Maranhão, Simplício Araújo.

“Minha família, como tantas outras famílias maranhenses, sabem que um desespero desse só pode ser amenizado pelo poder de Deus e pela responsabilidade dos homens. As ações de aquisições de equipamentos de proteção individuais, qualificação de profissionais da saúde, implantação de hospitais de campanha e testagem foram muito importantes. A habilidade do secretário Simplício Araújo é de reconhecimento inquestionável por ter se desdobrado com alto know-how para aquisição destes respiradores. Foi a perfeita combinação de atitude e trabalho”, acrescentou.

Ao todo, foram 187 respiradores comprados em abril. Além destes equipamentos, comprados na China por meio de doações de empresários que se uniram ao Governo do Estado, também foram adquiridos à Seinc aproximadamente 200 mil máscaras N95, termômetros, álcool 70 e em gel, além de doações de testes rápidos e serviços gratuitos aos profissionais de saúde locais.

A conquista destes materiais, que somados representam uma arrecadação de mais de R$ 20 milhões em doações para a saúde do Maranhão, foram comemorados por agentes da saúde em todo o Estado. “Sem esses equipamentos, seria inviável o atendimento do paciente grave de Covid-19. Nossas equipes vibravam cada vez que conseguíamos montar um leito com respirador, dada a importância para a recuperação do paciente com coronavírus”, analisa Patrícia Mendonça, diretora-geral do Hospital Macrorregional Dra. Laura Vasconcelos, em Bacabal.

A diretora comentou, ainda, que os respiradores foram fundamentais em casos como o de Sebastião Malhao de Brito, de 87 anos. “[Senhor] Sebastião é um exemplo da importância do respirador. Por mais que nossos médicos e toda nossa equipe se empenhassem nos cuidados, se não tivéssemos os respiradores, ele não teria sobrevivido, dado o agravamento do seu caso. Somos gratos ao Governo do Estado pelo comprometimento e cuidado com a nossa unidade, em nos dar condições de atendermos com eficiência e zelo a todos os nossos pacientes”, acrescentou Patrícia.

O secretário Simplício Araújo analisa o impacto deste ato de solidariedade das empresas em prol do fortalecimento da rede pública de saúde e do enfrentamento ao coronavírus. “A parceria entre poder público e iniciativa privada reforça nosso objetivo de combater a pandemia da Covid-19 de forma estratégica, sempre pensando nos melhores resultados para a sociedade civil. Seguiremos trabalhando de forma incansável, sob o comando do governador Flávio Dino, para que todos os compromissos firmados sejam cumpridos”, pontuou.

Doações

As doações foram feitas por empresas como Ômega Energia, Alumar, Eneva, Grupo Mateus, EDP Linhas de Transmissão, Suzano, Gera Maranhão Energia, Universidade Ceuma, Heineken, Lavronorte, Fribal, Grupo Maratá, Comercial Rofe, Centro Elétrico, Potiguar, Roque Aço Cimento, Revest Com. e Serviços, COC, Dínamo Engenharia, Faculdade ISL Wyden, Vale, Canopus, Sinduscon, Silveira Engenharia, Dimensão Engenharia, Construtora Escudo, Lua Nova Engenharia, Alfa Engenharia, RJ distribuição, RBC Construçoes e Constans. 

Outras empresas, como Agro Serra, Ambev, Grupo Maratá, FC Oliveira, Guaraná Psiu e Solar Coca-Cola, se uniram e doaram mais de 600 mil litros de álcool para unidades de saúde do Estado.

Imperatriz

Em julho, a Seinc articulou a entrega de mais dez respiradores ao Maranhão, equipamentos destinados ao auxílio no tratamento de pacientes na cidade de Imperatriz, doados pela empresa Suzano Papel e Celulose.

Os aparelhos fazem parte da ação estratégica do Governo do Estado para fortalecer o combate ao coronavírus na Região Tocantina.

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Simplício articula doações de empresas para combate à CoVID-19

Partiu do secretário de Indústria e Comércio a movimentação que resultou na compra de 107 respiradores, que já se encontram em São Paulo e devem chegar o Maranhão nos próximos dias; outros 80 devem ser comprados em breve

 

Simplício Araújo articula com empresários a doação de equipamentos a serem usados no combate ao coronavírus

Coube ao secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo, a articulação para a compra de 107 respiradores mecânicos para uso em pacientes com CoVID-19 no Maranhão.

