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Em Brasília, Fábio Câmara vê maranhense em busca da oportunidade que falta no MA

Pré-candidato do PDT a prefeito de São Luís mostrou a coragem da senhora Norma Helena, do Bairro de Fátima, que vende frango e peixe assados na capital federal por que não conseguiu trabalhar na capital maranhense; o pedetista encontrou também com o senador Weverton Rocha, com

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Roberto Rocha quer disputar Governo ou Senado em 2026…

Ao afirmar à rede Record Maranhão que já deu sua contribuição como deputado federal e estadual, ex-senador faz elogios ao governador Carlos Brandão, alfineta indiretamente o prefeito Eduardo Braide  – mesmo sem citar nome – e lembra que, mesmo em condições adversas, em 2022 teve mais votos para o Senado que os adversários de Lula, somados

 

Roberto Rocha falou do passado e do futuro político – dele e do Maranhão – e garantiu presença nas eleições majoritárias de 2026

O ex-senador Roberto Rocha (PTB) admitiu nesta quarta-feira, 8, em  entrevista ao programa Balanço Geral, da rede Record Maranhão, a possibilidade de concorrer ao Senado novamente nas eleições de 2026; na semana passada, a imprensa destacou interesse de Rocha apenas na disputa pelo governo, mas ele fala de “eleições majoritárias”, incluindo as duas possibilidades.

Quero disputar as eleições majoritárias de 2026. Fui três vezes deputado federal e uma vez estadual. Já dei minha contribuição em mandatos como estes. Um mandato majoritário exige mais experiências. Pretendo ser candidato majoritário, esse cargo pode ser governador ou senador. Deputado federal e estadual não está nos meus planos”, explicou Rocha, que descartou também as eleições municipais de outubro, numa alfinetada indireta, e sem citar nome, ao ex-aliado Eduardo Braide (PSD):

 

Não é correto que alguém que se eleja em 2024, assuma em 2025 e quando chega em 2026 renuncie para ser candidato. Acho isso, inclusive um estelionato. Por isso não vou disputar as eleições municipais.

 

Rocha lembra que disputou em condições adversas as eleições de senador em 2022 e, mesmo assim, alcançou cerca de 1,2 milhão de votos:

  • foram mais votos que a maioria dos candidatos a governador pela oposição, juntos;
  • mais votos que a soma de todos os adversários de Lula a presidente, incluindo Bolsonaro;
  • Mais votos que o então presidente Bolsonaro, inclusive na sua votação no 2º turno, contra Lula;

 

Na minha campanha nem eu nem minha família votamos em mim. Meu filho morreu durante a campanha. Foram mais votos que os candidatos a presidente. E só votos de oposição. Em raras exceções tive apoio político. 126 prefeitos participavam da minha coligação, 120 largaram para apoiar meu oponente, o Flávio Dino. Eu sei a razão, mas não é o caso de tratar disso agora”, lamentou o ex-senador.

 

Roberto Rocha fez elogios ao governador  Carlos Brnadão, a quem chamou de “decente” e “correto”; mas lembra que, mesmo com toda a força do Governo do Estado, e com a estrutura de campanha de Brandão escorada no presidente Lula (PT), ainda assim a população manifestou seu desejo de mudança.

Faltaram só 40 mil votos para o segundo turno. Se fosse para o segundo turno, o resultado poderia ter sido diferente”, acredita.

 

Rocha diz que tem aproveitado essa entressafra política para ver a vida com mais amplitude no espelho, se entender melhor, estar com a família e se dedicar aso estudos.

Ele deve anunciar um partido só às vésperas do debate sobre as eleições de 2026.

Mas pretende estar cada vez mais presente nas discussões políticas…

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Bancos ainda não aprovaram empréstimos a Brandão…

Assembleia Legislativa aprovou valores que chegam a R$ 2,3 bilhões em duas operações com o BNDES e Banco do Brasil, mas nenhuma das instituições sinalizou a liberação dos recursos, que o governador diz pretender usar em recuperação de rodovias e na infraestrutura do estado

 

Brandão conseguiu que a Assembleia aprovasse os seus empréstimos, mas os bancos não liberaram os recursos

Nenhum dos dois empréstimos aprovados pela Assembleia Legislativa em favor do governo Carlos Brandão (PSB) apresenta qualquer sinalização de liberação nas instituições financeiras almejadas.

