1

Para Eliziane, dados sobre concentração de renda são estarrecedores…

Deputada lamentou o aumento do número dos que vivem com R$ 413 reais ao mês e a ampliação da concentração  e renda entre os mai ricos a partir de 2017, quando o Brasil entrou no novo ciclo político

 

A senadora Eliziane Gama (Cidadania) mostrou-se estarrecida com o aumento das desigualdades sociais no Brasil, mostrado pelo estudo da PNAD Contínua, do IBGE.

– Estarrecedores os dados divulgados pelo IBGE na PNAD contínua – ressaltou Eliziane.

de acordo com o PNAD, a renda dos 1% mais ricos aumentou desde 2017, quando consolidou-se um novo ciclo político no Brasil.

Já a renda da maioria mais pobre caiu significativamente em 2017 e 2018.

 – A renda dos mais pobres caiu, a concentração de renda cresceu e a desigualdade bateu recorde no Brasil. Metade dos brasileiros vive com R$413 mensais. É inadmissível – lamentou a senadora maranhense.

Os números do IBGE foram, divulgados esta semana…

2

Flávio Dino conclui mandato com mais da metade dos maranhenses na pobreza absoluta…

De acordo com o IBGE, gestão do comunista provocou a volta da miséria ao estado a partir de 2016, mostrando o fracasso dos programas anunciados em vasta propaganda; e ele ainda tem mais quatro anos de mandato

 

Flávio Dino em seu discurso de posse, em 2015: fracasso das promessas e aumento da miséria no Maranhão

O Maranhão chega ao final do primeiro mandato do governador comunista Flávio Dino com 54,1% dos maranhenses na linha da pobreza extrema.

De acordo com o IBGE, mais da metade da população vive com menos de R$ 406,00 por mês, segundo revelou o blog Atual7 nesta quinta-feira, 27.

E Flávio Dino ainda tem mais quatro anos de mandato pela frente.

Em seu discurso de posse, o comunista maranhense prometeu que, ao fim do seu mandato, “nenhuma das cidades maranhenses” estaria “no rol das 100 piores do Brasil”, afirmação depois negada por ele próprio durante a campanha. (Releia aqui)

O fato é que, durante o período do governo Dino, o comunismo produziu no Maranhão nada menos que 312 mil miseráveis, como apontou o IBGE. (Relembre aqui)

E ainda faltam os dados de 2017 e 2018…

Leia também:

100  mil miseráveis por ano no período comunista no MA…

Governo Flávio Dino: fracasso por todos os lados…

Ainda a miséria e o PCdoB…

Flávio Dino, Roseana e o aumento da pobreza…

2

Miséria e má-fé…

Ao tentar jogar a terceiros a culpa do aumento da miséria no Maranhão durante seu governo, o comunista Flávio Dino age com má-fé; e reforça convicção de que sua propagada mudança é um fracasso em todos os seus aspectos

 

A arrogância comunista impede Flávio Dino de admitir seus fracassos

O princípio republicano está intimamente ligado à transparência, que deve nortear os agentes políticos. Nesse sentido, o respeitado ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto, dizia que “nas coisas públicas o melhor desinfetante é a luz do sol”.

Era assim, pois, que o governador comunista Flávio Dino deveria se comportar e reagir, sobretudo na adversidade. Querer culpar outra pessoa pelo aumento da miséria do povo maranhense nos anos de 2015, 2016 e 2017, segundo o IBGE, quando apenas ele era o governador do Estado, é faltar com a transparência, para dizer o mínimo.

A propósito, Sartre já ensinava que culpar terceiros pelos seus próprios atos é exemplo clássico de má-fé.

E é isso que Flávio Dino – incapaz de reconhecer o seu erro e de que a sua principal promessa de campanha não foi cumprida – está tentando fazer.

Esse infeliz aumento da miséria do povo maranhense que surgiu sob o comando exclusivo do comunista maranhense, entre os pontos negativos, traz, inclusive, a revelação de que, uma vez por todas, a propagada mudança comunista não passou de uma plataforma de campanha com fins eleitoreiros.