Araújo já garantiu 107 desses aparelhos, que já estão em São Paulo e devem chegar ao Maranhão nos próximos dias; outros 80 devem ser chegar até o fim de abril.  

Participaram da compra –  que inclui também termômetros, álcool em gel e testes rápidos – as empresas Ômega Energia, Alumar, Eneva, Grupo Mateus, EDP Linhas de Transmissão, Suzano, Gera Maranhão Energia, Universidade Ceuma, Heineken, Lavronorte, Fribal, Grupo Maratá, Comercial Rofe, Centro Elétrico, Potiguar, Roque Aço Cimento, Revest Com. e Serviços, COC, Dínamo Engenharia, Faculdade ISL Wyden, Vale, Canopus, Sinduscon, Silveira Engenharia, Dimensão Engenharia, Construtora Escudo, Lua Nova Engenharia, Alfa Engenharia, RJ distribuição, RBC Construções e Constans.

O custo total desta articulação, estima Simplício Araújo, é de cerca de R$ 10 milhões. 

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Simplicio Araújo promove crescimento econômico e geração de empregos no MA

As ações de estímulo, atração de investimentos e fomento da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), mostram que o Maranhão está no caminho certo rumo ao desenvolvimento e crescimento econômico.

Recentemente, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostrou que Maranhão está no terceiro ano seguido de criação de novos empregos com carteira assinada.

Além disso, o último estudo do IBGE , mostrou que o Estado teve em 2017 crescimento quatro vezes maior que a média nacional.

O secretário da Seinc, Simplício Araújo, ressaltou que o atual cenário demostra que o Maranhão está colhendo os frutos do trabalho republicano e transparente que tem realizado desde 2015.

“Os dados só reforçam que as ações desenvolvidas pelo Governo Flávio Dino estão no caminho certo rumo ao desenvolvimento. Estamos colhendo os frutos do trabalho para a geração de emprego e renda”, disse.

Dados

No ano passado, foram geradas 10.707 vagas formais (com carteira assinada). Desde 2017, a curva vem subindo. Em 2019, tinham sido 1.221 postos. Já em 2018, subiu para 9.649. E agora, quase 11 mil. Entre os setores que mais puxaram para cima o emprego em 2019 estão Serviços, Construção Civil e Comércio.

Crescimento do PIB

O PIB representa a soma das riquezas de um país, Estado ou município. Ou seja, mede como vai a economia desses locais. O Maranhão teve alta de 5,3% em 2017. Foi o quádruplo do verificado em nível nacional. O Brasil alcançou um crescimento de 1,3% no mesmo ano. 

O salto da economia maranhense foi o quarto maior do país, somente atrás de Mato Grosso (12,1%), Piauí (7,7%) e Rondônia (5,4%). Outras 23 unidades da Federação tiveram desempenho abaixo do verificado no Maranhão. Além disso, o PIB do Maranhão foi o segundo mais alto do Nordeste. De acordo com o IBGE, três Estados tiveram queda do PIB em 2017: Paraíba, Sergipe e Rio de Janeiro.

Da assessoria

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Na França, Simplício Araújo busca solução para refino de petróleo no MA

Reunião na sede da empresa Entrepose, em Paris, que pretende implantar refinarias de pequeno porte no Brasil

O Secretário da Indústria,Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo e o Subsecretário, Expedito Rodrigues Júnior, encontram-se na França em uma discussão técnica que visa resolver definitivamente o processo de refino de petróleo e produção de derivados no Maranhão.

Após o fracassado projeto da refinaria premium em Bacabeira, algumas soluções já foram buscadas para tornar realidade o projeto, em virtude da localização estratégia do Maranhão, que além de ser a única saída viável para resolver o estrangulamento dos portos do sul do país, é a principal porta de entrada de combustíveis para diversos estados brasileiros.

Simplício conheceu as estruturas de refino de petróleo e apresentou as propostas do Maranhão aos engenheiros da Axiens

Além disso, os portos maranhenses, contam com o melhor calado do arco norte liderados pelo Porto de Itaqui, e estão estrategicamente próximos ao golfo do México, grandes descobertas da Guiana e entre potenciais bacias petrolíferas da margem equatorial brasileira como Foz do Amazonas, Para-Maranhão e Barreirinhas.