  • São R$ 350 milhões do BNDES, aprovados  em novembro de 2023;
  • Outros R$ 1,9 bilhão foi aprovado em março, para operação no Banco do Brasil

Mas apesar dois pedidos de urgência do governo – que resultou na aprovação a toque-de-caixa na Alema – nenhuma das duas instituições financeiras liberou os recursos até o momento.

O Maranhão tem pendências financeiras com outros empréstimos, com calote em parcelas e renegociações com Governo Federal, que é avalista de algumas dessas operações e se viu obrigado a pagar atrasados. (Saiba mais aqui)

A Secretaria do Tesouro Nacional também não liberou o total de recursos de uma única vez, já que o limite de endividamento do Maranhão em 2024 é de apenas cerca de R$ 600 milhões, três vezes menos do que pretende Brandão.

O governador disse aos deputados estaduais que pretende usar os recursos para recuperação de rodovias e investimentos na infraestrutura do Maranhão. 

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Números desmentem narrativa de Brandão sobre equilíbrio do governo…

Com dívidas de quase R$ 1 bilhão com empreiteiros, outro bilhão atrasado para fornecedores da Saúde e serviços médicos, operações de crédito com parcelas atrasadas, aparelhos quebrados no Hospital Carlos Macieira e hospitais praticamente fechados, governador se vê às voltas, agora, com ameaça de greve no Hospital Presidente Vargas, o que joga por terra seu discurso de que o Maranhão segue pujante

 

Propaganda de Brandão tenta vender um Maranhão que só existe na narrativa da Secom e da mídia alinhada ao Palácio dos Leões

Análise da Notícia

A mídia alinhada ao Palácio dos Leões passou a semana a divulgar release montado pela Secretaria de Comunicação apontando que o governo Carlos Brandão (PSB) reduziu o endividamento do Maranhão  em relação à sua capacidade de arrecadação. (Veja aqui)

Os números reais da situação do estado, no entanto, mostram que esta narrativa não passou de uma tentativa de responder à revelação do deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que apontou a dificuldade do estado de conseguir crédito, como este blog Marco Aurélio d’Eça registrou no post “Brandão usurpou Assembleia com projeto de empréstimo…”.

– Embora não tenha sido explicitado na mensagem governamental, presume-se que o Poder Executivo desejou, desde logo, obter uma autorização da Assembleia Legislativa, para a contratação, não apenas de uma operação de crédito em 2024, mas de três operações, sendo a primeira em 2024 e as demais nos dois exercícios financeiros subsequentes, em 2025 e em 2026”, explica Othelino.

A preocupação de Othelino revelou uma dura realidade do governo que nem os releases escamoteados da Secom conseguem esconder. 

  • Brandão deve mais de R$ 1 bilhão a empreiteiros; também deve outros R$ 1 bilhão em serviços médicos e fornecedores do setor de Saúde;
  • servidores públicos e prestadores de serviços em diversas pastas reclamam salários atrasados;
  • hospitais como o Carlos Macieira têm equipamentos importantes quebrados há meses;
  • outros, como o Hospital da Ilha e o de Traumatologia estão quase fechados.

Nota pública dos profissionais de Saúde expõe o caos que vivem os hospitais no governo Carlos Brandão

Nesta sexta-feira, profissionais do Hospital Getúlio Vargas anunciaram estado de greve por que não recebem desde janeiro, como mostra nota assinada por diversos profissionais de saúde.

Há suas semanas, o deputado estadual Rodrigo Lago (PCdoB) revelou na Assembleia Legislativa que o Maranhão deu calote em parcelas de dívidas antigas do estado, absorvidas pela União; e mesmo com todas as vantagens oferecidas pela mesma União para recebimento do que pagou, o governo maranhense não consegue honrar as dívidas.

Esta história também foi contada por este blog Marco Aurélio d’Eça, no post “Maranhão já deve R$ 3,3 bilhões e Brandão pode aumentar para R$ 5,5 bi…”.

De acordo com os dados dos deputados comunistas e os documentos divulgados por prestadores de serviços, o Maranhão vive hoje duas realidades distintas:

Uma é a da propaganda paga pela Secom, que vende um estado pujante e equilibrado.

A outra é a verdadeira, que mostra o estado quebrado.

