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“Maranhão está próximo de viver um momento histórico”, diz Pedro Lucas…

Deputado federal revela que a Petrobras deve anunciar nos próximos dias a descoberta de petróleo na área maranhense da Margem Equatorial

 

PEDRO LUCAS É ENTUSIASTA DA MARGEM EQUATORIAL e já tem expectativa com anúncio de petróleo no Maranhão

O deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União Brasil) vive a expectativa do anúncio da descobeta de petróleo no Maranhão; segundo o parlamentar, a área maranhense da Margem Equatorial já foi pesquisada pela Petrobras, que prepara o anúncio de petróleo na região.

“O Maranhão está prestes a viver um momento histórico! Seremos o próximo estado a receber um anúncio de petróleo na Margem Equatorial. Estou muito feliz e entusiasmado com essa possibilidade, resultado de uma espera de anos”, escreveu Fernandes, em suas redes sociais.

  • a Margem Equatorial é objeto de estudos da Petrobras desde 2025;
  • o Maranhão compõe um conjunto de estados com potencial petrolífero.

Pedro Lucas é um dos maiores entusiastas da exploração petrolífera na Margem Equatorial; para ele, os ganhos potenciais para o Maranhão são incalculáveis.

“Sempre acreditei que a Margem Equatorial será um grande motor de desenvolvimento do Maranhão”, acrescentou.

Segundo os estudos, os níveis de petróleo e gás na região estão acima do Pré-Sal, descoberto há alguns anos…

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Pesquisa Quaest desprezou 19 das 30 maiores cidades do Maranhão…

Instituto deu o mesmo peso eleitoral a municípios de tamanhos diferentes – como Timon e Amapá do MA – e deixou de fora colégios eleitorais do porte de Açailândia

 

O INSTITUTO QUAEST CAUSOU POLÊMICA COM PESQUISA DISCREPANTE, o que pode ser explicado pela sua metodologia

Análise da Notícia

Uma busca minuciosa nos relatórios da pesquisa do Instituto Quaest divulgada na última segunda-feira, 24 – com forte polêmica em todo o Maranhão – revela que a metodologia usada pelo instituto pode ter sido a causa de os números destoarem dos demais levantamentos.

A Quaest ouviu eleitores de 44 dos 2017 municípios maranhenses – cerca de 20% – mas deixou de fora regiões inteiras, grandes colégios eleitorais, além de dar o mesmo peso para municípios completamente distintos entre si.

  • nos municípios de Timon e Caxias, por exemplo, foram ouvidos apenas 18 eleitores, o mesmo total de Amapá do Maranhão;
  • mas Caxias e Timon estão entre os cinco maiores colégios eleitorais, somando juntos 238.101 eleitores; Amapá tem apenas 4.971.
  • apenas São Luís, com 144 entrevistas, e Imperatriz, com 30, tiveram total de eleitores diferenciado; em todos os demais foram só 18.

[Para ter valor estatístico, a pesquisa] tem que obedecer a representação proporcional de todo o eleitorado do estado”, ressalta o relatório da própria Quaest.   

Outro dado que chama atenção no relatório é a ausência de alguns dos principais colégios eleitorais.

Açailândia, por exemplo, ficou de fora, com seus 78.158 eleitores – o 8º maior colégio eleitoral do estado.

  • a propósito, da região tocantina – de forte viés brandonista – entraram apenas Imperatriz, Estreito e Davinópolis;
  • no total, Quaest deixou de fora nada menos que 19 dos 30 maiores colégios, que concentram 50% do eleitorado.

DOS 44 MUNICÍPIOS PESQUISADOS, APENAS SÃO LUÍS E IMPERATRIZ tiveram total diferente de eleitores pesquisados

O peso usado pelo instituto também destoou das demais pesquisas.

Na Baixada Maranhense, outra base de Braide, por exemplo, entraram 9 municípios, que somam cerca de 200 mil votos, praticamente o mesmo contingente eleitoral de Imperatriz.