Simplício Araújo conheceu a parceria entre o Oil Group, a Entrepose e a Axens, que pretende implantar algumas refinarias de pequeno e médio porte no Brasil nos próximos anos, uma delas, como capacidade de produção entre 20 e 30 mil barris por mês, no Maranhão.

Reunião na Axiens, empresa estatal francesa que domina umas das melhores tecnologias de refino de petróleo do mundo

A proposta vem sendo debatida entre o Governo do Estado, por meio da Seinc, e os representantes das empresas desde o início de 2019. “Com a visita técnica a sede da Entrepose e Axens, em Paris e ao IFPEn, instituto Francês de Petróleo e Energia, na cidade de Lyon, o próximo passo é discutir um cronograma de trabalho com os empreendedores para dar mais celeridade ao processo”, disse Simplício Araújo.

O projeto do Oil Group já está avançando no Rio de Janeiro, no Porto do Açu, em São João da Barra e será executado pela Entrepose e Axens, onde o grupo busca reproduzir a mesma estrutura no Maranhão.

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Incentivo e segurança no ambiente de negócio favoreceram PIB, avalia Simplício

Secretário de Indústria e Comércio diz que o trabalho da pasta, não apenas no elos da cadeia do Agronegócio, como também no setor de serviços e no comércio estimularam a atração de investimentos para o estado

 

PARA SIMPLÍCIO, AMBIENTE DE NEGÓCIO E INCENTIVO CRIADO NO MARANHÃO ATRAIU INVESTIMENTOS que resultaram no aumento do PIB

O Maranhão registrou uma alta de 5,3% no Produto Interno Bruto (PIB), o 4º maior crescimento econômico do país em 2017. Essa conjuntura foi favorecida pelo ambiente de incentivo, previsibilidade, segurança, transparência e desburocratização nos negócios, empreendidos pelo Governo do Maranhão, por meio da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), estimulando a atração de investimentos e as parcerias público-privadas.

Os dados, que foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nesta quinta-feira (14), apuraram que o segmento de agronegócio puxou o crescimento econômico no Maranhão.

O estado está entre os quatro com maior influência do segmento, sobretudo com os cultivos de milho, algodão e soja. O Maranhão apresentou um dos melhores resultados no setor de serviços, com aumento de 4,1%. O resultado de 6,2% do comércio e reparação também foi determinante para o resultado.

À frente do Maranhão, com um PIB registrado no valor de R$ 89,5 milhões em 2017, só ficaram Rondônia (5,4%), Piauí (7,7%) e Mato Grosso (12,1%). No Nordeste, o Maranhão teve a segunda maior alta do PIB em 2017. O desempenho da economia maranhense também ficou bem acima da média nacional, que cresceu 1,3%.

– [o resultado] Fortalece um trabalho iniciado em 2015, em que focamos na reconstrução de um arcabouço de peças jurídicas, que dão garantia e segurança às pessoas que querem investir no Maranhão. Além de uma mudança na dinâmica do ambiente de negócios, tornando-o extremamente republicano, democrático, respeitoso, de forma a contribuir com os investimentos privados – frisou.

Os setores com destaque no crescimento do PIB fazem parte do catálogo de investimentos consolidados e estimulados pela Seinc voltados para o agronegócio nos setores portuário, fertilizantes, minério, e combustíveis.

– O Maranhão está atraindo os empresários pelo ambiente seguro, parceria e apoio republicanos, legislação e benefícios fiscais focados em segmentos econômicos e que viabilizam a implementação dos projetos e investimentos – acrescenta Simplício Araújo.

Simplício também enalteceu a participação especial dos negócios já instalados no Maranhão, que com investimentos e ajustes importantes garantiram a perenidade de suas operações e a manutenção e ampliação de postos de trabalho no estado.

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Simplício Araújo lidera missão de empresários na China…

Secretário de Indústria e Comércio representa o governo maranhense na Canton Fair, em Guangzhou, feira que trata de contatos comerciais com empresas chinesas

 

SIMPLÍCIO COM OS EMPRESÁRIOS MARANHENSES NA CHINA; secretário lidera a representação do estados em ferias pela Ásia

 

O secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo está na China, após passar por Dubai, em uma missão especial com 54 empresários maranhenses.

Os empreendedores participam da Canton Fair, evento que reúne contatos e oportunidades empresarias na cidade de Guangzhou.