Lamentável, como sempre!

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

 

2

Ainda a miséria e o PCdoB…

Sem ter como contrapor, comunistas e aliados do governo Flávio Dino agridem a parte da mídia que revela o fato oficial, divulgado pelo IBGE, de que em seu governo gerou no Maranhão nada menos que 312 mil novos sobreviventes abaixo da linha da pobreza extrema

 

ues

Com Dino curtindo a Europa, cabe a Jerry os ataques aos que ousam mostrar as verdades do governo comunista

O fato oficial – que nem eles podem questionar – mostrando que o Maranhão teve um aumento de 2% nos índices de pobreza extrema no período de governo do comunista Flávio Dino mexeu fortemente com o Palácio dos Leões.

De férias na Europa, Flávio Dino comentou o assunto por alto, em seus perfis de redes sociais.

A tarefa de agredir, atacar e tentar desqualificar quem publicou o fato coube ao seu lugar-tenente, o bi-secretário- de Comunicação e de Articulação Política -, Márcio Jerry.

Jerry tem atacado O Estado há pelo menos quatro dias. Ataca nas contas pessoais em redes sociais e usa blogs e jornais vinculados ao Palácio dos Leões para atacar o jornal que apenas tem reproduzido o fato oficial revelado pelo IBGE.

Nem Jerry, nem Dino, nem nenhum outro aliado deles consegue contrapor a verdade, qual seja: o Maranhão sob a égide do comunista,gerou uma população de 312 mil miseráveis. Esses cidadãos que passaram a viver abaixo da linha da pobreza não são frutos da história e muito menos resultado da cultura do estado.

São, sim, resultado direto de três anos de mandato de Flávio Dino, como deixou claro o IBGE.

Essa população foi gerada nos anos de 2015, 2016 e 2017, exatamente quando o comunista passou a comandar o Maranhão.

Sem argumentos, Márcio Jerry só pode atacar, como sempre faz.

Mas nem os seus ataques vão poder esconder o fato oficial: a extrema pobreza no Maranhão aumentou nos anos em que Flávio Dino está no poder.

Fato incontestável…

Da coluna Estado Maior, de O EstadoMaranhão

5

As promessas não cumpridas de Flávio Dino e o aumento da miséria no MA…

Coincidência ou não, a maior parte do Plano de Governo apresentado pelo comunista à Justiça Eleitoral, em 2014, versava sobre a pobreza, que aumentou durante a sua gestão, segundo o IBGE

 

QUATRO ANOS ATRÁS Flávio Dino prometeu um Maranhão melhor a esta multidão, mas não cumpriu a promessa…

O enunciado principal da promessas de campanha apresentadas pelo governador Flávio Dino (PCdoB) à Justiça Eleitoral durante as eleições de 2014 era a transformação do Maranhão, que, segundo ele, havia “afundado nos 50 anos de mando do grupo Sarney”.

Neste ponto é preciso abrir um parêntese para destacar que, entre os anos de 2009 e 2014, período em que Roseana Sarney (MDB) comandou pela quarta vez o estado, o IBGE registrou redução nos índices de pobreza extrema no Maranhão.

Entre os itens 8 e 12 das propostas do governo comunista – que tinha 65 pontos, simbolizando o seu número de campanha – o tema “combate à pobreza” é uma constante.

Flávio Dino promete, dentre outras coisas, “Desenvolver ações destinadas a, progressivamente, retirar da linha de pobreza extrema as famílias maranhenses” e “Aplicar os recursos do Fundo de Combate à Pobreza (FUMACOP) em ações específicas de inserção produtiva das famílias e em melhoria nas condições de habitação e saneamento”.

MAIS MISÉRIA foi o resultado do não cumprimento das promessas do comunista no Maranhão

Mas o governador, como já se sabe, cumpriu apenas 22 das 65 promessas registradas na Justiça Eleitoral.

Três anos depois o IBGE apontou que o índice de “pobreza extrema no Maranhão” aumentou em 2% exatamente no período em que Flávio Dino está à frente do estado.