  • ocorre que, somados, estes municípios pesaram no resultado, com 144 entrevistados;
  • em Imperatriz, praticamente do mesmo tamanho, foram apenas 30 eleitores ouvidos. 

Uma região importante que reúne Presidente Dutra, Dom Pedro, Colinas e São Domingos, predominantemente de eleitores de Orleans, ficou 100% fora da amostra.

A pesquisa apontou Braide com vantagem de quase 20 pontos percentuais sobre Orleans.

E deu no que deu…

Como transformar nossas sociedades sem EDUCAR o soberano (povo)?!?

A tragédia silenciosa do analfabetismo no Maranhão e a urgência de um pacto republicano pela alfabetização

 

Por Waldir Maranhão

Há tragédias que se anunciam com sirenes, luto público e comoção imediata. Outras atravessam gerações em silêncio, disfarçadas de normalidade, alojadas nas estatísticas, aceitas como se fossem destino. O analfabetismo no Maranhão pertence a essa segunda categoria: não explode em praça pública, mas corrói por dentro a cidadania, a economia, a democracia e a própria noção de futuro.

A pergunta que precisa constranger a política maranhense é simples e brutal: como transformar nossas sociedades sem educar o soberano?

Em uma democracia, o povo é o soberano. Mas que soberania real possui quem foi impedido de ler plenamente o mundo, de interpretar um documento, de compreender uma proposta de governo, de reconhecer uma mentira travestida de notícia ou de defender seus próprios direitos diante da burocracia do Estado?

  • O analfabetismo não é apenas a ausência de letras.
  • É a presença persistente da desigualdade.
  • É uma cerca invisível erguida entre o cidadão e a liberdade.

É a negação prática do direito de participar da vida pública em condições mínimas de autonomia. Quem não lê depende de terceiros para decifrar contratos, remédios, mensagens, editais, benefícios sociais, orientações de saúde, boletos, leis, notícias e promessas eleitorais. Essa dependência fragiliza o cidadão e fortalece intermediários.

A estatística que deveria envergonhar a República
Os números recentes não permitem complacência. Em 2024, a taxa de analfabetismo no Maranhão chegou a 11,3% da população de 15 anos ou mais. Isso significava aproximadamente 619,3 mil jovens e adultos que não sabiam ler e escrever no estado. No mesmo período, a taxa maranhense estava cerca de 6,3 pontos percentuais acima do restante do país, segundo o painel Amazônia Legal em Dados, com base na PNAD Contínua.

No Brasil, houve avanço: em 2025, a taxa nacional caiu para 4,9%, a primeira vez abaixo de 5% na série recente. Mas o próprio IBGE informou que ainda existiam 8,4 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais. Mais da metade desse contingente estava no Nordeste. Ou seja, a queda estatística não autoriza celebração vazia. Ela exige acelerar a correção de uma dívida histórica.

O Plano Nacional de Educação foi claro ao estabelecer a Meta 9: elevar a alfabetização da população de 15 anos ou mais, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir o analfabetismo funcional. O prazo passou, e o país não cumpriu plenamente aquilo que prometeu a si mesmo. Quando a República descumpre uma meta dessa natureza, não falha apenas tecnicamente; falha moralmente.

Analfabetismo é também uma questão de poder
Durante muito tempo, o povo foi chamado às urnas com mais eficiência do que foi chamado à escola. Foi convocado para legitimar governos, mas nem sempre recebeu do Estado as condições para se libertar da dependência política. Essa contradição precisa ser dita sem medo: uma sociedade que aceita conviver com analfabetismo em massa aceita também uma forma sofisticada de exclusão democrática.

  • Onde a leitura não chega, a manipulação entra com facilidade.
  • Onde a escola falha, o favor ocupa o lugar do direito.
  • Onde falta cidadania educada, o clientelismo encontra terreno fértil.

Um povo alfabetizado pergunta, compara, fiscaliza, exige orçamento, cobra resultado e não se contenta com espetáculo. Um povo alfabetizado entende que política pública não é generosidade de governante, mas obrigação do Estado.