 – Em nome do governo Flávio Dino (PCdoB) lidero hoje na China a maior Missão Empresarial Brasileira de 2019, hoje com apoio da equipe da Seinc e Sefaz, intérpretes e especialistas em comércio exterior 54 empresários maranhenses iniciaram visita e contatos comerciais com empresas chinesas e de outros países na Canton Fair, na cidade de Guangzhou – explica o secretário

A MISSÃO MARANHENSE JÁ PASSOU POR DUBAI E TEM VÁRIAS AGENDAS EM GUANGZHOU, NA CHINA, com contatos importantes na área empresarial

A missão maranhense já passou por Dubai, onde também participou de eventos empresariais e manteve contato com empreendedores árabes sobre as oportunidades no Maranhão.

A missão maranhense é composta de autoridades públicas e empresários de vários setores…

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Em Dubai, Simplício Araújo participa de missão empresarial…

O secretário de Indústria e Comércio Simplício Araújo está em Dubai, onde representa o Maranhão na preparação da Expo-Dubai 2020.

– A agenda da manhã hoje [domingo] aqui em Dubai foi com o embaixador Fernando Igreja, Apex-Brasil, com a empresa realizadora da Expo-Dubai 2020 e com Mohammed Ali, Executivo do Porto e Zona Franca Jebel Ali – disse o secretário.

Simplício compõe a missão empresarial Maranhão-Dubai-China, que discute investimentos e trocas comerciais entre o estado e os dois países.

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Simplício Araújo apresenta carteira de mais de 20 bilhões de investimentos privados ao BNB

Durante reunião sobre a programação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) 2020, o secretário de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), Simplício Araújo, apresentou os mais de 20 bilhões em investimentos privados prospectados pelo Governo do Estado, por meio da Seinc.

O aporte está ligado a política de atração de investimentos adotada pelo Executivo Estadual, que mantém o Maranhão com segurança política, jurídica e econômica, salários em dia, além de um diálogo franco e transparente, que resultou na prospecção dos investimentos.

Segundo o secretário Simplício Araújo, os investimentos contribuem com as políticas do Governo do Estado para a geração de emprego, renda, desenvolvimento e adensamento de cadeias produtivas, conforme determinação do Governador Flávio Dino.

“Essa carteira de investimentos, indica que estamos no caminho certo. São investimentos que geram emprego, renda, desenvolvimento e ajudam na expansão de negócios aqui instalados. Com esse cenário, tenho certeza que o BNB que é nosso parceiro, poderá contribuir com o FNE”, explicou.

Os investimentos apresentados por Simplício Araújo estão ligados aos setores de tancagem, avicultura, carne, couro, energia, indústrias, entre outros. Tudo isso, atrelado aos trabalhos de adensamento de cadeias produtivas. Boa parte dos investimentos, estão resultando em contrapartidas sociais realizadas por meio da Seinc, que já entrega de ambulâncias, equipamentos, caminhão, casas de farinhas entre outras ações.

Sobre o FNE

Provido de recursos federais, o FNE financia investimentos de longo prazo e, complementarmente, capital de giro ou custeio. Além dos setores agropecuário, industrial e agroindustrial, também são contemplados com financiamentos os setores de turismo, comércio, serviços, cultural e infraestrutura.

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A onda de populismo e os testes para Bolsonaro e para a esquerda…

Por Simplício Araújo*

O Populismo é hoje o grande fenômeno político da atualidade. Pela primeira vez na história do mundo vários países são atingidos por uma mesma onda; o populismo se tornou nos dias de hoje quase global.

Além de Trump, nos EUA, temos Bolsonaro por aqui, Vladimir Putin na Rússia. O fenômeno ainda se repete nas Filipinas, Escandinávia, Itália e casos extremos como o da França, onde temos a esquerda La France Insoumise com Jean-Luc Mélenchon versus a extrema-direita com a filha de Jean-Marie Le Pen, Marine Le Pen pela Frente Nacional (Rassemblement National).

Também existem similaridades nos discursos e posições defendidas pela direita populista e a direita na Suiça, Polônia e Holanda, Turquia além de muitos países do norte, do sul, do leste e do oeste.

Estamos vivendo o quarto movimento de uma onda que vai e volta desde o século XIX, tendo conseguido sobreviver às três primeiras. Sempre com a mesma retórica, Governantes populistas geralmente usam bodes expiatórios e teorias conspiratórias ao explicar as dificuldades que os países passam, ao mesmo tempo em que se vendem à população como salvadores da pátria. A mais dramática dessas ondas aconteceu entre as duas guerras mundiais com o advento do fascismo e do nazismo.

