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Flávio Dino fracassa na principal promessa do seu governo

Aumento da miséria no Maranhão e a soma de aumentos sucessivos de impostos ao longo dos quase oito anos de mandato do governador foram o principal ponto negativo da era dinista no estado

 

Flávio Dino em 2015, acenando para o povo no Palácio dos Leões: fracasso da promessa de tirar cidades maranhenses do rol da miséria

Análise de conjuntura

1º de janeiro de 2015. Ao tomar posse para seu primeiro mandato como governador, o então comunista Flávio Dino firmou compromisso de acabar com a pobreza no Maranhão.

– Nenhuma das cidades maranhenses estará no rol das 100 piores do Brasil – declarou Dino, em tom profético, projetando sua perspectiva para dali a quatro anos. (Relembre aqui)

27 de dezembro de 2018. já reeleito com a força dos mesmos “Leões” que ele prometeu não mais rugir para o povo, Dino teve que enfrentar a dura realidade, revelada pelo blog Marco Aurélio D’Eça no post “Flávio Dino conclui mandato com mais da metade dos maranhenses na pobreza absoluta…”. 

3 de outubro de 2021. Oito anos após ter sido eleito pela primeira vez, o governador, agora no PSB, enfrenta a dura realidade revelada pelo IBGE, segundo o qual a miséria aumentou no Maranhão durante o seu governo. (Saiba mais aqui)

Flávio Dino está a seis meses de deixar o mandato de governador.

E enfrenta, além da pobreza extrema que ele prometeu acabar no Maranhão, outro ponto negativo do seu governo: o aumento sistemático de impostos.

Talvez por isso, ele chegue ao final do mandato com a candidatura de senador ameaçada pelos números das pesquisas, segundo revelou o Instituto Escutec.

E terá, portanto, que explicar  aos maranhenses por que não conseguiu cumprir o que prometeu em 2014…

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Roseana lamenta aumento da pobreza e questiona fundo de R$ 683 milhões

Para a ex-governadora, não faz sentido que o estado tenha aumentado a extrema miséria desde 2015, mesmo mantendo um caixa com recursos específicos para este fim; “algo nessa conta não bate”, disse ela, no Twitter

 

Roseana levantou questões sobre o fundo da pobreza mantido por Flávio Dino diante dos números do IBGE sobre a miséria do Maranhão

A ex-governadora Roseana Sarney (MDB) lamentou nesta quarta-feira, 17, em seu perfil no Twitter, o aumento da extrema pobreza no Maranhão exatamente no governo Flávio Dino (PCdoB), que tem um fundo específico para combate à miséria.

– Últimos dados do IBGE revelaram o aumento da extrema pobreza no Maranhão desde 2015. Como compreender esse cenário com o Estado dispondo de um Fundo Maranhense de Combate à Pobreza que possui cerca de R$ 683 milhões em caixa? – questionou a ex-governadora.

Os dados do IBGE não mentem: crescimento da extrema pobreza foi de mais de 30 nos seis anos de governo comunista no Maranhão

De acordo com os números do IBGE, o índice de pessoas vivendo com menos de 1,90 dólar por dia no Maranhão representava 15,2% da população em 2015. Agora, em 2019, subiu para 20,4%, crescimento de mais de mais de 30% em 6 anos e meio. 

– Vale frisar, a título de conhecimento: o recurso do Fundo Maranhense de Combate à Pobreza é um percentual do tributo cobrado sobre cada litro de gasolina comum vendido nos postos. Algo nessa conta não bate! – declarou Roseana Sarney.

Com a palavra, o governo Flávio Dino…

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Taxa de analfabetismo cai quatro pontos no Maranhão…

Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostra que o número de pessoas com 15 anos ou mais sem escolaridade caiu de 19,6% em 2014 para 15,6% em 2019; para secretário de Educação, dados estimulam seguir em frente

 

O Maranhão derrubou em 4 pontos percentuais a taxa de analfabetismo entre pessoas acima de 15 anos, segundo dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD).