Por isso, alfabetizar não é uma pauta técnica reservada a secretarias. Alfabetizar é uma decisão política central. É democratizar o poder. É retirar o cidadão da condição de dependência e colocá-lo na condição de sujeito. É permitir que a pessoa deixe de apenas ouvir a história contada pelos outros e passe a escrever a própria história.

A ferida maranhense é antiga, mas não é destino
O Maranhão carrega marcas profundas de desigualdade social, concentração de renda, ruralidade desassistida, pobreza persistente e abandono histórico de comunidades inteiras. O analfabetismo é uma das expressões mais duras desse processo. Ele atinge idosos que trabalharam a vida inteira, mulheres que sustentaram famílias, trabalhadores rurais, periferias urbanas, povos tradicionais, pessoas com deficiência e populações que sempre receberam do Estado menos do que lhes era devido.

É preciso ter cuidado para não confundir analfabetismo com incapacidade. Falta letra, não inteligência. Falta oportunidade, não dignidade. Muitos maranhenses que não tiveram acesso à escola dominam saberes da terra, da pesca, da cultura, da fé, da sobrevivência, da família e do trabalho. A tragédia não está neles. A tragédia está em um poder público que demorou demais para garantir o óbvio: ninguém deve atravessar a vida sem o direito de ler e escrever.

  • A alfabetização de adultos, portanto, não pode infantilizar o adulto.
  • Deve reconhecer sua história, sua jornada e sua força.

A Educação de Jovens, Adultos e Idosos precisa ser redesenhada com respeito: horários compatíveis com o trabalho, transporte, alimentação, material adequado, busca ativa, professores valorizados, metodologia própria, acolhimento e ligação com qualificação profissional.

Crianças alfabetizadas: avanço, mas não salvo-conduto
Também é necessário olhar para a infância. O Maranhão registrou avanço recente no Indicador Criança Alfabetizada, alcançando 69% e superando a meta estadual e a média nacional divulgadas para o período. Esse resultado deve ser reconhecido como sinal positivo. Mas ele não pode servir de anestesia. Se 69% representa avanço, também revela que ainda há uma parcela expressiva de crianças que precisa ser alcançada com urgência.

Criança que conclui os anos iniciais sem ler adequadamente não está apenas atrasada na escola; está sendo empurrada para uma sequência de fracassos previsíveis. A alfabetização na idade certa é o primeiro degrau da aprendizagem. Sem ela, matemática vira enigma, ciências vira decoreba, história vira ruído, tecnologia vira barreira, cidadania vira palavra distante.

O combate ao analfabetismo exige duas frentes simultâneas: impedir que novas gerações cheguem à adolescência sem domínio da leitura e resgatar jovens, adultos e idosos que foram deixados para trás. Uma política que escolhe apenas uma dessas frentes será sempre incompleta.

Educação como centro de um novo pacto maranhense
O Maranhão precisa tratar a alfabetização como emergência republicana. Isso significa organizar um grande pacto entre Estado, municípios, União, universidades, igrejas, movimentos sociais, sindicatos, escolas, empresas, sistema de justiça, imprensa e comunidades. A alfabetização não pode ser programa de governo com prazo eleitoral; precisa ser compromisso de Estado com horizonte geracional.

Esse pacto deve ter metas públicas, indicadores transparentes e cobrança permanente. Cada município deve saber quantos jovens e adultos não alfabetizados existem em seu território. Cada escola deve ser centro ativo de busca. Cada comunidade deve ter uma estratégia. Cada gestor deve prestar contas. Cada orçamento deve revelar prioridade. O dinheiro público precisa chegar à sala de aula, ao professor, ao material, à formação, ao transporte e à permanência do estudante.

  • Não basta abrir matrícula; é preciso garantir permanência.
  • Não basta inaugurar programa; é preciso medir aprendizagem.
  • Não basta anunciar números; é preciso transformar vidas.

A política educacional deve sair do gabinete e entrar nas casas, nos povoados, nos bairros, nos quilombos, nas aldeias, nas periferias, nas zonas rurais e nas comunidades ribeirinhas.