Simples assim… 

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Números da Embratur desmentem Brandão e Braide sobre turistas no MA…

Matéria exclusiva do jornalista Daniel Matos revela que apenas 19 estrangeiros visitaram o estado entre os meses de janeiro e outubro de 2023, o que põe por terra campanhas publicitarias da Comunicação do Governo do Estado e da Prefeitura sobre interesse internacional pela cultura maranhense, como Carnaval e São João

 

Os números da Embratur não deixam dúvidas: o Maranhão é um fracasso internacional no turismo

Mesmo com o Parque dos Lençóis, as cachoeiras da Chapadas Mesas e o Centro Histórico de São Luís e Alcântara – além do forte apelo cultural do Bumba-Meu-boi e do São João – o Maranhão foi visitado em 2023 por apenas 19 turistas estrangeiros.

Isso mesmo: só 19 estrangeiros estiveram no estado a passeio no ano passado, segundo dados da Embratur, revelados nesta sexta-feira, 5, com exclusividade, pelo jornalista Daniel Matos. (Veja aqui)

Os números da Empresa Brasileira de Turismo desmentem a festa que tanto o governo Carlos Brandão (PSB) quanto a gestão do prefeito Eduardo Braide (PSD) fazem desde o início de 2023 sobre o interesse internacional na cultura e na diversidade geográfica maranhenses; locais como Parque dos Lençóis Maranhenses e Chapada das Mesas com  suas cachoeiras, são simplesmente esquecidos no turismo fora do pais.

Em outas palavras: o turismo no Maranhão é feito por maranhenses; e olhe lá.

Em novembro de 2023, release-propaganda da Prefeitura de São Luís anunciava a capital maranhense “entre os destinos mais procurados do Nordeste”; mas o release se baseava apenas em dados de um site específico de divulgação.

Apesar dos esforços da mídia maranhense pela divulgação de suas atrações culturais e naturais, há um absoluto descaso estrutural do poder público, que faz apenas propaganda, usando sua mídia alinhada, para vender apenas a maranhenses um tal sucesso de suas festas; sucesso que não é visto internacionalmente.

Em 2023, por exemplo, o milionário “Maior São João do Mundo”, do governo Carlos Brandão (PSB), só existiu mesmo na propaganda paga pela Secretaria de Comunicação.

Este blog Marco Aurélio d’Eça critica há décadas a ultrapassada estratégia de marketing e de divulgação do Maranhão. (Relembre aqui, aqui e aqui)

Ainda em 2019, por exemplo, no governo Flávio Dino (PCdoB), este portal mostrou esta equivocada publicidade governamental, no post  “Flávio Dino vai divulgar São João na Europa…mas só depois do São João…”.

Por estas e outras é que o turismo do Maranhão só existe mesmo na propaganda financiada pelo poder público e reproduzida em massa na mídia controlada pelo poder público.

Mas como motram os números da Embratur, este turismo não serve nem mesmo para inglês ver.

E os números não mentem; jamais…

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Dinheiro que Brandão quer emprestado, Braide já tem guardado…

Nem o mais tolo entre os ingênuos imagina que o governador queira usar o empréstimo de quase R$ 2 bilhões para outra coisa que não seja campanha política; o problema, é que ele esqueceu de fazer a lição de casa – como fez o prefeito de São Luís para garantir o mesmo valor sem precisar endividar o município – e vai entregar ao sucessor um Maranhão ainda mais endividado do que recebeu

 

Brandão precisou endividar o estado para conseguir o mesmo dinheiro que Braide conseguiu com eficiência de gestão

Editorial

Se conseguir  viabilizar nas instituições financeiras os dois empréstimos aprovados em pouco mais de um mês pela Assembleia Legislativa – um de R$ 350 no BNDES e outro de R$ 1,9 bilhão no Banco do Brasil – o governador Carlos Brandão entregará ao sucessor, em 2026, um Maranhão endividado em nada menos que R$ 5,5 bilhões, fora os juros:

  • o estado já deve R$ 3,3 bilhões em dívidas da Caema, com a União e com os municípios; (Saiba mais aqui) 
  • com os novos empréstimos, serão mais R$ 2,2 bilhões, o que aumenta o passivo para R$ 5,5 bilhões.

Nessa conta não estão incluídos os juros das novas dívidas e nem o parcelamento de uma outra dívida, de 2014, que gera despesa de R$ 276 milhões a cada seis meses ao Maranhão.

Ninguém em sã consciência imagina que Brandão vai usar estes novos empréstimos em alguma outra cosia que que não seja campanha política de aliados, em São Luís e no interior; mas ele um exemplo que deveria seguir, bem ao seu lado, na Praça Pedro II: o prefeito Eduardo Braide (PSD).