Em 2014, o estado tinha 19,6% de cidadãos sem escolaridade nesta faixa etária; em 2019, eram 15,6%.

– Os dados da “PNAD Contínua: Educação 2019”, divulgados hoje, nos motivam a seguir firme na luta por uma educação digna para todos – comemorou o secretário de Educação, Felipe Camarão.

Entre 2016 e 2019 houve queda na taxa de analfabetismo em todas as faixas etárias avaliadas pelo PNAD.

Os dados estão disponíveis no site do IBGE…

 

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Flávio Dino fracassa e miséria no Maranhão só aumenta…

Cinco anos depois de assumir o seu primeiro mandato, governador comunista vê o estado atingir o índice de 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145,00 por mês, liderando o ranking da pobreza extrema

 

Flávio Dino em 2015, durante a posse para o primeiro mandato; cinco anos depois, o índice de miséria no Maranhão só aumentou, chegando a 20% da população

O governador Flávio Dino (PCdoB) elegeu-se em 2014 com o discurso de que, em 50 anos, a família Sarney tinha levado a população maranhense à pobreza extrema.

Na época, o índice de maranhenses vivendo com renda mensal de menos de R$ 145,00 estava na casa dos 13%.

Entre 2016 e 2018, já com o M,aranhão sob o comando de Dino, este índice subiu nada menos que 17,75%. Mesmo, assim, o comunista conseguiu se reeleger, mantendo o discurso do antisarneysismo.

Hoje, o Maranhão lidera o ranking de miséria do IBGE com praticamente 20% da sua população vivendo com menos de R$ 145 por mês, índice mais de três vezes maior que a média da população brasileira nesta situação.

E é com este passivo que Flávio Dino tenta construir sua candidatura a presidente do Brasil.

Vai conseguir?!?

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Simplicio Araújo promove crescimento econômico e geração de empregos no MA

As ações de estímulo, atração de investimentos e fomento da Secretaria de Indústria, Comércio e Energia (Seinc), mostram que o Maranhão está no caminho certo rumo ao desenvolvimento e crescimento econômico.

Recentemente, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), mostrou que Maranhão está no terceiro ano seguido de criação de novos empregos com carteira assinada.

Além disso, o último estudo do IBGE , mostrou que o Estado teve em 2017 crescimento quatro vezes maior que a média nacional.

O secretário da Seinc, Simplício Araújo, ressaltou que o atual cenário demostra que o Maranhão está colhendo os frutos do trabalho republicano e transparente que tem realizado desde 2015.

“Os dados só reforçam que as ações desenvolvidas pelo Governo Flávio Dino estão no caminho certo rumo ao desenvolvimento. Estamos colhendo os frutos do trabalho para a geração de emprego e renda”, disse.

Dados

No ano passado, foram geradas 10.707 vagas formais (com carteira assinada). Desde 2017, a curva vem subindo. Em 2019, tinham sido 1.221 postos. Já em 2018, subiu para 9.649. E agora, quase 11 mil. Entre os setores que mais puxaram para cima o emprego em 2019 estão Serviços, Construção Civil e Comércio.

Crescimento do PIB

O PIB representa a soma das riquezas de um país, Estado ou município. Ou seja, mede como vai a economia desses locais. O Maranhão teve alta de 5,3% em 2017. Foi o quádruplo do verificado em nível nacional. O Brasil alcançou um crescimento de 1,3% no mesmo ano. 

O salto da economia maranhense foi o quarto maior do país, somente atrás de Mato Grosso (12,1%), Piauí (7,7%) e Rondônia (5,4%). Outras 23 unidades da Federação tiveram desempenho abaixo do verificado no Maranhão. Além disso, o PIB do Maranhão foi o segundo mais alto do Nordeste. De acordo com o IBGE, três Estados tiveram queda do PIB em 2017: Paraíba, Sergipe e Rio de Janeiro.