O povo não quer tutela; quer instrumentos de liberdade
O povo maranhense não precisa de piedade. Precisa de direitos. Não precisa de tutela. Precisa de instrumentos. Não precisa ser tratado como massa de manobra. Precisa ser reconhecido como soberano. E soberano sem educação é soberano apenas no discurso. A verdadeira soberania popular nasce quando cada cidadão tem condições de compreender, decidir, questionar e construir.

A alfabetização é a primeira tecnologia da democracia. Antes do computador, antes da inteligência artificial, antes da economia digital, antes dos discursos sobre inovação, há uma condição elementar: saber ler. Quem ignora isso está construindo futuro sobre areia. Não haverá Maranhão desenvolvido com centenas de milhares de pessoas excluídas da palavra escrita.

Por isso, a tragédia do analfabetismo precisa sair do rodapé dos relatórios e ocupar o centro do debate público. Ela deve ser tema de palanque, de orçamento, de reunião de prefeitos, de assembleias legislativas, de câmaras municipais, de universidades, de conselhos de educação e de famílias. O silêncio é cúmplice da repetição.

A revolução começa pela palavra
O Maranhão tem cultura, juventude, território, biodiversidade, inteligência popular, vocação produtiva e força comunitária. Mas nenhuma riqueza se realiza plenamente quando parte do povo permanece excluída do domínio da leitura. Educar o soberano é libertar o Maranhão de um atraso que não é natural, mas produzido. É romper com a ideia de que pobreza e baixa escolaridade são paisagem inevitável.

Se queremos uma sociedade mais justa, precisamos educar o povo. Se queremos desenvolvimento econômico, precisamos educar o povo. Se queremos democracia forte, precisamos educar o povo. Se queremos vencer a pobreza, precisamos educar o povo. Se queremos acabar com a manipulação, o clientelismo e a dependência, precisamos educar o povo.

A pergunta inicial, portanto, tem resposta: não se transformam sociedades sem educar o soberano. Pode-se administrar a pobreza, distribuir favores, produzir propaganda e simular modernidade. Mas transformar de verdade exige alfabetizar, formar, emancipar e confiar no povo.

Um povo que lê não apenas decifra letras. Decifra promessas. Decifra mentiras. Decifra contratos. Decifra o poder. E quando o povo aprende a ler o mundo, nenhum projeto de dominação permanece confortável por muito tempo.

Educar o soberano é a primeira revolução. O Maranhão não pode esperar outra geração para começá-la de verdade…

Fontes de apoio consultadas para os dados citados:

  • IBGE, Agência de Notícias: PNAD Contínua Educação 2025 — taxa nacional de analfabetismo de 4,9% e 8,4 milhões de pessoas analfabetas com 15 anos ou mais.
  • IBGE, Agência de Notícias: PNAD Contínua Educação 2024 — 9,1 milhões de pessoas analfabetas no Brasil e taxa nacional de 5,3%.
  • • Amazônia Legal em Dados: indicador “Taxa de analfabetismo no Maranhão”, com base na PNAD Contínua — 11,3% em 2024 e cerca de 619,3 mil jovens e adultos analfabetos.
  • • IBGE, Censo Demográfico 2022: alfabetização e desigualdades por região, idade, cor ou raça e porte dos municípios.
  • • Lei nº 13.005/2014, Plano Nacional de Educação, Meta 9 — erradicação do analfabetismo absoluto e redução do analfabetismo funcional.
  • • Secretaria de Estado da Educação do Maranhão: Indicador Criança Alfabetizada, resultado divulgado em 2026, com 69% para o Maranhão.

Waldir Maranhão é ex-presidente da Câmara Federal e ex-reitor da Uema

Facções atuam em 53 municípios do Maranhão, diz deputado…

Em discurso na Câmara Federal, Allan Garcês pregou investimentos na segurança pública, com armamento, preparo e equipamento para os policiais que combatem o crime

 

O deputado federal Allan Garcês (PP) fez na tribuna da Câmara Federal um contundente discurso em que denunciou a atuação das facções criminosas no Maranhão.