Enquanto Brandão endivida o Maranhão para ter em caixa mais R$ 2,2 bilhões em ano eleitoral, Braide conseguiu praticamente este mesmo valor apenas com gestão eficiente e aumento de arrecadação; a prefeitura garantiu mais de R$ 2 bilhões a mais em seu caixa, entre 2022 e 2023.

  • no total, foram R$ R$ 2.097.429.789,00 a mais que o esperado nos últimos dois anos;
  • em 2022, Braide esperava arrecadar R$ 4,1 bilhões, mas superou esta estimativa em R$ 1,3 bilhão;
  • em 2023, o orçamento municipal previa R$ 4,3 bi, mas ao fim do exercício chegaram R$ 795 milhões a mais.

São dois exemplos de gestão pública, lado a lado, na Praça Pedro II.

E os dois estarão em avaliação nesta campanha eleitoral…

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Maranhão já deve R$ 3,3 bilhões, que Brandão pode elevar para R$ 5,5 bi…

Com passivos absorvidos da Caema, débitos atrasados com a União e com os municípios maranhenses, Governo do Estado conseguiu nesta quarta-feira, 27, autorização da Assembleia Legislativa para contrair novo empréstimo, de cerca de R$ 2 bilhões com o Banco do Brasil, apenas um mês depois de aprovar um primeiro crédito, de R$ 350 milhões, a ser contraído no BNDES

 

Brandão busca dinheiro em ano eleitoral, mas pode entregar o estado ao sucessor com ais de R$ 5 bilhões em dívidas

O Governo do Estado tem uma divida ativa atual de cerca de R$ 3,3 bilhões de reais, segundo dados apresentados pelo deputado estadual Rodrigo Lago (PCdoB) à Assembleia Legislativa: .

  • São R$ 2,2 bilhões de um débito da Caema que o Executivo absorveu em 2023;
  • Outro R$ 1 bilhão o Maranhão deve para a União, que foi fiadora em empréstimos não pagos durante a pandemia;
  • além disso, deveria ter repassado R$ 133 milhões aos municípios desde novembro de 2023, mas reteve os recursos por falta de caixa.

Nesta lista não estão incluídos os juros pagos semestralmente – R$ 276 milhões – de um empréstimo de 2014, usados nos governos Roseana Sarney (MDB) e Flávio Dino (PCdoB), e a previsão de crédito aprovado em fevereiro pela Assembleia Legislativa, de R$ 350 milhões, a ser contraído no BNDES.

Mesmo assim, os deputados estaduais aprovaram nesta quarta-feira, 27, nova autorização para o governador Carlos Brandão (PSB) buscar dinheiro no mercado financeiro, este da ordem de R$ 1,9 bilhão, oferecido pelo Banco do Brasil. 

Isso significa que, caso viabilize todos as operações de créditos, Brandão entregará o Maranhão ao seu sucessor com dívidas da ordem de R$ 5,5 bilhões, sem incluir juros e correções monetárias ao longo dos anos que durarão os empréstimos.

  • São R$ 3,3 bi + R$ 1,9 bi + R$ 350 milhões = R$ 5,5 bilhões.

Um passivo e tanto para quem quiser ser o governador a partir de 2026…

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STF forma maioria para anular eleição antecipada em Assembleia do Tocantins…

Relator Dias Toffoli foi acompanhado em seu voto pelos ministros Rosa Weber, Cristiano Zanin, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Edson Fachin e Luiz Fux, que é relator de processo parecido, relacionado à Assembleia Legislativa do Maranhão

 

A Assembleia Legislativa do Tocantins vai ter que refazer a reeleição da Mesa Diretora, mas só após as eleições municipais, em 2025

O Supremo Tribunal Federal formou maioria, nesta quinta-feira, 7, para anular a realização de eleição antecipada para a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Tocantins; foram seis votos entendendo que a Casa não poderia ter realizado eleição e reeleição da Mesa no mesmo dia.

O autor da ação que resultou na anulação da eleição no legislativo do Tocantins é o PSB; já a ação contra a Assembleia do Maranhão é assinada pela Procuradoria-Geral da República.