Da assessoria

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Para Eliziane, dados sobre concentração de renda são estarrecedores…

Deputada lamentou o aumento do número dos que vivem com R$ 413 reais ao mês e a ampliação da concentração  e renda entre os mai ricos a partir de 2017, quando o Brasil entrou no novo ciclo político

 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) mostrou-se estarrecida com o aumento das desigualdades sociais no Brasil, mostrado pelo estudo da PNAD Contínua, do IBGE.

– Estarrecedores os dados divulgados pelo IBGE na PNAD contínua – ressaltou Eliziane.

de acordo com o PNAD, a renda dos 1% mais ricos aumentou desde 2017, quando consolidou-se um novo ciclo político no Brasil.

Já a renda da maioria mais pobre caiu significativamente em 2017 e 2018.

 – A renda dos mais pobres caiu, a concentração de renda cresceu e a desigualdade bateu recorde no Brasil. Metade dos brasileiros vive com R$413 mensais. É inadmissível – lamentou a senadora maranhense.

Os números do IBGE foram, divulgados esta semana…

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Flávio Dino conclui mandato com mais da metade dos maranhenses na pobreza absoluta…

De acordo com o IBGE, gestão do comunista provocou a volta da miséria ao estado a partir de 2016, mostrando o fracasso dos programas anunciados em vasta propaganda; e ele ainda tem mais quatro anos de mandato

 

Flávio Dino em seu discurso de posse, em 2015: fracasso das promessas e aumento da miséria no Maranhão

O Maranhão chega ao final do primeiro mandato do governador comunista Flávio Dino com 54,1% dos maranhenses na linha da pobreza extrema.

De acordo com o IBGE, mais da metade da população vive com menos de R$ 406,00 por mês, segundo revelou o blog Atual7 nesta quinta-feira, 27.

E Flávio Dino ainda tem mais quatro anos de mandato pela frente.

Em seu discurso de posse, o comunista maranhense prometeu que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”, afirmação depois negada por ele próprio durante a campanha. (Releia aqui)

O fato é que, durante o período do governo Dino, o comunismo produziu no Maranhão nada menos que 312 mil miseráveis, como apontou o IBGE. (Relembre aqui)

E ainda faltam os dados de 2017 e 2018…

Leia também:

100  mil miseráveis por ano no período comunista no MA…

Governo Flávio Dino: fracasso por todos os lados…

Ainda a miséria e o PCdoB…

Flávio Dino, Roseana e o aumento da pobreza…

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Miséria e má-fé…

Ao tentar jogar a terceiros a culpa do aumento da miséria no Maranhão durante seu governo, o comunista Flávio Dino age com má-fé; e reforça convicção de que sua propagada mudança é um fracasso em todos os seus aspectos

 

A arrogância comunista impede Flávio Dino de admitir seus fracassos

O princípio republicano está intimamente ligado à transparência, que deve nortear os agentes políticos. Nesse sentido, o respeitado ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, dizia que “nas coisas públicas o melhor desinfetante é a luz do sol”.

Era assim, pois, que o governador comunista Flávio Dino deveria se comportar e reagir, sobretudo na adversidade. Querer culpar outra pessoa pelo aumento da miséria do povo maranhense nos anos de 2015, 2016 e 2017, segundo o IBGE, quando apenas ele era o governador do Estado, é faltar com a transparência, para dizer o mínimo.

A propósito, Sartre já ensinava que culpar terceiros pelos seus próprios atos é exemplo clássico de má-fé.

E é isso que Flávio Dino – incapaz de reconhecer o seu erro e de que a sua principal promessa de campanha não foi cumprida – está tentando fazer.

Esse infeliz aumento da miséria do povo maranhense que surgiu sob o comando exclusivo do comunista maranhense, entre os pontos negativos, traz, inclusive, a revelação de que, uma vez por todas, a propagada mudança comunista não passou de uma plataforma de campanha com fins eleitoreiros.

Lamentável, como sempre!