  • segundo ele, as facções criminosas já atuam em 53 municípios maranhenses;
  • o deputado revelou que o Maranhão foi o estado onde o crime mais cresceu.

“Itapecuruu-Mirim, por exemplo, tem quatro facções disputando o poder do tráfico e o comando da cidade. A segurança Pública não se resolve com discurso de palanque. Se resolve com polícia preparada, polícia equipada, com armamento. Precisamos estar do lado de quem se propõe a proteger o povo”, pregou o parlamentar. (Veja o vídeo)

Allan Garcês embasou seu discursos em números de órgãos de pesquisa e acompanhamento do país.

Ele propõe um pacto federativo contra as facções criminosas…

PT começa a divulgar programas de Lula com Camarão e Eliziane…

Vinhetas estão sendo usadas na programação diária das rádios e TVs abertas, em cadeia estadual, e é uma aposta do partido para o crescimento de seus candidatos ao governo e ao Senado

 

A PROPAGANDA DO PT COM LULA, CAMARÃO E ELIZIANE começa a ser apresentada ao eleitor maranhense

O Partido dos Trabalhadores iniciou esta emana os programas de rádio de TV que mostram o presidente Lula pedindo votos para seus candidatos Felipe Camarão e Eliziane Gama.

  • Camarão é o candidato do partido a governador; Eliziane concorre à reeleição ao Senado;
  • no vídeo, Lula deixa claro ao eleitor que pretende trabalhar com os dois, em caso de reeleição.

Veja aqui a propaganda de Lula com Felipe Camarão

Veja aqui a propaganda de Lula com Eliziane Gama

A divulgação dos vídeos de Lula com Camarão e Eliziane é a aposta do PT para crescimento dos seus dois candidatos; tanto Eliziane Gama quanto Felipe Camarão já experimentaram crescimento nas pesquisas desde que o presidente apresentou os dois como seus canidatos.

Mas só agora, a partir da propaganda partidária no rádio e na  TV, o partido espera alcançar todo o eleitorado.

  • em 2022, Lula obteve pouco mais de 2,6 milhões de votos na disputa presidencial no Maranhão;
  • o partido entende que metade desses seja suficiente para reeleger Eliziane e levar Felipe ao 2º turno.

A propaganda do partido deve durar cerca de 15 dias, durante toda a programação das emissoras de rádio e de TV.

Além disso, os dois estarão com Lula diretamente na propaganda eleitoral, a partir de setembro…

Pesquisa mostra disputa entre Braide e Orleans, com Lahésio em terceiro…

Levantamento do instituto Vox Brasil mostra cenário em que o ex-prefeito de São Pedro dos Crentes se mantém à frente do vice-governador  Felipe Camarão
 

O Instituto Vox Brasil divulgou nesta segunda-feira, 1º, nova pesquisa sobre a corrida eleitoral no Maranhão.

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O IDH de São Luís e o desafio de desenvolver todo o Maranhão

É preciso construir uma agenda permanente de desenvolvimento regional, com metas claras, orçamento definido e responsabilidade compartilhada entre governo estadual, prefeituras, deputados, senadores e sociedade civil

 

Por Waldir Maranhão

O avanço do Índice de Desenvolvimento Humano da Região Metropolitana da Grande São Luís é uma notícia que merece ser reconhecida. Em um estado historicamente marcado por desigualdades profundas, ver a capital maranhense alcançar posição de destaque no desenvolvimento humano revela que o Maranhão tem capacidade de avançar quando há investimento público, educação, dinamismo econômico e políticas sociais bem direcionadas.

Mas toda comemoração responsável precisa vir acompanhada de uma pergunta essencial: esse bom resultado de São Luís se reflete, de fato, nos municípios que integram a região metropolitana e no restante do Maranhão?

A resposta exige prudência.