As outras três ondas aconteceram ao fim do século XIX, com a grande depressão capitalista que deteriorou o crescimento e a prosperidade que a Europa havia desenvolvido desde o começo da baixa idade media e trazendo a “peste negra”, a “grande fome” e as guerras com a de “cem anos”.

A segunda onda de populismo, que foi a mais danosa para o mundo, entre as duas guerras, e a terceira, em alguns países, após a segunda guerra mundial entre 1939 e 1945.

A estrutura conceitual do populismo tem sido formada pelos perdedores e ganhadores da globalização. A globalização trouxe muitas vantagens econômicas e retirou milhões de pessoas da extrema pobreza, especialmente em países pobres. No entanto, mesmo com o lado positivo, existem os que são fortemente atingidos, perdendo posições e que querem o seu mundo (totalmente fechado) de volta.

A globalização e o populismo são como água e fogo.

Contradição que se tornou gigantesco desafio atual, pois em não havendo possibilidade de coexistirem juntos, prejudica a globalização e leva o populismo ao seu maior impasse, ou seja, a incapacidade de gerir a política.

A esquerda em âmbito global falhou ao não saber oferecer um caminho moderno e saudável para a globalização, com isso todo o debate foi arrastado de suas mãos pelas direitas globalizada e liberal ou pela direita nacionalista e hostil à globalização.

A esquerda em todos os lugares do mundo, ficou a “ver a banda passar”.

O populismo não representa um regime nem uma doutrina, mas uma situação, geralmente oriunda de crise profunda, de falta de confiança na relação entre o povo e as instituições públicas. Esta degradação na relação impulsiona à uma espécie de formula de resposta global, com a personalização de um “salvador da pátria”, mobilização da população e forte disseminação em massa de informações.

Claro que após essa “receita de bolo” em âmbito global, os caminhos em cada nação são enormemente diferentes, ainda que todos mantenham em comum o erro de exagerar o peso da nação no contexto da globalização, como apontam diversos pensadores e economistas.

O distanciamento entre o povo e as instituições é justificado pelo consolidado sentimento de que elas não funcionam democraticamente, que são ineficientes ou incapazes de prover a sociedade com serviços básicos como saúde e proteção. Decorre de uma critica global as elites, políticos e instituições. Movido pelo mesmo sentimento em qualquer lugar do planeta, o medo.

No Brasil, não preciso alongar este texto enumerando quais medos tomam contam da sociedade e quais frustrações alimentam a onda de populismo que começa a se instalar no país. O governo populista de Bolsonaro foi eleito para fornecer respostas a diversos gargalos que a crise econômica, política, moral e de toda espécie impuseram ao país. Reformas políticas, tributarias, previdenciárias, no judiciário e tantas outras são necessárias e urgentes, no entanto, parece que o atual governo já perde importante vantagem no credito perante a população para propor algumas delas.

A fragilidade de uma base partidária “formada nas cochas”, o caso “Queiroz” e a total falta de experiência administrativa e política da equipe tem sido um alarme preocupante que aponta para um desastre sem precedentes numa gestão federal.

A falta de experiência, o salto alto de alguns ministros, de militares e da própria família do Presidente fazem com que as negociações das importantes medidas fortaleçam o toma-lá-dá-cá no congresso, podendo levar em breve à população o sentimento de que se trocou seis não por meia dúzia, mas por quase nada.

Até aqui o governo só produz blá-blá-blá e divergências internas. Nenhuma outra proposição além da reforma previdenciária deixada pelo governo Temer, chegou ao congresso ou é de conhecimento da população.

A única atitude até o momento que marca o governo populista de Bolsonaro é a “militarização” de ministério e pastas importantes. Não se tem anúncios ou decisões concretas sobre as causas que levaram o Presidente ao poder, como combate a violência, ao desemprego, caos nas estradas, na saúde e o paquiderme histórico da burocracia que irrita o brasileiro e afasta investidores.

O que alimenta e dá sobrevida a qualquer governo populista é sua capacidade de dialogar com as massas, esse dialogo foi alimentado pelo medo comum que nos assusta a todos, mas doravante é necessário que seja sustentado pelas propostas para a resolução dos problemas, não estamos mais em campanha, já são quase sessenta dias de governo.