Seis ministros já acompanharam o relator Dias Toffoli no julgamento do processo da Assembleia do Tocantins

O voto que formou maioria dos votos foi dado pelo ministro Luiz Fux, relator de um processo que questiona eleição parecida na Assembleia Legislativa do Maranhão; Além de Fux, votaram pela anulação os ministros Dias Toffoli (Relator), Rosa Weber, André Mendonça, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Edson Fachin.

Com a decisão, a eleição na Assembleia tocantina para o segundo biênio só deverá ocorrer após as eleições municipais.

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Sessão solene proposta por Zé Inácio homenageia os 44 Anos do PT no Maranhão

Nesta segunda-feira, 26, a Assembleia Legislativa do Maranhão foi palco de uma emocionante sessão solene em homenagem aos 44 anos do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado. A sessão foi presidida pela presidente da casa, deputada Iracema Vale, e a solicitação para a realização da sessão partiu do deputado Zé Inácio, que fez questão de resgatar a história do partido, suas conquistas, desafios e o momento político atual.

Em seu discurso, o deputado destacou a importância de fortalecer o partido visando as eleições futuras, enfatizando a necessidade de eleger representantes do campo político para reforçar a legenda.

“Esse é o momento de fortalecemos o partido para eleições futuras. É importante eleger vereadores, vereadoras, prefeitos e prefeitas, vice-prefeitos e vice-prefeitas do nosso campo político para fortalecer o nosso partido”, destacou o parlamentar.

Zé Inácio também compartilhou sua trajetória política, evidenciando sua filiação ao PT desde 1990, sendo o partido único em sua caminhada política.

Durante a cerimônia, foram homenageados o presidente atual do PT, Francimar Melo, e os ex-presidentes Washington Oliveira, Domingos Dutra, Augusto Lobato, Raimundo Monteiro e Francisco Gonçalves. A presença de militantes, lideranças estaduais e parlamentares estaduais e federais do Maranhão enriqueceu ainda mais o evento.

A sessão solene representou um momento de celebração e reconhecimento da trajetória do PT no Maranhão, reafirmando o compromisso do partido com a luta pelos direitos dos trabalhadores e a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Da asssessoria

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Imagem do dia: o fim de um ciclo; ou será o começo?!?

O ex-senador, ex-governador, ex-deputado federal, ex-juiz e ex-candidato a prefeito de São Luís Flávio Dino encerrou nesta quinta-feira, 22, sua trajetória política de 18 anos, iniciada em abril de 2006, quando decidiu renunciar ao cargo de juiz federal para concorrer pela primeira vez em uma eleição; ele fica no STF até 2046; ou pode voltar antes disso

 

Flávio Dino entre Lula e Roberto Barroso chefe dos poderes Executivo e Judiciário; ciclo que se encerra para dar início a outro

Foi nos primeiros dias de abril de 2006, quando decidiu renunciar ao cargo de juiz federal, que o advogado e professor universitário Flávio Dino de Castro e Costa tomou a decisão que iria mudar a sua vida.

Nesses 18 anos de atuação política, ele construiu uma trajetória vitoriosíssima:

  • foi deputado federal em 2006;
  • disputou o segundo turno pela Prefeitura de São Luís em 2008;
  • ficou em segundo lugar na disputa pelo Governo do Estado em 2010;
  • foi presidente da Embratur no Governo Dilma entre 2011 e 2014;
  • venceu em primeiro turno o Governo do Estado em 2014;
  • reelegeu-se também em primeiro tuno em 2018;
  • elegeu-se senador da República com mais de 2 milhões de votos em 2022;
  • foi ministro da Justiça entre janeiro de 2023 e fevereiro de 2024;
  • foi indicado pelo presidente Lula e aprovado no Senado para o Supremo Tribunal Federal.

Neste meio tempo, o agora magistrado da elite do judiciário brasileiro elegeu todos os senadores maranhenses entre 2014 e 2022, elegeu o prefeito de São Luís em 2012 e 2016 e ajudou a construir inúmeras lideranças da nova geração de políticos maranhenses – aliadas ou adversárias – que hoje estão no topo do debate político.

Este ciclo histórico de Flávio encerrou-se nesta quinta-feira, 22, quando ele tomou posse no cargo de ministro do STF.

Embora mantenha forte influência política nos bastidores, o agora ministro não poderá mais exercer a atividade política plena, com reuniões partidárias e eleitorais, indicação de candidatos, pedidos de votos ou mesmo articulações para formação de chapas; pelo menos não publicamente.

Ele seguirá essas diretrizes até 2046.

Ou não…