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

 

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Ainda a miséria e o PCdoB…

Sem ter como contrapor, comunistas e aliados do governo Flávio Dino agridem a parte da mídia que revela o fato oficial, divulgado pelo IBGE, de que em seu governo gerou no Maranhão nada menos que 312 mil novos sobreviventes abaixo da linha da pobreza extrema

 

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Com Dino curtindo a Europa, cabe a Jerry os ataques aos que ousam mostrar as verdades do governo comunista

O fato oficial – que nem eles podem questionar – mostrando que o Maranhão teve um aumento de 2% nos índices de pobreza extrema no período de governo do comunista Flávio Dino mexeu fortemente com o Palácio dos Leões.

De férias na Europa, Flávio Dino comentou o assunto por alto, em seus perfis de redes sociais.

A tarefa de agredir, atacar e tentar desqualificar quem publicou o fato coube ao seu lugar-tenente, o bi-secretário- de Comunicação e de Articulação Política -, Márcio Jerry.

Jerry tem atacado O Estado há pelo menos quatro dias. Ataca nas contas pessoais em redes sociais e usa blogs e jornais vinculados ao Palácio dos Leões para atacar o jornal que apenas tem reproduzido o fato oficial revelado pelo IBGE.

Nem Jerry, nem Dino, nem nenhum outro aliado deles consegue contrapor a verdade, qual seja: o Maranhão sob a égide do comunista,gerou uma população de 312 mil miseráveis. Esses cidadãos que passaram a viver abaixo da linha da pobreza não são frutos da história e muito menos resultado da cultura do estado.

São, sim, resultado direto de três anos de mandato de Flávio Dino, como deixou claro o IBGE.

Essa população foi gerada nos anos de 2015, 2016 e 2017, exatamente quando o comunista passou a comandar o Maranhão.

Sem argumentos, Márcio Jerry só pode atacar, como sempre faz.

Mas nem os seus ataques vão poder esconder o fato oficial: a extrema pobreza no Maranhão aumentou nos anos em que Flávio Dino está no poder.

Fato incontestável…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

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As promessas não cumpridas de Flávio Dino e o aumento da miséria no MA…

Coincidência ou não, a maior parte do Plano de Governo apresentado pelo comunista à Justiça Eleitoral, em 2014, versava sobre a pobreza, que aumentou durante a sua gestão, segundo o IBGE

 

QUATRO ANOS ATRÁS Flávio Dino prometeu um Maranhão melhor a esta multidão, mas não cumpriu a promessa…

O enunciado principal da promessas de campanha apresentadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) à Justiça Eleitoral durante as eleições de 2014 era a transformação do Maranhão, que, segundo ele, havia “afundado nos 50 anos de mando do grupo Sarney”.

Neste ponto é preciso abrir um parêntese para destacar que, entre os anos de 2009 e 2014, período em que Roseana Sarney (MDB) comandou pela quarta vez o estado, o IBGE registrou redução nos índices de pobreza extrema no Maranhão.

Entre os itens 8 e 12 das propostas do governo comunista – que tinha 65 pontos, simbolizando o seu número de campanha – o tema “combate à pobreza” é uma constante.

Flávio Dino promete, dentre outras coisas, “Desenvolver ações destinadas a, progressivamente, retirar da linha de pobreza extrema as famílias maranhenses” e “Aplicar os recursos do Fundo de Combate à Pobreza (FUMACOP) em ações específicas de inserção produtiva das famílias e em melhoria nas condições de habitação e saneamento”.

MAIS MISÉRIA foi o resultado do não cumprimento das promessas do comunista no Maranhão

Mas o governador, como já se sabe, cumpriu apenas 22 das 65 promessas registradas na Justiça Eleitoral.

Três anos depois o IBGE apontou que o índice de “pobreza extrema no Maranhão” aumentou em 2% exatamente no período em que Flávio Dino está à frente do estado.

O comunista e sua gestão ideológica não conseguiram cumprir o que prometeram do alto do Palácio dos Leões ao povo maranhense, em 2014.

Coincidência ou não, para usar um termo do seu próprio programa de governo, o Maranhão afundou na pobreza extrema.

É simples assim…

Com informações de O EstadoMaranhão