O comunista e sua gestão ideológica não conseguiram cumprir o que prometeram do alto do Palácio dos Leões ao povo maranhense, em 2014.

Coincidência ou não, para usar um termo do seu próprio programa de governo, o Maranhão afundou na pobreza extrema.

É simples assim…

Com informações de O EstadoMaranhão

0

Delírio e verdade…

Falas ideológicas e conceitos arcaicos exibidos por Flávio Dino na entrevista à Folha de S. Paulo foram destruídos pela verdade dos fatos mostrada nos números da realidade maranhense durante o seu governo comunista

 

FRACASSO VERMELHO. Números do IBGE desmontam a farsa das informações vendidas por Dino à Folha de S. Paulo

Nenhuma entrevista de auto-referenciação do governador Flávio Dino (PCdoB) teve lugar tão adequado na história – diante dos fatos quase instantâneos que a contrapuseram – quanto a que foi dada pelo comunista ao jornal Folha de S. Paulo, publicada esta semana.

No mesmo dia em que Dino desfilava seu rosário de conceitos arcaicos do comunismo para falar sobre o desenvolvimento e a economia dos estados – institutos de referência internacional, como o IBGE divulgavam números que mostravam a realidade do que tem representado o seu governo para o Maranhão.

De acordo com pesquisa do instituto, o Maranhão aumentou em 2% o seu índice de pobreza extrema exatamente no período em que Flávio Dino governou o Maranhão, entre 2015 e 2017. O fracasso de suas ações no combate à miséria talvez tenha a ver com a declaração que ele deu à Folha, a de que, no estado, é o governo quem deve fazer pelos cidadãos.

“E se o governo não faz, ninguém faz,”, disse Dino.

E como Dino não fez…

Outro resultado da pesquisa IBGE mostra que o PIB do Maranhão – que cresceu extraordinariamente entre 2009 e 2014 – teve uma queda de 8% no período de governo comunista.

Também pode ter a ver com a idéia paquidérmica de estado defendida por Flávio Dino à Folha de S. Paulo, segundo a qual, o estado tem que ser gigante, presente em tudo, quase que sufocando empresas, investimentos e o empreendedorismo.

Assim foi marcado o fim de ano do comunista, com delírios ideológicos exibidos na imprensa e a realidade fazendo o seu contraponto.

2

Governo Roseana reduziu em 18,7% as desigualdades sociais no Maranhão, diz IBGE…

Estudo publicado no jornal Folha de S. Paulo mostra que a gestão roseanista foi a que mais avançou neste aspecto em todo o país

 

EMPREGO E RENDA. Com investimentos pesados na atração de investimentos, Roseana deu trabalho ao maranhense e diminuiu as desigualdades

Estudo do IBGE publicado na edição do último domingo, 3, no jornal Folha de S. Paulo, mostra que o Maranhão reduziu em 18,7% a desigualdade social no estado.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra Domiciliar (PNAD), no período de 2004 a 2014. (Leia a matéria aqui)

– Isso comprova que o governo de Roseana Sarney foi eficaz. Mostra que a governadora conseguiu notável desempenho na diminuição da pobreza – destacou o deputado Hildo Rocha, em pronunciamento na tribuna da Câmara Federal. (Veja o vídeo abaixo)

Rocha lembrou ainda que Roseana Sarney implantou um inovador programa Maranhão Competitivo e outras iniciativas que contribuíram para atrair investimentos e gerar empregos.

– A Suzano, maior indústria de celulose da América Latina, está instalada no Maranhão, na cidade de Imperatriz, graças ao trabalho da governadora Roseana Sarney. A implantação da Suzano deu nova vida à economia de toda a Região Tocantina – afirmou Hildo Rocha.

Com investimentos maciços nos setores de mineração, agropecuária, geração de energia, siderúrgicas e metalurgia, o governo Roseana pôde gerar renda e diminuir a pobreza.

O que agora é confirmado pelo IBGE…