O desempenho da capital ajuda a elevar a média metropolitana, mas não pode esconder as diferenças existentes entre São Luís e cidades como Paço do Lumiar, Raposa, São José de Ribamar, Alcântara, Rosário, Bacabeira, Icatu, Morros, Axixá, Santa Rita, Presidente Juscelino e Cachoeira Grande. Uma média positiva pode revelar avanço, mas também pode ocultar desigualdades territoriais, carências sociais e diferentes níveis de acesso a serviços públicos.

  • São Luís concentra hospitais, universidades, empregos, renda, equipamentos públicos, serviços especializados, atividades portuárias, logística e maior presença institucional.
  • essa centralidade fortalece seus indicadores. Porém, desenvolvimento humano não pode ser privilégio de uma capital. Precisa chegar às periferias, aos municípios vizinhos.

Às cidades médias, aos povoados, às comunidades rurais e ao interior profundo do Maranhão.

O IDH não é apenas um número. Ele representa vida real. Representa criança aprendendo na escola, jovem tendo acesso à formação técnica, trabalhador com emprego digno, família atendida na saúde pública, comunidade com saneamento básico, internet, transporte e oportunidade. Portanto, quando discutimos IDH, estamos discutindo dignidade humana.

O grande desafio do Maranhão é transformar o bom resultado da capital em política de Estado. Não basta celebrar ranking. Não basta anunciar obras isoladas. É preciso construir uma agenda permanente de desenvolvimento regional, com metas claras, orçamento definido e responsabilidade compartilhada entre governo estadual, prefeituras, deputados, senadores e sociedade civil.

Essa agenda deve começar pela educação.

A interiorização do ensino técnico, das universidades, das escolas em tempo integral e da qualificação profissional é decisiva para romper o ciclo da pobreza. Também é urgente enfrentar o saneamento básico, ampliar a conectividade digital, fortalecer a saúde regionalizada e estimular vocações econômicas locais, como turismo, pesca, agricultura, bioeconomia, logística, energias renováveis e serviços.

A Região Metropolitana da Grande São Luís precisa ser vista como espaço de planejamento integrado. Mobilidade, saúde, saneamento, habitação, meio ambiente e geração de emprego não podem ser tratados de forma isolada por cada município. São problemas comuns e exigem soluções comuns.

  • por isso, o debate precisa entrar na agenda dos candidatos ao governo, dos deputados estaduais, dos deputados federais e dos candidatos a senadores.
  • o Maranhão precisa saber quem está disposto a defender uma política concreta para reduzir desigualdades entre a capital, a metropolitanos e o interior.

Devemos comemorar o avanço de São Luís, sim. Mas a verdadeira vitória será quando o desenvolvimento humano deixar de ser concentrado e passar a alcançar todos os maranhenses.

O Maranhão só será plenamente desenvolvido quando o progresso da capital se transformar em oportunidade para todo o estado.

Waldir Maranhão é ex-presidente da Câmara Federal, ex-reitor da Uema e membro da Academia Brasileira de Ciências, Artes, História e Literatura

Para Waldir Maranhão, gargalo da Educação está na execução dos recursos…

No último episódio da série sobre o Plano Nacional de Educação, ex-reitor da Uema e ex-deputados federal explica por que o dinheiro do PNE não chega à ponta

 

WALDIR MARANHÃO MOSTROU EM VÍDEOS como se deve fazer com os recursos da Educação

O ex-deputado federal Waldir Maranhão (PT) apresentou nesta terça-feira, 28, mais um vídeo da série sobre o “Plano Nacional da Educação”, em que ele destrincha problemas e soluções para o setor educacional do Brasil. (Relembre aqui)

  • neste novo vídeo, o ex-parlamentar – que foi reitor da Universidade Estadual do Maranhão – explica por que o dinheiro do Fundo Nacional da Educação  (FNE) não chega à ponta;
  • para ele, não basta garantir orçamento. É preciso garantir planejamento, capacidade técnica e gestão eficiente para que o dinheiro nãos e perca no labirinto da burocracia. 