A reforma da previdência será uma importante demonstração de capacidade política e de gestão para a virada política que precisamos. Se o governo Federal se render as negociatas do Congresso na votação, pois as declarações de Rodrigo Maia, Presidente da Câmara, apontaram claramente para isso, estaremos todos assistindo a vitória da política atrasada e carcomida jogando fora uma grande oportunidade de garantir a saúde financeira de diversos estados brasileiros e devolver ao país a capacidade de voltar a crescer, comprovando com isso também o primeiro fracasso do governo populista de Bolsonaro.

Fracasso que já é trilhado por boa parte da esquerda, alguns que além de não compreender a onda, insistem em surfar “na maionese” ao se agarrar no passado, quando deviam apresentar uma nova proposta, com novos caminhos e novos nomes.

Para a retomada do crescimento e segurança social que todos almejam.

*Suplente de deputado federal e secretário de Indústria e Comércio do Maranhão

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Para Simplício Araújo, oposição desrespeita o Maranhão…

Secretário de Indústria e Comércio classifica de “absurdos” o que chama de boatos sobre fechamento dos Supermercados Maciel e alerta que clima de suspeição pode aumentar desemprego

 

O secretário de Indústria e Comércio do Maranhão, Simplício Araújo, rebateu com críticas as notícias dando conta de que o fechamento de lojas do grupo Supermercados Maciel foi estimulada por ações do governo Flávio Dino (PCdoB).

– São absurdos os boatos que estão sendo espalhados acerca do fechamento de unidades da rede de supermercados Maciel em São Luís – avaliou.  – Mais uma mentira sem nenhuma base ou prova é lançada por políticos que tentam atingir a imagem do Governo Flavio Dino, mas isso já passou de todos os limites. Conclamo o povo e a classe empresarial a repudiar e combater este tipo de ameaça aos empregos e empresários que sobrevivem em meio à gravíssima crise econômica que o país atravessa –  completou Araújo.

O assunto veio à tona novamente no fim de semana, após vídeo divulgado nas redes sociais, no qual o presidente do Grupo Maciel, Raimundo Maciel, pede paciência aos funcionários em razão do atraso de pagamentos e fechamento de lojas. (Entenda aqui, aqui e aqui)

Para Simplício “é fácil provar que o Estado trabalha com total transparência, em cumprimento com a Constituição Federal e regras estabelecidas no CONFAZ através da Lei Complementar 160/17, e desde 2015 vem dando total transparência e publicidade a todos os benefícios concedidos por segmento, demonstrando probidade e responsabilidade nos seus atos, basta olhar no Diário Oficial do dia 18 de setembro de 2018”.

O secretário também disse que o governo Flávio Dino sempre teve diálogo aberto com todos os segmentos econômicos do Maranhão e busca respeitar a todos, tendo construído incentivos democráticos e isonômicos.

– Quando um político levanta mentiras, boatos e injúrias sobre qualquer segmento econômico ou empresa, está atacando o povo que precisa dos empregos, desrespeitando a história de empresários e abrindo um gravíssimo precedente para vilipendiar qualquer empreendimento instalado ou que possa se instalar no Maranhão, isso com certeza espanta quem por ventura possa vir a se instalar aqui – explicou o secretário, sem citar que político tem levantado as mentiras.

De acordo com o secretário, a Lei 10.576/2017 foi elaborada para a atração de grandes centros de distribuição ao Maranhão.

– Várias empresas estavam interessadas em trazer seus CD’s para nosso estado, empresas como o grupo João Claudino, que tem mais lojas no Maranhão que no Piauí, onde está atualmente seu Centro de Distribuição, se interessaram e estavam em negociação com o estado, mas mudaram de ideia depois da grande onda de boatos e mentiras sobre o projeto. A lei, tratada equivocadamente como direcionada para beneficiar o Grupo Mateus, não alcançou ainda nenhuma empresa, em decorrência dos ataques feitos – acredita o secretário.

Com relação ao Grupo Maciel, Simplício citou que “é triste ver o caso do Maciel sim, acompanho isso desde 2016″.

– Mas, mais triste é ver esse ataque aos empreendedores do Maranhão buscando atingir o Governo Flávio Dino. Não tendo encontrado até hoje nenhum escândalo dentro do governo para baterem, tentam agora acabar com o Maranhão para colocar a culpa no governador. Isso não é contra Flavio, contra mim ou apenas contra dois empresários que lutam para manter seus negócios. Isso é contra todos os maranhenses – concluiu.