“Orçamento sem gestão é promessa vazia. Por isso, ao lado do presidente Lula e no campo do PT, defendo uma agenda clara: assegurar que cada recurso público seja convertido em resultado concreto na vida das pessoas”, defende o ex-deputado, que vai disputar as eleições de outubro no time de Lula.

Na avaliação de Waldir Maranhão, a situação no Maranhão é ainda mais grave por que não depende apenas de mais recursos.

É preciso seriedade na aplicação, eficiência na gestão e compromisso com resultados. É tempo de sair do papel e fazer acontecer”, declarou Waldir. 

A série de vídeos de Waldir Maranhão está disponível em suas redes sociais…

“O Maranhão precisa de representação corajosa na Câmara”, diz Waldir Maranhão…

Pré-candidato do PT a deptuado esteve em reunião com liderança petista em Brasília, com quem tratou de lealdade e grupo

 

WALDIR MARANHÃO COM VICENTE  CÂNDIDO. História, trajetória e lealdade na relação com o PT e com o goveRno Lula

O pré-candidato do PT a deptuado federal Waldir Maranhão reuniu-se na última quarta-feria, 8, com Vicente Cândido, um dos símbolos petistas e uma das figuras mais emblemáticas do partido.

  • com ele, Maranhão tratou de lealdade, trajetória política e grupo;
  • Waldir compõe o time eleitoral de Lula no Maranhão em 2026.

“Conversamos sobre a reconstrução do Brasil sob o governo do Presidente Lula e como o Maranhão precisa de uma representação historicamente qualificada e corajosa na Câmara Federal. O Vicente sabe que nos momentos mais decisivos da nossa democracia, aqui em Brasília, eu não recuei e não faltei”, afirmou o pré-candidato amranhense.

Historicamente ligado ao presidente Lula, Waldir Maranhão filiou-se ao PT na presença do senador piauiense Wellington Dias, em busca de uma vaga na Câmara Federal.

“É com essa união de experiências que vamos avançar. O trabalho por um Maranhão com mais educação e qualificação profissional não para”, afirmou…

No Dia Mundial da Saúde, Hildo Rocha destaca conquistas e investimentos que garantiram avanços no setor no MA

A Câmara dos Deputados realizou na terça-feira, 7, uma sessão solene em homenagem ao Dia Mundial da Saúde, data instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para reforçar a importância do acesso universal aos serviços de saúde.

Durante a solenidade, o deputado federal Hildo Rocha (MDB) utilizou a tribuna para destacar a relevância da data e apresentar um balanço das ações e investimentos voltados à saúde pública, especialmente no Maranhão. Em seu discurso, o parlamentar ressaltou que a data vai além de uma celebração simbólica, sendo um chamado à reflexão e à ação concreta por parte do poder público e da sociedade.

“O acesso à saúde de qualidade é condição essencial para a dignidade e o desenvolvimento da população. Sem saúde, não há futuro”, afirmou o deputado, ao enfatizar o papel do Estado na garantia de políticas públicas eficazes e inclusivas.

  • Hildo Rocha também defendeu o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), destacando sua importância como uma das maiores políticas públicas do país;
  • apesar dos desafios, o sistema salva vidas diariamente, com campanhas de vacinação em massa e atendimento em regiões onde outras estruturas não chegam.

No campo político, o parlamentar deu ênfase às contribuições de seu mandato para o setor, citando a destinação de recursos para a construção e estruturação de unidades básicas de saúde, laboratórios, centros de reabilitação e hospitais. Entre os exemplos, mencionou investimentos em equipamentos hospitalares, ambulâncias, centros odontológicos e unidades especializadas no Maranhão, incluindo iniciativas já em funcionamento.

O deputado também destacou parcerias institucionais que, segundo ele, têm impulsionado avanços na saúde pública estadual.

Hildo Rocha elogiou a atuação do governador Carlos Brandão, sobretudo na ampliação da rede hospitalar e na descentralização de serviços especializados, como os atendimentos cardiológicos e hemodiálises no interior do estado.

Da Assessoria